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Janot lança livro em São Paulo: ‘Hoje, a palavra é escrita’, diz

Por Glauco Araújo, G1 SP

O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot lançou nesta segunda-feira (7) o livro de memórias “Nada menos que tudo”, publicado pela Editora Planeta, na Livraria da Vila, nos Jardins, em São Paulo.

Em um trecho da publicação, ele revela que quando estava à frente da Procuradoria Geral da República, entrou armado no Supremo Tribunal Federal (STF) com a intenção de matar um ministro e se suicidar em seguida. Depois, em entrevistas, ele revelou que se tratava de Gilmar Mendes.

Janot chegou acompanhado de um segurança e dois já o aguardavam na livraria. O ex-procurador não quis responder a questões de jornalistas, como sobre o momento em que ele atiraria em Gilmar Mendes durante uma sessão no STF, sendo que o ministro não estava em Brasília na data mencionada.

“Hoje é o dia do livro. Hoje, a palavra é escrita”, respondeu ao chegar à livraria.

Janot ficou 1h10 dando autógrafos. Segundo a livraria, foram vendidos 43 exemplares do livro de Janot nesta noite de lançamento.

Conteúdo

No livro, ele faz o relato do episódio, mas não menciona o nome do ministro. Mas em 26 de setembro, em entrevista aos jornais “O Estado de S. Paulo” e “Folha de S.Paulo” e à revista “Veja”, o ex-PGR revelou que se tratava de Gilmar Mendes.

Segundo Janot, o episódio ocorreu em 2017, depois que ele apresentou um pedido de suspeição de Gilmar Mendes em um processo que tramitava no Supremo. Na ocasião, o então procurador-geral pediu a suspeição do ministro em casos relacionados ao empresário Eike Batista, porque a esposa dele – Guiomar Mendes – era sócia do escritório que defendia o empresário.

De acordo com o ex-PGR, Gilmar Mendes reagiu ao pedido de suspeição com um ofício enviado à presidência do STF no qual afirmava que a filha de Janot advogara para a empresa OAS em um processo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

“Ele inventou uma história que a minha filha advogava na parte penal para uma empresa da Lava Jato. Minha filha nunca advogou na área penal. E aí eu saí do sério”, disse Janot a “O Estado de S.Paulo”.

Ele afirmou que após o episódio foi tomado por uma “ira cega” e decidiu matar o ministro. A intenção, segundo o relato, era atirar em Gilmar Mendes, antes do início de uma sessão do Supremo.

A declaração deixou atônitos os procuradores da antiga equipe de Janot no Ministério Público Federal.

Por essas declarações, o ministro do Supremo Alexandre de Moraes determinou em 27 de setembro a suspensão do porte de arma de Rodrigo Janot e o proibiu se aproximar de qualquer ministro do STF.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou na última quarta-feira (2) um requerimento para ouvir Rodrigo Janot. O requerimento é um convite, o que significa que Janot não será obrigado a comparecer à comissão.

Em nota divulgada nem 27 de setembro, Gilmar Mendes disse lamentar o fato de que “por um bom tempo, uma parte do devido processo legal no país ficou refém de quem confessa ter impulsos homicidas”. O ministro disse ainda que está “surpreso” com a declaração de Janot, recomendou “ajuda psiquiátrica” ao ex-PGR e chamou plano de Janot de “tentações tresloucadas”.

Gilmar Mendes afirmou que um “facínora” comandava a Procuradoria Geral da República.

“Eu fui no STF sempre um crítico dos métodos do procurador Janot. Divergências de caráter intelectual e institucional. Não imaginava que nós tivéssemos um potencial facínora comandando a Procuradoria-Geral da República. Imagino que todos aqueles que foram responsáveis por suas indicações – ele foi duas vezes PGR – devem estar hoje pensando nas suas altas responsabilidades de indicar alguém tão desprovido de condições para as funções”, declarou.

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Justiça decreta sigilo no processo envolvendo Ministro do Turismo

Por G1 Minas — Belo Horizonte

A Justiça decidiu decretar sigilo no processo que aponta o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL), suspeito de três crimes envolvendo candidaturas -laranja do partido em 2018. Ele foi denunciado pelo Ministério Público Eleitoral na última sexta-feira (4) por falsidade ideológica, apropriação indébita eleitoral, que é quando o candidato se apropria com os recursos destinados ao financiamento eleitoral para proveito próprio, e associação criminosa. Outras dez pessoas também foram denunciadas.

A decisão de tramitar o caso em segredo de justiça é do juiz responsável pelo caso, Flávio Catapani, titular da 26ª Zona Eleitoral de Belo Horizonte, que informou que nenhum desdobramento da denúncia será divulgado.

O indiciamento do ministro pela Polícia Federal foi na quinta-feira (3), pelo crime eleitoral de omissão na prestação de contas e também pelo crime de associação criminosa. As investigações foram feitas de forma conjunta entre PF e Ministério Público.

Pela investigação, o partido inscreveu candidatas sem a intenção de que elas fossem, de fato, eleitas. Isso porque o Tribunal Superior Eleitoral decidiu que pelo menos 30% dos recursos do fundo eleitoral devem ser destinados a candidaturas femininas. O que se pretendia era que os recursos destinados para as supostas candidatas fossem direcionados a candidatos homens.

O Ministro Marcelo Álvaro Antônio é citado em depoimentos da Polícia Federal. Segundo inquérito da PF, ele “era e ainda é o ‘dono’ do PSL mineiro”. À época dos crimes apontados, Marcelo era o presidente estadual do PSL, partido do presidente da República, Jair Bolsonaro.

No indiciamento, a PF afirma que o então presidente do PSL em Minas “possuía o total domínio do fato, controle pleno da situação, com poder de decidir a continuidade ou interrupção do repasse de recursos do fundo partidário”.

G1 não conseguiu contato com a defesa do ministro Marcelo Álvaro Antônio nesta segunda-feira (7). Em nota divulgada na sexta-feira (4), a defesa de Marcelo Alvaro Antônio afirma que “embora o ministro tenha ocupado a posição de presidente do partido, ele não exerceu qualquer ato relacionado ao objeto das apurações. E apesar de ter sido profundamente investigado durante esses 8 meses de inquérito instaurado não há um depoimento ou prova sequer que demonstre qualquer ilícito imputável ao Ministro”.

G1 também não teve um posicionamento do PSL. Na sexta, o partido disse que não iria comentar o caso.

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Relatório sobre o Theatro Municipal do Rio aponta situação ‘preocupante’ contra incêndios

Por Marcelo Bruzzi, GloboNews

Uma auditoria da Controladoria-Geral do Estado do RJ (CGE-RJ) em espaços públicos levantou falhas básicas de segurança no Theatro Municipal do Rio, no Centro.

O relatório, a que a GloboNews teve acesso com exclusividade, considerou que a situação da casa centenária é “preocupante”. Um dos alertas é o alarme contra incêndio inoperante.

“São locais frequentados por muitas pessoas, que têm um acervo cultural que é insubstituível”, destacou o controlador-geral, Bernardo Barbosa.

“Então, um incêndio, um dano, um desabamento num equipamento desse, além da perda de vidas humanas, gera também a possibilidade de perdas irreparáveis ao patrimônio cultural do estado”, emendou.

O que a vistoria encontrou

A CGE-RJ estabeleceu uma escala de 1 a 3 para o sistema de prevenção e combate a incêndios.

  1. Risco baixo
  2. Risco médio
  3. Risco alto, situação emergencial.

O palco e o entorno, por exemplo, receberam grau 2.

A primeira falha é a falta do Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros, documento que atesta se as normas de segurança estão sendo cumpridas.

O relatório da auditoria também destacou que o detector de fumaça e o alarme de incêndio não estão funcionando.

Gerardo Portela, especialista em gerenciamento de risco, afirma que o Theatro Municipal é uma “cilada”.

“O mínimo é cumprir as obrigações que o bombeiro exige. Se tem um sistema de alarme e ele não está funcionando, isso é uma cilada”, diz.

Questionada pelos auditores, a fundação responsável pelo Theatro admitiu que nenhum funcionário foi treinado para combate a incêndio.

Em uma das respostas à CGE-RJ, a direção do teatro diz que o “sistema de refrigeração está há quase nove anos sem manutenção preventiva e corretiva, embora vários processos administrativos tenham sido abertos, porém não autorizados por dificuldades financeiras”.

Portela aponta aí outro “alto risco”. “É grave. Porque um equipamento, principalmente um ar-condicionado, não pode ficar nove anos sem manutenção. “A gente tem aí um caso recente do Museu Nacional, cujo incêndio começou num aparelho de ar condicionado”, lembrou.

A auditoria aprovou a agilidade da brigada de incêndio. Para testar o tempo de resposta a uma emergência, um brigadista foi chamado ao palco e apareceu em três minutos.

O que diz o Theatro Municipal

Aldo Mussi, presidente da Fundação Theatro Municipal, garante que a casa tem “bastante segurança”.

“O próprio relatório colocou a gente no nível médio. Aqui é um local seguro, a população tem muita evacuação para fazer, é muito simples de a gente orientar, nossas equipes são bem treinadas.

“Queremos melhorar ainda mais, muitas coisas nós vamos implementar ainda para as melhorias, mas a população pode vir tranquilamente. Aqui é uma casa com bastante segurança”, frisou.

A Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa esclareceu, em nota, que a auditoria feita pela CGE-RJ em espaços culturais estaduais se trata de uma solicitação do governo.

O estudo foi pedido para que se tomasse conhecimento das reais condições dos locais e, com o diagnóstico, pudesse ser feito um trabalho de saneamento das deficiências.

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Aluno indígena de RR disputa semifinal da Olimpíada de Língua Portuguesa

Por G1 RR — Boa Vista

 Marcel Aleixo da Silva — Foto: Divulgação/Prefeitura de Boa Vista/Andrezza Mariot

Marcel Aleixo da Silva — Foto: Divulgação/Prefeitura de Boa Vista/Andrezza Mariot

Um estudante indígena da etnia wapichana foi classificado para a semifinal da 6ª Olimpíada de Língua Portuguesa. Marcel Aleixo da Silva, da comunidade Serra do Truaru, vai representar Roraima na categoria poema e concorrerá com os finalistas do Norte do Brasil na etapa regional em São Paulo.

Junto com os colegas, o menino, que estuda na 5ª série da Escola Municipal Francisca Gomes da Silva, na zona Rural de Boa Vista, foi convidado a participar do concurso e escrever uma poesia sobre o tema “O lugar onde vivo”. Ele criou então o poema “Serra do Truarú” exaltando as belezas naturais e costumes da comunidade onde mora.

“A minha comunidade me inspirou”, disse o menino. (leia o poema na íntegra ao fim da matéria).

Como o poema dele foi selecionado, o estudante e a professora Josane Chagas viajarão em breve para São Paulo onde vão participar de um encontro. Serão três dias de oficinas de formação, palestras e passeios culturais com o objetivo de ampliar o repertório e as habilidades de leitura e escrita dos alunos.

Professora Josane Chagas e a 5ª série da escola municipal Francisca Gomes da Silva  — Foto: Prefeitura de Boa Vista/Divulgação/Andrezza Mariot

Professora Josane Chagas e a 5ª série da escola municipal Francisca Gomes da Silva — Foto: Prefeitura de Boa Vista/Divulgação/Andrezza Mariot

“Ele me surpreendeu bastante, porque a cada dia chegava com uma versão do poema e eu só aperfeiçoava. Até porque nós professores somos só mediadores desse conhecimento. O aluno é quem cria. Ele é o protagonista de sua própria história e sua realidade”, declarou a professora.

Ao todo, 443 produções de todas as categorias foram selecionadas para as semifinais (regionais) em todo o Brasil. Destes, serão escolhidos 173 finalistas e seus professores para a etapa nacional. Somente 28 serão os grandes vencedores de 2019.

A Olimpíada é uma iniciativa do Ministério da Educação e do Itaú Social, com coordenação técnica do CENPEC, a Olimpíada integra as ações desenvolvidas pelo Programa Escrevendo o Futuro.

Serra do Truarú

Minha terra preferida,

Muito linda de se ver

Nela temos gente querida,

E história pra escrever.

Sobre essa comunidade

Que escolhi para viver,

Tenho muita liberdade

De ver a natureza florescer.

Nosso povo se alimenta

De damurida, farinha e beijú

Usando sua ferramenta

Pra pegar pombo, piranha e pacu

Tudo aqui é sensacional

Não há do que reclamar

Comida tradicional

Para você saborear.

Truarú é nome indígena

Vem da língua Wapichana

Dizem que era cobra grande

Que andava na savana

Pois quem conta essa história

É a dona Mariana.

Se você não acredita,

Então vem aqui ver

Serra do truarú é perfeita

Para receber você.

Tudo aqui é sensacional

Não há do que reclamar

Comida tradicional

Para você saborear.

Truarú é nome indígena

Vem da língua Wapichana

Dizem que era cobra grande

Que andava na savana

Pois quem conta essa história

É a dona Mariana.

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Homem com paralisia cerebral vende balas nas ruas para realizar sonho da faculdade em Franca

Por EPTV 1

Cadeirante de Franca vende balas nas ruas para pagar os estudos

O sol forte, o perigo de se locomover entre os carros e o mal humor de alguns motoristas são desafios que José Crispolini Filho, de 37 anos, enfrenta todos os dias para vender balas nas ruas de Franca (SP). Nada disso, porém, desestimula Zezinho, que tem paralisia cerebral e sonha em se formar teólogo.

“Hoje, trabalho no sol, mas vai chegar um dia que não vou dar mais conta. Preciso construir uma estrutura para o futuro. É por isso que escolhi teologia, para ajudar as pessoas na questão motivacional. Costumo dizer que somos do tamanho dos nossos sonhos”, afirma.

Zezinho tem pouco movimento nos braços e nas mãos, e depende da cadeira de rodas elétrica para se locomover. As limitações são decorrentes da falta de oxigênio no cérebro durante o parto, prematuro. O nascimento ocorreu após a mãe sofrer um acidente vascular cerebral.

Homem com paralisia cerebral vende balas nas ruas para concluir a faculdade de teologia em Franca (SP) — Foto: José Augusto Júnior/EPTV

Homem com paralisia cerebral vende balas nas ruas para concluir a faculdade de teologia em Franca (SP) — Foto: José Augusto Júnior/EPTV

Além dos desafios da deficiência, Zezinho conta que tinha apenas 10 anos, quando a mãe morreu. A vida difícil não o impediu de seguir atrás do sonho de ter um diploma. Ele concluiu o ensino médio em Patrocínio Paulista (SP), onde nasceu, e se mudou com o pai para Franca.

“Eu vendi bala por 10 anos no Centro Comercial, mas percebi que as vendas começaram a cair. Um dia, fui com a minha irmã de criação fazer o trote da faculdade e foi ótimo. Então, pensei: ‘Se em um dia consegui arrecadar essa quantia, trabalhar na rua vai ser melhor”, diz.

O bom desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) fez com que Zezinho conseguisse 50% de desconto nas mensalidades da faculdade – cada parcela é de aproximadamente R$ 600. Para arcar com os estudos e as despesas da casa, ele trabalha 10 horas por dia.

“A maioria das pessoas são receptivas, mas existem algumas que veem barreiras ainda, que tem algum tipo de preconceito, acham que, por estar em uma cadeira de rodas, não pode trabalhar. Eu já ouvi inúmeras coisas, tanto positivas quanto negativas”, afirma.

Motorista ajuda Zezinho, que sonha em concluir a faculdade de teologia em Franca (SP) — Foto: José Augusto Júnior/EPTV

Motorista ajuda Zezinho, que sonha em concluir a faculdade de teologia em Franca (SP) — Foto: José Augusto Júnior/EPTV

Adaptada à cadeira de rodas está a bancada com os doces e uma caixa com os dizeres “baú dos sonhos”. O cofre de madeira com cadeado foi projetado por amigos de Zezinho, depois que a pochete onde o vendedor guardava o dinheiro foi levada por ladrões.

“No frio, me fantasiei de Chaves, porque a boina protegia as orelhas. No calor, estou de mexicano, porque o chapéu tampa o sol. Talvez, seja um tanto quanto ignorante da minha parte dizer, mas acho que só não trabalha quem não quer. Com ideia, criatividade, dá para tocar a vida”.

Zezinho diz que optou pelo curso de teologia porque também é líder do grupo de jovens da igreja em que participa e sempre procura motivar os colegas, incentivando todos a lutarem pelos sonhos. O vendedor espera que esse trabalho, um dia, tenha uma repercussão ainda maior.

“A gente vai até onde deseja ir e a teologia me leva para esse caminho de superação, de busca”, explica o vendedor. “E não existe outro caminho para sociedade, que não seja a educação. Não existe outro caminho para o futuro das nossas gerações, só através da educação”, finaliza.

Zezinho cursa teologia em Franca (SP) para ajudar outras pessoas a concretizarem seus sonhos — Foto: José Augusto Júnior/EPTV

Zezinho cursa teologia em Franca (SP) para ajudar outras pessoas a concretizarem seus sonhos — Foto: José Augusto Júnior/EPTV

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Bandidos invadem TV Cultura, fazem reféns e roubam caixa eletrônico

Por G1 SP — São Paulo

Um grupo de bandidos invadiu a sede da TV Cultura, na Barra Funda, Zona Oeste da cidade de São Paulo, fez reféns e roubou um caixa eletrônico neste domingo (6). De acordo com a polícia, eram sete homens em uma van dos Correios e um carro para escolta. Ninguém foi preso.

Eles entraram na emissora com a van, trancaram cerca de 15 funcionários em uma sala e roubaram os celulares de todos eles. O caso foi registrado no 91º Distrito Policial.

Em nota, a TV Cultura confirmou o assalto e disse que “doze bandidos fortemente armados, vestidos com camisetas da emissora e da empreiteira responsável pelas obras do museu sediado na Fundação Padre Anchieta participaram do crime” (veja íntegra abaixo).

Ainda segundo a nota, os criminosos arrombaram dois caixas eletrônicos do Banco do Brasil e levaram outro na fuga.

Grupo de bandidos invadiu, neste domingo (6), a sede da TV Cultura, na Barra Funda, Zona Oeste da cidade de São Paulo — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Grupo de bandidos invadiu, neste domingo (6), a sede da TV Cultura, na Barra Funda, Zona Oeste da cidade de São Paulo — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Nota da TV Cultura na íntegra

“A TV Cultura confirma o assalto ocorrido na manhã deste domingo (6/10), por volta das 7h, em sua sede localizada no bairro da Água Branca.

Doze bandidos fortemente armados, vestidos com camisetas da emissora e da empreiteira responsável pelas obras do museu sediado na Fundação Padre Anchieta, chegaram em um carro particular e uma van dos Correios, e renderam seguranças.

Os criminosos arrombaram dois caixas eletrônicos do posto do Banco do Brasil, e levaram outro na fuga.

O caso foi registrado no 91º Distrito Policial (Ceagesp). A Polícia está fazendo perícias no local.”

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Foragido do presídio de Salvador é preso após ser flagrado por sistema de reconhecimento facial em estação de metrô na Bahia

Por G1 BA

Um homem identificado como Alan Ricardo Santos de Jesus, de 26 anos, e apontado pela polícia como foragido da penitenciária Lemos Brito, em Salvador, foi preso na tarde de sábado (5), após ser flagrado pelo sistema de reconhecimento facial da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), em uma estação de metrô da capital baiana.

Segundo informações da SSP, Alan Ricardo foi identificado pelo equipamento no momento em que saía do terminal. O homem foi abordado por policiais militares e confessou ser foragido da penitenciária.

De acordo com o órgão, Alan Ricardo tinha um mandado de prisão em aberto após fugir do presídio em setembro de 2012. Ele cumpria pena por tráfico de drogas.

Alan Ricardo foi encaminhado até a Central de Flagrantes, onde foi realizada a identificação humana e o mandado de prisão foi cumprido.

Até o último sábado (5), 71 criminosos foragidos da Justiça ou que estavam descumprindo critérios de prisão domiciliar foram detidos em Salvador e Feira de Santana, a cerca de 100 km da capital.

Os criminosos foram flagrados por câmeras espalhadas nas estações de metrô, rodoviária, Aeroporto Internacional de Salvador, além das utilizadas em grandes eventos, como o carnaval, Micareta de Feira de Santana e Copa América.

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Caso Neymar: ‘Najila não é bandida, é vítima’, diz defesa de modelo sobre acusação por fraude

Por Kleber Tomaz, G1 SP — São Paulo

Najila não é bandida, é vítima”, declara Cosme Araújo nesta semana ao G1. O advogado da modelo tentará barrar na Justiça de São Paulo a acusação por fraude processual contra ela no caso em que acusou o jogador de futebol Neymar Júnior de estupro e agressão durante encontro em Paris, na França, no dia 15 de maio.

Além de Najila Trindade, o ex-marido dela, o também modelo Estivens Alves, foi acusado por fraude processual. Ele ainda irá responder por crime de divulgação de conteúdo erótico por ter exibido imagens da ex-mulher em troca de publicações a respeito dele na internet.

Em setembro, a Justiça rejeitou a acusação do Ministério Público (MP) por denunciação caluniosa e extorsão contra Najila Trindade. A Promotoria pode recorrer dessa decisão.

Tanto Najila quanto Estivens se tornaram réus por fraude processual porque, no entendimento da Justiça, eles dificultaram as investigações da Polícia Civil. Teriam atrapalhado as apurações sobre os supostos estupro, agressão e arrombamento do apartamento da modelo, de onde teria sido furtado um tablet com vídeos da violência sexual que Neymar teria cometido contra ela.

De acordo com o advogado de Najila, a maior vítima de todo o caso é a modelo.

“Ela não praticou fraude processual e nem atrapalhou as investigações quando foi registrar o boletim de ocorrência na delegacia sobre o caso de estupro”, afirma Cosme. “Porque foi a própria autoridade policial que ficou convencida de que o relato de Najila sobre agressões e sexo forçado pelo jogador eram estupro”.

Outro ponto da acusação por fraude contra a modelo que o advogado rebate é o que cita o caso do furto no imóvel de Najila.

“Ela não cometeu fraude processual porque foram outras pessoas que disseram a ela que seu apartamento foi arrombado e que a mídia foi levada”, diz Cosme. “E ela somente relatou isso à polícia”.

Segundo Cosme, sua cliente deixou São Paulo para ficar na Bahia com o filho que teve com o ex-marido. “Ela está tomando conta da criança e indo ao psiquiatra”, fala o advogado. “Essa história toda prejudicou até o trabalho de modelo que fazia”.

A defesa de Najila informou a reportagem que estuda entrar na Justiça com um recurso contra a decisão de processá-la por fraude. “Vamos provar no Tribunal de Justiça que isso não ocorreu”.

G1 não encontrou os advogados de Estivens marido para comentar o assunto.

No caso da fraude processual, a juíza Fabíola Oliveira Silva, da 31ª Vara Criminal, deu dez dias de prazo para os acusados apresentarem suas defesas, juntar documentos e provas e indicar no máximo oito testemunhas.

Denunciação caluniosa e extorsão

Apesar disso, a defesa de Najila comemorou a decisão da Justiça em rejeitar a acusação do MP por denunciação caluniosa e extorsão.

“O judiciário começou a olhar para essa situação relacionada a Najila e ao jogador com outro olhar, com muito mais responsabilidade do que foi feito no inquérito policial”, afirmou Cosme.

Na sua decisão de rejeitar a denúncia por denunciação caluniosa e extorsão contra Najila, a juíza Andrea Coppola, da 30ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ), alegou que não havia provas suficientes para incriminar a modelo por esse crime.

Najila era acusada por denunciação caluniosa por ter acusado o camisa 10 da seleção e do Paris Saint-Germain por estupro e agressão, mas esse inquérito policial sobre o crime sexual foi arquivado.

A juíza entendeu que Najila não cometeu extorsão quando seu ex-advogado José Edgar se encontrou com os representantes de Neymar para conversar sobre o caso do suposto estupro e informar que poderia entrar na Justiça.

Segundo Andrea, recorrer à Justiça era um direito da modelo. “Adotar as providências judiciais e, eventualmente, ajuizar processo judicial são condutas lícitas, que configuram exercício regular de direito”.

Estupro

A investigação sobre o suposto estupro 10 da seleção brasileira e do Paris Saint Germain contra Najila foi arquivada em julho pela Justiça, depois de a Polícia Civil decidir não indiciar o atleta pelo crime sexual. De acordo com a investigação, depoimentos e provas apresentados pela modelo apresentavam “incongruências”.

Veja abaixo vídeo gravado por Najila e que vazou na internet que mostra a modelo e o jogador no quarto de hotel em Paris, onde ela alega que foi agredida e estuprada:

Cronologia do caso

Início de maio

  • Najila mantém contato via rede social com Neymar e ambos passam a se corresponder
  • Eles acertam a ida de Najila a Paris, com passagem paga pelo jogador

15 de maio

  • Neymar e Najila se encontram num hotel em Paris, onde ela estava hospedada
  • Neste dia, segundo a modelo, ela foi vítima de agressão e de estupro

16 de maio

  • Os dois voltam a se falar por um aplicativo de mensagens. Ela diz que quer ver o jogador de novo. Neymar diz: “Claro que eu quero transar com você de novo”.
  • O jogador vai de novo ao hotel em que Najila está. Um vídeo mostra a modelo agredindo o jogador a tapas no quarto. O vídeo é interrompido sem mostrar o desfecho da cena;
  • Neymar deixa o hotel. Mais tarde, os dois trocam mensagens por uma rede social: a modelo envia uma foto com marcas no corpo dela. Neymar responde dizendo que ela havia sido culpada pelas marcas. “Tá doido?”, questionou a modelo, afirmando que pediu para o jogador e que Neymar chegou a pedir desculpas a ela

21 de maio

  • Já de volta ao Brasil, Najila se submete a um exame com o médico Luiz Eduardo Rossi Campedelli. O laudo aponta hematomas, arranhões nos glúteos, transtorno ansioso e depressivo e traumatismos superficiais não especificados

31 de maio

  • A modelo registra ocorrência de estupro em uma delegacia de São Paulo

1º de junho

  • caso vem a público. O pai do jogador diz que o atleta é vítima de uma tentativa de extorsão; o advogado que representava Najila na ocasião nega

2 de junho

  • Neymar grava um vídeo em que diz que a relação dos dois foi consentida. “Foi uma relação entre homem e mulher, dentro de quatro paredes, algo que acontece com todo casal (…) Agora fui pego de surpresa por causa disso”

3 de junho

5 de junho

  • Em entrevista, a modelo disse que se recusou a manter relação sexual com o jogador porque não havia preservativo; segundo ela, ele a virou e bateu violentamente nas nádegas dela.

6 de junho

  • Neymar depõe em uma delegacia do Rio. Na saída, agradece pelo apoio. “Me senti muito amado.”

7 de junho

10 de junho

12 de junho

  • Estivens Alves, ex-marido de Najila, presta depoimento na 6ª DDM. Segundo o advogado dele, Estivens vai falar sobre a visita que fez ao apartamento de Najila para retirar o tablet e o notebook do filho do casal.

13 de junho

18 de junho

19 de junho

28 de junho

  • Amiga da modelo, Yasmin Abdalla presta depoimento para esclarecer como se deu o sumiço do celular de Najila que teria sido usado para gravar o segundo encontro com Neymar em Paris.

1º de julho

11 de julho

12 de julho

29 de julho

05 de agosto

08 de agosto

10 de setembro

17 de setembro

  • O MP ofereceu denúncia contra Najila pelos crimes de denunciação caluniosa e extorsão.

19 de setembro

27 de setembro

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Polícia prende chefe do tráfico do Borel suspeito de comandar ataque que resultou na morte de estudante

Por G1 Rio

Policiais da 19ª DP (Tijuca) e do Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), do Morro do Borel, na Tijuca, na Zona Norte do Rio prenderam o chefe do tráfico de drogas da comunidade, na manhã deste domingo (6), na praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste.

Peterson Fonseca de Souza, o Pepinho, de 27 anos, é apontado como responsável pelo ataque a base da UPP Borel no dia 9 de agosto. No tiroteio uma bala perdida atingiu e matou o estudante Gabriel Pereira Alves, de 18 anos, que estava num ponto de ônibus na Rua Conde de Bonfim, na Usina, na Zona Norte.

Pepinho é o responsável pelo tráfico de drogas do Borel e agia nos roubos de veículos e residências na região da Tijuca e Alto da Boa Vista e Barra da Tijuca.

Ele foi localizado graças a uma ação integrada entre agentes das policias Civil e Militar. Contra Peterson há 16 mandados de prisão por roubo e tráfico de drogas.

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Incêndio florestal atinge parque com pinturas rupestres em Monte Alegre, no Pará

Por Geovane Brito, G1 Santarém — Pará

Incêndio florestal atinge parque com pinturas rupestres em Monte Alegre, no Pará

Ideflor-Bio/Divulgação

Vários focos de incêndio atingem o sítio arqueológico “Serra da Lua”, no Parque Estadual de Monte Alegre (Pema), no oeste do Pará, onde são encontradas pinturas rupestres que comprovam que a região foi habitada há pelo menos 11 mil anos. As chamas foram registradas no início da noite de sábado (5) e continuam neste domingo (6).

De acordo com o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), que gerencia o parque e o centro de musealização que existe no local, um vigilante percebeu a cortina de fumaça por volta das 18h30 e acionou a gerência.

Pinturas rupestres que comprovam que a região foi habitada há pelo menos 11 mil anos, em Monte Alegre — Foto: Ideflor-Bio/Divulgação

Pinturas rupestres que comprovam que a região foi habitada há pelo menos 11 mil anos, em Monte Alegre — Foto: Ideflor-Bio/Divulgação

Desde então, equipes com cerca de 30 brigadistas voluntários formadas por servidores, terceirizados e moradores das comunidades próximas trabalham para conter as chamas.

O Pema pertence à Área de Proteção Ambiental Paytuna e é formado por várias serras, com terreno de difícil acesso e rochoso. Esta época do ano é marcada pelo rigoroso verão amazônico e a vegetação baixa fica ressecada, o que facilita ainda mais a propagação das chamas.

Brigadistas voluntários se uniram para combater incêndio na Serra da Lua, em Monte Alegre — Foto: Ideflor-Bio/Divulgação

Brigadistas voluntários se uniram para combater incêndio na Serra da Lua, em Monte Alegre — Foto: Ideflor-Bio/Divulgação

Controle de focos

Por volta das 4h deste domingo o foco próximo à Serra da Lua foi controlado e o fogo não alcançou as estruturas do complexo de visitantes do parque. Entretanto, as chamas seguem consumindo o local conhecido como Pedra do Sol (parte esquerda da Serra da Lua, onde contém as pinturas rupestres mais preservadas) e a lateral esquerda.

“A gente fez a mobilização dos voluntários ontem mesmo e desde então o combate às chamas está ocorrendo. Os voluntários não conseguiram controlar totalmente o fogo devido o acesso ser difícil à área e a falta de equipamentos necessários”, disse a gerente interina do Ideflor-Bio, Andreia Dantas.

Equipe do 4ºGBM seguiu neste domingo (6) para Monte Alegre — Foto: 4ºGBM/Divulgação

Equipe do 4ºGBM seguiu neste domingo (6) para Monte Alegre — Foto: 4ºGBM/Divulgação

Na manhã deste domingo uma equipe especializada de combate a incêndio florestal do 4º Grupamento de Bombeiros Militar (4ºGBM) de Santarém seguiu para Monte Alegre para ajudar no combate às chamas e fazer o levantamento da situação.

Incêndio em 2017

Há dois anos, também no mês de outubro, outro grande incêndio atingiu a área da Serra da Lua. Foram mais de sete dias de trabalhos intensos de combate ao fogo.

“O parque já tem um histórico com incêndios florestais, essa não é a primeira vez. Por mais que façamos ações preventivas e de orientação, é complicado”, ressaltou Andreia.

Incêndio no Parque Estadual de Monte Alegre em outubro de 2017 — Foto: Ideflor-Bio/Divulgação

Incêndio no Parque Estadual de Monte Alegre em outubro de 2017 — Foto: Ideflor-Bio/Divulgação

Na sexta-feira (4) outro incêndio foi registrado na APA Paytuna, mas foi controlado pelos voluntários horas depois.

O Pema e as pinturas rupestres

O Pema está inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) Paytuna, localizada integralmente em Monte Alegre — Foto: Ascom Ideflor-Bio/Divulgação

O Pema está inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) Paytuna, localizada integralmente em Monte Alegre — Foto: Ascom Ideflor-Bio/Divulgação

O Parque Estadual de Monte Alegre está inserido na Área de Proteção Permanente (APA) Paytuna. Ao todo, o Pema tem 15 sítios arqueológicos existentes, que guardam artes rupestres – pinturas e gravuras registradas em rochas. Esses registros comprovam que a região foi habitada há pelo menos 11 mil anos.

O sítio “Serra da Lua” tem uma extensão de cerca de 200 metros de pinturas na Serra do Ererê. Os desenhos de mãos e círculos com raios ou caudas têm tons amarelos e vermelhos. Já a Pedra do Mirante, que é considerado um dos maiores atrativos do sítio, tem uma vista panorâmica da região.

Complexo de Musealização do Parque Estadual Monte Alegre (PEMA), localizado no município de Monte Alegre — Foto: Ideflor-Bio/Divulgação

Complexo de Musealização do Parque Estadual Monte Alegre (PEMA), localizado no município de Monte Alegre — Foto: Ideflor-Bio/Divulgação

Tendo como base a avaliação técnica de especialistas, dentre vários sítios, o Parque foi contemplado, considerando suas condições de acesso, importância do patrimônio a ser exposto, condições de conservação, situação e vulnerabilidade, análise da paisagem e seu entorno, exame do potencial e da região em que está situado, existência de infraestrutura local, interesse da população do entorno do sítio, além da possibilidade de fomento à economia sustentável.

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