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NUVEM DE TAGS

Moradores de Brumadinho fazem ato contra fim do auxílio emergencial da Vale

Por G1 Minas — Belo Horizonte

Moradores de Brumadinho, na Região Metropolitana, fazem um protesto nesta segunda-feira (2) na entrada da cidade. O motivo do ato é a restrição dos valores pagos pela Vale como auxílio emergencial anunciado na semana passada.

Durante este ano, moradores de Brumadinho e atingidos pela tragédia da Vale num raio de um quilômetro ao longo do Rio Paraopeba receberam o auxílio. Em acordo firmado na última semana, ficou definido que o auxílio continuará a ser pago de forma integral a moradores dos bairros do Córrego do Feijão, Parque da Cachoeira, Alberto Flores, Cantagalo, Pires e nas margens do Córrego Ferro-Carvão. Quem vive em outras áreas, mas participa de algum programa de apoio, também vai continuar recebendo o valor total do auxílio. Para as demais pessoas, o valor será reduzido em 50%

A medida gerou insatisfação dos demais atingidos que passam a não receber o auxílio integral a partir de janeiro.

Reivindicações

  • Os moradores pedem a manutenção do auxílio emergencial de 100% para toda população de Brumadinho sem distinção de localidade e sem data de término ou até reparação total do município;
  • Assessoria técnica nas comunidades;
  • Psicólogos e psiquiatras nas comunidades;
  • Transparência da Prefeitura com todo dinheiro investido em Brumadinho. Sejam repasse da Vale, governo estadual e federal;
  • Prestação de contas sobre o dinheiro das doações em contas bancária da prefeitura da época do rompimento da barragem;
  • Representação das comunidades atingidas em espaço de debate e negociação junto as instituições de Justiça e Vale;
  • Reunião com mineradoras para melhorias na comunidade do Tejuco.
  • Que a pauta dos agricultores seja atendida;
  • Indenização justa para os moradores da Ponte dos Almorremas e contra partida para comunidades.

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Rio Pinheiros tem mais sujeira entre pontes do Jaguaré e Ary Torres, diz governo de SP

Por Vivian Reis, G1 SP

O governo de São Paulo divulga nesta segunda-feira (2) o mapeamento do Rio Pinheiros com os trechos mais sujos. Segundo o governo, os trechos que vão demandar maior atenção estão entre as pontes do Jaguaré e Ary Torres, especialmente nas desembocaduras dos córregos Jaguaré e Pirajuçara.

São nesses pontos que o Pinheiros está mais raso por causa da poluição dos córregos e transporte de maior volume de sedimentos. Os trechos mais profundos são justamente aqueles mais afastados dos córregos.

O mapeamento do Rio Pinheiros vai permitir a identificação das áreas e córregos prioritários no projeto de despoluição da gestão de João Doria (PSDB).

A Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) foi a responsável pelo trabalho de batimetria, ou seja, a medição da profundidade do Rio Pinheiros para reconhecer aonde está mais raso, o que indica maior concentração de sujeira. A profundidade ao longo dos 25 km do curso d’água varia de 2 a apenas 1 metro.

Limpeza do fundo

A batimetria deve otimizar o serviço de desassoreamento, que é a remoção dos resíduos do fundo do rio e que já está em andamento desde meados deste ano.

“O desassoreamento vai dar capacidade ao rio, permitindo maior volume de água, que ele corra com maior velocidade e que dilua melhor a poluição”, explicou Marcos Penido, secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente.

Duas empresas realizam a 1ª etapa do desassoreamento – uma cuida do canal inferior do Pinheiros (entre o Cebolão e a Ponte Ary Torres) e a outra do canal superior (entre a Ponte Ary Torres e o reservatório Billings).

O prazo para conclusão da primeira fase do desassoreamento é de um ano, ao custo de aproximadamente R$ 30 milhões. Até meados de 2020, as empresas devem remover 500 mil m³ de sujeira, cerca de 15% dos resíduos que se acumulam no fundo do Rio Pinheiros.

“Até agora, as empresas retiraram cerca de 120 mil m³. Neste momento estamos buscando parceiros para fazer o desassoreamento complementar, que é tratar os sedimentos removidos”, disse o secretário Marcos Penido. “Há possibilidade de reaproveitar 80% do que é tirado do fundo do Rio Pinheiros: lava, trata e faz bloco de concreto ou areia para obras da construção civil, por exemplo”, continuou.

De acordo com a EMAE, a maior parte do que é removido do fundo do Rio Pinheiros é areia, mas o desassoreamento tem revelado pneus, bicicletas, eletrodomésticos, portas, camas e colchões.

Saneamento básico

Mapear e limpar o fundo do Rio Pinheiros é somente uma parte do ambicioso projeto de despoluição, que depende, sobretudo, do saneamento básico e da limpeza dos córregos que alimentam o curso do d’água.

Conforme o G1 antecipou em agosto, o projeto prevê a despoluição dos afluentes do Pinheiros em uma ação conjunta entre Sabesp, EMAE, Cetesb, Prefeitura de São Paulo e Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE).

De acordo com o Governo do Estado, enquanto a EMAE cuida do corpo do rio, a Sabesp está tratando dos afluentes, com a expansão da rede de esgoto na Bacia Hidrográfica do Rio Pinheiros, e a proposta de instalar ‘miniestações’ de tratamento diretamente junto aos córregos que atravessam áreas informais.

Ainda em agosto, Doria disse que conseguiu R$ 1,5 bilhão para o saneamento básico de que depende o projeto de despoluição e que o saneamento da bacia do Rio Pinheiros foi dividido em 14 lotes de licitações.

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Justiça condena DF e empresa de armas após PM ser atingido por ‘disparo acidental’

Sargento foi baleado na perna ao guardar revólver no coldre; arma ‘não possui condições para uso em serviço’, diz decisão. Cabe recurso.

Por Marília Marques, G1 DF

A 3ª Vara da Fazenda Pública condenou o Distrito Federal e a empresa Forjas Taurus a indenizar um policial militar em mais de R$ 200 mil após a arma que o sargento usava em serviço ter disparado e atingido, acidentalmente, a perna dele. A sentença foi divulgada nesta sexta-feira (29). Cabe recurso.

Na decisão, a juíza substituta Natacha Naves Cocota entendeu que houve danos materiais, morais e estéticos no caso ocorrido em maio de 2015. Segundo o processo, o revólver disparou quando o militar estava em serviço e descia do carro da corporação.

“Colocou sua arma no coldre e ouviu dois disparos simultâneos”, diz trecho do documento. A magistrada disse ainda que o revólver que causou o acidente “encontra-se sem condições de uso para o serviço policial militar”.

“Constato, pois, que (…) a arma de uso do autor apresentou falhas, o que pode ocasionar disparo acidental (…) vindo a lhe causar lesões irreversíveis.”

Leia trecho da decisão do TJ sobre responsabilidade do DF e empresa de armas — Foto: TJDFT/Reprodução

Leia trecho da decisão do TJ sobre responsabilidade do DF e empresa de armas — Foto: TJDFT/Reprodução

Na época, o policial foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional de Samambaia. No dia seguinte, foi transferido para a unidade de cirurgia vascular do Hospital de Base, onde permaneceu internado por uma semana.

A reportagem entrou em contato com o GDF e com a Taurus e aguardava um posicionamento das partes até a publicação desta reportagem.

O que dizem as partes

Nos autos, representantes do Distrito Federal afirmaram que o Estado “não tem responsabilidade pelo ocorrido” e afirmaram que o acidente pode ter decorrido da “má utilização da arma pelo autor, o que, por sua vez, caracterizaria culpa exclusiva da vítima”.

“Além disso, o réu [policial] afirma que inexistem provas dos danos materiais alegados, tão pouco do dano estético.”

A Taurus também alegou que os fatos decorreram de “culpa exclusiva do autor” e que “não houve falta de segurança da pistola”. De acordo com a empresa, os disparos ocorreramm por “condutas humanas” e que “todas as armas são testadas, sendo seguras e confiáveis”.

Já o policial autor da ação disse que, mesmo após quatro anos do ocorrido, segue em tratamento médico e faz sessões de fisioterapia para restabelecer os movimentos da perna. O sargento ingressou na carreira em 1992 e, à época, estava há 23 anos na corporação.

Segundo o Tribunal de Justiça, a arma foi periciada em inquérito policial militar, que constatou que o objeto “não possui condições para uso em serviço”.

Armas recolhidas

Em julho, a Polícia Militar mandou recolher 12,4 mil pistolas da empresa Taurus que estão em uso na corporação.

De acordo com o texto, as armas adquirida entre 2006 e 2011 “são inadequadas, nos aspectos de confiabilidade e segurança, para o serviço policial militar”. Uma inspeção em 172 equipamentos apontou defeitos em 100% do armamento analisado.

Entre as falhas percebidas, a PM citou “riscos de disparo acidental em caso de queda, disparo sem acionamento do gatilho e disparo ao acionar a trava de segurança”. Além disso, foram constatadas falhas no carregamento da pistola modelo 24/7 PRODS – mesmo modelo da usada pelo PM que moveu a ação. Além das PT 24/7 PRO e 24/7 PRO Tátical.

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Guarda Municipal é encontrado morto dentro de vala em estrada de SP

Por G1 Santos

O corpo de um guarda municipal foi encontrado dentro um vala em Itanhaém, no litoral de São Paulo, segundo informações confirmadas pela Polícia Civil ao G1 nesta segunda-feira (2). A vítima foi identificada como Alexsander Parolis Viti, de 40 anos. O autor do crime ainda não foi localizado.

Alexsander foi encontrado morto na Estrada da Cotia, no bairro Savoy, por um morador da região. A Polícia Civil foi acionada e compareceu ao local. A vítima só foi identificada por meio das impressões digitais, de acordo com informações divulgadas pelos investigadores.

Segundo a equipe de investigação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itanhaém, que investiga o caso, a família estava tão preocupada que já iria registrar boletim de desaparecimento quando foi avisada do ocorrido.

A Polícia Civil afirma que imagens de câmeras de monitoramento já foram coletadas e estão sendo avaliadas para localizar o autor do crime. De acordo com a equipe investigativa, há indícios de crime cometido por vingança.

A declaração de óbito aponta que Alexsander morreu por hemorragia intracraniana e traumatismo cranioencefálico. Ele deixou três filhos, um menino de 17 anos e duas meninas, de 13 e 14 anos.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que testemunhas foram ouvidas e diligências seguem para identificar e prender o autor do crime.

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Brasileira ganha ouro em olimpíada de matemática: ‘Na hora, não caiu a minha ficha’

Por Larissa Caetano*, G1 Rio

Aos 15 anos, Adrieny Monteiro dos Santos Teixeira é a primeira mulher a ganhar uma medalha de ouro em uma das maiores olimpíadas de matemática do mundo, que aconteceu na China, a World Mathematics Team Championship, (WMTC ). A adolescente é estudante do 9º ano do ensino fundamental do Colégio Pedro II, no Centro do Rio de Janeiro.

Além do Brasil, também participaram delegações de escolas públicas e particulares da Austrália, Filipinas, Malásia, Bulgária e China. O evento aconteceu entre os dias 21 e 25 de novembro, e contou com a participação de 164 estudantes mais 11 estados brasileiros.

A estudante do Pedro II mostra a medalha de ouro da olimpíada internacional de matemática  — Foto: Reprodução/Acervo pessoal

A estudante do Pedro II mostra a medalha de ouro da olimpíada internacional de matemática — Foto: Reprodução/Acervo pessoal

Em entrevista ao G1, Adrieny contou que demorou para se dar conta da importância do prêmio.

“Na hora, não caiu a minha ficha. Quando eu cheguei no Rio de janeiro, no Brasil, eu vi as mães, os pais e foi uma sensação muito boa, incrível. Eu fiquei muito feliz em representar o sexo feminino. Foi a primeira vez do Brasil na olimpíada”, disse Adrieny.

A estudante, que hoje ainda não acredita na conquista da medalha de ouro, contou sobre as dificuldades que enfrentou para chegar tão longe.

Moradora de Vicente de Carvalho, na Zona Norte da cidade, Adrieny começou a estudar no colégio federal há quatro anos. Todos os dias, ela acorda às 4h para poder chegar ao colégio às 7h. A adolescente contou que estudar engenharia é um de seus planos.

Amor pelo colégio

Sorridente, Adrieny considera que a mudança de colégio foi crucial para chegar à premiação.

“Antes do Pedro II, eu estudava em colégio municipal e senti muita diferença. No município, pelo o que eu me lembro, são seis matérias, sete. Aqui é quase o dobro, tem francês, música e artes visuais”, disse a jovem.

Mesmo ganhando a medalha, a aluna disse que a paixão por matemática só começou no Pedro II.

“Achava a matemática chata, um pouco complicada, muitos números. Mas, entrando no Pedro II tive professores maravilhosos. Matemática não é um bicho de sete cabeças, é legal”, brincou a jovem.

Dificuldades para viajar

A estudante embarcou para a disputa na China na companhia de outros 17 alunos do Pedro II. O convite para participar da disputa chegou após o grupo ser premiado com ouro na Olimpíada de Matemática Sem Fronteiras, realizada no Brasil.

Adrieny Monteiro foi a primeira menina a ganhar medalha de ouro na competição internacional  — Foto: Reprodução/Acervo pessoal

Adrieny Monteiro foi a primeira menina a ganhar medalha de ouro na competição internacional — Foto: Reprodução/Acervo pessoal

Para custear a viagem até a China, responsáveis, professores e os próprios estudantes montaram uma força tarefa: deram aulas particulares para outros colegas e venderam doces para arrecadar o dinheiro.

Os estudantes também fizeram uma rifa de uma camisa da seleção de vôlei para conseguir recursos e tornar a viagem possível. O Colégio Pedro II também conseguiu verba para a viagem com o Ministério da Educação.

“A gente conseguiu se organizar durante um tempo, com esse dinheiro, e mais tarde também surgiu a verba do colégio para nos levar para a olimpíada. Com esse dinheiro, pudemos levar mais um integrante e mais uma professora”, explicou Adrieny.

Adrieny contou que a prova, totalmente em inglês, exigiu tanto conhecimento em matemática quanto na língua estrangeira. Ela competiu na categoria avançada, voltada para alunos de 15 a 20 anos.

Para os alunos, o idioma foi mais um desafio. Além dela, outros 10 alunos do Pedro II também ganharam medalhas. A professora de inglês Marissol Rodrigues lembrou que todos os alunos que foram até o país sempre se esforçaram nas aulas.

“Eles são alunos com desempenho acadêmico muito bom, são muito comprometidos. Eles estavam super focados. Nas edições anteriores, só asiáticos ganharam a olimpíada. Ficamos impactados”, disse a professora.

Medalha de ouro

Sem esquecer dos outros colegas medalhistas de prata e bronze, a estudante ressaltou a importância de trazer a premiação para o Brasil.

“Foi uma sensação emocionante porque a gente trouxe medalha para o Brasil, para o Pedro II. Inclusive, o colégio se destacou nessa olimpíada. Foi muito gratificante ver o time todo trazendo a premiação”, destacou.

A mãe da adolescente, Janaina Monteiro, disse que a filha é muito focada e empenhada nos estudos.

“Sempre foi muito estudiosa, esforçada e dedicada nos estudos. Ela busca as oportunidades, projetos, desafios para se aprimorar, assim como os colegas. Desde novinha ela já tinha o entendimento da importância do estudo na vida dela”, contou a mãe.

Aluna conheceu pontos turísticos da China  — Foto: Reprodução/Acervo pessoal

Aluna conheceu pontos turísticos da China — Foto: Reprodução/Acervo pessoal

* Estagiária, sob a supervisão de Káthia Mello.

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Família de Gugu Liberato chega para encerrar velório e companheira chora sobre corpo: ‘Por que você foi para lá?’

Por Bárbara Muniz Vieira, Glauco Araújo, Laís Modelli, Marília Neves e Marina Pinhoni, G1 SP

família de Gugu Liberato chegou às 8h38 desta sexta-feira (29) na Assembleia Legislativa de São Paulo, no Ibirapuera, Zona Sul da capital, para acompanhar os momentos finais do velório e seguir no cortejo para o cemitério.

Ao sair da van que trouxe a família, a companheira de Gugu, Rose Di Matteo, fez um sinal de coração com as mãos para os fãs que aplaudiam os parentes do apresentador na entrada da Alesp.

Ao chegar ao caixão de Gugu, Rose se emocionou e lembrou o acidente fatal do apresentador.

“Por que você foi para lá? O que você tinha que fazer lá? Estava tudo certo para a gente voltar, estava tudo bem”, diz companheira de Gugu, emocionada, debruçada sobre o corpo do apresentador.

Maria do Céu, mãe de Gugu, chegou de cadeira de rodas no salão, mas foi caminhando com ajuda de uma bengala até o caixão. Ela estava muito emocionada, chorou e rezou com a mão em cima do corpo. A cena emocionou todos os presentes. Depois, ela foi abraçada por uma das gêmeas, pela nora e se sentou entre as duas.

O padre Osmar Alves vai fazer uma oração com a família de Gugu. Após a cerimônia religiosa o caixão com o corpo do artista seguirá em cortejo em cima do caminhão do Corpo de Bombeiros para o Cemitério Gethsêmani, no Morumbi, também na região sul da cidade. onde será enterrado. Lá, o pároco também fará uma oração.

“Nossa história não termina por aqui. Essa felicidade seguira para a eternidade. Certamente ficara essa saudade para sempre”, disse o padre Osmar, que é da paróquia São José Operário, em Osasco, na Grande São Paulo.

Antes de o corpo ser levado para o cemitério, estava prevista uma missa privada aos amigos e familiares do apresentador na Alesp. A expectativa é de que o caixão chegue ao cemitério até as 11h30, após o cortejo.

O velório de Gugu começou na manhã de quinta-feira (28) na Alesp e seguiu até as 10h desta sexta.

  • Às 9h a fila de fãs foi encerrada. As pessoas que não conseguiram entrar poderão acompanhar a saída do corpo a partir da Avenida Pedro Álvares Cabral, ao lado da Assembleia. Uma multidão esperou 3h na fila para ver o corpo.
  • O corpo seguirá em carro aberto do Corpo de Bombeiros, seguido por uma carreata de taxistas e familiares.
  • Ratinho, Sérgio Mallandro e Leão Lobo foram ao velório na madrugada

Gugu será sepultado no jazigo da família. No Cemitério Gethsêmani já estão enterrados os corpos de famosos, como a apresentadora Hebe Camargo e o cantor Jair Rodrigues. Assim como o velório, o enterro será aberto ao público. Entretanto, a família terá uma área reservada.

Corpo de Gugu Liberato seguirá da Alesp para o cemitério Gethsêmani

Corpo de Gugu Liberato seguirá da Alesp para o cemitério Gethsêmani

Cerca de 300 taxistas devem acompanhar o cortejo para homenagear o apresentador, segundo o sindicato da categoria. Um dos quadros famosos do programa apresentador foi o “Táxi do Gugu”, em que ele se disfarçava de taxista e conversava com passageiros.

Parentes e amigos foram à Alesp

Parentes e amigos participaram da cerimônia que aconteceu nesta quarta (28) na Alesp. Entre as celebridades que prestaram homenagens à Gugu estavam Sabrina Sato, Luiza Ambiel, Luciano Camargo, Roberta Miranda, Renata Banhara, Tom Cavalcante, Rodrigo Faro, Celso Portiolli, Simony, Mara Maravilha, Luciana Gimenez.

Milhares de fãs também participaram do velório e esperaram horas para dar o último adeus ao apresentador.

No início da manhã desta sexta-feira (29), a fila era pequena e a movimentação, tranquila. Uma grande quantidade de coroas de flores foi enviada por amigos de Gugu.

Local onde corpo de Gugu será sepultado no Cemitério Gethsêmani — Foto: TV Globo/Reprodução

Local onde corpo de Gugu será sepultado no Cemitério Gethsêmani — Foto: TV Globo/Reprodução


Na quinta-feira, no início da tarde, a fila chegou a ter 1.500 pessoas à espera para ver o caixão, que foi deixado aberto. O público cantou a música ‘Pintinho Amarelinho’ em homenagem a Gugu.

família do apresentador manteve a discrição e recebeu os famosos. A companheira de Gugu, Rose Miriam Di Matteo, estava muito fragilizada e teve de ser amparada por familiares e amigos durante a cerimônia.

Também compareceram ao velório a mãe de Gugu, Maria do Céu Moraes, de 90 anos, de cadeira de rodas, e os filhos do apresentador João Augusto Liberato, 18 anos e as gêmeas Sofia e Marina Liberato, 15 anos.

Morte após acidente doméstico

O apresentador Gugu Liberato morreu na sexta-feira (22) após sofrer um acidente doméstico em sua casa em Orlando, nos Estados Unidos. Gugu tinha 60 anos e era pai de três filhos que teve com a médica Rose Miriam di Matteo.


Para atender a um desejo do apresentador, a família autorizou a doação de seus órgãos. A cirurgia durou cerca de 6 horas e foi concluída na manhã deste domingo (24). Segundo a família, 50 pessoas devem ser beneficiadas pelas doações de órgãos.

corpo do apresentador chegou ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, na manhã desta quinta-feira (28).

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Polícia do RJ retoma investigações sobre patrimônio de acusado de matar Marielle após decisão do STF

Por Henrique Coelho, G1 Rio

A Polícia Civil do Rio vai retomar as investigações sobre o patrimônio de Ronnie Lessa, policial militar reformado acusado de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, em março de 2018.

A informação é da diretora do Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro, delegada Patrícia Alemany.

Um relatório do então Coaf apontou, sete meses depois do atentado, que Ronnie depositou R$ 100 mil na própria conta (leia mais abaixo).

Em relação ao caso Marielle, delegados ouvidos pelo G1 acreditam que a retomada da investigação é importante para ajudar a identificar se houve um mandante do crime.

A Delegacia de Homicídios da Capital, responsável pela prisão de Lessa e Queiroz, investiga se o crime foi encomendado.

Plenário derrota Toffoli

A reabertura deverá ocorrer junto com outras 146 investigações que estavam suspensas no departamento da polícia fluminense desde julho.

Na ocasião, o ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, decidiu interromper temporariamente inquéritos que tinham como base relatórios de inteligência financeira não autorizados pela Justiça.

Nesta quinta-feira (28), porém, o plenário do STF decidiu, por 9 votos a 2, autorizar o compartilhamento pela Receita Federal, sem necessidade de autorização judicial, de informações bancárias e fiscais sigilosas com o Ministério Público e as polícias. São informações que incluem extratos bancários e declarações de Imposto de Renda de contribuintes investigados.

Prisão de Lessa

O PM reformado Ronnie Lessa foi preso no dia 12 de março no condomínio de luxo onde morava, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio – o mesmo onde o presidente Jair Bolsonaro e seu filho Carlos têm casas.

A Polícia Civil afirma que Ronnie é o autor dos disparos contra Marielle — que também mataram Anderson. No mesmo dia foi preso Elcio Queiroz, apontado como o motorista do carro que perseguiu a vereadora.

Os investigadores chegaram à dupla após uma análise de dados, como registros de antenas de celular e de câmeras de trânsito.

Segundo as investigações, Ronnie e Elcio saíram do Vivendas da Barra por volta das 17h30 do 14 de março de 2018 e foram para o Quebra-Mar — de lá, seguiram para a Lapa, onde Marielle participaria de um seminário. Ela foi morta minutos depois de deixar a Casa das Pretas.

Relatório do Coaf

O antigo Coaf também investigou Ronnie. Um relatório apontou um depósito de R$ 100 mil na conta do suspeito, feito pelo próprio PM reformado, na boca do caixa.

O depósito foi feito no dia 9 de outubro de 2018 — sete meses depois do crime — numa agência do Itaú também na Barra.

PM Ronnie Lessa no caixa do banco  — Foto: Reprodução/ TV Globo

PM Ronnie Lessa no caixa do banco — Foto: Reprodução/ TV Globo

O Ministério Público citou esse relatório em um pedido de bloqueio dos bens de Ronnie e de Elcio.

Entre os bens visados, estavam uma lancha apreendida em Angra dos Reis em nome de uma pessoa que seria “laranja” de Ronnie, os automóveis do PM reformado (um deles, um Infinity avaliado em R$ 150 mil) e a casa dele, localizada em um “condomínio luxuoso na Barra da Tijuca”.

Tudo isso, segundo o Ministério Público, seria incompatível com a renda de um policial militar reformado.

O advogado de defesa de Ronnie, Fernando Santana, disse em setembro saber de uma investigação contra o cliente envolvendo lavagem de dinheiro.

No entanto, segundo ele, na época não houve intimação para depoimentos. Santana afirmou, ainda, que a defesa está preparada para provar que não houve o crime.

Ronnie Lessa, suspeito de matar Marielle Franco e Anderson Gomes — Foto: Reprodução/JN

Ronnie Lessa, suspeito de matar Marielle Franco e Anderson Gomes — Foto: Reprodução/JN

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PF cumpre mandados de busca em escritórios de advocacia do ex-presidente do STJ Asfor Rocha

Por Bruno Tavares e Tahiane Stochero, TV Globo e G1 SP

A Polícia Federal cumpre na manhã desta sexta-feira (29) mandados de busca e apreensão nos escritórios de advocacia do ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Cesar Asfor Rocha e do filho dele em São Paulo e em Brasília. As buscas e apreensões de materiais foram acompanhadas por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), conforme determina a lei.

As buscas foram determinadas pela 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo e integram uma nova fase da Operação Appius, que apura crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. No início de novembro, a PF cumpriu buscas na casa de Asfor Rocha em Fortaleza, no Ceará.

TV Globo e o G1 questionaram a assessoria de imprensa do ex-presidente do STJ Asfor Rocha várias vezes por ligações telefônicas e mensagens por aplicativo de texto entre as 8h30 e 9h23 desta sexta-feira sobre o caso e aguardam retorno. Até o momento, eles não se pronunciaram. A investigação corre em segredo de justiça.

O Ministério Público Federal (MPF) informou que as buscas nos escritórios de Asfor Rocha nesta sexta se justificam agora “porque a investigação é voltada à apuração de indícios de cometimento de crime pela própria pessoa do advogado responsável pelo escritório alvo”. Segundo o MPF, nas buscas feitas na casa do ex-presidente do STJ em novembro, não foram encontrados computadores, o que foi caracterizado “uma circunstância atípica” e que “denotação de possíveis ações de ocultação de elementos relevantes à apuração”.

O inquérito policial da Operação Appius teve origem a partir de informações obtidas em uma colaboração premiada do ex-ministro Antonio Palocci Filho e investiga o pagamento de propina por parte de uma empreiteira a agentes públicos para anular a Operação Castelo de Areia, realizada em 2009.

A Operação Castelo de Areia foi deflagrada em 2009 pela PF e pelo Ministério Público Federal (MPF) e apurava os crimes de fraude à licitação, corrupção, lavagem de dinheiro, entre outros, praticados por representantes de uma empreiteira e políticos para obtenção de contratos públicos. Em 2011, a operação foi anulada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Em 7 de novembro, quando a PF realizou buscas na casa de Cesar Asfor Rocha, a assessoria dele disse que “o ex-ministro Antonio Palocci dissemina mentiras com base no que diz ter ouvido falar e que, por falta de consistência e de provas, essa mesma delação foi recusada pelo Ministério Público Federal”

A assessoria também disse que, “além de ações cíveis por danos causados à sua imagem e a do escritório, o ex-ministro Cesar Asfor Rocha vai registrar notícia crime na Procuradoria Geral da República e mover ação penal contra Palocci, a quem se refere como delinquente”.

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Governo edita MP para conceder auxílio a pescadores de municípios atingidos por óleo

Por G1 — Brasília

O governo editou nesta sexta-feira (29) uma Medida Provisória (MP) para garantir auxílio emergencial para pescadores profissionais artesanais que atuem nos municípios afetados pelas manchas de óleo. A MP foi publicada nesta sexta no “Diário Oficial da União”.

O auxílio emergencial é no valor de R$ 1.996,00 e o pagamento será feito em duas parcelas iguais a municípios relacionados no site do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) até esta sexta-feira.

De acordo com o texto publicado, o dinheiro poderá ser sacado em até 90 dias a partir da data de disponibilização do crédito ao beneficiário.

Nesta quinta-feira (28), o Ibama informou que o número de localidades atingidas já soma mais de 800 pontos em todos os nove estados do Nordeste, além do Espírito Santo e Rio de Janeiro. Os dados são do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e foram divulgados nesta quinta-feira (28). As primeiras manchas de óleo surgiram no dia 30 de agosto, em praias da Paraíba.

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Dólar opera em queda e volta a ficar abaixo de R$ 4,20

Por G1

O dólar opera em queda nesta sexta-feira (29), dando continuidade ao movimento da véspera, e volta a ficar abaixo de R$ 4,20.

Às 9h05, a moeda norte-americana tinha queda de 0,47%, a R$ 4,1953. Veja mais cotações

Na véspera, o dólar fechou em queda de 1%, vendido a R$ 4,2158 – um pequeno alívio na cotação após três recordes de alta seguidos. No entanto, no mês ainda há alta acumulada de 5,14%. No ano, o avanço é de 8,82%.Variação do dólar em 2019Diferença entre o dólar turismo e o comercial, considerando valor de fechamento.

BC muda estratégia de atuação

A disparada da moeda nesta semana foi desencadeada por comentários do ministro da Economia, Paulo Guedes, que afirmou que a alta do dólar pode permanecer por algum tempo. Depois da fala do ministro, os mercados começaram a forçar o patamar da moeda, em busca de sinais dos limites de intervenção do Banco Central. O BC respondeu, promovendo leilões extraordinários para atenuar os problemas de liquidez.

Entre terça e quarta, o BC realizou três ofertas líquidas de dólar à vista, informando as operações no decorrer do pregão. Mas ao final da quarta-feira, o BC anunciou estratégia diferente ao anunciar oferta líquida de até US$ 1 bilhão em moeda à vista para o pregão desta quinta-feira, em tentativa de melhorar a previsibilidade ao mercado e ajudar a acalmar a cotação do dólar.

Com os quatro leilões realizados desde terça-feira, o BC “demonstrou que está preocupado com o nível e a dinâmica do câmbio”, disse ao Valor Online Roberto Campos, sócio e gestor da Absolute Investimentos. “Até agora conseguiu equilibrar o jogo, mas também não veio com um volume muito grande para tentar segurá-lo.

Ele avalia que o risco dessa estratégia, caso prolongada, é de ameaçar o corte de 0,50 ponto porcentual da taxa básica de juros (Selic), esperada para dezembro.

O que explica a alta recente

A alta do dólar tem como pano de fundo também a preocupação com a desaceleração da economia mundial e as incertezas em torno das negociações comerciais entre a China e os Estados Unidos para colocar fim à guerra comercial que se arrasta desde o começo de 2018.

Preocupações com o movimento de saída de dólares do país, que enfraquece o câmbio, também contribuem para a desvalorização do real.

Além disso, também influenciam a maior tensão social em diversos países na América Latina, além do corte dos juros no Brasil, o que também contribui para manter afastado um fluxo maior de capital externo para o mercado brasileiro.

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