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Governo libera R$ 7,12 bilhões aos ministérios

Por Yvna Sousa, TV Globo — Brasília

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (14) que vai liberar aos ministérios R$ 7,12 bilhões do orçamento deste ano que estavam bloqueados.

Ministério da Economia informou que do total, R$ 2,15 bilhões serão distribuídos por meio de emendas impositivas. Essas emendas são recursos já direcionados pelo Congresso na definição do Orçamento.

A União vai repassar ainda quase R$ 146 milhões para despesas dos poderes Legislativo e Judiciário.

O detalhamento de quanto será liberado por órgão será divulgado na semana que vem, por meio de um decreto presidencial.

A liberação de recursos vai dar fôlego às pastas, que desde março vinham enfrentando dificuldades para executar seus programas e ações. Naquele mês, o governo anunciou o bloqueio de R$ 29,7 bilhões do Orçamento. Em julho, bloqueou mais R$ 1,44 bilhão.

De acordo com o secretário especial de Fazenda, Waldery Júnior, seguem bloqueados cerca de R$ 17 bilhões em despesas discricionárias da União, isto é, não obrigatórias.

Arrecadação extra

A medida foi possível por causa da inclusão, no orçamento, dos cerca de R$ 106 bilhões que devem ser arrecadados com o megaleilão da cessão onerosa, de excedente do petróleo do pré-sal. O leilão está marcado para novembro.

O governo considera que somente a primeira parcela do chamado bônus de assinatura, pago pelas empresas vencedoras do leilão no ato da contratação, entra no caixa da União neste ano. O valor total deve ser de R$ 52,2 bilhões. O valor restante, conforme previsto em edital, será pago somente em 2020.

Além disso, também entraram no cálculo os R$ 8,9 bilhões arrecadados na semana passada em leilão de blocos de exploração de petróleo.

Por outro lado, também foi apurada queda na arrecadação de tributos em setembro, o que reduziu a arrecadação em R$ 1,8 bilhão.

Repasses a Petrobras, estados e municípios

Waldery Júnior informou que, do total a ser arrecadado com o leilão da cessão onerosa, R$ 52,4 bilhões serão mantidos em uma reserva. Isso porque, do total, o governo precisará pagar o equivalente a US$ 9,057 bilhões à Petrobras (a correção para reais será feita no momento do pagamento) de indenização pelo leilão da área.

O restante será repassado a estados e municípios, conforme acordo firmado entre o governo e o Congresso Nacional. Um projeto de lei com os critérios para a divisão do montante deve ser votado nesta terça-feira (15) pelo Senado.

Relatório extemporâneo

A liberação de recursos consta do relatório extemporâneo (extraordinário) de receitas e despesas, divulgado nesta segunda pelo Ministério da Economia. Normalmente, essa análise é feita bimestralmente, quando o governo faz uma avaliação do comportamento das receitas e despesas e divulga um relatório.

Diante do cenário apurado, o documento pode apontar a necessidade de contenção de gastos ou a possibilidade de liberação de recursos bloqueados, com o objetivo de garantir o cumprimento da meta fiscal.

No último relatório, em setembro, o governo liberou R$ 8,3 bilhões aos ministérios.

O próximo relatório bimestral seria divulgado somente em novembro. No entanto, diante dos novos fatores que influenciaram positivamente o cenário para a União, a Economia decidiu divulgar nesta segunda um relatório extemporâneo autorizando a liberação de recursos.

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GSI alega ‘notória violência urbana’ no Rio para justificar parentes de Bolsonaro em helicóptero presidencial

Por G1 Rio

Sobrinho de Bolsonaro no helicóptero presidencial da FAB — Foto: Reprodução/Redes sociais

Sobrinho de Bolsonaro no helicóptero presidencial da FAB — Foto: Reprodução/Redes sociais

O Gabinete de Segurança Institucional citou a “notória violência urbana que assola o Rio de Janeiro” para justificar o uso de dois helicópteros da Presidência da República para transportar parentes do presidente Jair Bolsonaro para o casamento do filho e deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), em maio. A cerimônia aconteceu em Santa Teresa, região central da cidade.

O caso foi revelado em julho pelo G1.

A resposta do gabinete comandado por Augusto Heleno foi publicada nesta segunda-feira (14) pelo jornal “O Globo”. A justificativa consta da resposta a um requerimento de informação feito pelo deputado federal Marcelo Calero (Cidadania).

O documento assinado pelo ministro Augusto Heleno nega que tenha havido improbidade administrativa.

“O Coordenador de Segurança de Área julgou pertinente que houvesse o deslocamento aéreo, em parte do trajeto, em virtude da notória violência urbana que assola o Rio de Janeiro”, diz o texto.

Na aeronave principal, Bolsonaro viajou ao lado do filho Jair Renan Bolsonaro. Em outra, embarcaram oito convidados.

O GSI alega que foram disponibilizados dois helicópteros para o caso de um deles falhar. Diz ainda que não houve “alocação de recursos adicionais” ao transportar toda uma comitiva.

Texto cita ‘abalo moral’ em caso de ataque

De carro, o trajeto de 35 km entre o aeroportos de Jacarepaguá (Bolsonaro tem residência no bairro vizinho, na Barra da Tijuca) e Santos Dumont (no Centro do Rio, próximo a Santa Teresa) dura cerca de 35 minutos. De helicóptero, foram 14.

No requerimento, Calero questionou por que os parentes não usaram um automóvel e quis saber se isso não seria mais barato. O GSI respondeu que não.

“O eventual deslocamento dos mesmos em comboio terrestre, além de aumentar consideravelmente o nível de risco, aumentaria os custos da manobra, haja vista que também é encargo deste GSI prover a segurança dos familiares do Senhor Presidente da República”, diz a resposta.

No documento, datado de 4 de outubro, o ministro Augusto Heleno diz ainda que um eventual ataque à comitiva traria uma imagem ruim para o país — além de causar mal ao próprio presidente.

“Afigura-se claramente que o escopo do legislador foi proteger permanentemente a integridade física e moral do presidente, enquanto autoridade máxima da República. Ora, isso ocorre porque qualquer dano causado a um familiar do presidente, por óbvio, lhe causaria um desnecessário dissabor e, mais que isso, o abalo moral que o evento lhe infringisse repercutiria negativamente para imagem do Brasil.”

À época da revelação do caso pelo G1, o GSI já atribuído a “razões de segurança” a decisão de transportar o presidente e familiares em helicópteros da Força Aérea Brasileira (FAB).

Segundo essa versão, como o casamento seria em Santa Teresa, eles passariam por algumas comunidades perigosas.

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Cresce a participação da educação a distância entre o total de bolsas do Prouni para futuros professores

Por Elida Oliveira, G1

Os futuros professores do Brasil estão recorrendo cada vez mais a bolsas de estudo para a formação a distância para conseguirem se tornar docentes. Em oito anos, cresceu 53% o total de bolsas concedidas pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) para calouros de cursos voltados à docência, como pedagogia e outras licenciaturas (veja a lista abaixo).

O índice é puxado principalmente pela educação a distância (EAD), opção de 67% dos calouros destas áreas, em 2018. No entanto, a maior parte destes alunos (58,5%) está em cursos com baixo índice de avaliação.

Os dados fazem parte do relatório “Expansão do Prouni EAD na Formação Inicial do Docente”, feito pelo Movimento Todos pela Educação com dados do governo, e divulgado com exclusividade pelo G1 e GloboNews nesta terça-feira (15).

Prouni foi criado em 2004 para dar bolsas de estudos a estudantes de graduação em instituições privadas de ensino superior.

Já outra modalidade de apoio mantida pelo MEC, o Financiamento Estudantil (Fies), tem caído no mesmo período. Ele oferece financiamento das mensalidades, mediante juros, e é voltado a cursos presenciais.

“O ato de ensinar precisa de observações reais, de práticas de ensino, de discussões sobre como ensinar. Não se forma um bom professor em curso teórico e a distância. Em relação às bolsas do Prouni, é fundamental que elas sejam voltadas a cursos presenciais e de alta qualidade”, afirma Gabriel Corrêa, gerente de políticas educacionais do Todos pela Educação.

Procurado, o Ministério da Educação (MEC) afirmou que a lei do Prouni obriga a instituição de ensino a “conceder bolsas em todos os seus cursos/turnos” e, como houve expansão nas vagas de EAD, “isso se reflete no Prouni”.

Além disso, a pasta lembrou que os resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2018 mostram que “não houve queda na qualidade da educação nos cursos de Ensino a Distância” (leia a íntegra da nota no fim da reportagem).

Na edição de 2018 do Enade, só 3,3% dos cursos de faculdades privadas conseguiram atingir o conceito máximo.

Considerando todos os 8.520 cursos, menos de 6% destes cursos tiveram conceito 5, percentual semelhante ao registrado nos cursos avaliados em 2017.

Ajuda financeira a futuros professores

Em 2018, 16,2% dos bolsistas do Prouni eram de cursos voltados à formação de professores, o que representa 26,9 mil bolsas — 53% a mais do que em 2010, quando eram 17,6 mil.

Os cursos voltados à carreira docente são:

  • artes
  • ciências/biologia
  • educação física
  • ensino religioso
  • filosofia
  • física
  • geografia
  • história
  • língua estrangeira
  • língua portuguesa
  • matemática
  • pedagogia
  • química
  • sociologia
Infográfico mostra a evolução no número de alunos com bolsa Prouni em cursos voltados à docência, de 2010 a 2018 — Foto: Elida Oliveira/G1

Infográfico mostra a evolução no número de alunos com bolsa Prouni em cursos voltados à docência, de 2010 a 2018 — Foto: Elida Oliveira/G1

Já entre os financiados pelo Fies, 3,4% dos universitários que queriam se tornar professores recorreram a esta modalidade em 2018, ou 2 mil pessoas.

De 2010 a 2013, o financiamento via Fies vinha crescendo em relação ao Prouni, mas a partir desta data, os números mostram o crescimento maior entre as bolsas de estudo em detrimento dos financiamentos de mensalidades.

Gráfico mostra a evolução dos financiamentos nas modalidades Fies e Prouni em cursos voltados à docência, de 2010 a 2018 — Foto: Elida Oliveira/G1

Gráfico mostra a evolução dos financiamentos nas modalidades Fies e Prouni em cursos voltados à docência, de 2010 a 2018 — Foto: Elida Oliveira/G1

Ensino a distância para quem vai ensinar

A formação a distância foi a opção de 67% dos bolsistas do Prouni em cursos voltados à docência, em 2018: havia 17.992 bolsistas na formação EAD contra 8.986 bolsistas do Prouni nos cursos presenciais. O índice era de 61% em 2017. Nos demais cursos, a EAD foi a opção de 25% dos bolsistas.

Infográfico mostra a evolução dos bolsistas do Prouni em cursos de docência na modalidade a distancia e em cursos presenciais — Foto: Elida Oliveira/G1

Infográfico mostra a evolução dos bolsistas do Prouni em cursos de docência na modalidade a distancia e em cursos presenciais — Foto: Elida Oliveira/G1

Cursos com baixo índice de avaliação

De acordo com os dados do Todos pela Educação, mais da metade dos calouros com bolsas do Prouni voltadas à docência estão matriculados em cursos com baixo índice de avaliação.

A qualidade do ensino superior no país é medida pelo Conceito Preliminar de Curso (CPC), calculado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao MEC. As notas vão de 1 a 5. Quanto melhor o curso, mais alta a nota.

Os dados mostram que 58,5% dos estudantes que ingressaram na carreira docente com bolsa do Prouni em 2018 se matricularam em um curso com nota igual ou inferior a 3. Na modalidade a distância, o índice é de 43,6%.

“Isso mostra que a expansão da EAD está ligada ao Prouni, que deveria financiar cursos com boa avaliação e presenciais”, afirma Corrêa.

Infográfico mostra a porcentagem de bolsistas do Prouni em cursos de graduação, conforme a avaliação do MEC — Foto: Elida Oliveira/G1

Infográfico mostra a porcentagem de bolsistas do Prouni em cursos de graduação, conforme a avaliação do MEC — Foto: Elida Oliveira/G1

Expansão da EAD no ensino superior

O número de vagas ofertadas pelo ensino superior a distância superou em 2018, pela primeira vez, o número de oportunidades em cursos presenciais. No ano passado, foram 7.170.567 vagas remotas contra 6.358.534 vagas locais, respectivamente. O dado é do Censo do Ensino Superior, divulgado em setembro pelo MEC.

Apesar disso, a rede presencial ainda recebeu mais alunos novos, em 2018, que a rede a distância. Segundo o censo, foram 2.072.614 matrículas em vagas presenciais (28,9% do total ofertado), e 1.373.321 nas vagas à distância (21,5% do total ofertado).

Financiamento em outros cursos

As bolsas do Prouni para calouros em outros cursos, que não são voltados à docência, teve aumento de 71% entre 2010 e 2018.

Infográfico mostra o número de bolsistas do Prouni de 2010 a 2018, período que teve alta de 71% nos beneficiados em cursos que não são voltados à docência — Foto: Elida Oliveira/G1

Infográfico mostra o número de bolsistas do Prouni de 2010 a 2018, período que teve alta de 71% nos beneficiados em cursos que não são voltados à docência — Foto: Elida Oliveira/G1

Íntegra da nota do Ministério da Educação

“De acordo com o Art. 5º da Lei 11.096 de 13 de janeiro de 2005, que institui o Programa Universidade para Todos (Prouni), a instituição é obrigada a conceder bolsas em todos os seus cursos/turnos.

Como ocorre uma expansão de vagas ofertadas em EAD em todo o país nos últimos anos, isso se reflete no Prouni. De acordo com o levantamento do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2018, não houve queda na qualidade da educação nos cursos de Ensino a Distância.

Na edição de 2018 do Enade, 8.821 cursos foram avaliados de um total de 1.791 instituições de educação superior públicas (227) e privadas (1.564), nas modalidades presencial e a distância. Nesse caso, 21% dos cursos presenciais e 10% a distância tiveram conhecimentos agregados para além do projetado.”

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Ceará já contabiliza 23 tartarugas mortas após surgimento de manchas de óleo no mar

Por Lucas Falconery e Sabrina Souza

Nesta segunda-feira (14), na praia do Porto das Dunas, em Fortaleza, mais uma tartaruga foi achada morta, apresentando manchas de óleo na região do pescoço — Foto: Divulgação

Nesta segunda-feira (14), na praia do Porto das Dunas, em Fortaleza, mais uma tartaruga foi achada morta, apresentando manchas de óleo na região do pescoço — Foto: Divulgação

O número de tartarugas encontradas mortas no litoral do Ceará já chega a 23, desde o início do aparecimento de manchas de óleo no mar do Nordeste até esta terça-feira (15). Balanço divulgado pelo Instituto Verdeluz contabiliza 21 animais. Porém, somente no último fim de semana, o G1 apurou que pelo menos mais duas tartarugas foram avistadas sem vida nas praias do Estado, o que elevaria a contagem. Apesar de não haver confirmação da causa das mortes, a principal suspeita é a de contaminação pelas manchas de óleo que incidiram no litoral nordestino desde o mês passado.

Um dos animais foi achado na praia de Beberibe, no litoral leste do Estado. Outro, já em estado de decomposição, foi avistado na praia da Taíba, no litoral oeste. Nesta segunda-feira (14), na praia do Porto das Dunas, em Fortaleza, mais uma tartaruga adulta, de grande porte, apresentando manchas de óleo na região do pescoço, foi localizada sem vida.

A orientação para quem encontrar alguma tartaruga morta, segundo o Verdeluz, é medir o comprimento e a largura do casco, pegar as coordenadas do local e tirar fotos da ocorrência, repassando todo o material à ONG. Em caso de encalhe de animal vivo, é preciso, primeiramente, contactar o Instituto Verdeluz, pois o manejo de tartarugas marinhas só deve ser realizado por meio de uma licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

“Enquanto espera a chegada da equipe, em caso de encalhe vivo, isolar a área, oferecer sombra, manter o animal na areia com tecidos úmidos sobre o casco”, disse o Verdeluz em nota. Outra orientação é nunca manter o animal virado com o ventre para cima.

De acordo com o boletim divulgado no domingo (13), pelo Ibama, 10 pontos do litoral cearense foram afetados pelo petróleo cru. Ainda no relatório, foram registrados três animais mortos (duas tartarugas e uma ave). Os vestígios de óleo preocupam agora o nascimento de novos animais, que deve começar a acontecer nos últimos meses deste ano.

Entre os meses de outubro e março acontece a desova das tartarugas marinhas nas areias da Praia do Futuro e da Praia da Sabiaguaba, em Fortaleza, motivo de alerta para ambientalistas que monitoram o litoral. Com o aparecimento de manchas de óleo, os voluntários temem que o petróleo cru atrapalhe a chegada dos animais ao mar – evento que deve ter início por volta do mês de novembro.

Depois de depositar os ovos na areia, são necessários de 45 a 60 dias para que as tartarugas comecem o processo de eclosão, como explica Adla Farah, 27, estudante de medicina veterinária e voluntária do Instituto Verdeluz. “Nessa época mais quente, as tartarugas retornam à praia onde nasceram para depositar seus ovos. Cada uma pode fazer entre duas a nove desovas por período. E em média, depositam 120 ovos, por desova, dependendo da espécie”, explica.

Farah conta que toda semana o grupo visita a Sabiaguaba nas primeiras horas do dia para identificar os locais em que as tartarugas fazem os ninhos. “Ainda tem muita gente que rouba ovos e animais que comem, então a gente tem de ficar olhando”, acrescenta. Dessa forma, os voluntários acompanham o processo de incubação de cerca de 20 ninhos por temporada reprodutiva.

“Quando elas nascem são muito pequenas e já tem muitos predadores. Esse petróleo é tóxico e está na faixa de areia todinha. Elas já tem muitos obstáculos e podem acabar ficando com o petróleo nelas.”

Conforme informou a Prefeitura de Fortaleza, por nota, nas últimas visitas na Praia da Sabiaguaba foi observado que o local está sob controle quanto aos resíduos de óleo que foram encontrados. O órgão disse ainda que realiza o monitoramento do local para verificar se mais resíduos chegaram à orla e fazer as retiradas necessárias.

Já sobre os animais que são encontrados sem vida, o informe esclarece que eles são encaminhados ao Instituto Verde Luz e Universidade Federal e que os encontrados vivos, e com manchas de óleo, para a ONG Aquasis. Fora a ação emergencial, está sendo realizado trabalho de limpeza diariamente na faixa de areia da Capital.

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Menina que caiu do 9º andar de prédio em BH está consciente e já conversa após 2 cirurgias

Por Carlos Eduardo Alvim, TV Globo — Belo Horizonte

Menina que caiu de prédio em BH passa por 2ª cirurgia; família acredita em sonambulismo

Menina que caiu de prédio em BH passa por 2ª cirurgia; família acredita em sonambulismo

menina de 10 anos que caiu do 9º andar de um prédio em Belo Horizonte segue internada nesta segunda-feira (14) no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. A TV Globo apurou que ela está bem, consciente e conversando após duas cirurgias, sendo que a segunda durou 12 horas. A queda foi na madrugada deste domingo (13).

De acordo com o boletim de ocorrência, Clara Pereira passava o feriado com um casal de primos que mora no prédio, no bairro Heliópolis, Região Norte de Belo Horizonte.

A menina foi dormir em um quarto, e o casal, em outro. Quando já estavam deitados, os primos ouviram um barulho alto. Eles buscaram a menina dentro de casa e a viram caída embaixo da janela da sala de estar.

Um vizinho que mora no 1º andar do prédio disse que também ouviu o barulho e encontrou o telhado da área privativa quebrado e a menina caída na parte externa do apartamento.

A polícia ainda não divulgou como aconteceu a queda. Os pais da menina disseram, ainda no domingo, na frente do hospital, que suspeitam de um episódio de sonambulismo, já que a criança havia apresentado outras crises do distúrbio.

Pai de menina que caiu do 9º andar de um prédio em BH recebe familiares no hospital — Foto: Reprodução/TV Globo

Pai de menina que caiu do 9º andar de um prédio em BH recebe familiares no hospital — Foto: Reprodução/TV Globo

Cirurgias

No domingo, Clara foi submetida a duas cirurgias. Uma delas em uma das pernas, e a segunda para reconstrução de um dos braços e também do queixo. Esta última durou 12 horas e envolveu equipes da pediatria, ortopedia, trauma, além de mobilizar o banco de sangue da Fundação Hemominas.

Logo após o segundo procedimento, ela foi internada no Centro de Terapia Intensiva (CTI), onde estava até a publicação desta reportagem.

A extensão dos danos também não foi divulgada, embora o pai tenha dito à TV Globo, na porta do hospital no domingo, que a menina não sofreu lesão na coluna.

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), que administra o hospital que é referência no atendimento de politraumatismos, não informa estado de saúde de pacientes.

Nesta segunda-feira, a reportagem entrou em contato com a família da criança e aguarda retorno. O pai passou por atendimento psicológico no hospital.

A Polícia Civil informou que já realizou os trabalhos iniciais de investigação, que a perícia esteve no local e o laudo deve ficar pronto em 30 dias, podendo ser prorrogado por mais 30.

Menina cai do 9º andar de prédio no Condomínio Solares, em Belo Horizonte — Foto: Reprodução/TV Globo

Menina cai do 9º andar de prédio no Condomínio Solares, em Belo Horizonte — Foto: Reprodução/TV Globo

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Goiás alega ‘sigilo’ e é o único estado do país a não divulgar o número de mortes por policiais no 1º semestre

Por G1

Goiás é o único estado do país que não divulga o número de mortes cometidas por policiais no 1º semestre deste ano. Com isso, o levantamento feito pelo Monitor da Violência mostra os dados das outras 26 unidades da federação, com a exceção do estado do Centro-Oeste.

Em nota, apesar de dizer que tem “compromisso com a transparência no fornecimento de dados”, a Secretaria da Segurança Pública de Goiás diz que os números são sigilosos e não serão passados.

“A Secretaria de Segurança Pública (SSP) esclarece que entende a necessidade de uma comunicação transparente entre a administração pública e a sociedade, mas reitera que não deve desrespeitar as determinações legais da pasta. A SSP tem um único intuito: garantir a segurança pública dos cidadãos goianos e combater com rigor a criminalidade, dentro do amparo legal”, informa.

G1 pediu os dados no início de setembro para a assessoria de imprensa da SSP e via Lei de Acesso à Informação. Os dados, no entanto, não foram liberados. No Serviço Eletrônico de Informação ao Cidadão, foi feito ainda um recurso após a negativa inicial. Ele também foi indeferido.

Em nota, a SSP diz que existe uma portaria, a 750/2016, que regulamenta e salvaguarda assuntos sigilosos produzidos e custodiados pela Secretaria da Segurança Pública. “Esse documento, em seu inciso IV, determina que possuem caráter sigiloso as informações referentes a investigações policiais, a sindicâncias e a processos administrativos disciplinares, enquanto não concluídos. Destarte informamos que as ocorrências da natureza solicitada, acontecidas neste ano corrente e que tenham envolvimento de policiais, ainda estão sendo investigadas. Sendo assim, por determinação legal, possuem caráter sigiloso.”

G1, porém, não pediu detalhes sobre as investigações, apenas os números registrados como mortes em decorrência de intervenção policial – uma informação que devia ser pública.

Além disso, esse mesmo pedido já foi feito em duas ocasiões anteriores, para o balanço fechado de 2018 e para o balanço de 2017, ambos dentro do Monitor da Violência. Nas duas vezes, tal portaria já estava em vigor e, mesmo assim, as solicitações foram atendidas.

Para Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, causa estranhamento que o governo de Goiás se recuse a passar os dados, alegando que são sigilosos. “Além do interesse público, são números que vinham sendo divulgados pelos governos anteriores periodicamente, o que demonstra a falta de transparência e seriedade da atual gestão”, diz.

Trecho de vídeo de 1 minuto divulgado pelo governo de Goiás nas redes — Foto: Reprodução/YouTube

Trecho de vídeo de 1 minuto divulgado pelo governo de Goiás nas redes — Foto: Reprodução/YouTube

Em um vídeo divulgado em suas redes sociais no mês passado, o governo faz uma paródia do filme “Tropa de Elite” para destacar as ações da polícia neste ano. “Quando o governo deixa a polícia trabalhar, bandido tem que aprender a voar. Só que agora já está tarde para bater asa”, diz um dos trechos da peça publicitária.

Ainda sobre os dados, a SSP diz que, “ultrapassada a fase de sigilo das informações, as mesmas serão divulgadas”. O prazo para isso, no entanto, não é, em nenhum momento, informado.

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Menina de 6 anos que vive em hospital toca em cachorro pela primeira vez em Uberaba

Por Carol Rodrigues, G1 Triângulo e Alto Paranaíba

A foto de perfil no aplicativo de mensagens e chamadas de voz de Shirlene Fernandes, 46 anos, mudou. A nova imagem traz um Golden Retriever, de cinco anos, com o pelo amarelo dourado que só a raça tem. O olho do cachorro está cerrado. Sobre o focinho do canino, a mão de uma criança.

Os dedos são de Maria Nicole Fernandes da Silva, filha de Shirlene. Antes de ver Thor, mas um Thor sem martelo, a criança de seis anos nunca tinha visto, cara a cara, um cachorro. É que desde os sete meses de idade, a morada dela tornou-se o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM).

Maria Nicole nasceu sem apresentar nenhum problema, segundo a mãe. Revirar na cama, por exemplo, era uma tarefa típica de bebê executada por ela. Aos sete meses de idade ela foi internada no Hospital por causa de uma pneumonia grave. No entanto, três, quatro meses depois, a menina foi diagnostica com atrofia muscular espinhal, doença degenerativa e sem cura conhecida como AME.

A enfermidade explicava a perda de movimentos que a menina vinha apresentando. “Foram muitos exames até chegarmos nesse resultado”, pontuou a mãe. A pediatra Jussara Silva Lima explicou que, devido à atrofia, a menina não consegue movimentar da nuca para baixo, e comunica-se apenas por mimica facial discreta.

“Ela também não consegue respirar sozinha e precisa receber cuidados de higienização. A alimentação é por sonda, fixada por meio da gastrostomia. No entanto, ela consegue entender e aprender, além de chorar, emocionar-se e até ficar brava”, sublinhou Jussara.

Professora da Universidade na qual o Hospital está vinculado, a médica também é fundadora e coordenadora da Liga de Cuidados Paliativos em Pediatria da UFTM, organização que proporcionou o encontro entre o cão e a Maria Nicole por meio do Projeto Pata Amiga.

Missão

Há cerca de um ano, um grupo de estudantes do curso de Medicina da UFTM procurou as mães na enfermaria da ala pediátrica para expor algumas iniciativas, contou Shirlene. “A parte de trazer um cachorro para conhecer as crianças chamou, principalmente, minha atenção.”

Até ali, Maria Nicole só tinha visto um cão pela tela do tablete, enquanto assistia a desenhos. No entanto, dias atrás, a mãe recebeu uma ligação. “Shirlene, está tudo certo para sua filha conhecer o Thor no sábado”, disseram a ela, que ficou incrédula. “Como assim?”, perguntou a si mesma.

Passado o tempo de assimilação da ideia, era hora de transmitir a mensagem à Maria Nicole. “Olha, você vai poder passar a mãozinha nele”, explicava ela à filha.

Era cerca de 9h do último sábado (5). Fazia sol.

O cenário do encontro foi a área de descanso dos trabalhadores do complexo hospitalar. Composto por área verde, pequeno lago, quiosques e cozinha, a área de 400 m² fica no segundo andar da instituição.

A cama e o aparelho pelo qual a menina respira foram transferidos para lá. Maria Nicole usava roupa florida e óculos com lentes em formato de coração. Ao lado da menina, também em cima da cama, estava Thor.

“De repente, o cachorro está ali e ela pode tocar nele. Minha filha ficou simplesmente encantada, todo mundo viu a reação dela. Foi uma experiência única”, descreveu a mãe.

Para sentir o animal, foi preciso que outras mãos conduzissem as da menina. Jussara explicou que Maria Nicole possui sensibilidade, mas não dá para codificar o tanto.

Projeto Pata Amiga

“Essa ação foi pensada para proporcionar o encontro entre animais, principalmente cachorro, e crianças internadas no Hospital. Mas, para aprová-lo, passamos por um processo rigoroso, já que existem muitos cuidados a serem tomados, como não levar infecção para a instituição de saúde”, relembrou a fundadora da Liga de Cuidados Paliativos em Pediatria da UFTM.

Ela também explicou que há, no entanto, critérios de exclusão, “como crianças em pré-operatório, a fim de evitar que não aconteça nenhum problema na cirurgia.” De acordo com Jussara, Maria Nicole foi a primeira beneficiada com o projeto. E ela conta o por quê.

“Tentei ela porque o cognitivo dela é normal, apenas o corpo não acompanha a mente. Além disso, a vida da menina é muito limitada, e ela tem consciência disso. O que mais me angustia é que a Maria Nicole não consegue viver as sensações do dia a dia. Não consegue ter contato com animais, com a natureza”, justificou a pediatra.

Mariana dos Santos Teixeira, estudante do 6º período de Medicina da UFTM, integra a Liga coordenada por Jussara e relembra os empasses. “Quando a gente montou a Liga, nós colocamos várias atividades que gostaríamos de fazer com as crianças. Uma dessas foi a de levar um cão para dentro do Hospital, o que demorou para dar certo. Era preciso da autorização do Hospital e entrar em contato com o Corpo de Bombeiros”, resumiu a estudante.

O trabalho penoso continuou presente até na manhã daquele sábado. Profissionais de saúde de várias áreas foram acionados.

“Foi uma verdadeira mobilização para levar ela para a área de descanso. Uma grande tarefa formada por enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeuta, médico. Ficamos até com medo dela se assustar”, relatou a pediatra, pontuando que os pais da criança precisaram concordar com a ideia.

Para proporcionar o encontro, foi necessário o esforço de várias equipes — Foto: Shirlene Fernandes/Arquivo Pessoal

Para proporcionar o encontro, foi necessário o esforço de várias equipes — Foto: Shirlene Fernandes/Arquivo Pessoal

Para Mariana, “tanto a experiência da criança com cachorro quanto com a natureza foi um momento de êxtase para todo mundo”. A estudante também realçou que, além da expectativa de saber como a menina reagiria, havia, ainda, a expectativa do próprio grupo, de saber se a iniciativa daria certo.

“A doença tirou dela a oportunidade dela ver um cachorro. Mas quanto a nós, estudantes, o que podemos fazer por ela”, questionou.

 Estudante do 6º período de Medicina, Mariana dos Santos Teixeira auxiliou Maria Nicole a tocar em Thor — Foto: Shirlene Fernandes/Arquivo Pessoal

Estudante do 6º período de Medicina, Mariana dos Santos Teixeira auxiliou Maria Nicole a tocar em Thor — Foto: Shirlene Fernandes/Arquivo Pessoal

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O tenente Kaio César Damascena Silva informou que o Thor chegou ao canil do Corpo de Bombeiros em Uberaba ainda quando era filhote. Ele só foi escolhido para o encontro após passar por seleção, já que os cãos da corporação são treinados para atuar em outros tipo de ocorrências, como de pessoas desaparecidas ou perdidas.

“Nem todos os nossos animais conseguiriam, já que é preciso ser o extremo da docilidade. Aplicamos testes com eles em situações delicadas, como tirá-los do chão e simular alto barulho, para ver a reação deles”, aclarou.

A corporação conta, atualmente, com sete cachorros de raças como Golden Retriever, Labrador, Pastor Alemão e Pastor Belga Malinois, segundo o tenente.

Para garantir o êxito, o tenente contou que um major do Mato Grosso do Sul que já trabalha com a terapia assistida por cães veio até a corporação. “Ele passou para nós instruções de como proceder na visita à menina”, complementou Kaio.

Perguntado sobre o desempenho de Thor na missão, o tenente respondeu que o cão se comportou bem e que o resultado surpreendeu positivamente. “Para ela principalmente, fez muita diferença. Foi gratificante”, analisou.

Enquanto isso, Jussara disse que segredo da realização do primeiro encontro tem três ingredientes: persistência, resiliência e “ser chata”. “Bater na porta todo o dia para poder levar à frente”, enumerou, rindo.

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PM detém 20 pessoas e apreende helicópteros em fazenda de apoio a garimpo ilegal em RR

Por G1 RR — Boa Vista

Helicopteros apreendidos foram levados à Polícia Federal — Foto: Divulgação/PM

Helicopteros apreendidos foram levados à Polícia Federal — Foto: Divulgação/PM

A Polícia Militar informou neste domingo (13) que deteve 20 pessoas e apreendeu dois helicópteros em uma fazenda em Amajari, no interior de Roraima. O local era usado como acampamento e ponto de passagem para áreas de garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami.

De acordo com a PM, na fazenda que fica na vicinal Bom Jesus, na região do Trairão, zona rural de Amajari, foram apreendidas duas armas, combustíveis, munições, incluindo um estojo de fuzil, mais de R$ 10 mil, joias e pepitas de ouro.

Fazenda era usada como acampamento e local de partida para garimpo ilegal na reserva yanomami — Foto: Divulgação/Polícia Militar

Fazenda era usada como acampamento e local de partida para garimpo ilegal na reserva yanomami — Foto: Divulgação/Polícia Militar

A PM foi até o local na madrugada de sábado (12) após receber denúncia de crime ambiental. Entre os detidos, sete eram mulheres.

Ao chegarem à fazenda, os policiais da Companhia Independente de Policiamento Ambiental (Cipa) flagraram um helicóptero decolando e fizeram buscas no entorno. Eles encontraram uma mulher de 35 anos que disse ser responsável por levar combustível até a fazenda para que depois ele fosse transportado à Terra Indígena Yanomami.

Segundo a PM, a mulher disse que chegou à região na sexta (11) com cerca de 800 litros de combustível que foram embarcados na aeronave que decolou com destino a uma área de garimpo. Já na fazenda foram apreendidos o veículo em que a mulher estava, além de 73 carotes de 50 litros de gasolina e diesel.

Durante a ação, os agentes localizaram dois helicópteros e descobriram que outros dois haviam acabado de decolar. Um dos que foi apreendido foi encontrado com o uso de um drone. Ele estava há 300 metros do acampamento em uma região de floresta.

Já na sede da fazenda, os PMs detiveram as 20 pessoas, entre elas alguns funcionários do local. Lá eles também apreenderam geradores de energia e equipamentos usados para extração de minérios.

PM apreendeu dinheiro, arma, celulares e ouro com suspeitos — Foto: Divulgação/PM

PM apreendeu dinheiro, arma, celulares e ouro com suspeitos — Foto: Divulgação/PM

Entre os detidos, estava uma mulher de 57 anos que foi flagrada com várias joias e as pepitas de ouro. Ela confessou que o minério havia sido extraído em garimpos ilegais em Roraima e também no Suriname.

Outro detido foi um homem de 44 anos que informou ter sido contratado junto com outros quatro homens para construir banheiros e outros cômodos na fazenda que serve de base para garimpeiros.

Já maioria dos 20 detidos informaram que eram garimpeiros e estavam a caminho da Terra indígena Yanomami. Eles afirmaram que pagaram R$ 2 mil pelo traslado até a região de garimpo ilegal às margens do rio Uraricoera.

Os 20 detidos e os helicópteros foram retirados da região com apoio logístico do Exército. Tudo foi entregue na sede da Polícia Federal em Boa Vista para realização dos procedimentos cabíveis.

No início deste mês, uma operação desmontou 30 focos de garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Segundo a Funai, há cerca de 10 mil garimpeiros atuando ilegalmente na reserva. Já a Hutukara Associacao Yanomami fala em 25 mil invasores explorando a região.

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Confronto policial deixa seis mortos em Rio Preto

Por G1 Rio Preto e Araçatuba

Policiais apreenderam seis armas após confronto em Rio Preto — Foto: Divulgação/Polícia Militar

Policiais apreenderam seis armas após confronto em Rio Preto — Foto: Divulgação/Polícia Militar

Seis pessoas morreram durante um confronto policial no bairro Estância Alvorada, em São José do Rio Preto (SP), na noite de sábado (12).

Segundo as informações obtidas no boletim de ocorrência, policiais receberam uma denúncia anônima de que seis homens armados estariam se escondendo em uma casa do bairro para futuramente roubar caixas eletrônicos de agências bancárias da cidade.

A corporação foi ao local e onze policiais entraram na casa, que estava com o portão aberto. Logo que entraram, um dos suspeitos atirou nos policiais e o confronto começou.

Ainda segundo o B.O., seis suspeitos foram baleados e morreram. Um policial ficou ferido e foi levado para o Hospital de Base, onde foi medicado e liberado.

No local, os policiais aprenderam revólveres, pistolas e um fuzil, além de oito porções de maconha. O caso será investigado.

Policial Militar foi baleado durante confronto em Rio Preto — Foto: Divulgação/Polícia Militar

Policial Militar foi baleado durante confronto em Rio Preto — Foto: Divulgação/Polícia Militar

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Navio fantasma pode ter causado manchas de óleo que contaminaram praias do Nordeste

Por Fantástico

Como o petróleo venezuelano foi parar no mar? Teria vindo de um naufrágio? Vazado de um navio? Uma embarcação fantasma, sem localizador, seria a responsável pelo desastre que atingiu a costa nordestina? São hipóteses que a Marinha e cientistas brasileiros estão investigando para decifrar esse enigma.

Após 42 dias, a área atingida pelas manchas de petróleo continua aumentando. O que já sabemos sobre o que provoca esse desastre ambiental? Sabemos a origem.

Três testes confirmam que o petróleo vem da Venezuela. A identificação é precisa a nível molecular. Basta uma microgota. O equipamento separa e mede cada componente do óleo. O resultado é um gráfico, como se fosse o DNA do óleo. A Petrobras analisou 30 amostras e descobriu que o óleo cru foi misturado com produto refinado.

Mas onde esse petróleo vazou no mar? Um pesquisador do Inpe criou um modelo matemático que leva em consideração o ritmo de aparecimento das manchas no litoral e o comportamento das correntes marinhas dia a dia, e chegou a um ponto a 400 quilômetros da costa, entre o Recife e Maceió, bem no cruzamento de duas rotas marítimas importantes.

A Marinha agora concentra as investigações na área que avança 800 quilômetros pelo mar. A Marinha pode acompanhar todos os navios – sabendo rota, carga e velocidade – em tempo real.

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