Voluntários da Grande SP produzem e doam máscaras para profissionais da saúde

Proteção é produzida por alunos da faculdade de Guarulhos.

Por Rafael Ihara, Bom Dia SP — São Paulo

Alunos de uma faculdade de Guarulhos, na Grande São Paulo, produzem e doam escudos faciais para profissionais da saúde. A proteção é deve ser usada como máscara para dar ainda mais segurança aos médicos e enfermeiros.

O professor de engenharia Sebastião Garcia Júnior estava inquieto sem saber como contribuir para ajudar os profissionais de saúde durante a crise do coronavírus. Ele decidiu juntar uma das turmas da faculdade e produzir escudos faciais nos laboratórios do Centro Universitário Eniac . “Ficou evidente a necessidade, por conta dessa pandemia, de poder ajudar de alguma forma, né. E ajudar de fato. Fazer algo efetivo. Não só olhar e deixar passar.”

É uma linha de montagem que começa com o recorde de grandes placas de acetato. Tudo à mão, com estilete. Elas precisam caber em um espaço da máquina de corte a laser – que vai desenhando a proteção com exatidão e rapidez. O processo dura pouco mais de um minuto.

Na sequência, as peças vão para outra parte da montagem: um mesão onde se juntam e viram o protetor.

Os 18 alunos envolvidos no projeto revezam-se em turnos. O primeiro grupo trabalha das 8h às 13h e o segundo grupo assume até o fim da tarde.

Escudos faciais produzidos e doados por alunos de faculdade de Guarulhos — Foto: Reprodução/TV Globo

Escudos faciais produzidos e doados por alunos de faculdade de Guarulhos — Foto: Reprodução/TV Globo

As doações são destinadas aos profissionais de saúde de Unidades Básicas de Saúde e Hospitais de São Paulo e Guarulhos.

Todos os escudos são seguros e respeitam as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

FACULDADE DE GUARULHOS

  • Quer ajudar? Acesse innovation.org.br ou entre em contato para doar matéria prima: 11 99312-5080 (WhatsApp)

GRUPO DE VOLUNTÁRIOS DA DRA. PATRÍCIA

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Niterói anuncia testagem em massa contra o coronavírus

Lote com 40 mil kits chegará dos Estados Unidos na quarta-feira (1). Município já tem transmissão comunitária.

Por G1 Rio

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, anunciou neste domingo (29) que fará testagem em massa de pacientes suspeitos de Covid-19.

Pessoas com sintomas leves serão examinadas, sobretudo em comunidades carentes — o protocolo mínimo, adotado em outras cidades, é testar apenas pacientes graves e profissionais da saúde.

“Niterói será a primeira cidade do Brasil [a ter] uma testagem massiva e uma logística de quarentena. Vamos retirar as pessoas de seu local de moradia para evitar a propagação do coronavírus”, disse o prefeito.

“Nós teremos 40 mil testes já a partir do próximo fim de semana e estamos estruturando os centros de quarentena”, emendou.

Os kits chegarão dos Estados Unidos na quarta-feira (1). O cronograma de testagem e o processo de isolamento ainda serão anunciados.

“Nós estamos entrando em uma nova fase de combate dessa pandemia. Essa fase é a testagem massiva da população com sintomas respiratórios leves. Ou seja, não vamos ter mais o critério de testar apenas profissionais de saúde e pacientes internados. Vamos começar uma testagem massiva na nossa rede de saúde e em locais específicos para identificar mais rapidamente quem tem a presença do vírus”, detalhou o secretário de Saúde de Niterói, Rodrigo Oliveira.

A estratégia, segundo Oliveira, é semelhante à adotada em Cingapura e na Coreia do Sul. “Na Coreia a taxa de letalidade está em 1%; na Itália, 10%”, comparou o secretário.

Prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, em coletiva pela internet sobre coronavírus — Foto: Repdrodução/Internet

Prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, em coletiva pela internet sobre coronavírus — Foto: Repdrodução/Internet

“Já imaginaram o que pode acontecer no país se uma pessoa contrair a doença e ela mora com dez pessoas em uma casa de uma comunidade carente?”, indagou Neves.

“Vamos implementar a testagem massiva, através dos médicos de saúde. Será de maneira planejada e coordenada”, disse o prefeito de Niterói.

Neves afirmou ainda que neste sábado (28) o município confirmou a transmissão comunitária de coronavírus — quando não é mais possível saber de onde uma pessoa pegou Covid-19.

“Nós vamos chorar muitos mortos. Mas Niterói vai sofrer menos”, disse o prefeito.

O prefeito afirmou haver na cidade 42 casos de Covid-19, com um morto, e um óbito está em investigação. Vinte e cinco estão em isolamento domiciliar, e nove, internados — cinco deles em UTIs. Sete já tiveram alta.

Medidas já tomadas

Desde o dia 23, apenas serviços essenciais estão funcionando, como farmácias, mercados, supermercados, postos de combustíveis, padarias, pet-shops, clínicas médicas e odontológicas, laboratórios de imagem e clínicas de vacinação, hotéis e clínicas veterinárias para casos de urgências.

Estão fechados restaurantes, bares, museus, teatros, parques, praças públicas, shopping centers e acesso às praias da cidade.

Foi aberto um concurso on-line para contratação emergencial de 456 profissionais de saúde no Município.

A prefeitura arrendou o Hospital Oceânico, em Piratininga, para abertura de 140 leitos de UTI exclusivos para coronavírus.

Semana passada também começou a sanitização de calçadas, ruas, hospitais e comunidades com mesma tecnologia usada na China. Equipes distribuíram ainda 80 mil kits de limpeza para comunidades por meio do Programa Médico de Família. Cada kit contém sabão em pó, álcool, água sanitária e sabão líquido.

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Prefeito de São Bernardo é internado na UTI, após piora em quadro de coronavírus

Orlando Morando (PSDB), de 45 anos, testou positivo na quarta-feira (25), e estava em quarentena. Médico visitou prefeito neste domingo (29) e constatou baixa oxigenação.

Por Fabricio Lobel, TV Globo

Prefeito Orlando Morando (dir.) em visita a hospital de São Bernardo do Campo — Foto: Gabriel Inamine/Prefeitura de São Bernardo do Campo

Prefeito Orlando Morando (dir.) em visita a hospital de São Bernardo do Campo — Foto: Gabriel Inamine/Prefeitura de São Bernardo do Campo

O prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (PSDB), de 45 anos, foi internado neste domingo (29) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Luiz, unidade de São Caetano do Sul, após ter seu quadro respiratório agravado em decorrência do coronavírus.

Segundo a Prefeitura de São Bernardo, município da Grande São Paulo, nesta semana, ele estava em quarentena em casa, mas neste domingo, o médico passou em sua residência e constatou que a oxigenação estava muito baixa. Diante de maior risco, decidiu encaminhá-lo ao hospital para cuidados na UTI, visando sua recuperação.

Morando apresentou os primeiros sintomas na segunda-feira (23). Na quarta-feira (25) testou positivo para o Covid-19 e depois disso o prefeito não apresentou melhoras.

Teste positivo

O resultado positivo foi divulgado por ele em uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, onde Orlando Morando, tossindo muito, comunicou o teste positivo para o coronavírus e mostrou o documento.

“Tomei e vou continuar tomando todas as medidas para proteger a cidade. Fui para linha de frente e infelizmente vou aqui comunicar a vocês que também fui atingido. É triste? É triste, né?! Tá aqui meu exame, que diferente do presidente da República, não tenho medo de mostrar. Infelizmente deu positivo. É muito triste, porque não queria que isso tivesse acontecido, mas estou firme”, afirmou Morando.

“Como deu positivo, infelizmente vou ter que ficar em isolamento agora por 14 dias, a contar do dia de ontem [terça] quando tive o diagnóstico. Vou continuar trabalhando aqui da minha casa, fazendo as conferências. Espero que Deus me dê saúde para continuar trabalhando”, declarou.

A esposa do prefeito de São Bernardo, deputada Carla Morando, também anunciou que testou positivo para a doença.

“Eu já tinha feito o teste, o resultado acabou de chegar e também deu positivo para o coronavírus. As crianças já estão isoladas e eu o Orlando faremos a quarentena juntos. Temos fé em Deus que logo logo tudo isso vai passar, mas mesmo na quarentena vou ficar trabalhando de casa. Agradeço as palavras de carinho e apoio que estamos recebendo. Que Deus proteja a todos”, declarou a deputada estadual.

A deputada estadual Carla Morando e o marido prefeito de São Bernardo do Campo. — Foto: Divulgação

A deputada estadual Carla Morando e o marido prefeito de São Bernardo do Campo. — Foto: Divulgação

Ciclo do novo coronavírus - transmissão e sintomas — Foto: Aparecido Gonçalves/Arte G1

Ciclo do novo coronavírus – transmissão e sintomas — Foto: Aparecido Gonçalves/Arte G1

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Idoso que morreu com Covid-19 não seguiu isolamento até ter sintomas: ‘Era muito ativo’, diz neto

Segundo neto de aposentado, apesar de idoso restringir um pouco saídas de casa, ele manteve passeios esporádicos pela região central de Sorocaba (SP), onde morava sozinho.

Por Mayco Geretti, G1 Sorocaba e Jundiaí

Apesar da indicação de isolamento social, idoso mantinha rotina de passeios esporádicos na rua — Foto: Arquivo pessoal

Apesar da indicação de isolamento social, idoso mantinha rotina de passeios esporádicos na rua — Foto: Arquivo pessoal

O aposentado José Joaquim Magalhães, 92 anos, é a primeira morte confirmada da Covid-19 em Sorocaba (SP), segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Ao G1, o neto afirmou que apesar das orientações de isolamento, José mantinha a rotina de passeios pela região central da cidade até as vésperas de apresentar os sintomas.

“Ele foi orientado, mas morava sozinho e era muito ativo. Tinha muitos amigos pela região central de Sorocaba e sabemos que os passeios, embora possam ter diminuído um pouco, continuaram. É difícil proibir a movimentação de alguém que sempre foi autônomo”, diz Alexandre Rabelo.

José começou a apresentar os sintomas na terça-feira (24) e foi levado para um hospital particular da cidade, onde ficou internado com sintomas de gripe. Na quarta-feira (25) ele foi levado para a UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) com problemas no coração e morreu manhã de sábado (28). Segundo a Prefeitura, José tinha diabetes.

Sem direto a despedida

O neto de José relata que o protocolo de segurança imposto pela Covid-19 impediu que o idoso fosse velado. Após o óbito, uma funerária da cidade preparou o corpo em caixão lacrado e o sepultamento ocorreu de forma imediata.

José com o neto Alexandre Rabelo: idoso era independente e tinha rotina ativa  — Foto: Arquivo pessoal

José com o neto Alexandre Rabelo: idoso era independente e tinha rotina ativa — Foto: Arquivo pessoal

“É uma sensação muito estranha, pois alguém que teve uma história tão rica, que tinha tantos amigos na cidade que gostariam de se despedir, precisa ser enterrado assim, às pressas, como algo que está contaminado. O velório faz parte da despedida”, lamenta o neto.

Segundo ele, José era viúvo e vivia sozinho. Como não manteve contato com familiares nos dias que antecederam os sintomas, não há ninguém de sua família que tenha ficado em isolamento total como medida de segurança após o teste positivo de Covid-19 feito no idoso.

A Prefeitura de Sorocaba esclarece que, embora a família possua jazigo no Cemitério da Saudade, ela foi informada da impossibilidade do sepultamento naquele local.

Isso porque a Instrução Normativa da Secretaria de Serviços Públicos e Obras prevê que vítimas do coronavírus sejam enterradas apenas no Cemitério Municipal Santo Antonio, entre as opções municipais. Diante disso, a família optou pelo encaminhamento do corpo para um cemitério particular da cidade.

Primeira morte confirmada

A morte do idoso foi a primeira morte por coronavírus confirmada pela Prefeitura de Sorocaba. Em nota enviada no sábado a Secretaria da Saúde (SES) informou que a confirmação do diagnóstico foi feita por laboratório particular.

Segundo a Prefeitura, os dois outros casos confirmados de Covid-19 da cidade são de pessoas que se encontram em isolamento social e em bom estado de saúde.

Segundo o boletim mais atualizado, divulgado no sábado, a cidade passou de 199 para 222 casos suspeitos que aguardam resultados de exames. Deste total, 42 encontravam-se internados (11 em UTI). Quatro óbitos são investigados. O total de descartados por resultado de exames passou de 28 para 30.

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‘Estamos com medo’, diz cacique após entrada e saída de aldeias serem controladas para evitar coronavírus

Indígenas de Tocantínia dizem que não são acompanhados e orientados por órgãos estaduais e federais em meio à pandemia.

Por G1 Tocantins

Líder de aldeia diz que indígenas nao receberam orientações — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Líder de aldeia diz que indígenas nao receberam orientações — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Indígenas de Tocantínia, município da região central do estado, restingiram o acesso às aldeias para evitar a disseminação do novo coronavírus. Desde que as notícias sobre a doença começaram a surgir, os grupos evitam sair da aldeia. Além disso, a entrada de outras pessoas no local é controlada.

“Estamos com medo. Se chegar aqui nos Xerentes vai acabar tudo porque nós somos poucos”, disse o cacique Valdemar Sõiti Xerente. Entre os indígenas da região não há nenhum caso suspeito da Covid-19. (Veja o vídeo abaixo)

Em uma das aldeias, com cerca de 450 indígenas, as orientações sobre a prevenção da doença foram dadas no posto de saúde faz parte da Secretaria de Saúde do Índígena. Os profissionais da unidade monitoram os grupos para saber se alguém vai apresentar algum sintoma.

Os indígenas disseram que órgãos e entidades não fizeram acompanhamento e que as primeiras informações sobre a doença chegaram através de rede social e jornais de TV. Para eles faltam ações dos governos estadual e federal.

Segundo o cacique Valdeci, o sentimento é de desamparo, já que muitas atividades pararam e as pessoas ficaram desassistidas. “A gente como líder sabe das dificuldades de cada família, das pessoas que moram na comunidade. Alguns têm sua renda, agora tem umas famílias que dependem exclusivamente da sua luta de trabalho e do dia a dia”, contou.

As aulas nas aldeias foram suspensas, mas os mais jovens brincam e jogam bola em grupo. “Faltou esse acompanhamento aqui na aldeia”, disse o professor Manoel Xerente.

O cacique Valdemar Sõiti Xerente, de outra aldeia, disse que foi alertado através de uma ligação. “Uma pessoa ligou que nem falou o nome. Só para nós tomarmos cuidado, andar pouco na cidade. Ninguém vai atoa, só para comprar alguma coisa”, disse. Na aldeia em que ele vive moram 70 pessoas e a comunidade está assustada.

A Fundação Nacional do Índígena (Funai) foi procurada para comentar as declarações da comunidade, mas não se posicionou.

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Governo anuncia R$ 40 bi para financiar salário do trabalhador de pequenas e médias empresas

Empréstimo cobrirá dois meses de folha e será limitado a dois salários mínimos por funcionário, informou o presidente do BC. Empresas não poderão demitir no período.

Por Fábio Amato, Guilherme Mazui e Luiz Felipe Barbiéri, G1 — Brasília

O governo federal anunciou nesta sexta-feira (27) uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas e que vai financiar salários pelo período de dois meses.

Anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o programa vai disponibilizar no máximo R$ 20 bilhões por mês, ou seja, R$ 40 bilhões em dois meses.

De acordo com Campos Neto, porém, o dinheiro vai financiar, no máximo, dois salários mínimos por trabalhador.

Isso significa que quem já tem salário de até dois salários mínimos continuará a ter o mesmo rendimento. Entretanto, para os funcionários que ganham acima de dois salários, o financiamento ficará limitado a dois salários mínimos.

No caso de um funcionário que ganhe, por exemplo, R$ 5 mil por mês, vai ficar a critério da empresa complementar o valor acima de dois salários mínimos.

Ainda de acordo com o presidente do BC:

  • o financiamento estará disponível para empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões por ano;
  • o dinheiro será exclusivo para folha de pagamento;
  • a empresa terá 6 meses de carência e 36 meses para pagar o empréstimo;
  • os juros serão de 3,75% ao ano.

Além disso, informou o presidente do Banco Central, as empresas que contratarem essa linha de crédito não poderão demitir funcionários pelo período de dois meses.

“O dinheiro vai direto para a folha de pagamento. A empresa fecha o contrato com o banco, mas o dinheiro vai direto para o funcionário, cai direto no cpf do funcionário. A empresa fica só com a dívida”, disse Campos Neto.

De acordo como presidente, a previsão é que sejam beneficiadas pela medida 1,4 milhão de pequenas e médias empresas do país, num total de 12,2 milhões de pessoas.

Campos Neto afirmou que o 1,4 milhão equivale ao total de pequenas e médias empresas do país com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões por ano.

Participação de bancos privados

A operação do programa será feita em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e bancos privados.

De acordo com o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, do total de R$ 40 bilhões que serão ofertados, 75% virão do Tesouro Nacional e outros R$ 15% de bancos privados, que assinar os contratos com as empresas e vão repassar o dinheiro do financiamento direto na conta dos trabalhadores.

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Rio reabre parte do comércio nesta sexta-feira; veja a lista

Intenção é estimular compra de produtos de higiene e estimular indústria da construção civil. Apesar disso, prefeito quer manter isolamento por 15 dias.

Por Gabriel Barreira, G1 Rio

A cidade do Rio permitiu a reabertura de mais uma parte do comércio a partir desta sexta-feira (27). Alguns estabelecimentos já eram exceção e estavam autorizados a permanecer abertos.

Confira abaixo o comércio liberado para funcionar (em negrito, seguem as lojas que passam a integrar a lista nesta sexta):

  • lojas de conveniência;
  • de material de construção;
  • mercearias;
  • aviários;
  • depósitos;
  • comércio de insumos agrícolas;
  • comércio de gás liquefeito de petróleo;
  • mercados;
  • hortifrutis;
  • padarias e confeitarias;
  • açougues;
  • peixarias;
  • distribuidoras;
  • transportadoras;
  • postos de combustível;
  • lojas de medicamentos veterinários, alimentos e produtos de uso animal.

A reabertura foi autorizada em decreto pelo prefeito Marcelo Crivella (Republicanos). A intenção, diz ele, é permitir que clientes comprem produtos básicos de higiene nas conveniências. E, de outro lado, fomentar a economia da indústria.

“Esse pessoal da indústria da Construção Civil precisa continuar trabalhando, a economia girando”, disse na quinta (26).

As restrições para os outros estabelecimentos continuam.

Também na quinta-feira, Crivella repetiu o apelo para que as pessoas fiquem em casa.

“Os próximos 15 dias têm que ser de absoluto, sagrado, religioso isolamento. É o que tenho ouvido de professores, infectologistas, minha secretária de saúde, diretores de hospital. Os próximos 15 dias é todo mundo em casa”.

Reabertura gradual

Ao prestigiar o primeiro dia de trabalho das Forças Armadas desinfectando o transporte público, o prefeito também detalhou os planos para a reabertura gradual do comércio.

Ele disse que, desde o primeiro caso de coronavírus registrado na cidade, o número foi se multiplicando por dez diariamente. Ao fechar o comércio, o crescimento da curva foi achatando.

“Por isso, disse ontem: já começamos a avistar uma luz ao fim do túnel e achamos que em uma quinzena poderemos voltar aos poucos as atividades”.

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Mortes por coronavírus crescem 164% em 4 dias no estado de SP

São 57 óbitos na região metropolitana e 1 no interior paulista. Número de pacientes em UTI também está em crescimento e soma 84.

Por G1 SP

O número de óbitos relacionados ao coronavírus no estado de São Paulo cresceu 163,6% entre domingo (22) e esta quinta-feira (26), segundo balanço da Secretaria de Estado da Saúde. A quantidade de vítimas saltou de 22 para 58.

Das 10 novas mortes contabilizadas nesta quinta, sete são homens (36, 63, 73, 76, 80, 86 e 92) e três são mulheres (64, 77, 77). Nove aconteceram na cidade de São Paulo, e um paciente de 36 anos que tinha comorbidades, não resistiu e morreu em Ribeirão Preto. Pessoas com comorbidades e idosos estão no grupo de risco da Covid-19.

As mortes confirmadas apontam um avanço da doença para outras regiões do estado. Até domingo apenas a capital registrava óbitos relacionados à doença, enquanto nesta quinta-feira, os municípios de Vargem Grande Paulista, Guarulhos, Taboão da Serra e Ribeirão Preto também contabilizam pelo menos um óbito.

Pessoas doentes com Covid-19 no estado de SP

MunicípiosNúmero de casos
Arujá1
Barueri3
Caieiras2
Campinas4
Carapicuíba2
Cotia5
Embu das Artes1
Guarulhos9
Hortolândia1
Iracemápolis1
Jaguariúna1
Jundiaí2
Louveira2
Mairiporã1
Mauá2
Mogi das Cruzes7
Osasco3
Poá1
Ribeirão Preto1
Ribeirão Pires1
Rio Claro1
Santana de Paranaíba6
Santo André16
São Bernardo13
São Caetano17
São José do Rio Preto1
São José dos Campos2
São Paulo899
São Sebastião2
Suzano2
Taboão da Serra2
Taubaté1
Tatuí1
Valinhos1
Vargem Grande Paulista1
Outro estado8
Outro país28
Ignorado1
1.052

Fonte: Secretaria de Estado da Saúde

O número de pacientes graves em UTI também está em crescimento. Na quarta-feira (25) eram 59 pacientes; nesta quinta, a Secretaria da Saúde soma 84 notificações.

O estado ainda possui 1.052 casos confirmados da doença, um aumento de 22% aos 862 casos anunciados na quarta- feira. No Brasil são 2.915 casos confirmados e 77 mortes.

Em pronunciamento na terça-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro criticou medidas de isolamento adotadas por estados e municípios. Na quarta-feira (25), ele ainda discutiu com o governador de São Paulo, João Doria.

Quarentena

O estado de São Paulo adota estratégias de restrição de circulação contra o coronavírus desde 16 de março. A quarentena começou na terça-feira e vai durar 15 dias, até o dia 7 de abril, para os 645 municípios do estado de São Paulo.

A medida obriga o fechamento do comércio e mantém apenas os serviços essenciais, como nas áreas de Saúde e Segurança. Assim, os hospitais, clínicas, farmácias e clínicas odontológicas, públicas ou privadas, terão o funcionamento normal.

As transportadoras, armazéns, serviços de transporte público, serviços de call center, petshops, bancas de jornais, táxis e aplicativos de transporte continuam funcionando com as orientações dos sanitaristas.

Os serviços de Segurança Pública, tanto estadual, quanto municipais, continuam funcionando normalmente. Os bancos e lotéricas também continuam abertos. As indústrias devem continuam operando, já que não têm atendimento ao público em geral.

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Trabalhadores da ‘cadeia de alimentos’ seguem na ativa: procura por limão e laranja aumenta

O setor é considerado serviço essencial. Para o presidente da Associação Brasileira das Centrais de Abastecimentos (Abracen), Gustavo Melo, para que essa cadeia seja eficiente, ‘a primeira coisa é manter as rodovias funcionando’.

Por Paula Paiva Paulo, G1 SP

Movimento pediu aplausos aos profissionais que fazem parte da cadeia de alimentação — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Movimento pediu aplausos aos profissionais que fazem parte da cadeia de alimentação — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Em meio à pandemia do novo coronavírus, cresceu a busca por frutas cítricas, como limão e laranja, nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país, onde o trabalho continua durante o isolamento social.

A “cadeia de alimentos” do país não para durante a quarentena . O setor é considerado serviço essencial pelos decretos das esferas municipal, estadual e federal.

Para que os limões, laranjas, e todos os outros produtos alimentícios cheguem à mesa do brasileiro, existe toda uma cadeia de alimentos no país, que, considerada serviço essencial, não pode parar.

Ela começa no produtor, na área rural, e passa pelo caminhoneiros e por profissionais de logística, abastecimento e distribuição. No último domingo (22), chegou a circular uma mensagem em redes sociais, para que as pessoas aplaudissem esses profissionais nas janelas às 20h30.

Para o presidente da Associação Brasileira das Centrais de Abastecimentos (Abracen), Gustavo Melo, para que essa cadeia seja eficiente, “a primeira coisa é manter as rodovias funcionando”.

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, contou ao G1 que no começo da crise chegou a encontrar bloqueios em rodovias.

“Tivemos dificuldades de logística porque alguns estados estavam fechando estradas, mas recorremos a todos os governadores e recebemos compreensão, e liberaram a passagem dos produtos alimentícios e insumos”, disse Francisco.

Outra dificuldade enfrentada para a distribuição de alimentos foram borracharias e restaurantes fechados ao longo das rodovias, o que dificultava o trabalho dos caminhoneiros. No entanto, segundo o presidente da ABPA, isso também foi superado.

“Houve também um momento emocionante de solidariedade, as pessoas entregando marmitas para eles [caminhoneiros]. Então foi um período de muita superação esse início, para nós foi um aprendizado, ninguém imaginava uma situação como essa, mas fomos superando as adversidades”.

Limão é muito procurado durante a pandemia — Foto: Divulgação

Limão é muito procurado durante a pandemia — Foto: Divulgação

Laranjas e limões

Os consumidores buscam por laranjas e limões para fortalecer a imunidade, já que alimentos ricos em vitamina C ajudam a formar as células de defesa. No entanto, os médicos alertam: as frutas não previnem o coronavírus.

No maior entreposto do país, em São Paulo, há cerca de 10 dias se percebe um aumento por esses produtos. “Nós observamos que realmente houve uma demanda maior para o setor cítrico, em torno de 20 a 30%”, disse o presidente do Ceagesp, Johnni Hunter Nogueira.

Junto com o aumento da procura, veio o aumento dos preços, principalmente do limão. Segundo Johnni, a caixa do limão, que geralmente é vendida de R$15 a R$20, está saindo por R$20 a R$25. Já a da laranja chegou a ser vendida por R$50 nesta quinta-feira (26).

Segundo a equipe de Hortifruti do Cepea (Centro de Pesquisas Econômicas da Escola Superior de Agricultura), da USP, o limão tahiti atingiu a maior cotação do ano nesta semana. A fruta está em um período de pico da safra, que vai de janeiro a março, então os preços estavam em baixa. Já a laranja, é o oposto, ela está no período de menor oferta do ano, então os valores já estavam mais altos.

O aumento da procura desses produtos também se vê em outros ceasas do país, como no de Pernambuco, Minas Gerais e Ceará, informou o presidente da Associação Brasileira das Centrais de Abastecimentos (Abracen), Gustavo Melo. “Em Pernambuco, o preço do limão subiu mais de 100%”, disse Gustavo.

Apesar da maior procura por estes produtos específicos, os presidentes dos Ceasas ressaltam que não há risco de desabastecimento destes produtos ou de nenhum outro nos entrepostos. O preço dos demais produtos também não se alterou.

“O entreposto tá funcionado normalmente, obedecendo as restrições e orientações do Ministério da Saúde”, disse o presidente do Ceagesp. O entreposto criou um comitê de crise, e faz reuniões diárias – ao ar livre – para avaliar as medidas a serem tomadas para diminuir a circulação de pessoas.

Aumento da imunidade

Segundo o nutrólogo Daniel Magnoni, alimentos ricos em vitaminas A, B6, B12 e C, ácido fólico e zinco ajudam no funcionamento do nosso sistema imune porque ajudam a formar as células de defesa.

“Quando a imunidade está baixa, nós temos uma maior facilidade de infecções, sejam elas virais ou bacterianas. É comum a gente falar: nossa, caiu minha imunidade e peguei um resfriado, caiu minha imunidade e peguei um herpes. Na cultura popular, nós já conhecemos esse aspecto”, fala o nutrólogo.

No entanto, o infectologista do Hospital Emílio Ribas, Jean Gorinchteyn, alerta: estes alimentos não protegem contra o coronavírus. “Eles não são capazes de prevenir contra os vírus respiratórios, inclusive o próprio coronavírus. Utilizar os mecanismos de prevenção, como evitar ambientes aglomerados, usar com frequência o álcool gel e lavar as mãos, é sim a melhor forma de proteção”.

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Câmara aprova projeto que prevê R$ 600 por mês para trabalhador informal

Texto vai ao Senado e prevê repasse por 3 meses. Autônomo deverá cumprir requisitos como ter mais de 18 anos e não receber benefício previdenciário ou assistencial.

Por Luiz Felipe Barbiéri, Fernanda Calgaro e Elisa Clavery, G1 e TV Globo — Brasília

Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (26) um projeto que prevê o pagamento de R$ 600 a trabalhadores informais por três meses em razão da pandemia do coronavírus. A mulher que for mãe e chefe de família poderá receber R$ 1,2 mil. A proposta do governo era de R$ 200 para os trabalhadores informais, o Congresso passou para R$ 600.

Com a aprovação, o texto seguirá para votação no Senado. Ainda não há data definida para a análise pelos senadores. O pagamento do auxílio emergencial é limitado a duas pessoas da mesma família.

Segundo estimativa preliminar da Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, o impacto fiscal com o auxílio para a União será de R$ 43 bilhões por três meses. O cálculo não considera ainda as mães chefes de família que poderão receber o auxílio em dobro.

Pela proposta, poderá receber o montante o autônomo que não receber benefícios previdenciários, seguro desemprego nem participar de programas de transferência de renda do governo federal, com exceção do Bolsa Família.

Desde a semana passada, a Câmara e o Senado tem aprovado projetos relacionados ao combate do coronavírus e dos efeitos provocados pela crise.

Em razão das medidas de prevenção contra o coronavírus, a sessão desta quinta foi parcialmente virtual, com a presença de apenas alguns deputados no plenário. Os demais acompanhavam por videoconferência.

Entenda o projeto

O projeto altera uma lei de 1993 que trata da organização da assistência social no Brasil. De acordo com o texto, o dinheiro será concedido a título de “auxílio emergencial” por três meses ao trabalhador que cumprir os seguintes requisitos:

  • for maior de 18 anos;
  • não tiver emprego formal;
  • não for titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o bolsa-família;
  • cuja renda mensal per capita for de até meio salário mínimos ou a renda familiar mensal total for de até três salários mínimos;
  • que não tenha recebido em 2018 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70.

Outros requisitos para receber o auxílio é:

  • exercer atividade na condição de Microempreendedor Individual (MEI) ou;
  • ser contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social ou;
  • ser trabalhador informal, de qualquer natureza, inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal até 20 de março de 2020.

Apesar de a previsão inicial de pagamento do auxílio ser por três meses, o relator da proposta, Marcelo Aro (PP-MG), disse que a validade do auxílio poderá ser prorrogada de acordo com a necessidade.

O projeto estabelece ainda que só duas pessoas da mesma família poderão acumular o auxílio emergencial.

Para quem recebe o Bolsa Família, o texto ainda permite que o beneficiário substitua temporariamente o programa pelo auxílio emergencial, se o último for mais vantajoso.

Inicialmente, o auxílio previsto no parecer do relator era de R$ 500, mas, após a articulação de um acordo com o governo federal, o valor passou a ser de R$ 600.

Pouco antes, em uma live realizada pelo Facebook, o presidente Bolsonaro havia dito que, após conversar com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o governo defendia inicialmente que o auxílio fosse de R$ 200, “ele resolveu triplicar”. “Deu o sinal verde”, acrescentou Bolsonaro.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), elogiou a construção de um acordo entre Legislativo e Executivo, relação geralmente marcada por atritos. Maia ponderou que, mesmo com divergências, é preciso haver um ambiente de diálogo para buscar soluções para “salvar vidas e encontrar o melhor caminho para que a economia sofra menos”.

BPC

O projeto de lei pretende ainda resolver um impasse em relação ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), que é pago, no valor de um salário mínimo por mês, a idosos ou pessoas com deficiência de baixa renda.

O Congresso Nacional havia ampliado o limite de renda para ter direito ao pagamento do benefício, que valeria já para este ano. Com isso, mais pessoas passariam a ser beneficiadas, elevando as despesas públicas.

O presidente Jair Bolsonaro vetou o projeto alegando que não havia sido indicada fonte de receita, mas os parlamentares depois derrubaram esse veto.

O governo federal, então, recorreu ao Tribunal de Contas da União (TCU) para que a ampliação do limite valesse apenas a partir do ano que vem.

O ministro do TCU Bruno Dantas atendeu o pedido do governo, mas, no último dia 18, voltou atrás e suspendeu a sua decisão por 15 dias.

O projeto aprovado nesta quinta pela Câmara tenta resolver esse imbróglio. O texto define a partir de quando as novas regras passarão a valer. A proposta, porém, cria exceções diante da crise do novo coronavírus.

Pelo projeto, terão direito ao benefício pessoas com mais de 65 anos ou com deficiência que tenham renda familiar per capita:

  • igual ou inferior a um quarto do salário-mínimo, até 31 de dezembro de 2020;
  • igual ou inferior a meio salário-mínimo, a partir de 1° de janeiro de 2021.

No entanto, diante da pandemia do coronavírus, o projeto abre brecha para ampliar o critério da concessão de benefício ainda neste ano.

O benefício poderá ser concedido para quem recebe até meio salário mínimo per capita, em escala gradual a ser definida em regulamento, de acordo com uma série de fatores agravados pela pandemia, como comprometimento socioeconômico familiar.

Antecipação

O projeto também prevê a antecipação do pagamento do auxílio para quem ainda está na fila do BPC para pessoa com deficiência e do auxílio-doença. No caso do BPC, o projeto prevê pagamento de R$ 600. Para o auxílio-doença, o valor é de um salário mínimo.

Metas

A Câmara votou ainda um projeto de lei que suspende por 120 dias, a contar do dia 1º deste mês, a obrigatoriedade de manter as metas quantitativas e qualitativas exigidas de entidades de saúde que prestam serviço no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O texto vai ao Senado.

Autor do projeto, o deputado Pedro Westphalen (PP-RS) argumenta que, devido à pandemia de coronavírus no país, os hospitais tiveram que redirecionar sua atuação.

Ele pondera que cirurgias marcadas, por exemplo, têm sido canceladas para priorizar o atendimento aos pacientes com Covid. E, por essa razão, os prestadores não têm mais condições de cumprir as metas nesse período.

Como o repasse de recursos é condicionado ao cumprimento das metas, o objetivo do projeto é garantir que as entidades continuem recebendo a verba.

Atestado

A Câmara também aprovou projeto de lei apresentado pelo deputado Alexandre Padilha (PT-SP) que dispensa o trabalhador que estiver doente de apresentar atestado pelo prazo de sete dias, em situação de emergência de saúde, pandemia ou epidemia quando houver imposição de quarentena.

A partir do oitavo dia, no entanto, o empregado precisará apresentar documento de uma unidade de saúde ou um atestado eletrônico, regulamentado pelo Ministério da Saúde, que comprove seu estado de saúde.

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