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Manchas de óleo atingem reserva extrativista no Maranhão; já são 12 as unidades de conservação poluídas no Nordeste

Por Elida Oliveira, G1

Peixe-boi marinho, espécie que é encontrada na área da Reserva Extrativista de Cururupu. — Foto: Instituto Bicho D'água.

Peixe-boi marinho, espécie que é encontrada na área da Reserva Extrativista de Cururupu. — Foto: Instituto Bicho D’água.

O óleo que polui as praias do Nordeste atingiu mais uma área de conservação da natureza: a Reserva Extrativista (Resex) Cururupu, no Maranhão, a 157 km de São Luis.

Com isso, já são 12 as unidades federais de conservação atingidas pela poluição (veja lista abaixo) e 150 os pontos do litoral do Brasil com registros do petróleo.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) registrou a área pela primeira vez na noite desta quinta-feira (10), no mais recente levantamento sobre o óleo nas praias.

Mas, de acordo com relatos dos moradores, as primeiras manchas começaram a aparecer ainda no dia 4 deste mês.

“Eram manchas pequenas, nada como tem aparecido por aí. Mas o clima é de apreensão. Quando acompanhamos os gráficos de correntes marinhas que mostram como as manchas se espalharam pelo litoral, a gente fica com medo de que chegue mais aqui”, afirma a chefe da Resex Cururupu, Mary Jane de Fonseca, em entrevista ao G1.

A poluição ameaça a pesca de mais de 4 mil pessoas que vivem na região e podem afetar a vida de animais marinhos, como o peixe-boi (Trichechus manatus), que está na lista de espécies ameaçadas.

O peixe-boi marinho foi, durante muito tempo, apenas uma lembrança na vida dos moradores mais antigos da região, conta Fonseca. Mas, do ano passado para cá, já houve dois relatos destes animais na região: primeiro, dois espécimes foram vistos em uma parte da reserva; depois, um casal e um filhote em outra área.

A reserva é formada por 15 ilhas, tem 185 mil hectares e foi delimitada em 2004 para preservar os modos de vida da população tradicional e garantir o uso sustentável dos recursos.

Mais de 90% dos manguezais de Cururupu estão preservados. A presença do óleo representa um risco à biodiversidade deste ambiente, já que é praticamente impossível remover o óleo do mangue, de acordo com Maria Christina Araújo, oceanógrafa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Unidades de conservação atingidas pelo óleo

A Resex de Cururupu é a 12° unidade de conservação federal atingida pela poluição, de acordo com o Instituto Brasileiro de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Confira quais são as áreas, de acordo com levantamento desta sexta (11):

  • Área de Proteção Ambiental Barra do Rio Mamanguape (PB)
  • Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais (PE)
  • Área de Proteção Ambiental Delta do Parnaíba (PI)
  • Área de Proteção Ambiental Piaçabuçu (AL)
  • Área de Relevante Interesse Ecológico manguezais da Foz do Rio Mamanguape (PB)
  • Parque Nacional Jericoacoara (CE)
  • Parque Nacional Lençóis Maranhenses (MA)
  • Reserva Biológica Santa Isabel (SE)
  • Reserva Extrativista Acaú-goiana (PB)
  • Reserva Extrativista Marinha Lagoa do Jequiá (AL)
  • Reserva Extrativista Prainha Canto Verde (CE)

A Reserva Biológica de Santa Isabel, no Sergipe, abriga a área prioritária de desova de tartarugas marinhas. De acordo com o ICBMbio, os ninhos foram e estão sendo protegidos. Desde o início de outubro, a soltura das tartarugas está suspensa em Sergipe.

Biólogos estão identificando os ninhos nas areias e recolhendo os filhotes logo após o nascimento, transferindo-os para tanques para, depois, liberá-los no mar, em locais com ausência de petróleo, informou o ICMBio.

A ação de preservação e resgate destas tartarugas envolve cerca de 50 pessoas: 30 do ICMBio, 20 da Fundação Pró-Tamar de preservação da espécie e 9 brigadistas voluntários – 5 do Parque Nacional de Brasília (DF) e 4 da Estação Ecológica Raso da Catarina (PB).

Na Bahia, o Projeto Tamar também suspendeu a soltura de filhotes de tartarugas na praia por conta da contaminação que atingiu os municípios de Conde e Jandaíra, no Litoral Norte da Bahia.

Área da reserva extrativista Cururupu, no litoral do Maranhão, foi atingida por manchas de óleo que poluem as praias do Nordeste. — Foto: Elida Oliveira/G1

Área da reserva extrativista Cururupu, no litoral do Maranhão, foi atingida por manchas de óleo que poluem as praias do Nordeste. — Foto: Elida Oliveira/G1

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Manchas de óleo chegam a Salvador e número de cidades atingidas sobe para 8 na Bahia

Por G1 BA

As manchas de óleo que atingem o Nordeste do Brasil desde setembro chegaram às praias de Piatã do Flamengo e do Jardim dos Namorados, em Salvador. A informação foram confirmadas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), órgão ligado ao governo do estado, e pela prefeitura da capital.

Com isso, o número de cidades baianas atingidas subiu para oito. As demais são Lauro de Freitas, Camaçari, Mata de São João, Entre Rios, Esplanada, Conde e Jandaíra. [Confira lista atualizada abaixo]

Na praia de Piatã, que fica no bairro de mesmo nome, as manchas ainda são pequenas, com tamanho pouco maior que uma moeda. Na Praia do Flamengo, no bairro de Stella Maris e no Jardim dos Namorados, na Pituba, banhistas também encontram a contaminação.

Assim como na praia de Subaúma, a prefeitura da capital também se mobilizou para fazer a retirada do óleo da costa.

SALVADOR: A Praia do Flamengo, no bairro de Stella Maris também é uma das áreas afetadas na capital baiana — Foto: Reprodução/Prefeitura de Salvador

SALVADOR: A Praia do Flamengo, no bairro de Stella Maris também é uma das áreas afetadas na capital baiana — Foto: Reprodução/Prefeitura de Salvador

Com esses registros, chega a 21 o número de praias contaminadas no estado. São elas:

  1. Salvador
    Piatã;
    Praia do Flamengo;
    Jardim dos Namorados;
  2. Lauro de Freitas (cidade limítrofe – RMS):
    Vilas do Atlântico;
  3. Camaçari (47 km – RMS):
    Arembepe;
    Guarajuba;
    Itacimirim;
    Jauá;
  4. Mata de São João (61 km – RMS):
    Praia do Forte;
  5. Entre Rios (142 km):
    Subaúma;
    Porto de Sauípe;
    Costa do Sauípe;
    Massarandupió;
  6. Esplanada (170 km):
    Baixio;
    Mamucabo;
  7. Conde (186 km):
    Barra da Siribinha;
    Barra do Itariri;
    Sítio do Conde;
    Poças;
  8. Jandaíra (205 km):
    Coqueiro;
    Mangue Seco;

Durante giro que o G1 fez na quinta-feira (10), a praia de Guarajuba, em Camaçari, foi a que estava em pior estado. No local, havia grandes quantidades da crosta grossa do óleo tomando conta da faixa de areia. Além disso, o cheiro forte – semelhante a petróleo – incomoda banhistas e atrapalha a venda dos barraqueiros.

Em Arembepe, a situação preocupa os pescadores, que não sabem como vão tirar o sustento sem poder trabalhar. Próximo as essas localidades, as praias de Itacimirim e Jauá – também em Camaçari – têm a situação menos pior.

Em Praia do Forte, que fica na cidade de Mata de São João, a situação era mais tranquila. Já em Massarandupió, local em que Marinha e Inema ainda não tinham registrado a chegada da contaminação até esta quinta, havia muitas manchas de óleo.

Manchas de óleo

As manchas começaram a chegar no estado em 3 de outubro, quase um mês após o início do problema no país. Mais de 150 praias já foram afetadas pelo óleo em todo o Nordeste. Há registro em todos os nove estados da região. A Bahia foi o último a ser atingido.

O Tamar suspendeu a soltura de filhotes de tartaruga, para preservar os animais que são desovados na Bahia. Segundo o Projeto, os filhotes correm risco de morte se entrarem em contato com a substância.

Na quinta-feira (10), pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) informaram que o óleo que atinge o litoral do Nordeste foi produzido na Venezuela. Apesar da afirmação dos pesquisadores, o governo de Nicolás Maduro nega que a Venezuela é responsável pelo petróleo que atinge as praias do litoral nordestino.

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Caso Mariana: laudo aponta que universitária foi estuprada e morta dentro de chácara

Por Gabrielle Gabas e Mariana Bonora, TV TEM e G1 Bauru e Marília

Suspeito de matar universitária Mariana Bazza, de Bariri, roubou carteira e tentou vender carro da jovem no dia do crime — Foto: TV TEM/Arquivo Pessoal

Suspeito de matar universitária Mariana Bazza, de Bariri, roubou carteira e tentou vender carro da jovem no dia do crime — Foto: TV TEM/Arquivo Pessoal

O laudo necroscópico do IML de Araraquara apontou que a universitária Mariana Bazza foi estuprada antes de ser morta em Bariri (SP). O documento faz parte dos autos da denúncia do Ministério Público encaminhada à Justiça nesta semana contra Rodrigo Pereira Alves.

A reportagem da TV TEM e do G1 teve acesso, com exclusividade, ao documento que denuncia Rodrigo, de 37 anos, por estupro, latrocínio e ocultação de cadáver. A denúncia foi aceita pela Justiça nesta quinta-feira (10).

Segundo o laudo, Rodrigo atraiu a jovem para a chácara com a promessa de consertar o pneu do carro dela – que, segundo o Ministério Público, ele mesmo havia esvaziado. Após ameaçar a vítima com uma faca, ele usou pedaços da blusa dela para vendá-la e amordaçá-la.

Faca que o criminoso usou para ameaçar a vítima foi encontrada sob o banco do motorista — Foto: Reprodução

Faca que o criminoso usou para ameaçar a vítima foi encontrada sob o banco do motorista — Foto: Reprodução

O laudo também diz que Mariana foi morta ainda na chácara, asfixiada com um pedaço da mesma blusa.

Ainda segundo a denúncia do MP, após o crime Rodrigo, roubou o carro, a carteira da vítima com documentos pessoais, R$ 110 em dinheiro, o celular dela e uma caixa de som.

O corpo de Mariana foi encontrado na manhã do dia 25 de setembro em uma área de canavial na zona rural de Ibitinga.

Após deixar o corpo da jovem no canavial, Rodrigo abandonou o carro perto de um cemitério em Itápolis. Ele chegou a ser visto por policiais dentro do cemitério, mas conseguiu fugir e foi localizado na casa de um parente, escondido no telhado.

Na denúncia, o Ministério Público afirma que há provas da materialidade do crime e de autoria que implicam Rodrigo. O MP ressalta, ainda, que o acusado é multirreincidente – ele já cumpriu pena de 16 anos por roubo, sequestro, extorsão e latrocínio tentado, e havia saído da cadeia cerca de 30 dias antes do crime.

Ajuda para trocar pneu

Mariana saía de uma academia em Bariri quando foi abordada por Rodrigo. Uma câmera de segurança da academia registrou quando Rodrigo chega perto delaSegundo a amiga da vítima, Heloísa Passarello, foi o homem quem avisou que o pneu estava murcho. Ele estava com um celular quando ofereceu ajuda e insistiu para que ela aceitasse.

Nas imagens, dá para ver os dois conversando e, em seguida, Rodrigo atravessando a avenida e entrando em uma chácara, onde ele trabalhava como pintor.

Logo após a amiga deixar o local, Rodrigo volta e conversa mais um pouco com Mariana, até que ela entra no carro, dá volta na avenida e entra na chácara.

Imagem mostra suspeito abordando Mariana Bazza e amiga dela na frente de academia — Foto: Reprodução/TV Globo

Imagem mostra suspeito abordando Mariana Bazza e amiga dela na frente de academia — Foto: Reprodução/TV Globo

No imóvel, o suspeito trocou o pneu do carro de Mariana. A jovem chegou a fazer uma foto dele trocando o pneu e mandou para parentes (veja abaixo).

Após a troca do pneu, o carro de Mariana aparece no vídeo deixando a chácara. A polícia diz que Rodrigo estava na direção do veículo.

Além da foto, Mariana chegou a mandar mensagens ao namorado. O G1 teve acesso à conversa entre Mariana e Jefferson Vianna.

Nas mensagens pelo WhatsApp, é possível ver que a universitária avisa sobre o pneu furado, os procedimentos que estavam sendo feitos e que recebia ajuda do suspeito. Mariana e o namorado mantiveram contato até as 8h36. Uma das últimas mensagens da jovem foi “terça-feira pesada”.

Print mostra últimas mensagens de Mariana Bazza enviadas para o namorado — Foto: Arquivo Pessoal

Print mostra últimas mensagens de Mariana Bazza enviadas para o namorado — Foto: Arquivo Pessoal

Mapa mostra locais onde Mariana Bazza foi abordada, em Bariri, e encontrada morta, em Ibitinga — Foto: Arte/G1

Mapa mostra locais onde Mariana Bazza foi abordada, em Bariri, e encontrada morta, em Ibitinga — Foto: Arte/G1

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Justiça de SP concede liberdade a lideranças de movimento sem-teto presas em investigação de prédio que desabou

Por Vivian Reis, G1 SP

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) concedeu nesta quinta-feira (10) habeas corpus para Preta e Sidney Ferreira, irmãos que coordenam o Movimento Sem-Teto do Centro (MSTC) e que estavam presos há 108 dias. Eles e outras lideranças de movimentos sociais foram denunciados pelo Ministério Público (MP) em uma investigação sobre a ocupação do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no ano passado.

Em junho, o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) terminou a primeira etapa das investigações sobre o desabamento do edifício e concluiu que a tragédia foi resultado da negligência de grupos sem teto.

A investigação agrupou diversos movimentos, que considerou uma “associação criminosa”, e o Deic pediu a prisão de 19 pessoas. O Ministério Público (MP) denunciou os indivíduos apontados, e as defesas passaram a pedir na Justiça que os réus ao menos respondessem ao processo em liberdade por meio de habeas corpus.

Os advogados de Preta e Sidney Ferreira já haviam pedido a soltura de seus clientes em 1ª instância no TJ-SP, que negou e manteve a prisão. A decisão desta quinta é referente ao pedido em 2ª instância e permite que os irmãos respondam ao processo em liberdade, seguindo algumas medidas cautelares.

“Permitir que Preta e Sidney respondam ao processo em liberdade é nada menos que uma questão de justiça, e foi isso que pudemos presenciar aqui hoje no Tribunal, a justiça sendo feita. Essa é uma vitória importante dentro de um longo processo em que provaremos a completa inocência dos dois”, disse Augusto de Arruda Botelho, advogado de Preta Ferreira.

A assessoria de imprensa do TJ-SP confirmou a concessão do habeas corpus, mas não pôde fornecer mais detalhes porque o processo está em segredo de Justiça.

Para o Conselho Estadual de Direitos Humanos (Condepe), o TJ-SP “deu uma resposta diante da injusta e descabida prisão” dos irmãos. “Foi um primeiro passo visando desmontar as falaciosas acusações da Polícia e do Ministério Público que visam a criminalização dos Movimentos Sociais”, disse Ariel de Castro Alves, advogado e conselheiro do Condepe.

Entre os 19 denunciados pelo MP-SP, 5 integram MSTC e todos eles conseguiram habeas corpus – em 5 de setembro, Adriana Ferreira e Liliane Ferreira tiveram a liberdade concedida, e em 3 de outubro, Carmen Silva. Em 3 de setembro, a Justiça também soltou uma das líderes do Movimento de Moradia Para Todos (MMPT), igualmente acusada pelo MP.

O MSTC coordena cinco ocupações, como a Nove de Julho, e uma ex-ocupação, financiada pelo programa Minha Casa, Minha Vida, o Residencial Cambridge, que receberam prêmios em São Paulo pela revitalização de prédios abandonados, o apoio da universidade de Leuven, na Bélgica, e da Bienal de Arquitetura de Chicago.

A prisão das lideranças no dia 24 de junho gerou comoção no meio artístico e político. Caetano Veloso, Criolo e Emicida, Eduardo Suplicy, Jean Wyllys e Ivan Valente se mobilizaram contra a “criminalização dos movimentos sociais”.

Vereadora detida

A vereadora Juliana Cardoso (PT) disse ter sido detida pela Polícia Militar (PM) na Rua Jaceguai, no Centro da Capital, por volta das 16 horas desta quinta, quando se dirigia à penitenciária feminina de Santana junto a familiares de Preta e Sidney Ferreira.

De acordo com a vereadora, os policias pareceram seguir o grupo, após vê-los em um posto de gasolina abastecendo e conversando. Os PMs teriam abordado o carro, que não era oficial, com armas em punho e mandando que todos saíssem com as mãos ao alto e encostassem no muro.

A vereadora teria se identificado e indagado o motivo da ação, mas os policiais teriam se recusado a esclarecer. A PM foi questionada pelo G1, que aguarda retorno.

“Depois que ela se identificou chamaram mais seis ou sete viaturas. Lideranças do PT, como Eduardo Suplicy, também foram ao local. Ela foi liberada no próprio local, mas nos chamou atenção a forma como ela foi abordada, o motivo, o momento, que era prestar solidariedade ao MSTC, que é um movimento sério e responsável”, disse Fabio Rodrigues Jesus, advogado de Juliana Cardoso.

Pontos da acusação

André Figueiredo, delegado responsável pelo caso, se baseou em denúncias de extorsão realizadas em depoimentos de moradores do Wilton Paes de Almeida e em interceptações telefônicas. Segundo ele, os líderes dos movimentos sem-teto cobravam taxas mensais dos moradores do edifício, ameaçavam e agressões físicas os inadimplentes.

O Deic pediu a prisão temporária das lideranças, depois a preventiva, o promotor Cássio Conserino concordou e também acusa as lideranças. Em sua denúncia, o promotor argumenta que os moradores sem-teto eram obrigados a votar no PT, e participar de atos em apoio aos ex-presidentes Lula e Dilma.

O promotor foi um dos responsáveis pela denúncia do ex-presidente no caso do tríplex do Guarujá, chamou Lula de “encantador de burros” em um post no Facebook, e em março de 2019 foi condenado a pagar indenização de R$ 60 mil por danos morais ao ex-presidente.

Os advogados dos acusados pelo Ministério Público sobre o caso do edifício Wilton Paes de Almeida não encontraram provas que justifiquem a prisão das lideranças e acreditam que a decisão tenha sido política.

Além de líder do MSTC, Preta Ferreira foi apresentadora do boletim “Lula Livre”, que era apresentado nas redes sociais do ex-presidente. A defesa dela considera a prisão arbitrária, já que o movimento não tem ligação com a ocupação do Wilton Paes.

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Taxistas fazem protesto no Centro do Rio e pedem regras para transporte de passageiros por aplicativos

Por G1 Rio

Um protesto realizado por taxistas em frente à Câmara Municipal de Vereadores, no Centro do Rio, no desde o início da tarde desta quinta-feira (10), provoca interdições em diversos pontos da região central da cidade.

A categoria se mobilizou porque, ainda nesta quinta, deverá votado no plenário da Câmara de Vereadores o projeto de lei que estabelece regras para o transporte de passageiros por meio de aplicativos.

Os trabalhos no plenário da casa começaram por volta das 16 horas.Taxistas e motoristas de aplicativos ocupam as galerias da Câmara e se manifestam com palmas e gritos.

Nas escadarias da Câmara, os trabalhadores exibem cartazes e puxam palavras de ordem. Muitos também soltam fogos. Policiais militares, Guarda Municipal e equipes da CET-Rio estão no local. Não houve registro de incidentes.

Por volta das 16h, a rua Evaristo da Veiga, a partir da Avenida Rio Branco, estava interditada. Os táxis pararam ao longo da rua impedindo a circulação de outros veículos.

Até a última atualização desta reportagem, segundo o Centro de Operações da prefeitura do Rio (COR), uma faixa de trânsito também era ocupada nas seguintes vias:

  • Av Rio Branco;
  • Av Araújo Porto Alegre;
  • Av Almirante Barroso;
  • Av Nilo Peçanha;
  • Rua Santa Luzia;
  • Av Graça Aranha;
  • Av Calógeras.
Taxistas fazem protesto em frente à Câmara de Vereadores, no Centro do Rio — Foto: Arquivo pessoal / Tatiana Rocha

Taxistas fazem protesto em frente à Câmara de Vereadores, no Centro do Rio — Foto: Arquivo pessoal / Tatiana Rocha

Votação na Câmara de Vereadores

A proposta que deve ser votada é de autoria dos vereadores Jorge Felippe (MDB) e Vera Lins (PP) e já recebeu algumas emendas. Uma delas diz que a decisão de limitar a quantidade de carros por habitantes é inconstitucional e pede a retirada da proposta.

No texto original, o tempo de vida dos carros seria de quatro anos, mas a emenda pede que passe para oito anos. Ficará permitido também o uso de carros Hatch, o que estava vetado no projeto original e foi retirada a cobrança de uma taxa mensal de R$ 148.

As emendas serão apresentadas pelas comissões em plenário, mas continuam valendo as proibições de preços dinâmicos, pontos de parada para os motoristas poderem pegar os passageiros e obriga que todos os motoristas sejam registrados na secretaria municipal de transportes.

Como é um primeiro projeto complementar, precisa de 26 votos, independente da quantidade de vereadores que vão estar presentes na sessão.

A interdição também causou reflexos na Rua Araújo Porto Alegre e na Rua México. Mais cedo, por volta das 12h, um grupo de taxistas se deslocou pela Linha Vermelha, no sentido Centro, e também provocou congestionamentos na região.

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Vídeo mostra homens armados, violência e correria durante assalto em mercado no bairro de Tancredo Neves, em Salvador

Por TV Bahia

Câmeras de segurança instaladas no mercado atacado por criminosos na noite da quarta-feira (9), no bairro de Tancredo Neves, em Salvador, registraram parte da ação dos suspeitos no estabelecimento. No vídeo, é possível ver ao menos duas pessoas armadas, a violência da ação e a correria de alguns integrantes do grupo que cometeu o crime.

Os vídeos são de três pontos do mercado. Um deles mostra a entrada do estabelecimento, onde criminosos aparecem correndo com gavetas de dinheiro dos caixas, além de produtos. Em outro dá para ver uma parte do interior do mercado, onde homens arrombam armários para roubar produtos.

Homem usa arma para ameaçar vítimas em roubo dentro de mercado  — Foto: Reprodução/TV Bahia

Homem usa arma para ameaçar vítimas em roubo dentro de mercado — Foto: Reprodução/TV Bahia

Já outra câmera mostra a área da padaria do estabelecimento. No vídeo, clientes, entre eles uma criança, e funcionários são ameaçados por um homem armado, usando uma máscara e uma mochila. O suspeito aponta a arma para as vítimas e chega a roubar os pertences da carteira de um cliente do estabelecimento.

Pelas imagens, dá para apontar que cerca de 10 pessoas foram feitas reféns durante a ação. No vídeo, clientes aparecem ajoelhados e funcionários recolhidos em um canto do estabelecimento, tentando se esconder.

No final da ação, os suspeitos parecem assustados e saem correndo do mercado. Eles chegam a abandonar gavetas de dinheiro que pegaram dos caixas.

Vídeo mostra correria dentro de mercado em assalto  — Foto: Reprodução/TV Bahia

Vídeo mostra correria dentro de mercado em assalto — Foto: Reprodução/TV Bahia

Além do mercado, uma bomboniere, uma loja de produtos de limpeza e outros estabelecimentos foram atacados no bairro durante a noite. Na mesma região, uma viatura da Polícia Militar foi alvejada por tiros.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), os pneus do veículo e o para-brisa foram atingidos pelos disparos durante uma troca de tiros entre grupos criminosos rivais que atuam na região.

Nenhum policial ficou ferido durante a ação. Não há informações se algum suspeito foi baleado. Ninguém foi preso.

Ataques

Lojas foram arrombadas na noite desta quarta-feira (9), no bairro de Tancredo Neves — Foto: Arquivo Pessoal

Lojas foram arrombadas na noite desta quarta-feira (9), no bairro de Tancredo Neves — Foto: Arquivo Pessoal

Ainda na noite desta quarta, de acordo com a SSP, dois homens, que estavam em uma moto, invadiram um ônibus na Avenida Paralela, no sentido aeroporto, atravessaram o veículo na pista e fugiram. Nada foi roubado e ninguém ficou ferido.

A SSP informou que os casos serão investigados pela Polícia Civil junto com os ataques criminosos que estavam sendo analisados após o anúncio de paralisação de um grupo de policiais militares.

Os crimes começaram ainda na noite da terça-feira (8), horas depois da disseminação do ato. Houve ataques em Cosme de Farias, Liberdade, Cajazeiras VIII e X, Mussurunga, Caminho de Areia, Calçada e outros bairros da cidade.

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Marinha vai notificar 30 navios após triagem sobre manchas de óleo

Por TV Globo

Marinha do Brasil afirmou nesta quinta-feira (10) que, “após uma triagem das informações do tráfego mercante na região de interesse”, está notificando 30 navios-tanque de 10 diferentes bandeiras a prestarem esclarecimentos na investigação sobre a origem do óleo que já atinge 63 municípios de 9 estados do Nordeste brasileiro, e que já provocou a morte de pelo menos 12 tartarugas e uma ave.

“A Marinha entrará em contato com as autoridades competentes dos países dessas bandeiras, com a Organização Marítima Internacional e com a Polícia Federal, visando elucidar todos os fatos. As atividades em curso também têm apoio do Ministério da Defesa e Exército Brasileiro e de instituições dos EUA”, diz a nota encaminhada à TV Globo.

Segundo a Marinha, que classificou o fato como um “grave acidente de poluição por óleo”, a investigação mobiliza 1.583 militares de 48 organizações diferentes, além de 5 navios, uma aeronave e embarcações e viaturas pertencentes a autoridades ao longo do litoral nordestino, como capitanias dos portos, delegacias e agências.

Triagem de mais de mil navios

A triagem inicial focou em quase 1.100 navios-tanque que circularam entre 1º de agosto e 1º de setembro numa área de 800 km de distância da costa brasileira, entre Sergipe e Rio Grande do Norte, estão sendo analisados. As empresas donas desses navios e seus representantes no Brasil foram consultados para saber se registraram alguma anormalidade, de onde vieram, para onde foram e que tipo de carga estavam carregando.

“Nesse momento da investigação nós estamos trabalhando diuturnamente para isso. Desde o início das primeiras manchas, nós não fechamos nenhuma porta, nós não fechamos nenhuma linha de investigação ou mesmo de análise, que é o que nós fazemos aqui no centro integrado”, afirmou ao Jornal Nacional Gustavo Garriga, comandante do Centro Integrado de Segurança Marítima da Marinha (Cismar).

No Cismar, os militares da Marinha monitoram em tempo real a posição de milhares de navios que circulam pela costa brasileira. É ali que a Marinha investiga de onde veio o petróleo derramado no mar. Um inquérito foi aberto para apurar as responsabilidades, e o órgão também fez um estudo sobre como as correntes marítimas teriam ajudado a espalhar a sujeira.

Mais cedo na quinta, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, negou que o governo tenha demorado a reagir ao vazamento. “Não só a investigação foi iniciada no dia 2 de setembro, como também foi sendo mobilizado ao longo do tempo, todos os recursos disponíveis para, não só realizar a limpeza dessas áreas, mas também para tentar mitigar a propagação desse vazamento para outras regiões”, afirmou ele.

Sequência de pontos atingidos

O que mais chama a atenção no vazamento de petróleo é a sequência dos pontos atingidos. Na animação abaixo, feita pelo G1 com base nos levantamentos divulgados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), é possível notar que a Paraíba foi o primeiro estado a receber as manchas.

Depois, Pernambuco e Alagoas, ao sul, e Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão, ao norte. E, novamente ao sul, Sergipe e Bahia.

Evolução da contaminação por petróleo nas praias do Nordeste. Dados consolidados até 9/10, segundo o Ibama — Foto: G1

Até 9 de setembro já eram quase 140 pontos nos 9 estados nordestinos.

Correntes marinhas

O comportamento das correntes marítimas na costa brasileira já é amplamente estudado e conhecido. Por isso, para os oceanógrafos e meteorologistas da Marinha, não foi difícil criar um modelo que ajude a entender o deslocamento provável da mancha de petróleo.

Um gráfico feito pela Diretoria de Hidrografia e Navegação mostra que a corrente sul-equatoriana, que vem da Àfrica, se divide em duas ao chegar próxima ao litoral do país. O problema é que uma das vertentes, a que vem para o sul, de repente faz um giro de 180 graus e sobe para se juntar à corrente do norte do Brasil, que segue em direção ao Caribe.

A outra vertente segue para o sul e se junta à corrente do Brasil, na altura de Salvador. Foi esse comportamento, segundo a Marinha, que provocou a poluição de maneira aparentemente desencontrada. E, com certeza, inédita.

A Marinha criou um modelo para entender o deslocamento provável da mancha de petróleo — Foto: Reprodução/TV Globo

A Marinha criou um modelo para entender o deslocamento provável da mancha de petróleo — Foto: Reprodução/TV Globo

“O que nós conseguimos perceber é que é um fenômeno bastante complexo, o comportamento das correntes ali é complexo”, diz Fernando José Moraes Monteiro, da Divisão de Oceanografia Operacional do Centro de Hidrografia da Marinha.

“Há várias deflexões, mudanças de direção. E o padrão de correntes ali da área, que foi observado durante todo o mês de final de agosto, início de setembro e até outubro possibilita justificar essa ocorrência em áreas tão extensas da costa do Nordeste.”

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Jovem que perdeu couro cabeludo em kart receberá alta de hospital em Ribeirão no sábado

Por G1 Ribeirão Preto e Franca

A jovem Débora Dantas de Oliveira, que perdeu o couro cabeludo em um acidente de kart no Recife, deve receber alta do Hospital Especializado de Ribeirão Preto (SP) no próximo sábado (12), confirmou nesta quinta-feira (10) a equipe do centro médico.

A estudante continuará hospedada na cidade para frequentar o hospital duas vezes por semana para a troca de curativos antes de iniciar a etapa de recuperação estética, prevista para janeiro de 2020.

“Eu estou muito feliz porque tenho um tratamento com excelência. Muito gratificante que posso ver meu rosto novamente assim. Pensei que fosse um processo mais demorado”, disse, durante entrevista coletiva.

Débora está desde 18 de agosto no hospital do interior de São Paulo, onde passou por 15 procedimentos cirúrgicos para recompor os tecidos que revestiam a cabeça, entre os quais um transplante de pele e músculo que durou nove horas e que apresentou ótima cicatrização, segundo um dos relatórios divulgados.

Débora Dantas de Oliveira recebe alta de hospital em Ribeirão Preto no sábado (12) — Foto: Reprodução/EPTV

Débora Dantas de Oliveira recebe alta de hospital em Ribeirão Preto no sábado (12) — Foto: Reprodução/EPTV

A estudante deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no início de setembro e tinha a previsão inicial de ser liberada para visitar a família no fim do mês passado. Desde então, ela vem se manifestando publicamente de maneira otimista em relação à sua recuperação.

“Jamais terei vergonha do que me tornei e nunca me esconderei, tenho orgulho de minhas cicatrizes internas e externas, agradeço todas as minhas dificuldades porque hoje sou uma pessoa melhor graças a elas”, postou recentemente em sua rede social. Em um vídeo, ao demonstrar otimismo com sua recuperação, Débora disse que já sentia a cabeça coçar.

Depois que passou a permanecer no quarto, a jovem continuou a demonstrar evolução positiva, na avaliação dos médicos, e ainda foi submetida a outras intervenções de menor proporção, em sua maioria trocas de curativos. A mais recente delas foi uma cirurgia para enxerto de pele parcial no final de setembro que durou quatro horas.

Acidente de kart

Débora participava de uma corrida de kart com o namorado na tarde de 11 de agosto, em uma pista no estacionamento do Walmart, em Boa Viagem, na zona Sul do Recife, quando o cabelo dela, que era na altura da cintura, soltou da touca e ficou preso no motor.

Em entrevista exclusiva ao Fantástico, Débora relembrou os momentos de tensão que passou na pista, enquanto era socorrida.

A pele foi arrancada desde a altura dos olhos até a nuca da jovem, que foi socorrida pelo namorado e levada ao Hospital da Restauração, na capital pernambucana. Tumajan disse que pegou “o rosto dela na mão”, colocou em uma sacola e correu para levá-la ao hospital.

Os médicos conseguiram recuperar e reimplantar 80% da área atingida. Débora ainda passou por outra cirurgia para a retirada de trombos, mas os médicos apontaram o risco de o procedimento não funcionar devido às obstruções em veias e artérias.

No dia 18 de agosto, Débora foi transferida em um avião particular de pequeno porte para Ribeirão Preto. Na mesma noite, os médicos confirmaram que coágulos em veias e artérias prejudicaram o reimplante do couro cabeludo, que precisou ser retirado. O crânio foi coberto com um curativo, que chegou a ser refeito no dia 20.

Débora Dantas, de 19 anos, sofreu escalpelamento após acidente com kart no Recife — Foto: Acervo pessoal

Débora Dantas, de 19 anos, sofreu escalpelamento após acidente com kart no Recife — Foto: Acervo pessoal

No dia 22, Débora voltou ao centro cirúrgico. Dessa vez, os médicos reconstruíram as pálpebras superiores e parte da testa. A parti daí, a equipe passou a planejar o transplante de pele e músculo, realizado dois dias depois com participação de um especialista dos EUA.

No início de setembro, ela foi liberada da UTI do Hospital Especializado para permanecer no quarto.

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Dono de lotérica fica na mira de assaltante, que foge com malote com R$ 95 mil em Apiaí

Por Mariane Rossi, G1 Santos

O dono de uma lotérica ficou na mira de um bandido que fugiu após roubar R$ 95 mil do estabelecimento, localizado no Centro de Apiaí, no interior de São Paulo. Câmeras de monitoramento registraram parte do crime e podem ajudar a polícia a prender a dupla de assaltantes.

O roubo ocorreu, por volta das 14h53, na lotérica localizada na rua Primeiro de Maio, no Centro da Cidade. Uma câmera de segurança do comércio registrou parte da ação. As imagens mostram um dos assaltantes sentado na cadeira, dentro da lotérica, fingindo ser um cliente. Ele está com um capacete de segurança amarelo, geralmente utilizado em obras, e um casaco laranja.

As imagens mostram o assaltante saindo da lotérica e, logo depois, o dono do estabelecimento também saindo do local e carregando o malote. Ele iria depositar o dinheiro na agência bancária, localizada na mesma rua. No trajeto, porém, o criminoso apontou a arma para o dono da lotérica e anunciou o assalto.

O dono do estabelecimento saiu correndo de volta para a lotérica, seguido pelo bandido que continuou apontando a arma para ele. O assaltante, por fim, consegue pegar o malote, monta na garupa de uma moto, que já lhe aguardava em frente ao local, e foge com o dinheiro.

De acordo com o delegado titular de Apiaí, Valmir Oliveira Barbosa, a dupla fugiu em direção ao município vizinho de Guapiara. O malote da lotérica, com apenas R$ 100, foi encontrado na rodovia SP-250. “Acreditamos que eles sejam de Guapiara ou Capão Bonito. Estamos levantando detalhes da moto, que ficou parada em alguns pontos da cidade, tentando identificar a placa”, disse.

Barbosa diz que a lotérica já foi alvo de criminosos em outra ocasião. Desta vez, ele acredita que o crime foi premeditado. “A lotérica é bem ao lado do banco. É uma rotina do dono fazer isso e, o cara o pegou nesse trajeto. O assaltante fingiu que era um cliente. Ele arrumou isso como um disfarce para ficar ali. Ele estava aguardando o dono sair”, falou o delegado.

Ainda segundo o delegado, a imagem da câmera de monitoramento deve ajudar a identificar o assaltante que entrou na lotérica, já que o comparsa estava de capacete. “Vamos agora tentar identificar essas pessoas pelas imagens. Quem tiver informação, pode entrar em contato com a polícia”.

Câmeras registraram o roubo de um malote em uma lotérica em Apiaí, no interior de São Paulo — Foto: Reprodução

Câmeras registraram o roubo de um malote em uma lotérica em Apiaí, no interior de São Paulo — Foto: Reprodução

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Ladrões roubam cadeira de rodas de garota com paralisia cerebral em Belo Horizonte

Por G1 Minas — Belo Horizonte

Uma garota de 15 anos com paralisia cerebral teve sua cadeira de rodas roubada de dentro do carro da mãe, Patrícia Nazareno, em Belo Horizonte. A mulher tenta recuperar o item essencial para a filha.

“Minha menina sem essa cadeira não é nada. Ela está com problema de coluna, de quadril”, conta.

A cadeira foi feita sob medida para a garota e foi fornecida pela Associação Mineira de Reabilitação.

O roubo ocorreu na noite desta terça-feira (9) quando o filho de Patrícia deixou o carro estacionado na Rua Bacuraus, no bairro Vila Clóris, Região Norte da capital mineira. Os ladrões deixaram para trás só as rodas da cadeira.

Como é feita sob medida e de acordo com a necessidade da filha, a cadeira não tem utilidade para outra pessoa e não pode ser substituída por uma convencional. Patrícia afirmou ainda que deve receber uma nova cadeira, mas que ela demora para ficar pronta.

“Nesse período minha filha vai perder escola, fisioterapia e tem que ficar o tempo todo deitada. Um mês para ela assim é muita coisa”, explica Patrícia.

Ela relatou o caso nas redes sociais e o filho registrou a ocorrência do roubo com a polícia.

Se tiver alguma notícia da cadeira, favor entrar em contato pela área de comentário na reportagem.

Cadeira de rodas de garota com paralisia cerebral foi roubada dentro de carro em BH — Foto: Arquivo pessoal

Cadeira de rodas de garota com paralisia cerebral foi roubada dentro de carro em BH — Foto: Arquivo pessoal

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