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Número de casos de sarampo no RJ cresce 142% em relação ao ano passado

Para infectologistas, número alto é reflexo da queda na cobertura vacinal. Secretaria Estadual de Saúde informou que de janeiro a agosto deste ano foram notificados 1.276 casos no estado. Em 2019, no mesmo período, foram 527 notificações.

Por Patricia Teixeira, G1 Rio

O número de casos de sarampo no Rio de Janeiro cresceu 142% em relação ao ano passado. A Secretaria Estadual de Saúde informou que de janeiro a agosto deste ano foram notificados 1.276 casos no estado. Em 2019, no mesmo período, foram 527 notificações.

Para os infectologistas ouvidos pelo G1, um dos principais motivos para alto número de casos atuais é é queda na cobertura vacinal. O Ministério da Saúde informou que metade das crianças brasileiras não recebeu todas as vacinas que deveria em 2020.

“Identificamos algumas questões em relação ao aumento de casos de sarampo. Uma é a queda na cobertura vacinal, que vem acontecendo desde 2016. Outra questão é a quantidade de turistas que vêm da Europa, e lá não existe essa preocupação com a vacina de sarampo. Por último, temos a onda migratória de venezuelanos que entraram no Brasil, muitos deles, sem vacinação”, comentou o infectologista Fernando Chapermann.

Para o especialista, a pandemia do novo coronavírus também influenciou na falta de procura pela vacinação do sarampo nesse período.

“Por conta do coronavírus, muitas pessoas ficaram com medo de ir ao posto de saúde. Outra coisa é que, sem matrícula nas escolas, muitos pais acabam não colocando a caderneta de vacinação em dia. Mas temos casos diversos que resultam na queda da vacinação. Famílias que optam por não vacinar, as que não acham importante e as que têm medo. Além das notícias falsas que são divulgadas. Isso certamente vai culminar no aumento de casos”, acrescentou.

A infectologista pediátrica Mariana Cypreste também reforçou que a cobertura vacinal ficou muito aquém do esperado esse ano.

“Os números da cobertura vacinal estão bem abaixo do esperado. Com a entrada do coronavírus, o sarampo parou de ser assunto em destaque entre a população. As idas das pessoas aos postos para o esquema vacinal contra sarampo, bem como o retorno daqueles que já haviam iniciado o esquema para sua finalização, acabaram sendo deixados de lado”, explica.Municípios do RJ com mais casos de sarampo em 2020Rio de Janeiro: 627Nova Iguaçu: 139Duque de Caxias: 97Niterói: 84Fonte: Secretaria Estadual de Saúde

Rio: cidade com maior número de casos

A cidade do Rio aparece em primeiro lugar como a região com mais números de infectados pelo sarampo: 627, seguida de Nova Iguaçu com 139, e Duque de Caxias com 97 casos. Niterói está em quarto lugar na tabela, com 84 registros.

Quinze municípios que não tiveram nenhum caso no ano passado tiveram notificações em 2020, como foi o caso de Valença, com 26 infectados esse ano até momento, Mesquita, com 14, e Queimados, com 12.

“Precisamos chamar a atenção das autoridades e também da população sobre a importância de reforçar a vacinação. Porque não adianta oferecer a vacina sem ter adesão. A população precisa ser ensinada, explicada. Um trabalho que foque na necessidade da proteção, acima de tudo”, completou Fernando.

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Feminicídios voltam a crescer durante a pandemia em SP e nº mais do que dobra em julho; 2020 tem o maior nº de vítimas

Entre janeiro e julho deste ano, as ocorrências de feminicídio atingiram a marca de 101 casos, 12% a mais do que os 90 registros feitos no mesmo período de 2019. É o maior número da série histórica, iniciada em 2016, para este período. 85% dos casos têm autoria conhecida.

Por Léo Arcoverde e Cíntia Acayaba, GloboNews e G1 SP — São Paulo

O estado de São Paulo registrou 13 casos de feminicídio em julho deste ano, 160% a mais do que no mesmo mês de 2019, quando cinco mulheres foram assassinadas.

O número representa a retomada do aumento desse crime durante a pandemia do coronavírus ao interromper duas quedas mensais seguidas registradas em maio e em junho, quando foram registrados nove e oito casos, respectivamente, de acordo com levantamento feito pelo G1 e pela GloboNews com base em boletins de ocorrência e na estatística criminal da Secretaria Estadual da Segurança Pública.

Em abril deste ano, primeiro mês completo sob vigência da quarentena no estado de São Paulo, o estado tinha registrado 21 feminicídios, 32% a mais do que os 16 contabilizados no mesmo período de 2019, segundo a estatística oficial.

Um dos casos que ocorreu em julho no estado é o de Thais Alves de 32 anos, que foi morta a facadas na frente dos filhos no Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo. O caso foi inicialmente registrado como homicídio simples e depois retificado como feminicídio. O ex-marido de Thaís, Odair Elias, foi preso na última sexta-feira (4) em Americana, no interior de São Paulo.

Thais chegou a conseguir medida protetiva na Justiça, que obrigava o ex a ficar longe dela, mas não adiantou. Segundo familiares, logo depois do casamento, 12 anos antes do crime, Odair Elias começou a agredir Thais.

A delegada Jamila Jorge Ferrari, diretora das Delegacias da Defesa da Mulher (DDMs) de São Paulo, disse que apenas Thais, do total de 13 mulheres mortas em feminicídios no estado de São Paulo em julho, tinha medida protetiva .

“A gente sempre reforça a importância de as mulheres denunciarem quando perceberem o menor sinal de violência contra elas. Batemos sempre nessa tecla e não é à toa, esses números reforçam isso. Estamos tentando entender o que ocorreu em julho, foi um ponto fora da curva quando comparamos com os dois meses anteriores, maio e junho, quando registramos queda desses crimes no estado”, explica a delegada.

Recorde

Entre janeiro e julho deste ano, os feminicídios atingiram a marca de 101 casos, 12% a mais do que os 90 registros feitos no mesmo período de 2019. É o maior número da série histórica, iniciada em 2016, para este período.

O primeiro semestre deste ano, até junho, portanto, também teve recorde no período e foi o maior desde a criação da lei, como o G1 e a GloboNews mostraram.

Feminicídios registrados em 2020

  • Janeiro: 12 casos
  • Fevereiro: 18 casos
  • Março: 20 casos
  • Abril 21: casos
  • Maio 9: casos
  • Junho: 8 casos
  • Julho: 13 casos

Feminicídios registrados em 2019

  • Janeiro: 14 casos
  • Fevereiro: 12 casos
  • Março: 13 casos
  • Abril: 16 casos
  • Maio: 19 casos
  • Junho: 11 casos
  • Julho: 5 casos

O feminicídio foi tipificado como crime hediondo em março de 2015. Por esse motivo, o levantamento não leva em conta o primeiro ano de vigência da lei que aumentou a pena para os assassinatos de mulheres que envolvam “violência doméstica e familiar e/ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher”. Em 2015, foram registrados 14 boletins de ocorrência entre janeiro e julho.

O Código Penal prevê uma pena de 12 a 30 anos de reclusão em regime fechado, em caso de condenação, para acusados de feminicídio. Por se tratar de um crime hediondo, presos com base nessa condenação precisam cumprir um tempo maior de pena (dois quintos do total) para obter benefícios como a progressão ao regime semiaberto.

Quarentena

Entre 12 de março, dia seguinte ao da declaração da pandemia da Covid-19 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e 31 de julho, o estado de São Paulo registrou 65 casos de feminicídio. Esse número representa uma alta de 8% na comparação com as 60 ocorrências dessa natureza contabilizadas no mesmo período de 2019.

Em 24 de março, o governador João Doria (PSDB) decretou o isolamento social como medida para evitar a propagação do vírus. O comércio em geral foi obrigado a fechar, mas o funcionamento dos serviços essenciais foi mantido, como saúde, alimentação e segurança.

Companheiros em casa

G1 e a GloboNews analisaram 98 boletins de ocorrência de feminicídios registrados entre janeiro e julho deste ano disponibilizados pelo Portal da Transparência da Secretaria da Segurança Pública.

Há meses em que o Portal da Transparência não disponibiliza todos os boletins registrados no período. Por isso, não é possível analisar os 101 casos contabilizados ao longo dos sete primeiros meses de 2020 pela estatística oficial.

De acordo com os boletins de ocorrência, a maioria dos crimes ocorreu dentro de casa e teve o autor identificado já no momento em que o caso foi relatada dentro da delegacia:

  • 85% dos casos (83 de 98 boletins de ocorrência analisados) têm autoria conhecida, a maioria companheiros ou ex-companheiros das vítimas
  • 68% das ocorrências (67 dos 98) ocorreram dentro da casa da vítima
  • 45% dos casos (44 dos 98) tiveram prisão em flagrante

A média de idade das vítimas mortas de janeiro a julho é de 31 anos.

O que diz o governo

De acordo com a diretora das DDMs, Jamila Ferrari, sempre que uma vítima registra uma agressão ou outro tipo de crime, o estado tem a possibilidade de impor medidas que são capazes muitas vezes de interromper o ciclo de violência a que estão submetidas até que o processo resulte em um feminicídio.

Ela avalia como positiva, por exemplo, a implementação, em abril, da possibilidade de as mulheres registrarem boletins de ocorrência de violência doméstica pela internet no estado de São Paulo. Foi a forma encontrada pelo estado de amparar mulheres confinadas pela pandemia do novo coronavírus de denunciarem seus agressores.

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PF faz operação contra pornografia infantil e estupro de vulneráveis em SP

Morador de Araçatuba publicava vídeos estuprando vítimas com idades entre 5 e 12 anos na deep web. Ação é resultado de cooperação com a polícia internacional.

Por G1 SP — São Paulo

PF de SP faz operação contra pornografia infantil e estupro de vulneráveis  — Foto: Divulgação

PF de SP faz operação contra pornografia infantil e estupro de vulneráveis — Foto: Divulgação

A Polícia Federal de São Paulo deflagrou na manhã desta quarta-feira (9) uma operação contra pornografia infantil e estupro de vulneráveis. A operação Desvelado é uma cooperação com a Interpol em Lyon, na França.

O alvo é um brasileiro que seria o responsável pela criação e manutenção de um dos maiores fóruns em língua portuguesa de pornografia infantil na deep web (web profunda), que são sites invisíveis que não são acessados em mecanismos de buscas. São cumpridos um mandado de busca e apreensão e um de prisão.

Segundo a PF, um homem de cerca de 50 anos que mora em Araçatuba, no interior de São Paulo, publicava grande quantidade de vídeos e fotos estuprando diversas vítimas, além de disponibilizar a plataforma para usuários do mundo inteiro. Na casa do suspeito foi apreendida uma grande quantidade de materiais de pornografia infantil.

As idades das meninas variavam entre os 5 e os 12 anos. Sua filha está na lista das prováveis vítimas. A polícia investiga a comercialização de parte do acervo criminoso produzido pelo investigado.

De acordo com a Polícia Federal, por enquanto, não há indicação da participação de terceiros. No entanto, a confirmação vai ocorrer após análise da mídia apreendida no local e pelos depoimentos dos envolvidos (agressor, vítimas e familiares).

O crime de publicação de imagens de pornografia infantil prevê pena de 3 a 6 anos de reclusão. Já o estupro de vulneráveis prevê de 8 a 15 anos de prisão.

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Perseguição e troca de tiros terminam em acidente em Caxias, RJ

Criminosos praticavam assaltos na Vila Operária e foram cercados por PMs do 15º BPM.

Do G1 RJ

Carro sobe calçada e derruba poste em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução/ TV Globo

Carro sobe calçada e derruba poste em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução/ TV Globo

Uma perseguição policial em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, provocou tiroteio e terminou em um acidente de carro na Rua Marechal Bento Manuel, na manhã desta terça-feira (8). A rua é um dos acessos ao Centro do município.

De acordo com a polícia, os criminosos estavam praticando assaltos na região.

Policiais militares do 15º batalhão da PM (Caxias) cercaram os bandidos na entrada da Vila Operária, e o carro acabou batendo.

Segundo o plantão da Polícia Militar, um suspeito ficou ferido e foi levado para o hospital, e outro foi preso. A ocorrência ia ser registrada na 60ª DP (Campos Elíseos).

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Adolescente morre ao cair de cachoeira com a mãe em MG

Mulher de 46 anos foi socorrida com ferimentos. Família é do Rio de Janeiro, mas estava há um mês em Pedralva (MG).

Por Fernanda Rodrigues e Juliete Gonçalves — Pedralva, MG

Adolescente e mãe sofreram queda em cachoeira de Pedralva (MG) — Foto: Corpo de Bombeiros

Adolescente e mãe sofreram queda em cachoeira de Pedralva (MG) — Foto: Corpo de Bombeiros

Um adolescente de 13 anos morreu ao cair de uma cachoeira na zona rural de Pedralva (MG). O acidente foi no fim da tarde do feriado desta segunda-feira (7).

Segundo o Corpo de Bombeiros, ele sofreu a queda de uma altura de aproximadamente 15 metros, ao lado da mãe, de 46 anos. A funerária de Pedralva informou que a família é do Rio de Janeiro (RJ), mas há um mês estava na cidade mineira em isolamento social na casa da avó.

Uma equipe dos bombeiros foi chamada após a queda, mas o menino não resistiu. A mulher ficou ferida e sem conseguir se locomover. Ela foi resgatada pelo helicóptero Arcanjo e levada a um hospital de Pedralva.

O local é de difícil acesso e os bombeiros usaram equipamentos especiais, junto com o helicóptero, para conseguir o resgate. Os bombeiros não informaram a identidade das vítimas. Até a última atualização desta reportagem, não havia detalhes sobre o estado de saúde da mulher .

O corpo do adolescente foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Itajubá e será encaminhado ao Rio de Janeiro, onde será sepultado.

Mulher de 46 anos foi levada de helicóptero após queda de cachoeira em Pedralva (MG) — Foto: Corpo de Bombeiros

Mulher de 46 anos foi levada de helicóptero após queda de cachoeira em Pedralva (MG) — Foto: Corpo de Bombeiros

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Presos do Rio voltam a receber visitas a partir de quinta-feira, de forma gradual, informa Seap

Por causa da pandemia, as visitas sociais estavam suspensas desde o dia 13 de março. Veja as regras determinadas para a visitação.

Por G1 Rio

Vista do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu — Foto: Reprodução/TV Globo

Vista do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu — Foto: Reprodução/TV Globo

As visitas aos internos nas unidades prisionais do Rio de Janeiro estão liberadas a partir da próxima quinta-feira (10), de acordo com informações da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). Os dias e horários de visitação de cada unidade podem ser conferidos nas redes sociais da pasta.

O decreto publicado pelo governo na sexta-feira (4) informa que a visitação será retomada de forma gradual e com restrições.

Serão feitas exigências excepcionais por causa do cenário de pandemia. A decisão será acompanhada de avaliações periódicas feitas pelas equipes de saúde.

Ainda de acordo com a Seap, os internos receberam no mês de agosto três máscaras reutilizáveis como parte de uma ação para os procedimentos de segurança no retorno à rotina das visitas e, para evitar o contágio no interior das unidades.

As visitas sociais estavam suspensas desde o dia 13 de março para prevenir o contágio do novo coronavírus e dar mais segurança aos internos e seus familiares.

Regras da visitação:

  • Estão temporariamente suspensas até o término do estado de excepcionalidade por conta das medidas de combate à COVID-19 a visitação de pessoas de idade igual ou maior que 60 anos, grávidas, menores de 18 anos, pessoas com comorbidade declarada, visitas íntimas e visitas entre presos dos regime fechado e semiaberto;
  • as visitas não serão na mesma frequência que anteriormente, pois poderá implicar em maior exposição do vírus Covid-19;
  • cada preso poderá receber somente um visitante;
  • visitantes de grupo de risco e presos em grupo de risco não serão inclusos para receber visitação ou poderão visitar neste primeiro momento. Estão nesse grupo pessoas com problemas cardíacos, problemas renais crônicos, AVE, doenças respiratórias (asma, bronquite e etc.), trombose, câncer, anemia falciforme, tuberculose, imunossuprimidos, dentre outros listados pelo Ministério da Saúde;
  • as unidades não retomarão simultaneamente na mesma data. A volta será gradual e a SEAP/RJ informará seu planejamento para cada unidade em relação a datas;
  • haverá a obrigação de respeito de distanciamento de 1,5 metros entre visitantes e presos;
  • ao chegar na unidade todos os visitantes deverão colocar uma nova máscara descartável para realizar a visita;
  • pessoas sintomáticas ou com COVID-19 não poderão fazer visitas;
  • presos na mesma situação também não receberão visitas.

Visitas em presídios do estado do Rio estão restritas devido à pandemia do coronavírus

Em junho, os dados mostravam que mais de 100 detentos estavam infectados com a Covid nos presídios do RJ. Na época, eram 201 agentes penitenciários com a doença.

Na ocasião, a Defensoria Pública pediu a criação de equipes de saúde para evitar que a contaminação dos servidores se espalhasse para a sociedade. O Rio de Janeiro tem hoje 49 mil presos em todo o estado. No total são 5.500 trabalhadores nas unidades.

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Desde o início da pandemia, 244 médicos brasileiros morreram de Covid-19, aponta sindicato

A maioria dos médicos mortos pelo coronavírus é de homens. Nos meses de abril e maio houve mais óbitos desses profissionais da saúde, segundo Sindicato dos Médicos de SP.

Por G1

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, 244 médicos brasileiros morreram em decorrência da Covid-19, aponta o Sindicato dos Médicos de São Paulo. O primeiro óbito aconteceu no dia 22 de março, e o último, em 2 de setembro.

Entre as vítimas, a grande maioria (88%) é de homens. Além disso, 45% delas tinha mais de 60 anos. O estado com mais mortos é São Paulo (51), seguido do Rio de Janeiro (40).

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e o Conselho Internacional de Enfermeiros (ICN, sigla em inglês) divulgaram no final de maio um outro levantamento segundo qual o Brasil é o país com mais mortes de enfermeiros devido à pandemia.

O número geral de mortes no país é de 126,7 mil até esta segunda-feira (7), de acordo com o consórcio de veículos de imprensa.

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Queimadas se agravam no Pantanal de Mato Grosso

Uma área equivalente a 10% de todo o pantanal mato-grossense já foi destruída pelas queimadas deste ano. Incêndios continuam fora de controle.

Por Jornal Nacional

Uma área equivalente a 10% de todo o Pantanal mato-grossense já foi destruída pelas queimadas deste ano. E os incêndios continuam fora de controle.

Um homem que vive no Pantanal percorre o rio e se emociona com o que vê. Uma anta não resistiu ao fogo: “Olha só, queimou as patinhas. Ela veio se refugiar na água, não aguentou e morreu.”

O fogo está avançando rápido e já chegou ao Parque Estadual Encontro das Águas. O local é um refúgio para centenas de espécies, principalmente aves e mamíferos. Uma jaguatirica foi resgatada por veterinários que estão percorrendo a região numa força-tarefa para ajudar os bichos. Ela tinha queimaduras graves e teve que ser sacrificada.

As queimadas aumentaram no Pantanal a partir de julho, quando a estiagem ficou ainda mais intensa. Os dias estão tão secos que o clima fica parecido ao de um deserto, com umidade abaixo dos 10%. Mas o problema não é só o clima.

Uma reserva particular teve metade da área de mais 100 mil hectares destruída. Segundo perícia do Corpo de Bombeiros, as chamas vieram de fazendas que estão entorno e que foram queimadas de forma criminosa, intencional.

O Ibama estima que mais de 2 milhões de hectares já foram atingidos pelo fogo em todo Pantanal – uma área que equivale a 14 vezes a cidade de São Paulo. Bombeiros, militares e o ICMBio estão reunidos para encontrar uma estratégia conter as chamas.

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‘Achei que fosse um cachorro’, diz morador que filmou onça-parda que ‘passeou’ por ruas no interior de SP

Animal foi capturado, sedado e solto à natureza depois de uma força-tarefa em Cerqueira César.

Por Carlos Dias e Airton Salles Jr., G1 Itapetininga e Região

Um dos primeiros moradores que viram a onça-parda que “passeou” pelas ruas de Cerqueira César (SP) relembra o susto que levou ao encontrar o felino. Ninguém foi atacado pelo animal, que acabou sendo capturado, na terça-feira (1º).

“No que eu endireitei o carro na rua, eu vi um animal grande atravessando a rua. No primeiro momento, achei que fosse um cachorro grande. Você vai imaginar uma onça dentro da cidade?”, disse ao Fantástico o eletricista Wagner Basílio.

O Corpo de Bombeiros foi chamado e começou uma operação para imobilizar a onça por trás do muro. O plano era passar um sedativo por uma fresta entre os tijolos, mas o animal se assustou e fugiu pelo outro lado. A onça, então, tentou entrar em várias casas.

O cabo da PM Adriano Bassetto gravou o vídeo de dentro do carro dele. “Eu estava numa velocidade de mais ou menos uns 40 quilômetros por hora, tive até uma certa dificuldade de acompanhar ela, porque o animal é muito rápido”, disse.

Desorientada, a onça buscou abrigo no porão de uma casa, que está em obras. Ela cruzou uma passagem na parede e ficou presa.

“Na hora que eu estava subindo, mais ou menos no meio da escada, eu vi ela. Subi rasgando a escada. Subi correndo. Ela passou por debaixo da escada”, contou o pedreiro Reinaldo Silva.

“A gente recebeu a mensagem de que tinha uma onça nas redondezas. A gente fechou a casa, mas a gente já escutou o barulho aqui no fundo. Abri a janela para ver o que tava acontecendo e já tinha bombeiro, pessoal da cidade, e aí eles me avisaram que tinha uma onça no meu porão”, lembrou Ronaldo Alves da Silva.

Onça foi flagrada 'passeando' em ruas de Cerqueira César (SP) — Foto: Arquivo Pessoal

Onça foi flagrada ‘passeando’ em ruas de Cerqueira César (SP) — Foto: Arquivo Pessoal

Resgate

Onça é flagrada em Cerqueira César — Foto: Arquivo Pessoal

Onça é flagrada em Cerqueira César — Foto: Arquivo Pessoal

Com a onça encurralada, foi preciso chamar a polícia ambiental e uma equipe de veterinários da universidade estadual.

“A gente precisou fazer mais de um dardo. Foram 3 dardos na musculatura do animal para que ele realmente caísse e ele não causasse um risco pra gente na manipulação”, explicou a veterinária da Unesp de Botucatu, Heloísa Coppini de Lima médica-veterinária.

Animal foi sedado, capturado e devolvido à natureza — Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação

Animal foi sedado, capturado e devolvido à natureza — Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação

Monitoramento

Onça foi flagrada 'passeando' em ruas de Cerqueira César (SP) — Foto: Arquivo Pessoal

Onça foi flagrada ‘passeando’ em ruas de Cerqueira César (SP) — Foto: Arquivo Pessoal

Sandra Cavalcanti é pesquisadora do Instituto Pró-Carnívoros, que monitora onças-pardas no interior do estado de São Paulo.

“As onças-pardas são um indivíduo solitário e elas têm um determinado território. Quando eles são jovens, os machos jovens, eles saem atrás de novas áreas para estabelecer seus territórios. Pode ser que ele eventualmente venha topar com uma área mais próxima de um centro urbano e acaba por curiosidade entrando na cidade”, afirma.

“A gente captura essas onças, anestesia, põe um colar no pescoço que tem o GPS e ele é comunicado com o satélite. Então, a gente consegue monitorar essas onças de hora em hora. Ela pode andar até 15, 20, até 40 km por dia”, detalha.

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Cinco pessoas morrem afogadas em domingo de praias lotadas em SP

De acordo com o Grupamento de Bombeiros Marítimo, três banhistas se afogaram na Praia da Enseada, em Guarujá. Outras duas vítimas se afogaram em Mongaguá.

Por G1 Santos

Três banhistas morreram afogados em Guarujá e dois em Mongaguá, no litoral de São Paulo, neste domingo (6), de acordo com o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar). Outros três estão desaparecidos. Aproveitando a previsão de sol, milhares de pessoas foram às praias da Baixada Santista neste feriado prolongado da Independência.

Segundo o GBMar, os três afogamentos em Guarujá ocorreram na Praia da Enseada. Todos eram homens, de 24, 27 e 60 anos. Em um dos casos, não havia monitoramento no local em que o banhista se afogou. Já outras duas pessoas chegaram a ser retiradas do mar e socorridas, mas não resistiram.

Em Mongaguá, dois homens, ainda não identificados, se afogaram e também não resistiram. Além disso, um terceiro banhista desapareceu no mar e ainda não foi localizado. Em Itanhaém, cidade vizinha, os bombeiros procuram por dois jovens, de 18 e 21 anos, que sumiram após entrarem na água.

O GBMar aponta, ainda, que um banhista sofreu parada cardiorrespiratória na Praia do Itaguaré, em Bertioga, mas foi reanimado e salvo pelos bombeiros. De lá, foi encaminhado a uma unidade de saúde do município.

De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, mais de um milhão de turistas são aguardados na Baixada Santista durante o feriado prolongado. Para tentar evitar irregularidades nas praias, ao menos 400 policiais militares foram direcionados à região.

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