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Justiça nega pedido de falência da Odebrecht feito pela Caixa

Por G1

A Justiça de São Paulo negou o pedido de falência da empreiteira Odebrecht feito pela Caixa Econômica Federal, credora do grupo. A companhia pediu recuperação judicial em junho, com dívidas de R$ 98 bilhões.

No pedido de falência, a Caixa alegou que a empresa não apresentou um plano de recuperação judicial consistente.

O juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da primeira vara de falências de São Paulo, considerou que não houve falta de informações por parte da Odebrecht.

Plano de recuperação

O plano de recuperação judicial da Odebrecht foi aprovado em junho deste ano pela Justiça.

Os bancos públicos têm R$ 22,8 bilhões a receber da Odebrecht. Desse montante, R$ 10 bilhões são devidos ao BNDES; R$ 7,8 bilhões ao Banco do Brasil; e outros R$ 5 bilhões à Caixa Econômica Federal.

Já os bancos privados têm R$ 8,4 bilhões a receber: Bradesco R$ 4,4 bilhões; Itaú R$ 3,5 bilhões; e Santander R$ 500 milhões.

Dívida da Odebrecht com os maiores bancos — Foto: Arte/G1

Dívida da Odebrecht com os maiores bancos — Foto: Arte/G1

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Pesquisador da Unesp desenvolve aparelho que funciona como laboratório de exames portátil

Por G1 São Carlos e Araraquara

Pesquisador da Unesp de Araraquara cria biossensor portátil de diagnóstico de doenças

Pesquisador da Unesp de Araraquara cria biossensor portátil de diagnóstico de doenças

Um pesquisador do Instituto de Química da Unesp de Araraquara (SP) desenvolveu um biossensor que pode fazer diversas medições por meio de uma gota de sangue e pode funcionar como um laboratório portátil de exames.

O aparelho é acoplado ao celular, onde aparecem os resultados das medições feitas no sangue.

“A gente se baseou no conceito do glicosímetro, que mede a glicose e hoje é disponível na casa das pessoas. A ideia é universalizar para fazer a medida de qualquer biomarcador”, explicou Paulo Roberto Bueno.

O objetivo é disponibilizar o aparelho em todos os consultórios médicos e diminuir o tempo de espera dos diagnósticos, simplificando e barateando os exames.

Parceria e investimento

Pesquisador da Unesp desenvolve um biossensor capaz de realizar exames com uma gota de sangue — Foto: Marlon Tavoni/EPTV

Pesquisador da Unesp desenvolve um biossensor capaz de realizar exames com uma gota de sangue — Foto: Marlon Tavoni/EPTV

A pesquisa foi feita em parceria com a universidade de Oxford, na Inglaterra, onde o pesquisador passou um período, em 2011, aprendendo a fazer biossensores com um químico inglês, parceiro no projeto.

Juntos, decidiram usar a análise molecular dos biossensores para construir um dispositivo de diagnóstico barato e portátil que funcionasse como um laboratório clínico em miniatura.

Investimento

Para desenvolver o aparelho, o pesquisador montou a startup Osler Diagnostics, que já recebeu um aporte de 38 milhões de libras, cerca de R$ 200 milhões.

Com a tecnologia será possível detectar doenças em estágios iniciais, antes mesmo do aparecimento dos sintomas.

“Quanto maior a sensibilidade de um dispositivo em uma abordagem clínica, mais fácil você consegue diagnosticar essa doença precocemente, e o médico pode oferecer um tratamento mais eficaz ao paciente”, afirmou o pós-doutorando da Unesp Adriano Santos, que recebeu o prêmio Capes de 2018, pelo estudo do uso do biossensor no diagnóstico de doenças como câncer de próstata e trombose.

A meta da startup é comercializar o aparelho em três anos e melhora-lo para que possa ser usado em casa pelo paciente, que depois enviará os resultados para o celular do médico.

“A gente mostrou que era possível fazer esse dispositivo e agora o que está se buscando fazer é torna-lo um produto regulamentado no mercado”, afirmou Bueno.

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Estudante cego recebe indenização por danos morais após motoristas por aplicativo recusarem transporte com cão-guia

Por Arcílio Neto e Daniela Golfieri, TV TEM

Um estudante de direito Murilo Delgado Mareano, que é cego e morador de Sorocaba (SP), recebeu uma indenização por danos morais de uma empresa de transporte por aplicativo após motoristas se recusarem a transportar seu cão-guia.

Murilo conta que nasceu cego e tem a companhia da Baduska há 2 anos. Contudo, essa companhia é considerada um transtorno por alguns motoristas de aplicativos.

Cansado de ser desrespeitado, ele decidiu cobrar pelos seus direitos. A Justiça entendeu que houve falha na prestação de serviço e a conduta foi discriminatória e injustificada. O estudante de direito ganhou uma indenização por danos morais.

Na lei, a pessoa com deficiência visual acompanhada de cão-guia tem o direito de entrar com o animal em todos os meios de transporte de uso público e também privado, de uso coletivo, que é o caso do transporte por aplicativo.

Estudante de direito ganha ação contra empresa de transporte por aplicativo — Foto: Reprodução/TV TEM

Estudante de direito ganha ação contra empresa de transporte por aplicativo — Foto: Reprodução/TV TEM

O Murilo fez prints da tela do celular cada vez que um motorista recusou a viagem. A TV TEM acompanhou mais de 20.

“Já aconteceu do motorista passar, ir direto, fingir que não me viu. Cheguei a ficar quase uma hora na chuva com a minha filha de 3 anos no colo esperando um motorista que me levasse”, diz.

A empresa 99 informou que já pagou a indenização e que lamenta o que aconteceu com o Murilo.

A empresa informou também que orienta os motoristas parceiros a atenderem os passageiros com deficiência visual e seus cães, conforme previsto em lei.

Em casos parecidos, as reclamações devem ser feitas imediatamente para a empresa.

Cão-guia ajuda estudante de direito em Sorocaba — Foto: Reprodução/TV TEM

Cão-guia ajuda estudante de direito em Sorocaba — Foto: Reprodução/TV TEM

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Apreensão de cocaína no país pela Receita Federal sobe 66% entre janeiro e setembro de 2019

Por Leo Arcoverde, GloboNews

A Receita Federal apreendeu 41,4 toneladas de cocaína em todo o Brasil entre janeiro e setembro deste ano, quantidade 66% superior às 24,9 toneladas da droga interceptada pelo órgão no Brasil no mesmo período de 2018. Os dados do Ministério da Economia foram obtidos pela GloboNews por meio da Lei de Acesso à Informação.

A quantidade apreendida nos nove primeiros meses deste ano já é superior ao total apreendido no país em todo o ano de 2018: 31,5 toneladas.

Em média, neste ano, a RF apreendeu 151,7 kg de cocaína por dia, de acordo com os dados oficiais. O balanço do período de janeiro a setembro indica um crescimento progressivo das apreensões de cocaína no país desde 2017 (veja o gráfico abaixo).Apreensão de cocaína pela Receita no BrasilEntre janeiro e setembroVolume de drogas apreendidas em toneladas2017201820191015202530354045Fonte: Receita Federal/Lei de Acesso à Informação

A maior parte da droga apreendida pela RF é interceptada em portos brasileiros. O terminal de Santos, historicamente, costuma responder por mais da metade das apreensões do país.

Outros campos de atuação do órgão nessa área são os aeroportos, onde a maior parte da droga é encontrada com passageiros, mais conhecidos como “mulas” do tráfico, e as agências dos Correios, onde drogas são interceptadas em meio a correspondências.

Para a Receita Federal, o aumento das apreensões reflete uma evolução dos procedimentos de controle, vigilância e repressão do órgão.

Leia a nota na íntegra da Receita Federal

“Os procedimentos de controle, vigilância e repressão da RFB estão evoluindo em velocidade acentuada utilizando como base os pilares de: gestão de risco, inteligência (ex: folow the money) e integração com os outros Órgãos, bem como, o uso de tecnologia de ponta em seus diversos sistemas informatizados.

Há que se notar que a RFB conta com equipes de servidores experientes, qualificados, motivados e treinados que dispõem de com diversos com equipamentos modernos (ex: veículos, câmeras de diversos tipos, scaneres, etc.) e instalações privativas de vigilância muito bem equipada de onde é possível visualizar-se as operações portuárias (COV – Central de Operações de Vigilância).”

Desde janeiro, a Receita Federal apreendeu mais de 13 toneladas de cocaína no Porto de Paranaguá. — Foto: Divulgação/RFB

Desde janeiro, a Receita Federal apreendeu mais de 13 toneladas de cocaína no Porto de Paranaguá. — Foto: Divulgação/RFB

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Operação contra fraude tributária cumpre mandados em 3 estados e no DF

Por G1 SC e NSC TV

Bens foram apreendidos na residência de um investigado, localizada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Bens foram apreendidos na residência de um investigado, localizada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina — Foto: Polícia Federal/Divulgação

A Polícia e Receita Federal fazem, desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (5), uma operação para cumprir mandados em Santa Catarina, São Paulo, Paraná e no Distrito Federal. O alvo da Operação Saldo Negativo, como foi batizada, é um grupo suspeito de fraudar declarações de tributos federais por meio de compensação com créditos falsos.

Estão sendo cumpridos 25 mandados de prisão preventiva e 30 de busca e apreensão em FlorianópolisSão JoséCriciúmaItapema e Indaial, além de São Paulo (São Paulo, São Bernardo do Campo, Carapicuíba e Ribeirão Preto), Paraná (Colombo) e Distrito Federal (Brasília), de acordo com a PF.

Até as 8h, não havia balanço dos trabalhos, mas há informações de que um dos mandados foi cumprido no bairro Estreito, região continental de Florianópolis.

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Operação contra fraude tributária cumpre mandados em 3 estados e no DF

Operação contra fraude tributária cumpre mandados em 3 estados e no DF

Alvos da operação

Os investigados são advogados, contadores, pessoas suspeitas de serem intermediárias e um servidor público. Ordens judiciais de sequestro de bens também são cumpridas.

Os mandados envolvem 30 veículos, três motos aquáticas, duas embarcações, 24 imóveis residenciais e comerciais, 106 lotes/terrenos em um condomínio e contas bancárias dos investigados com valores que podem chegar a R$7,8 bilhões. Cerca de 140 policias federais e 41 servidores da Receita Federal estão envolvidos na operação.

Bens foram apreendidos na residência de um investigado, localizada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Bens foram apreendidos na residência de um investigado, localizada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Investigação começou em 2017

O objetivo da organização criminosa era ficar com a maior parte do valor dos tributos devidos pelos empresários, conforme a Receita Federal. A investigação, que começou em novembro de 2017, apontou que os suspeitos prestavam assessoria tributária e vendiam supostos créditos, segundo a polícia.

Os suspeitos enganavam os empresários ao alegar que poderiam usar os créditos, que na verdade não existiam, para compensar débitos com o fisco, de acordo com a PF.

Segundo a Receita Federal, auditorias realizadas pela Delegacia da Receita Federal em Florianópolis identificou “empresas de consultoria tributária” que apresentavam declarações de créditos e débitos (DCTFs), de compensações (PER/Dcomp), de Simples Nacional (PGDAS) e também previdenciárias (GFIP) com créditos fictícios ou de terceiros, também chamados de falsos créditos.

Conforme a PF, já foram identificadas cerca de 3,5 mil empresas, com sede em 597 municípios brasileiros, que seriam clientes do grupo.

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Operação contra furto de combustível é realizada no interior do Rio e no Paraná

Por Amaro Mota e Cléber Rodrigues, G1 — Campos dos Goytacazes

A Operação Sete Capitães prendeu cinco pessoas, incluindo um policial militar, na manhã desta terça-feira (5). Ação teve como objetivo cumprir sete mandados de prisão e 11 de busca e apreensão expedidos contra uma organização criminosa suspeita de praticar furto de petróleo e derivados no interior do Rio.

A ação aconteceu nos municípios de Campos dos Goytacazes, Macaé, Quissamã, Carapebus, Rio das Ostras, Casimiro de Abreu e Cabo Frio, além do estado do Paraná.

A operação foi realizada pela Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol), Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), Agência Nacional de Petróleo (ANP), Petrobrás e Transpetro.

Segundo a Polícia Civil, as investigações, que tiveram início há cerca de 10 meses, apontaram que os criminosos localizavam os dutos de petróleo bruto e faziam uma derivação clandestina por onde desviavam o produto da subtração.

De acordo com o delegado Julio da Silva Filho, titular da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), a apuração levantou ainda que a organização fazia em média de duas a três retiradas por semana, totalizando cerca de 150 mil litros de petróleo e derivados desviados.

As investigações apontam que o petróleo furtado seria enviado em caminhões bitrens, com capacidade para subtrair aproximadamente 50 mil litros, para cidades no Paraná.

Ainda de acordo com a polícia, os presos vão responder pelos crimes de organização criminosa, contra ordem econômica, furto duplamente qualificado e contra o meio ambiente.

Os presos foram encaminhados ao Rio de Janeiro.

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Estados Unidos mantêm veto à importação de carne bovina in natura do Brasil

Por Laís Lis, G1 — Brasília

Os Estados Unidos decidiram manter o veto à importação de carne bovina in natura do Brasil. Segundo confirmou nesta segunda-feira (4) o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), o governo brasileiro foi informado na quinta-feira (31) da semana passada.

Ainda segundo a pasta, a ministra Tereza Cristina “ficou desapontada” com a decisão, mas “acredita no excelente relacionamento do Brasil com os Estados Unidos para resolver a questão”.

O relatório que informou a manutenção do veto foi feito após missão veterinária dos norte-americanos ao Brasil em junho deste ano. A missão inspecionou frigoríficos de bovinos e suínos. O documento apontou a necessidade de uma nova vistoria em frigoríficos brasileiros.

Uma fonte do governo avaliou que não há justificativa para uma nova missão e que o relatório não traz nenhuma alegação concreta para uma nova vistoria.

A avaliação de quem teve acesso ao documento, segundo informou essa fonte, é de que a decisão é protelatória, com o objetivo de adiar ainda mais a abertura do mercado.

Em junho de 2017 os americanos suspenderam as compras de cortes bovinos do Brasil, devido às reações (abcessos) provocadas no rebanho pela vacina contra a febre aftosa. A autorização para venda de carne in natura para os Estados Unidos havia sido obtida em 2015 após 15 anos se limitando a vender apenas carne cozida.

A reabertura do mercado para carne bovina in natura foi um dos temas tratados durante a viagem do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos, em setembro.

Segundo o Ministério da Agricultura, a manutenção do embargo será tratada na viagem da ministra aos Estados Unidos. A viagem, que já estava agendada, ocorrerá entre os dias 17 e 23 de novembro.

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Homem invade salão de baile, atira mais de 40 vezes e mata três pessoas em Sério

Por G1 RS e RBS TV

Homem invadiu salão de baile, e matou três pessoas em Sério — Foto: Reprodução/RBS TV

Homem invadiu salão de baile, e matou três pessoas em Sério — Foto: Reprodução/RBS TV

Um homem, de 32 anos, foi morto em confronto com a polícia após atacar a tiros seis pessoas que jogavam baralho em um salão de baile, na Zona Rural de Sério, no Vale do Taquari, na tarde de domingo (3). De acordo com o delegado responsável pela investigação, Augusto Cavalheiro Neto, ele atirou 42 vezes contra as vítimas.

Durante o ataque, que aconteceu por volta das 16h30, três pessoas morreram e duas ficaram feridas. O pai do homem que atirou, que também foi baleado, precisou passar por cirurgia. O responsável pela administração do local não se feriu.

“Uma pessoa foi poupada para que chamasse a Brigada Militar. Segundo o relato dessa pessoa, o atirador disse ‘chama a brigada porque eu ainda quero levar um brigadiano junto comigo’. É claro que nesse momento a gente trata como um ataque e um suicídio”, explica o delegado.

A cidade tem cerca de 1,9 mil habitantes e o local onde os crimes aconteceram fica retirado da área urbana do município. Após efetuar os disparos, o homem aguardou a chegada da polícia.

“Ele teve tempo de fugir, mas esperou 20, 30 minutos até a chegada dos policiais. Quando os policiais chegaram, foram recebidos a tiros. A cada tentativa de negociação da polícia, ele respondia com tiros”.

As vítimas foram identificadas como Cesar Mario Verruck, de 46 anos, Odair José Ferri, de 38 anos, e o pai dele Imerio Ferri, de 66 anos.

“Uma testemunha sobrevivente nos confirma que ele chegou de moto no local, invade o salão, onde as pessoas estavam ali jogando carta, e não diz absolutamente nada. Ele começa a disparar. É aquilo que nós chamamos de atirador ativo. É semelhante ao modo de ação usado nos atentados”, explica.

O delegado não sabe dizer o motivo do ataque, e informa que o homem não tinha antecedentes criminais.

“Nem a comunidade, nem nós da polícia ainda temos condições de precisar o motivo que levou esse indivíduo a se armar de uma pistola calibre 380, com três carregadores, e simplesmente ingressar naquele local atirando”, disse o delegado.

A Polícia Civil investiga o caso. Ainda não há informações sobre o velório e enterro das vítimas.

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Óleo atinge Prado, no extremo sul da BA; sobe para 27 nº de cidades com registro da substância

Por G1 BA

A cidade de Prado, que fica no extremo sul da Bahia, também foi atingida pelas manchas de óleo que contaminam o litoral do Nordeste. Com isso, nesta segunda-feira (4), o número de cidades baianas que registraram o aparecimento da substância subiu para 27. [Confira lista atualizada abaixo]

As manchas atingiram a praia de Lagoa Grande, no final da tarde de domingo (3). De acordo com a divisão do Meio Ambiente da cidade, todo o material foi recolhido no mesmo dia. Ainda não há um balanço de quanto óleo foi retirado da praia. Prado fica a cerca de 670 km de Salvador.

Nesta segunda, a prefeitura monitora a orla da cidade. Além disso, órgãos do município – como a Secretaria do Meio Ambiente – estão reunidos com representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), para elaborar estratégias para conter o avanço do óleo nas praias de Prado.

Manchas na Bahia

As manchas de óleo começaram a chegar à Bahia em 3 de outubro, quase um mês após o início do problema no país. Até esta segunda-feira (4), 27 cidades baianas e o Parque Nacional de Abrolhos foram atingidos. O Governo do Estado decretou situação de emergência.

Os pequenos fragmentos de óleo foram detectados em Abrolhos – berço de baleias-jubarte e de espécies raras de corais foram confirmados pela Marinha no dia 2 de novembro. Por causa disso, a visitação a Abrolhos foi suspensa por três dias.

Desde o início da semana, quando praias de municípios próximos foram contaminadas, pescadores realizavam uma força-tarefa para impedir que o petróleo chegasse a essa região, porém a ação não impediu o problema.

Um vídeo divulgado pelo Marinha mostra pequenas manchas no mar. [Confira acima]

Segundo o órgão, quem fez a a remoção desses fragmentos na Ponta da Baleia, em Caravelas, e na Ilha de Santa Bárbara, em Abrolhos, foi o Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA). Ele é formado pela Marinha do Brasil, Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Lista de locais afetados na Bahia:

Prado (670 km de Salvador – sul do estado)

  • Lagoa Grande (praia);

Caravelas (723 km de Salvador – sul do estado)

  • Ponta da Baleia (praia);

Abrolhos (550 km de Salvador – sul do estado)

  • Ilha de Santa Bárbara (praia);

Porto Seguro (710 km de Salvador – extremo sul do estado)

  • Praia do Mucugê (praia – distrito de Arraial D’Ajuda);
  • Praia de Pitinga (praia – distrito de Arraial D’Ajuda);
  • Praia de Taípe (praia – distrito de Arraial D’Ajuda);
  • Praia de Trancoso (praia – distrito de Trancoso)

Camamu (195 km de Salvador – extremo sul do estado);

  • Ilha Grande (praia);

Belmonte (579 km de Salvador – sul da Bahia)

  • Praia do Peso (praia);
  • Terminal Marítimo de Belmonte (praia);
  • Guaiú (praia);

Valença (123 km de Salvador – baixo sul do estado)

  • Praia de Taquari (praia);

Nilo Peçanha (152 km de Salvador – baixo sul)

  • Barra dos Carvalhos (praia);
  • Praia do Pratigi (praia);

Jaguaripe (101 km de Salvador – recôncavo baiano)

  • Praia dos Garcês (praia);
  • Praia de Pirajuia (praia);

Una (525 km de Salvador – sul do estado)

  • Praia de Comandatuba (praia);

Ituberá (169 km de Salvador – baixo sul do estado)

  • Barra do Serinhaém (praia);
  • Praia de Pratigi (praia);
  • Ilha de Kieppe (praia);

Uruçuca (412 km de Salvador – sudoeste do estado)

  • Serra Grande (praia);

Canavieiras (423 km de Salvador – sul do estado)

  • Atalaia (praia);

Igrapiúna (179 km de Salvador – sudoeste do estado)

  • Ilha do Contrato (praia);
  • Ilha Coroa Vermelha (praia);
  • Timbuca (praia);

Itacaré (390 km de Salvador – sul do estado)

  • Tiririca (praia);
  • Itacarezinho (praia);

Ilhéus (300 km de Salvador – sul do estado)

  • Praia do Norte (praia);
  • Praia da Avenida Soares Lopes (praia);
  • Praia da Ponta do Ramo (praia);

Cairu (300 km de Salvador – baixo sul do estado)

  • Segunda Praia (praia – distrito de Morro de São Paulo);
  • Terceira Praia (praia – distrito de Morro de São Paulo);
  • Quarta Praia (praia – distrito de Morro de São Paulo);
  • Quinta Praia (praia – distrito de Morro de São Paulo);
  • Praia de Moreré (praia – distrito de Boipeba);
  • Garapuá (praia);

Maraú (250 km de Salvador – baixo sul do estado)

  • Praia de Barra Grande (praia – distrito de Barra Grande);
  • Praia de Cassange;
  • Praia dos Gringos (praia – distrito de Barra Grande);
  • Taipu de Fora (praia);
  • Três Coqueiros (praia);
  • Saquaíra (praia);
  • Algodões (praia);
  • Taipu de Fora (praia);

Itaparica (Ilha de Itaparica – RMS)

  • Manguinhos (praia);

Vera Cruz (Ilha de Itaparica – RMS)

  • Jaburu (praia);
  • Barra Grande (praia);
  • Barra do Pote (praia);
  • Tairu (praia);
  • Berlinque (praia);
  • Aratuba (praia);

Salvador

  • Piatã (praia);
  • Praia do Flamengo (praia);
  • Jardim dos Namorados (praia);
  • Jardim de Alah (praia);
  • Praia de Placaford (praia);
  • Buracão (praia);
  • Ondina (praia);
  • Pituba (praia);
  • Boca do Rio (praia);
  • Stella Maris (praia);
  • Farol da Barra (praia);
  • Corsário (praia);
  • Paciência (praia);
  • Pedra do Sal (praia);

Lauro de Freitas (cidade limítrofe – RMS)

  • Ipitanga (praia);
  • Vilas do Atlântico (praia);
  • Rio São Joanes (rio);

Camaçari (47 km de Salvador – RMS)

  • Arembepe (praia);
  • Guarajuba (praia);
  • Itacimirim (praia e manguezal);
  • Jauá (praia);

Mata de São João (61 km de Salvador – RMS)

  • Praia do Forte (praia);
  • Imbassaí (praia e manguezal);
  • Santo Antônio (praia);
  • Costa do Sauípe (praia);

Entre Rios (142 km de Salvador)

  • Subaúma (praia);
  • Porto de Sauípe (praia);
  • Massarandupió (praia);

Esplanada (170 km de Salvador)

  • Baixio (praia);
  • Mamucabo (praia);
  • Rio Inhambupe (rio);
  • Rio Subaúma (rio);

Conde (186 km de Salvador)

  • Barra da Siribinha (praia);
  • Barra do Itariri (praia);
  • Sítio do Conde (praia);
  • Poças (praia);
  • Rio Itapicuru (rio);

Jandaíra (205 km de Salvador)

  • Coqueiro (praia);
  • Mangue Seco (praia);
  • Três Coqueiros (praia);
  • Costa Azul (praia);
  • Rio Itapicuru (rio);
  • Rio Real (rio);

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Queimada no Pantanal de MS já destruiu área equivalente à cidade do Rio de Janeiro

Por Cláudia Gaigher e Nadyenka Castro, TV Morena e G1 MS

queimada que há 10 dias atinge o Pantanal sul-mato-grossense já destruiu uma área equivalente à cidade do Rio de Janeiro. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já foram queimados 122 mil hectares na região de Corumbá e Miranda.

Este é o segundo incêndio de grandes proporções no Pantanal em dois meses. No primeiro, só em uma fazenda, foram destruídos 35 mil hectares.

A dimensão do incêndio desta vez é bem maior. O governo do estado resumiu como de “proporções nunca registradas” e “cenário de devastação”. A faixa de fogo vai da BR-262, que leva até a cidade de Corumbá, até pontos de difícil acesso no meio da mata.

Quem passava pela rodovia se via cercado. De um lado fogo, no outro vegetação queimada e à frente e atrás, cortina de fumaça. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) não interditou a rodovia, porém, pediu que se evitasse passar por lá à noite. Na BR, o cenário é flora cinza.

Mata à dentro, animais mortos queimados. Entre eles, jacarés. Outros tentam fugir dos focos de calor e das chamas. Somente em uma estrada, em um trecho de 12 quilômetros, quatro pontes foram queimadas e os bombeiros precisaram abrir um desvio para tráfego de moradores da região.

Além de moradores, a região concentra pousadas e ainda uma base de pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. O fogo chegou bem perto da base de estudos. Funcionários passaram o domingo jogando água na vegetação para encharcar o solo.

Alagados secaram com o calor do incêndio. Em um deles, onde havia também plantas aquáticas, só ficaram cinzas e peixes ainda se debatendo na lama que sobrou.

O fogo também destruiu cabos de fibra óptica e ‘isolou’ Corumbá por alguns dias. A internet na cidade tem oscilado diariamente e quando os incêndios começaram houve falta de energia. As chamas também chegaram bem perto de onde estão sendo instaladas torres de comunicação do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), do Ministério da Defesa.

Combate

O combate à queimada é feito por brigadistas e bombeiros, com apoio de três aviões que já lançaram mais de 200 mil litros de água. Um deles, o do Mato Grosso, já completou 30 horas de voo e foi para Cuiabá fazer manutenção preventiva.

Há trechos em que as aeronaves passam por cortina de fuma para despejar água em pontos de difícil acesso. Máquinas abrem estradas para levar caminhões com água até os combatentes.

Para ajudar no combate, a Defesa Civil pediu a volta dos bombeiros do Distrito Federal, uns 30 devem chegar essa semana. Um grupo já havia estado no Pantanal durante o incêndio do mês de setembro.

As condições climáticas: umidade relativa do ar baixa, ventos fortes e temperaturas altas dificultam o trabalho. O vento espalha o fogo rapidamente e as labaredas se intensificam por causa do tempo seco.

Os bombeiros de Mato Grosso do Sul devem receber novos kits de combate a incêndios doados pela WWF.

Em setembro, diversos municípios decretaram emergência por conta das queimadas. No fim do mês, choveu na região e os focos de incêndio acabaram. Os bombeiros desmobilizaram as equipes e os de outros estados encerraram o trabalho no Pantanal.

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