Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

NUVEM DE TAGS

Filho de Maguito Vilela, Daniel chora no velório ao falar da trajetória do pai: ‘Era forte e queria viver’

Corpo do prefeito licenciado de Goiânia é velado em Jataí, onde deve ser enterrado na manhã desta quinta-feira (14). Ele foi o terceiro de três irmãos a morrer por complicações da Covid-19.

Por Vanessa Martins, G1 GO

Daniel Vilela fala sobre perda de pai para complicações da Covid-19: ‘Queria viver’

Filho de Maguito Vilela, Daniel falou sobre a trajetória do pai ao se despedir dele na manhã desta quinta-feira (14), durante velório em Jataí, terra natal do político. Prefeito licenciado de Goiânia morreu aos 71 anos, após enfrentar diversas complicações da Covid-19.

“O que ainda me deixa de coração partido, é que ele era muito novo, vigoroso, muito forte e queria viver”, disse.

O corpo de Maguito foi velado no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia, em drive-thru, por cortejo em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, e chegou por volta de 1h em Jataí, terra natal do prefeito, onde ele deve ser enterrado.

Daniel Vilela em despedida do pai Maguito Vilela — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Daniel Vilela em despedida do pai Maguito Vilela — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Daniel Vilela chegou ao Ginásio de Esportes Vilelão, onde o corpo do pai é velado na manhã desta quinta-feira (14), por volta das 7h30. Sem conter as emoções, ele desabafou sobre a dificuldade de se despedir do pai.

“A gente sempre acreditou que ele chegaria próximo aos 100 anos. Nos meus últimos momentos com ele eu falei pra ele: ‘pai, não era esse combinado’. Mas espero que ele possa estar descansando em paz”, contou.

Também em despedida do pai, Daniel lembrou que perdeu ainda duas tias para a Covid-19. Os três irmãos morreram dentro de intervalo de quatro meses.

“Temos uma família muito unida, que foi arrasada por essa doença. […] Agradeço a Deus por ter me dado a oportunidade de termos estado com ele nos últimos momentos. Agradeço o privilegio de ter sido o filho dele, do exemplo que ele deixa para todos nós”.

Corpo de Maguito Vilela chega sob aplausos, em Jataí

Velório em Jataí

Em homenagem a Maguito, o Ginásio expõe dezenas de coroas de flores. Também foi feita uma exposição de camisas de times de futebol que o prefeito acompanhava e até uma bandeira do Jataiense, time pelo qual ele jogou.

Também estão expostas fotos do início da carreira política dele, que começou na cidade, como vereador. Foi feito um corredor com homenagens, pelo qual as pessoas passam antes de se despedir de Maguito próximo ao caixão.

A despedida de Maguito na cidade natal começou por volta da 1h desta madrugada, quando o corpo dele chegou a Jataí. Vídeo mostra que equipe do Corpo de Bombeiros levou o corpo até o centro do Ginásio, que foi recebido com aplausos por quem já estava no local aguardando para se despedir (assista acima).

Após o velório, o caixão seguirá para o Cemitério São Miguel, no mesmo município, onde o sepultamento está previsto para acontecer às 9h.

Despedidas

O corpo de Maguito foi velado em Goiânia, no Palácio das Esmeralda com caixão aberto, missa e drive-thru. Filas de carros se formaram em volta da Praça Cívica, próximo ao local, onde várias coroas de flores foram enviadas por políticos e entidades em homenagem ao prefeito licenciado da capital.

Um cortejo o levou por Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, onde ele foi prefeito por dois mandatos. Nesta oportunidade, moradores se emocionaram e prestaram suas homenagens.

Morte

Maguito faleceu aos 71 anos, após ficar 83 dias internado lutando contra complicações causadas pela Covid-19, a qual já tinha se recuperado. Nos últimos dias, o político enfrentava uma nova infecção pulmonar grave, em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

No último dia 7, Maguito chegou a apresentar uma melhora no estado de saúde e o filho dele, Daniel Vilela, que também é presidente estadual do partido, disse que o pai estava mais “falante”. A família tinha expectativa que Maguito pudesse passar o aniversário em casa. No próximo dia 24, ele completaria 72 anos.

Maguito perdeu duas irmãs para a Covid-19 em intervalo de menos de dez dias em agosto de 2020. No dia 19, morreu Nelma Vilela Veloso, de 76 anos, que tinha diabetes e problemas pulmonares, comorbidades que agravaram o quadro. Já no dia 28, a irmã mais velha, Nelita Vilela, de 82 anos, também faleceu.

O político passou por vários cargos públicos em Goiás: vereador, prefeito, governador e senador. Foi eleito gestor da capital com 52% dos votos no 2º turno das Eleições 2020, tomou posse de forma virtual e se licenciou do cargo. Relembre a carreira dele.

Com a morte de Maguito, Rogério Cruz (Republicanos) vai assumir a administração de Goiânia.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Setor de serviços tem 6ª alta seguida, mas segue abaixo do nível pré-pandemia

Em novembro, crescimento foi de 2,6%, mas setor ainda se encontra 3,2% abaixo do patamar de fevereiro, segundo IBGE. Em 12 meses, setor acumula tombo recorde de 7,4%.

Por Daniel Silveira e Darlan Alvarenga, G1

Setor de serviços cresce 2,6% no mês de novembro em relação a outubro, diz IBGE

O volume de serviços prestados no Brasil cresceu 2,6% em novembro, na comparação com outubro, segundo divulgou nesta quarta-feira (13) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor cravou a 6ª alta seguida, mas ainda não conseguiu retomar o patamar pré-pandemia.

Apesar do ganho acumulado de 19,2% nesse período, o resultado ainda é insuficiente para compensar a perda de 19,6% verificada entre fevereiro e maio no setor, que ainda se encontra 3,2% abaixo do patamar de fevereiro, destacou o IBGE.

Segundo o IBGE, além de não ter voltado ao nível pré-pandemia, o volume de serviços no Brasil ainda se encontra 14,1% abaixo do recorde histórico, registrado em novembro de 2014.

O resultados, entretanto, foi melhor do que as expectativas em pesquisa da Reuters, que era de uma alta de 1,2% na comparação mensal.

Na comparação com novembro de 2019, houve queda de 4,8%, a nona taxa negativa seguida nesta base de comparação.

Volume de serviços mês a mês — Foto: Economia G1

Volume de serviços mês a mês — Foto: Economia G1

O IBGE revisou três das cinco altas anteriores, que tiveram crescimento maior que o divulgado anteriormente. A de outubro passou de 1,7% para 1,8%, a de setembro de 2,1% para 2,2% e a de julho de 2,7% para 2,9%.

Tombo de 8,3% no acumulado no ano e queda recorde em 12 meses

No ano, o setor de serviços passou a acumular queda foi de 8,3%, frente ao mesmo período de 2019. Já em 12 meses, o tombo chegou a 7,4%, resultado negativo mais intenso desde o início da série histórica, em dezembro de 2012.

De acordo com o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, as atividades que estão encontrando mais dificuldades são aquelas prestadas de forma presencial, por isso, o setor ainda não conseguiu recuperar as perdas:

“Atividades como restaurantes, hotéis, serviços prestados à família de uma maneira geral e transporte de passageiros – seja o aéreo, o rodoviário e ou o metroviário – até mostraram melhoras, mas a necessidade de isolamento social ainda não permitiu o setor voltar ao patamar pré-pandemia”, avaliou.

Das cinco grandes atividades do setor de serviços, somente a de outros serviços registrou variação positiva no acumulado no ano, de 6,5%.

A atividade com o pior resultado foi o de serviços prestados às famílias, que acumularam queda de 36,6% no ano. O segundo pior resultado ficou com os serviços profissionais, administrativos e complementares, com queda de 11,8%.

Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio tiveram o terceiro pior resultado acumulado no ano, com queda de 8,1%. Já os serviços de informação e comunicação acumularam queda de 2%.

Só 2 das 5 grandes atividades recuperaram perdas

De acordo com o IBGE, das cinco grandes atividades do setor de serviços, apenas duas recuperaram o patamar observado antes da pandemia – serviços de informação e comunicação e o de outros serviços. Ambos superaram o patamar de fevereiro em, respectivamente, 2,6% e 1,6%.

Distância (em %) do patamar pré-pandemia por atividade de serviços — Foto: Economia G1

Distância (em %) do patamar pré-pandemia por atividade de serviços — Foto: Economia G1

Para retomar ao patamar de fevereiro, a atividade de transportes, serviços auxiliares de transportes e correio precisa avançar 5,4%, enquanto os serviços profissionais, administrativos e complementares ainda precisam crescer 9,5%.

Já os serviços prestados às famílias precisam crescer 34,2% para zerar as perdas da pandemia.

Desempenho por segmentos

Todas as cinco atividades investigadas na pesquisa tiveram crescimento na passagem de outubro para novembro, com destaque para os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (2,4%) e serviços prestados às famílias (8,2%).

Variação do volume de serviços em novembro, por atividade e subgrupos:

  • Serviços prestados às famílias: 8,2%
  • Serviços de alojamento e alimentação: 9,1%
  • Outros serviços prestados às famílias: 1,5%
  • Serviços de informação e comunicação: 0,5%
  • Serviços de tecnologia da informação e comunicação: -0,3%
  • Telecomunicações: -0,5%
  • Serviços de tecnologia da informação: -0,2%
  • Serviços audiovisuais: 5,6%
  • Serviços profissionais, administrativos e complementares: 2,5%
  • Serviços técnico-profissionais: 2,5%
  • Serviços administrativos e complementares: 1,5%
  • Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: 2,4%
  • Transporte terrestre: 4,2%
  • Transporte aquaviário: -3,8%
  • Transporte aéreo: 6,8%
  • Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio: 1,6%
  • Outros serviços: 0,5%

Serviços cresceram em 19 das 27 unidades da federação

Regionalmente, 19 das 27 unidades da federação tiveram expansão no volume de serviços em novembro. São Paulo (3,2%) registrou a maior alta. Outras contribuições positivas relevantes vieram de Minas Gerais, (2,8%), do Rio de Janeiro (1,3%), do Rio Grande do Sul (3,2%), de Pernambuco (5,2%) e do Paraná (2,1%). Já a principal retração foi do Distrito Federal (-9,9%).

Índice de atividades turísticas tem alta de 7,6% em novembro

O IBGE informou também que o índice de atividades turísticas cresceu 7,6% contra outubro, sétima taxa positiva seguida. O segmento, no entanto, ainda precisa avançar 42,8% para retornar ao patamar de fevereiro.

Crescimento no ano é improvável

O gerente da pesquisa enfatizou ser “extremamente improvável” que o setor de serviços encerre o ano de 2020 no campo positivo.

Segundo ele, para que possa ter crescimento nulo, ou seja, de 0%, o volume de serviços prestados no país em dezembro teriam que registrar um avanço entre 81,8% e 82,8% na comparação com novembro.

“Qualquer que seja o contexto, é extremamente improvável que isso ocorra. Então, a gente terá na próxima divulgação, certamente, a queda mais intensa da série histórica para o setor de serviços, iniciada em 2012”, disse Rodrigo Lobo.

Entre 2012 e 2014 o setor de serviços registrou taxas anuais positivas, acumulando alta de 11,3% no período. Nos três anos seguintes, no entanto, teve taxas anuais negativas, acumulando perda de 11%. Em 2018, o resultado foi nulo. Já em 2019 o setor encerrou o ano com alta de 1%.

Perspectivas

Amplamente dependente do contato presencial e de maior mobilidade, o setor de serviços, que tem importante peso sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do país, foi o mais abalado pela pandemia de coronavírus e tem mostrando uma retomada bem mais lenta do que a observada no comércio e na indústria, que já retomaram o patamar pré-pandemia.

confiança do setor de serviços mostrou leve recuperação em dezembro, mas fechou o ano em baixa, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Para o economista-chefe da Necton, André Perfeiro, o resultado de novembro foi positivo e veio melhor que o esperado. “De maneira geral foi um ótimo número e mais um dado importante na véspera da decisão do Copom que mostra atividade um pouco mais forte e assim pode mudar em parte o balanço de riscos da autoridade monetária”, avaliou.

Na semana passada, o IBGE divulgou que a produção industrial cresceu 1,2% em novembro. Na parcial de 2020, porém, o setor acumula queda de 5,5%.

Já os dados do desempenho do comércio em novembro serão divulgados na sexta-feira (15).

Os economistas do mercado financeiro estimam um tombo do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,37% em 2020, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Para 2021, projetam uma alta de 3,41%.

Os analistas do mercado passaram a projetar também uma Selic em 3,25% no final de 2021 e em 4,75% em 2022.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Acidente deixa um morto e feridos na Bandeirantes em Jundiaí

Segundo a Polícia Rodoviária, a batida foi entre dois caminhões, uma moto e um carro. Três pistas precisaram ser bloqueadas na altura do quilômetro 51, mas já foram liberadas. Trânsito segue lento com cerca de 10 quilômetros de congestionamento.

Por G1 Sorocaba e Jundiaí

Acidente interdita trecho da Bandeirantes em Jundiaí (SP) — Foto: Polícia Rodoviária/Divulgação

Acidente interdita trecho da Bandeirantes em Jundiaí (SP) — Foto: Polícia Rodoviária/Divulgação

Um acidente envolvendo quatro veículos deixou parte da Rodovia dos Bandeirantes, em Jundiaí (SP), interditada na manhã desta quarta-feira (13). Uma pessoa morreu e outras sete ficaram feridas.

Segundo a Polícia Rodoviária, a batida foi entre dois caminhões, uma moto e um carro. Três pistas precisaram ser bloqueadas na altura do quilômetro 51, mas já foram liberadas. O trânsito segue lento com cerca de 10 quilômetros de congestionamento.

Acidente interdita trecho da Bandeirantes em Jundiaí (SP) — Foto: Polícia Rodoviária/Divulgação

Acidente interdita trecho da Bandeirantes em Jundiaí (SP) — Foto: Polícia Rodoviária/Divulgação

De acordo com a concessionária que administra o trecho, sete vítimas foram socorridas, sendo uma em estado grave, outra em estado moderado e cinco com ferimentos leves. Todas foram encaminhadas para hospitais da região.

Acidente deixa um morto e feridos na Bandeirantes em Jundiaí (SP) — Foto: Polícia Rodoviária/Divulgação

Acidente deixa um morto e feridos na Bandeirantes em Jundiaí (SP) — Foto: Polícia Rodoviária/Divulgação

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Bombeiros retomam buscas por mulher desaparecida em área alagada pela chuva em São Paulo

Segundo a corporação, ela foi arrastada pela força da água em córrego no Jaraguá. Temporal desta terça (12) provocou enchentes e transtornos em bairros da Zona Norte e Oeste da cidade. Buscas foram retomadas às 7h30 desta quarta.

Por G1 SP — São Paulo

Os bombeiros retomaram as buscas para encontrar uma mulher desaparecida após ser levada pela força da água do Córrego do Fogo, no Jaraguá, na Zona Norte de São Paulo, na tarde desta terça-feira (12).

De acordo com a corporação, as buscas pela vítima foram interrompidas durante a noite por conta da falta de luminosidade na região e recomeçaram às 7h30 desta quarta.

A chuva que atingiu São Paulo na tarde desta terça causou alagamentos em várias ruas da Zona Norte da cidade e deixou várias regiões em estado de atenção para transbordamentos de córregos, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), da Prefeitura.

Os bairros de Perus, Jaçanã/Tremembé e Casa Verde foram os mais atingidos pela tempestade. No Tremembé, região do Horto Florestal, as enchentes encobriram carros e impediram o trânsito de veículos durante a tarde.

As chuvas de verão já provocaram nove mortes, a última delas foi Rosana Alves Correia. Ela tinha desaparecido no dia 29 de dezembro, junto com o marido em uma enchente na região da Avenida Carlos Caldeira Filho, na Zona Sul de São Paulo.

O corpo dela foi encontrado no Rio Jurubatuba. Os outros sete mortos são de Embu das Artes.

cidade de São Paulo perdeu R$ 11 milhões da verba destinada ao combate às enchentes em 2021, de acordo com os números da Secretaria Municipal da Fazenda.

Neste ano, o valor do orçamento é de R$ 764 milhões. E em 2020 foram disponibilizados R$ 775 milhões. Em 2019, a Prefeitura de São Paulo disse que gastou mais de R$ 681 milhões em obras e serviços, como limpeza de córregos.

Chuva forte provoca alagamentos na região da Água Fria, na Zona Norte de São Paulo — Foto: Reprodução/Redes sociais

Chuva forte provoca alagamentos na região da Água Fria, na Zona Norte de São Paulo — Foto: Reprodução/Redes sociais

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Bombeiros resgatam 3 garotos em encosta de córrego em Campinas: ‘pensavam que iam morrer’

Ação mobilizou pelo menos 12 profissionais na tarde desta terça-feira (12), na região do Jardim Garcia. Meninos de 9, 12 e 13 anos tiveram escoriações e foram levados para UPA Anchieta.

Por G1 Campinas e Região

Três garotos foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros, em Campinas (SP), após serem encontrados na encosta de um córrego na região do Jardim Garcia na tarde desta terça-feira (12). Segundo o 2º sargento Renato Marques Soutello, os meninos de 9, 12 e 13 anos “pensavam que iam morrer” arrastados pela água e a ação mobilizou pelo menos 12 profissionais durante quase meia hora.

“Foi uma ocorrência arriscada. Pela dificuldade, um deles poderia ter sido levado antes de ser retirado com segurança”, falou. Segundo ele, os jovens apresentavam sinais de hipotermia, escoriações e foram atendidos inicialmente pelo Grupo de Resgate e Atenção às Urgências e Emergências no local, antes de serem levados para Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Vila Padre Anchieta.

A corporação foi acionada por telefone, mas Soutello não soube informar quem foi o autor do comunicado sobre o caso. Além disso, explica, as crianças alegaram inicialmente que chegaram ao local após suposta queda de uma ponte. As identidades delas também não foram confirmadas e o helicóptero da Polícia Militar também chegou a ser acionado durante ocorrência.

Garotos são resgatados por Corpo de Bombeiros, em Campinas — Foto: Corpo de Bombeiros

Garotos são resgatados por Corpo de Bombeiros, em Campinas — Foto: Corpo de Bombeiros

“A nossa preocupação era somente retirá-los, estavam na iminência de serem arrastados, era acessar de maneira segura e rápida para fazer o salvamento”, falou ao mencionar que aplicou técnica de rapel para descer quase dez metros até o ponto de resgate, segundo estimativa dele. Para retirar os garotos, os bombeiros usaram uma cadeira de salvamento para retirar o mais velho, e cordas para outros dois.

Garotos foram retirados por bombeiros da encosta de córrego em Campinas — Foto: Corpo de Bombeiros

Garotos foram retirados por bombeiros da encosta de córrego em Campinas — Foto: Corpo de Bombeiros

“Nosso sentimento é de missão cumprida […] Depois disso, quando a adrenalina abaixou, eles se emocionaram bastante, choraram”.

Área onde garotos foram resgatados por Bombeiros, em Campinas — Foto: Corpo de Bombeiros

Área onde garotos foram resgatados por Bombeiros, em Campinas — Foto: Corpo de Bombeiros

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Reunião da Anvisa para definir autorização emergencial das vacinas do Butantan e da Fiocruz está prevista para domingo

Pedidos valem para 8 milhões de doses vindas da China e da Índia. Data é penúltimo dia do prazo estabelecido pela própria agência como meta para análise.

Por G1

A Anvisa informou nesta terça-feira (12) que está prevista para o próximo domingo (17) a reunião de sua Diretoria Colegiada que decidirá sobre pedidos de autorização para uso emergencial, temporário e experimental das vacinas do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) contra a Covid-19. A data é o penúltimo dia do prazo estabelecido pela própria agência como meta para análise dos pedidos.

“Faz-se necessária a entrega, em tempo hábil para análise, dos documentos faltantes e complementares”, disse a agência, em comunicado.

No sábado (9), a agência informou que aceitou a documentação enviada pela Fiocruz, mas pediu mais informações para o Instituto Butantan sobre a Coronavac, e disse que a documentação entregue pelo instituto estava incompleta.

Nesta terça (12), o Butantan apresentou a taxa de eficácia global da Coronavac, que ficou em 50,38% nos testes realizados no Brasil.

Anvisa se reúne neste domingo (17) para definir autorização emergencial das vacinas

As duas instituições apresentaram suas solicitações de uso emergencial na sexta-feira (8) à Anvisa. O pedido do Instituto Butantan vale para 6 milhões de doses que o instituto recebeu prontas, vindas da China. Já o da Fundação Oswaldo Cruz vale para 2 milhões de doses, que devem ser importadas do laboratório Serum, sediado na Índia.

Segundo a Anvisa, o prazo para a análise é de dez dias. Já a avaliação do pedido de registro definitivo, que não foi feito, pode ocorrer em até 60 dias.

A autorização de uso emergencial é destinada apenas para o público previamente testado nos estudos, definido pelos próprios laboratórios. A Anvisa não detalhou para quais grupos recebeu os pedidos de Fiocruz e Butantan, mas confirmou que as solicitações delimitam um público alvo e que esta escolha ainda está em análise pela agência. Quem tomar a vacina de uso emergencial deverá assinar um termo de consentimento.

O público alvo do Ministério da Saúde na primeira fase do Plano nacional de vacinação é composto por trabalhadores de saúde, idosos (acima de 60 anos), população indígena, povos e comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas, pessoas com comorbidades, professores, profissionais de forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade e pessoas com deficiência permanente severa.

Em meados de dezembro, a Diretoria Colegiada da agência aprovou as regras para a autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, de vacinas contra a doença causada pelo coronavírus.

Anvisa analisa documentação do pedido de uso emergencial da vacina da Oxford

Uso emergencial das vacinas

concessão estabelecida pela Anvisa segue o modelo de autorizações emergenciais adotadas em outros países, como Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, e vale apenas para o período de pandemia e até a vacina receber o registro definitivo. Os principais pontos referentes ao uso emergencial das vacinas são seguintes:

  • cada pedido deve ser feito pela empresa desenvolvedora e será analisado de forma independente;
  • a decisão será tomada pela Diretoria Colegiada da Anvisa;
  • serão considerados estudos não clínicos e clínicos (em humanos);
  • os itens avaliados são qualidade, boas práticas de fabricação, estratégias de monitoramento e controle, e resultados provisórios de ensaios clínicos;
  • a empresa interessada deverá comprovar que a fabricação e a estabilidade do produto garantem a qualidade da vacina;
  • o estudo clínico na fase 3 (última etapa de testes) deve estar em andamento e conduzido também no Brasil;
  • a vacina com uso emergencial liberado não pode ser comercializada – ela só pode ser distribuída no sistema público de saúde;
  • e a liberação de uso emergencial pode ser revogada pela Anvisa a qualquer momento.

8 milhões de doses

Em 2 de fevereiro, a Anvisa aprovou um pedido feito pela Fiocruz para importação excepcional de 2 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. A fundação prevê pagar R$ 59,4 milhões pela importação.

No pedido feito pela Fiocruz, a indicação é que as vacinas cheguem ao país ainda em janeiro. Segundo a agência, a importação é considerada excepcional, porque o imunizante ainda não foi submetido à autorização de uso emergencial ou registro sanitário.

Em 23 de outubro, a Anvisa tinha autorizado a importação de 6 milhões de doses da CoronaVac.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Ítalo Henrique conquista acesso à Série C pelo Floresta e deve voltar ao Santa Cruz após campeonato

Com contrato junto ao Tricolor do Arruda até maio deste ano, volante disputou nove partidas pelo time cearense durante campanha vitoriosa

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Atleta formado na categoria de base do Santa Cruz e que ainda tem contrato com o time coral, o volante Ítalo Henrique, de 22 anos, comemorou, neste final de semana, o acesso à Série C pelo Floresta-CE.

O meio-campista foi cedido pelo Tricolor em novembro do ano passado e fica no clube cearense até o fim da Série D, que agora está nas semifinais. De acordo com o executivo de futebol tricolor, Nei Pandolfo, a expectativa é de que o volante volte ao Arruda após a competição.

Comandado pelo técnico Leston Júnior, que esteve no Santa Cruz em 2019, Ítalo Henrique disputou nove partidas pelo clube cearense na Série D, sendo titular em sete ocasiões. No jogo que valeu o acesso diante do América-RN, na Arena das Dunas, ele saiu do banco de reservas.

– A sensação é única, de muita felicidade. Estou realizando mais um sonho na minha vida e principalmente na minha carreira, de conquistar um acesso nacional. Sou muito grato a Deus por tudo que ele vem fazendo comigo. O momento é de comemorar – vibrou o volante.

Antes de embarcar para defender o Floresta, Ítalo Henrique passou por um momento delicado. Ele perdeu o pai, vítima de um acidente de trânsito. Na ocasião, o elenco do Santa Cruz gravou um vídeo após a goleada sobre o Imperatriz, pela Série C, dando forças ao jovem atleta.

– Esse acesso vai para toda minha família, mas principalmente para meu pai, meu herói. Deus sabe de tudo e precisou mais dele do que eu mesmo. De ontem para hoje, o céu está em festas. Fico imaginando, daqui da Terra, a alegria dele – dedicou o volante.

Ex-corais também conseguem acesso

Dois times que conseguiram o acesso para a Série C de 2021 contaram com jogadores que tiveram passagens pelo Santa Cruz. No Grêmio Novorizontino-SP, que eliminou o Fast Clube e vai enfrentar o Floresta no semifinal, o atacante Guilherme Queiróz balançou as redes nos dois confrontos que definiram a classificação.

Campeão pernambucano em 2015, o atacante Betinho marcou dois gols na goleada do Altos-PI sobre o Marcílio Dias-SC. A vitória devolveu o clube piauiense à Série C após cinco anos. Atualmente com 33 anos, o centroavante também tem uma Copa do Brasil no currículo, quando vestia a camisa do Palmeiras em 2012.

O final de semana também foi de acesso na Série C. O Remo levou a melhor no clássico com o Paysandu e conseguiu, de maneira antecipada, um lugar na próxima edição da Série B. Companheiros no elenco do Santa Cruz de 2019, o volante Charles e o atacante Augusto estão no Leão de Belém.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Ford fecha fábricas no Brasil: veja perguntas e respostas

Decisão afeta as fábricas de Camaçari (BA), Taubaté (SP) e Horizonte (CE), mas montadora segue com venda de carros e assistência técnica no país. Destino dos mais de 6 mil funcionários e da estrutura das 3 fábricas ainda está indefinido.

Por G1

5 pontos: Ford encerra produção no Brasil

Depois de mais de 100 anos produzindo no Brasil, a Ford anunciou nesta segunda-feira (11) o encerramento de sua produção de veículos no país.

A decisão afeta as fábricas de Camaçari (BA), Taubaté (SP) e Horizonte (CE), mas a montadora segue com sua operação de vendas e assistência técnica no país, focando em produtos importados.

Ao todo, a montadora possui 6.171 funcionários no Brasil e fechou 2020 como a quinta que mais vendeu carros, com 7,14% do mercado nacional.

Veja abaixo perguntas e respostas sobre o encerramento da produção da Ford no Brasil:

O que a Ford anunciou?

A empresa anunciou o fechamento de suas três fábricas no Brasil. Com a decisão, as instalações de Camaçari (BA) e Taubaté (SP) pararam de funcionar imediatamente, porém, manterão apenas a produção de peças por alguns meses para o estoque.

Sua outra fábrica, destinada a produção de jipes da Troller, em Horizonte (CE), será fechada no último trimestre de 2021.

A Ford está saindo do Brasil?

montadora disse que segue vendendo carros no Brasil em sua rede de concessionárias. Os modelos serão importados principalmente da Argentina e do Uruguai. A Ford disse ainda que todos os clientes seguirão com assistência de manutenção e garantia.

Ainda serão mantidos o Centro de Desenvolvimento de Produto, na Bahia, além do campo de provas e da sede administrativa para a América do Sul, ambos no estado de São Paulo.

O que acontece com quem tem carro da Ford?

A montadora afirmou que manterá as vendas, serviços, peças de reposição e garantia para seus clientes no Brasil. Em um comunicado obtido pela TV Globo, que foi enviado aos concessionários, a empresa disse que não há mudança em sua rede de lojas neste momento.

Quem deu sinal para comprar um veículo Ford 0 km e desistiu em função do anúncio pode cancelar a compra?

Em carta enviada aos revendedores, a montadora orientou aos concessionários que o cliente que deu sinal em um veículo 0 km pode solicitar o cancelamento do negócio, caso desista por conta do fechamento das fábricas.

Se isso acontecer, a Ford disse que o concessionário deve seguir a regulamentação prevista no Código de Defesa do Consumidor.

Que carros vão sair de linha?

EcoSport, Ka e o Troller T4 vão sair de linha. De acordo com a montadora, ainda existem unidades disponíveis, então eles continuarão a ser vendidos até que o estoque se esgote.

Ford EcoSport será vendido até o fim de seu estoque e sairá de linha — Foto: Divulgação/Ford

Ford EcoSport será vendido até o fim de seu estoque e sairá de linha — Foto: Divulgação/Ford

Que carros serão vendidos?

A Ford disse que o país passará a ter modelos importados, principalmente das unidades de Argentina e Uruguai, além de outras regiões fora da América do Sul. Em comunicado, a montadora confirma a venda dos novos Transit, Ranger, Bronco e Mustang Mach1 no Brasil (leia mais).

Por que a Ford vai parar de fabricar carros no Brasil?

De acordo com a Ford, o fechamento das fábricas no Brasil é mais um passo de seu processo de reestruturação global.

A fabricante disse, no comunicado sobre os fechamentos das fábricas, que a decisão foi tomada “à medida em que a pandemia de Covid-19 amplia a persistente capacidade ociosa da indústria e a redução das vendas, resultando em anos de perdas significativas“.

No entanto, mais informações foram detalhadas em uma carta enviada para os concessionários. Nela, a montadora afirmou que “desde a crise econômica em 2013, a Ford América do Sul acumulou perdas significativas” e que a matriz, nos Estados Unidos, tem auxiliado nas necessidades de caixa, “o que não é mais sustentável”.

A montadora citou ainda a recente desvalorização das moedas na região, que “aumentou os custos industriais além de níveis recuperáveis”.

A Ford está em crise global?

Desde 2018 a Ford passa por um processo de reestruturação global. O primeiro passo foi desistir de maior parte de sedãs nos EUA, incluindo Fusion e Fiesta, para ter linha com 90% de SUVs, picapes e veículos comerciais.

Além de demissões na Europa e nos Estados Unidos, a empresa fechou fábricas na Austrália, após 91 anos no país, e na França, em Blanquefort.

No Brasil, o processo de mudanças começou com em 2019, foi o encerramento da produção na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), depois de 52 anos. Na época, a empresa parou de produzir e vender caminhões no país, seguindo com o negócio de automóveis.

Em 2020, a Ford vendeu 119.454 carros no Brasil, segundo dados da associação das montadoras, a Anfavea. O resultado representou uma queda de 39,2% na comparação com 2019. A queda observada foi maior do que a registrada pelo segmento de automóveis. Em 2020, o tombo foi de 28,6%, para 1.615.942.

Quantas demissões?

Ainda não há um cálculo final de quantos funcionários da montadora serão demitidos no Brasil. Em resposta ao G1 sobre as demissões, a Ford disse que aproximadamente 5 mil empregos serão afetados com a reestruturação no Brasil e na Argentina. O país vizinho sofrerá ajustes pelo encerramento da produção no Brasil, mas continuará produzindo veículos.

Ao todo, a Ford possui 6.171 funcionários no BrasilEm Taubaté, 830 funcionários serão demitidos, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos. A fábrica de Horizonte emprega 470 pessoas.

Em nota, Ford diz que cinco mil funcionários serão demitidos no Brasil e na Argentina

Qual o futuro das fábricas?

No comunicado, a empresa disse que “continuará facilitando alternativas possíveis e razoáveis para partes interessadas adquirirem as instalações produtivas disponíveis”. No entanto, nada de concreto ainda foi definido.

Na Bahia, o governador, Rui Costa (PT), fez contato com as embaixadas de China, Japão e Coreia do Sul para convidar representantes dos países a conhecerem o complexo de Camaçari.

A fábrica de São Bernardo do Campo, a primeira a ser fechada em 2019, teve sua venda concluída para a Construtora São José e FRAM Capital no final de 2020.

Bahia busca empresas estrangeiras para assumir negócios da Ford no estado

A indústria automotiva está em crise?

O setor automotivo como um todo – automóveis, caminhões e ônibus – tem enfrentado sucessivas crises. A primeira delas ocorreu entre 2014 e 2016, quando o país enfrentou uma dura recessão. Naquele período, a produção do setor recuou para cerca de 2 milhões de veículos.

O setor conseguiu melhorar a produção até 2019, mas a crise causada pela pandemia de coronavírus provocou mais uma queda. No ano passado, o tombo foi de 31,6%.

Especialista comenta saída da Ford do Brasil

O Brasil está perdendo fábricas de veículos?

Em menos de 1 mês, duas montadoras anunciaram o fim de suas produções no Brasil. Além da Ford, a Mercedes-Benz encerrou suas atividades na fábrica de Iracemápolis (SP), em dezembro.

O porte das empresas, no entanto, é bem diferente. A Mercedes tinha 370 colaboradores, enquanto a Ford, mais de 6 mil.

Na época, a montadora alemã disse que “a situação econômica no Brasil tem sido difícil por muitos anos e se agravou devido à pandemia da Covid-19″. A empresa manteve a importação de carros para o Brasil e a produção nacional de caminhões.

Mercedes-Benz fecha fábrica com 370 funcionários

Raio-X do Ford no Brasil — Foto: G1

Raio-X do Ford no Brasil — Foto: G1

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

FAB envia cilindros de oxigênio para Manaus para tentar repor o estoque nas UTIs

Nos primeiros dez dias de janeiro, o número de novos casos de coronavírus no Amazonas superou os de dezembro. A ocupação dos leitos públicos de UTI para Covid está acima dos 90%.

Por Jornal Nacional

FAB envia cilindros de oxigênio para Manaus para tentar repor o estoque nas UTIs

O governo do Amazonas declarou que não tem cilindros de oxigênio suficientes para dar conta do aumento de internações de pacientes com Covid.

A dificuldade de respirar é um dos sintomas da Covid. É por isso que muitos pacientes precisam de oxigênio extra para sobreviver. Sem esse oxigênio, a situação nas UTIs no Amazonas, que já é grave, pode ficar ainda pior.

“As empresas que fornecem oxigênio para o estado informaram que não tem mais condições de fornecer oxigênio na quantidade que o estado está necessitando. Nós estamos entrando numa situação dramática e, se nada for feito, nos próximos dias, nós ficaremos sem esse produto”, afirma Wilson Lima, do PSC, governador do Amazonas.

Para atender em caráter emergencial os hospitais do Amazonas, o Exército, com o apoio da Força Aérea, transportou 350 cilindros de oxigênio de Belém para Manaus.

Só nos primeiros 10 dias de janeiro o número de novos casos de Covid no Amazonas superaram o mês inteiro de dezembro de 2020. A ocupação dos leitos públicos de UTI para Covid está acima dos 90%. Só em Manaus, 306 pacientes aguardam internação em um leito para Covid.

Dona Ana, de 79 anos, é uma dessas pessoas. Ela está internada desde sexta-feira (8) no Serviço de Pronto Atendimento Danilo Corrêa, em Manaus. A filha, Silvia, tenta desde então, sem sucesso, um leito de UTI para a mãe. “Ela está em um estado muito grave, muito grave mesmo, e não tem a UTI para ela. Não tem, não tem para ninguém. Tem muita gente morrendo”, diz Silvia de Santana.

O Danilo Corrêa é a mesma unidade onde, no fim de semana, imagens mostraram pacientes aguardando atendimento deitados no chão.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, esteve nesta segunda-feira (11) em Manaus. Ele se reuniu com representantes do estado e também do município, e garantiu que não vai faltar apoio as demandas de combate a pandemia. Inclusive com reforço de profissionais para o atendimento.

“Nós temos o programa Brasil Conta Contigo, isso é a secretária Maira, e ela já está recrutando algo em torno de 500 profissionais que vão estar à disposição de vir o mais rápido já dentro do programa junto com estado e com município. 100% do que nos foi pedido, ou está sendo entregue ou já foi entregue e nós podemos apoiar com o que mais o estado e o município pedirem”, afirmou Pazuello.

A Secretaria de Saúde do Amazonas disse que os pacientes que apareceram deitados no chão da unidade Danilo Corrêa não tinham indicação de internação, que eles estavam recebendo medicação endovenosa, acomodados em cadeiras, mas que não quiseram permanecer sentados.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Sistema de saúde de Roraima entra em colapso por causa do coronavírus

O único hospital do estado com UTIs para Covid está com todos os 30 leitos ocupados. O aumento do contágio afasta médicos e enfermeiros que estão na linha de frente no combate ao vírus.

Por Jorna Nacional

Em Roraima, o sistema de saúde entrou em colapso.

O único hospital do estado com UTIs para Covid-19 está com todos os 30 leitos ocupados. Na maternidade, que recebe grávidas e recém-nascidos com o coronavírus, só resta uma UTI.

O aumento do contágio em Roraima afasta médicos e enfermeiros que estão na linha de frente no combate ao vírus. Desde o início da pandemia, mais de 2,2 mil profissionais de saúde testaram positivo para a Covid-19.

Na casa da médica Márcia Monteiro, todos da família foram contaminados pela doença. Ela e o marido foram parar na UTI. “Então, eu fui para UTI. Fiquei lá algumas horas, e os médicos acharam melhor que eu fosse entubada e recebesse a oxigenação mecânica para conseguirem tratar. Eu só acordei quando eu já estava boa”, conta.

Em Roraima, 793 pessoas já morreram por complicações do vírus. É uma média de 130 mortes para cada 100 mil habitantes, acima da média brasileira – de 96 a cada 100 mil habitantes.

O Ministério Público pediu na Justiça que o governo amplie a oferta de leitos. A gente aumentar a quantidade de leitos pode, sim, ajudar ao poder público a estabelecer políticas diversas, por exemplo o lockdown. Evidentemente que tem outras variáveis também: precisa ter testagem em massa, precisa ter tratamento profilático e precisa ter o início do tratamento precoce”, diz o promotor de Justiça Madson Carvalho.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.