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Motorista de aplicativo morre atingida por bala perdida em Guadalupe, Zona Norte do Rio

Por TV Globo

Uma motorista de aplicativo morreu ao ser atingida por uma bala perdida na tarde de sábado (19) em Guadalupe, na Zona Norte do Rio. Caso aconteceu na Estrada do Camboatá, mesmo local onde o músico Evaldo Rosa morreu ao ter o carro alvejado por 80 tiros em abril de 2019.

Danúbia Lima dos Santos Batista, de 38 anos, transportava duas passageiras, quando começou o tiroteio. Segundo informações da família, o enterro dela está marcado para a terça-feira (22), às 10h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap.

Motorista de aplicativo morreu atingida por bala perdida em Guadalupe — Foto: Reprodução

Motorista de aplicativo morreu atingida por bala perdida em Guadalupe — Foto: Reprodução

Investigação

O delegado Rodrigo Brand informou que as passageiras irão prestar depoimento na sede da Delegacia de Homicídios (DH).

Ainda de acordo com o delegado, dois suspeitos foram presos no confronto, Um deles foi levado para a 35ª DP (Campo Grande). O segundo estava ferido e foi socorrido para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, na Zona Norte. Um terceiro suspeito conseguiu fugir para o interior da Favela do Muquiço, perto do local.

A Polícia Militar informou neste domingo (20) que policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda) estavam em patrulhamento na Estrada do Camboatá e identificaram um roubo de veículo. Houve confronto no local com os criminosos.

Um revólver calibre 38 foi apreendido na ação. A motorista do carro chegou a ser levada para o Hospital Estadual Carlos Chagas, mas não resistiu ao ferimento.

Evaldo Rosa era músico e morreu após ter carro fuzilado — Foto: Reprodução/Facebook

Evaldo Rosa era músico e morreu após ter carro fuzilado — Foto: Reprodução/Facebook

Carro fuzilado por militares

O carro do músico Evaldo dos Santos Rosa foi alvejado por um grupamento militar por mais de 80 tiros em abril de 2019. Evaldo morreu no fuzilamento, mas familiares dele que também estavam no veículo conseguiram escapar. O delegado responsável pelo caso afirmou que “tudo indica” que os militares confundiram o carro do músico com o de assaltantes.

O caso ocorreu em Guadalupe, na Zona Norte do Rio, em 7 de abril. Na ocasião, o sogro de Evaldo foi baleado nos glúteos, mas a viúva do músico, o filho de 7 anos e uma amiga do casal não se feriram.

O catador de materiais recicláveis, que passava no local e tentou ajudar a família, também foi atingido e morreu dias depois.

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‘Sonhou esta noite que estava caindo, acordou assustada’, disse o pai da menina que sofreu queda de 25 metros em BH

Por Thais Pimentel, G1 Minas — Belo Horizonte

Clara Pereira, de 10 anos, sobreviveu a uma queda do 9º andar de um prédio em Belo Horizonte — Foto: Wallace Paes/Arquivo pessoal

Clara Pereira, de 10 anos, sobreviveu a uma queda do 9º andar de um prédio em Belo Horizonte — Foto: Wallace Paes/Arquivo pessoal

Clara Pereira, de dez anos, não se lembra de como caiu do 9º andar de um prédio no bairro Heliópolis, na Região Norte, em Belo Horizonte, há uma semana. “Ela está nos perguntando todos os dias como foi e de onde”, disse o pai dela, Wallace Paes.

A criança passava o feriado no apartamento de um casal de primos. No início da madrugada, ela foi encontrada caída dentro da área privativa do 1º andar do edifício, após bater em telhas.

A menina quebrou a perna e o braço esquerdos, e teve ainda uma fratura no rosto, do mesmo lado. Ela foi submetida a duas cirurgias no domingo mesmo, a última para reconstruir o braço e o queixo. Este procedimento durou cerca de 12 horas.

Pai de menina que caiu do 9º andar de um prédio em BH recebe familiares no hospital — Foto: Reprodução/TV Globo

Pai de menina que caiu do 9º andar de um prédio em BH recebe familiares no hospital — Foto: Reprodução/TV Globo

“Sonhou está noite que estava caindo. Acordou assustada e chorando”, disse Wallace.

Ela segue respirando por aparelhos e sente dores por causa das fraturas. Mas o quadro clínico dela segue evoluindo bem. “Foi uma milagre mesmo”, falou o pai.

Há a suspeita de que a menina teve um episódio de sonambulismo. A Polícia Civil instaurou investigação para apurar o fato. O laudo deve ficar pronto em menos de 30 dias.

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Assalto em Viracopos: PF divulga lista com fuzis, arma de guerra e munições apreendidos em fundo falso de caminhão e residências de reféns

Por G1 Campinas e Região

Malotes de dinheiro e armas apreendidas pela Polícia Militar em um caminhão de lixo utilizado pelos criminosos que assaltaram Viracopos nesta quinta (17) — Foto: Polícia Militar/Baep/Divulgação

Malotes de dinheiro e armas apreendidas pela Polícia Militar em um caminhão de lixo utilizado pelos criminosos que assaltaram Viracopos nesta quinta (17) — Foto: Polícia Militar/Baep/Divulgação

A Polícia Federal divulgou nesta sexta-feira (18) a lista de nove armas de fogo – entre elas três fuzis -, munições e outros materiais apreendidos que estavam de posse da quadrilha de cerca de 20 pessoas envolvida no assalto ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Ao todo, três suspeitos morreram e cinco pessoas ficaram feridas.

Criminosos invadiram o terminal de cargas nesta quinta (17), queimaram caminhões na rodovia e fizeram reféns, entre eles um bebê, no residencial Campina Verde, região do bairro Vida Nova. Para isso, estavam fortemente armados.

A Polícia Federal de Campinas já ouviu cerca de 30 pessoas no primeiro dia de investigações e ainda não deu detalhes de como agia a quadrilha e do envolvimento dela em outros crimes. Nenhum suspeito foi preso até agora. Os dois malotes de dinheiro roubados foram recuperados.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) disse que pedirá à concessionária responsável por administrar o aeroporto informações sobre a segurança do local. Na manhã desta sexta, o movimento no aeroporto de Viracopos era tranquilo,

Fundo falso do caminhão de lixo

O caminhão de lixo, preparado para ser usado pelos ladrões após deixarem o aeroporto com dois malotes de dinheiro que embarcariam para Londres, tinha um fundo falso.

Caminhão de lixo usado pelos criminosos na fuga após o assalto em Viracopos, em Campinas. — Foto: Reprodução/EPTV

Caminhão de lixo usado pelos criminosos na fuga após o assalto em Viracopos, em Campinas. — Foto: Reprodução/EPTV

Dentro do espaço havia um total de seis armas de fogo, sendo três fuzis, uma espingarda e duas pistolas. Também havia uma faca. Veja a lista completa abaixo:

  • 1 capacete balístico;
  • 2 fuzis AK 47 com 4 carregadores de munição calibre 7.62 x 39mm;
  • 1 fuzil, calibre 5.56 x 45mm, com mira red dot e 2 carregadores com um total de 24 munições;
  • 1 (uma) pistola Glock, mod. 22, calibre .40 mm com 01 carregador com 13 munições;
  • 1 rifle artesanal calibre .50, com mira telescópica;
  • 7 munições de calibre .50;
  • 110 munições de calibre .308 Winchester;
  • 1 munição de calibre 5.56x45mm;
  • 5 carregadores de munição calibre .308 Winchester;
  • 1 (uma) pistola Glock, mod. 22, calibre .40 mm com 1 carregador com 15 munições;
  • 108 munições de calibre 7.62x39mm;
  • 17 munições de calibre .40mm;
  • 1 carregador de munição calibre .40;
  • 1 faca com acabamento inoxidado;
  • 15 estojos de munição 5.56x45mm;
  • 1 estojo de munição .308 Winchester;
  • 2 malotes numerários lacrados com os lacres originais;
  • 1 rádio;
  • 1 mochila com roupas;
  • 1 celular com chip;
Veículo utilizado pelos criminosos no assalto a Viracopos é levado até a sede da Polícia Federal em Campinas (SP) — Foto: Marcello Carvalho/G1 Campinas

Veículo utilizado pelos criminosos no assalto a Viracopos é levado até a sede da Polícia Federal em Campinas (SP) — Foto: Marcello Carvalho/G1 Campinas

Bairro onde criminosos fizeram reféns

Policiais aprenderam duas pistolas, um revólver e muita munição na região do Vida Nova, nas duas residências usadas na fuga dos ladrões. Veja lista abaixo.

Em uma delas, um serralheiro fazia um trabalho no portão e foi rendido pelos criminosos. Dois membros da quadrilha entraram na residência em que ele trabalhava e acabaram sendo mortos pela Polícia Militar. O serralheiro chegou a ser levado como refém no caminhão da serralheria e foi deixado em um cemitério sem ferimentos.

Sniper, atirador de elite, que disparou contra homem que fez reféns; ele faz parte da quadrilha que assaltou aeroporto de Viracopos. — Foto: Reprodução/EPTV

Sniper, atirador de elite, que disparou contra homem que fez reféns; ele faz parte da quadrilha que assaltou aeroporto de Viracopos. — Foto: Reprodução/EPTV

Na outra residência, um criminoso invadiu e fez, por duas horas, mãe e bebê reféns. O sequestrador foi morto por um disparo feito por sniper, atirador de elite.

  • 1 pistola Glock, mod 22, calibre .40mm com 1 carregador com 13 munições;
  • 1 Revolver Taurus, calibre .38mm, com 6 cartuchos, sendo 1 deflagrado;
  • 26 munições de calibre .50mm;
  • 9 carregadores de munição, calibre 7.62x39mm;
  • 1 carregador de munição, calibre 5.56x45mm;
  • 2 coldres de perna com cintos;
  • 1 colete preto com zíper;
  • 4 estojos de munição, calibre .40mm;
  • 3 estojos de munição, calibre 5.56x45mm;
  • 280 cartuchos de munição, calibre 7.62x39mm;
  • 1 cartucho de munição, calibre 5.56x45mm;
  • 1 par de joelheiras;
  • 2 pares de luvas táticas;
  • 1 camisa manga longa preta
  • 1 parte anterior do colete balístico preto;
  • 2 calças;
  • 1 par de joelheiras;
  • 1 par de botas;
  • 1 pistola five seven, calibre 5.27×28 com 1 carregador com 12 munições.
Como foi o assalto em Viracopos — Foto: Betta Jaworski/G1

Como foi o assalto em Viracopos — Foto: Betta Jaworski/G1

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Empresas têm dificuldade para achar profissionais qualificados, mas não contratam pessoas com mais de 50, diz pesquisa

Por Marta Cavallini, G1

Pesquisa da Robert Half, empresa de recrutamento e seleção de cargos de média e alta gerência, mostra que quase 60% dos recrutadores têm enfrentado algum nível de dificuldade para encontrar profissionais qualificados. Destes, 46% avaliam a tarefa como difícil e 13% a classificam como muito difícil. E, nos próximos seis meses, 69% dos entrevistados acham que a situação estará igual.

A pesquisa, que traz um recorte com perguntas sugeridas pelo G1, mostra ainda que 69% dos entrevistados não contrataram profissionais com mais de 50 anos em 2019. O principal fator são os altos salários.

A pesquisa foi realizada entre 2 de julho e 2 de agosto.

Os dados fazem parte da 9ª edição do Índice de Confiança Robert Half, estudo trimestral que mapeia o sentimento dos profissionais qualificados com relação ao mercado de trabalho atual e futuro.

Veja abaixo os resultados da pesquisa:

Contratar profissionais qualificados hoje está:

  • Difícil: 46%
  • Normal: 20%
  • Muito difícil: 13%
  • Fácil: 17%
  • Muito fácil: 4%

Nos próximos 6 meses, você acredita que contratar profissionais qualificados estará:

  • Igual: 69%
  • Um pouco mais difícil: 18%
  • Um pouco mais fácil: 7%
  • Muito mais difícil: 4%
  • Muito mais fácil: 2%

Quais são as três habilidades mais observadas ao recrutar para funções plenas e sêniores?

  • Trabalho em equipe/relacionamento interpessoal: 50%
  • Experiência: 48%
  • Pró-atividade: 40%
  • Boa comunicação: 32%
  • Olhar estratégico: 32%
  • Postura de dono: 28%
  • Flexibilidade: 22%
  • Habilidade de negociação: 19%
  • Perfil empreendedor: 13%
  • Estabilidade: 7%
  • Inglês: 6%
  • Outro: 2%

Você contratou um profissional sênior (+50 anos) em 2019?

  • Não: 69%
  • Sim: 31%

Quais os principais benefícios de contratar um profissional sênior (+50 anos)? Pode marcar mais de uma opção.

  • Experiência/bagagem corporativa: 86%
  • Conhecimento: 66%
  • Resiliência/inteligência emocional: 43%
  • Contribuição para a diversidade da organização: 30%
  • Outro: 2%

Quais os receios de contratar um profissional sênior (+50 anos)? Pode marcar mais de uma opção.

  • Alto salário: 31%
  • Não há receio: 21%
  • Pouca flexibilidade: 18%
  • Profissional desatualizado: 12%
  • Ampliar o conflito de gerações no ambiente de trabalho: 7%
  • Outro: 13%

Excesso de mão de obra sem qualificação

De acordo com Leonardo Berto, gerente de recrutamento da Robert Half, existe um excesso de mão de obra sem qualificação e ao mesmo tempo falta de mão de obra especializada. “Profissionais que trabalham em funções operacionais, como aqueles ligados à construção civil, setor automotivo, indústria e infraestrutura, foram os mais impactados pelo momento econômico ruim”, analisa.

Por outro lado, segundo ele, as empresas sentem falta de profissionais especializados, principalmente quando se trata do domínio de novas tecnologias e de educação continuada, ou seja, o aprofundamento em determinada área, fluência em outro idioma, certificações e desenvolvimento técnico e pessoal dentro da carreira.

Questionado sobre como os recrutadores lidam com o excesso de mão de obra causado pelo alto índice de desemprego atual e ao mesmo tempo com a falta de mão de obra especializada, ele afirma que uma saída utilizada pelas empresas é identificar profissionais com um perfil aproximado ao da vaga aberta e trabalhar no desenvolvimento das competências que faltam.

“É claro que isso demanda tempo e investimento da organização, que deve estar disposta a treinar o profissional. Além disso, existem posições nas quais não é aplicável, pois determinadas competências específicas são essenciais”, explica.

Apesar de a pesquisa mostrar o alto índice de recrutadores que não contrataram profissionais com mais de 50 anos neste ano, Berto afirma que o aproveitamento de profissionais sêniores tem sido sim uma das alternativas encontradas pelas empresas para suprir a lacuna de mão de obra especializada.

“Já vemos essa tendência aplicada nas empresas, que estão abrindo espaço para profissionais com 50 anos ou mais. Existem muitas pessoas altamente qualificadas nessa faixa etária, e as empresas estão aproveitando sua maturidade e resiliência. O receio das empresas fica por conta dos altos salários, a possível falta de atualização ou adaptação ao modelo e cultura da companhia”, diz.

Berto afirma que, para ajudar na sua reinserção no mercado, muitos profissionais sêniores estão optando por trabalhar por projeto. “Assim, a empresa utiliza o conhecimento técnico e comportamental desse profissional e eles podem aproveitar a oportunidade como uma porta de entrada para reingresso no mercado de trabalho.”

Questionado se as empresas estão adequando o orçamento, com redução nas remunerações, por causa do cenário econômico incerto, Berto diz que esse cenário já passou. “O momento de cortes e redução de salários e cargos aconteceu em 2014, 2015 e 2016. Hoje, o cenário das empresas é de estabilidade de cargos, com tendência de crescimento em setores e carreiras específicos, como posições ligadas à área de tecnologia, engenharia, marketing digital e supply chain, por exemplo”, afirma.

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Menina de 16 anos some no mar ao tentar nadar com amigos em SP

Por G1 Santos

Garota morava no bairro Vila Antártica — Foto: Reprodução/Facebook

Garota morava no bairro Vila Antártica — Foto: Reprodução/Facebook

Uma adolescente de 16 anos desapareceu após entrar no mar da praia Vila Tupi, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, na tarde da última quarta-feira (15). Segundo apurado pelo G1, Emily Gama da Silva Santos sumiu por volta das 16h e, no momento da ocorrência, estava com um grupo de amigos. O Corpo de Bombeiros foi acionado para realizar as buscas.

De acordo com a prima da vítima, Vanessa Maximiano Santos Ferreira, o mar estava normal quando ela entrou, acompanhada por mais dois amigos: um rapaz e uma outra jovem. “Quem estava com ela falou que o mar ficou forte e começou a puxar. Nisso, eles começaram a se afogar rapidamente”.

A familiar relatou que a amiga conseguiu pegar uma onda e saiu da água. Já o rapaz ficou mais tempo lutando contra a correnteza, mas conseguiu se salvar sozinho. “Ele disse que jogava ela para o alto, para tentar tirá-la da água, só que chegou um tempo que não conseguiu mais e a perdeu de vista”, disse a prima.

A mãe da garota, Laura Gama da Silva, relata que soube que a filha havia desaparecido enquanto voltava do trabalho, ao encontrar os dois amigos que estavam com ela. “Encontrei os dois chorando, falando que ela tinha se afogado”. Ainda segundo Laura, o rapaz tentou ensinar a filha a nadar para sair da água, mas não conseguiu, porque eles foram atingidos por uma onda, que o jogou para longe de Emily.

Os bombeiros continuam as buscas pela região para tentar localizar a jovem. “Não tem nada que eu possa fazer, só esperar. Eu preciso de uma notícia, preciso que alguém a encontre”, desabafa. Segundo apurado pelo G1, as buscas pela jovem continuam na manhã desta sexta-feira (18).

Bombeiros continuam as buscas por Emily  — Foto: Reprodução/Facebook

Bombeiros continuam as buscas por Emily — Foto: Reprodução/Facebook

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As possíveis razões da volta do óleo às praias do Nordeste que já haviam se livrado dele


Por Raíssa França, BBC

Mancha de petróleo voltou a aparecer no litoral de Pernambuco — Foto: Reprodução/TV Globo

Mancha de petróleo voltou a aparecer no litoral de Pernambuco — Foto: Reprodução/TV Globo

As manchas de óleo que poluem o Nordeste há um mês e meio podem ter encontrado seu ponto máximo ao sul após poluírem praias de Salvador. Elas deram início a um novo ciclo que vai no sentido contrário, sujando novamente praias de SergipeAlagoas e Pernambuco.

“Não estamos detectando manchas ao sul de Salvador. Temos a esperança de que ela esteja contida nessa latitude”, disse em audiência no Senado nesta quinta-feira (17/10) o Almirante Alexandre Rabello de Faria, da Marinha do Brasil.

Nesta quinta, por exemplo, novas manchas apareceram no litoral sul de Pernambuco, depois de 31 dias após deixarem o Estado livre do problema. Alagoas e Sergipe voltaram a registrar grandes surgimentos esta semana em áreas que já haviam sido atingidas anteriormente.

Mas qual seria motivo de as manchas “darem a volta” para repoluírem os mesmos lugares por onde o óleo já havia passado?

Especialistas ouvidos pela BBC News Brasil apresentaram algumas hipóteses que ajudam a entender o fenômeno. Entre as possíveis causas estão as correntes marítimas, o vento e próprio ciclo natural do oceano.

O professor Rivelino Cavalcante, do Instituto de Ciências do Mar da Universidade Federal do Ceará (UFC), acredita que o retorno das manchas é algo natural, já que o material lançado na areia é recolhido de volta ao oceano na maré alta.

“A maré pega elas de volta e leva mais para frente. É um processo natural, até ela ficar de vez. E isso quando ela encontra pedras, ou uma praia que tenha uma declividade menor, onde ela tende a ficar de vez”, explicou.

Segundo Cavalcante, uma das características desse problema é que, quanto mais manchas são lançadas fora da água, “mais elas vão se dispersando e passando de tamanhos grandes para menores”.

O oceanógrafo e professor Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Claudio Sampaio explica que as correntes marítimas explicam que o óleo tenha chegado novamente a Alagoas e Pernambuco.

“O que observamos é que o petróleo que estava no litoral baiano está sendo transportado pela corrente marítima do Brasil, que tem origem norte-sul. Esse óleo que chegou ontem e hoje no litoral norte de Alagoas provavelmente é fruto de pequenas correntes mais costeiras, que, influenciadas pelo padrão do vento, fizeram com o que esse petróleo que ainda está no mar fosse transportado mais ao norte e chegasse na praia”, diz.

Ventos ajudam

Já o professor Humberto Barbosa, coordenador do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélite (Lapis) da Ufal, diz que a repetição de locais pode estar ligada ao vento.

Conforme o coordenador, o óleo pode estar sendo arrastado para a costa da Bahia e de Sergipe pelo ventos fortes que estão atingindo a costa e ondas que vêm do sudeste com até 2,5 metros.

As manchas de óleo chegaram, nesta quinta-feira (17) no Povoado Castro, em Santa Luzia do Itanhy, Sergipe — Foto: Reprodução/TV Sergipe

As manchas de óleo chegaram, nesta quinta-feira (17) no Povoado Castro, em Santa Luzia do Itanhy, Sergipe — Foto: Reprodução/TV Sergipe

“Essa semana tiveram ventos dominantes de sudeste, ou seja, estão soprando na região do Centro-Sul para a região Nordeste”, explicou. “Fora da costa o mar continua agitado, com ondas de até 4,5 metros. De fato há uma sinergia entre o aumento de poluição e o aumento de ondas de vento na costa da Alagoas, Bahia e Sergipe”, disse.

Barbosa ainda explica que, desde a segunda-feira, o mar ficou agitado na costa da Bahia e em Sergipe após a passagem de um ciclone extratropical pela costa sul do Brasil.

“O ciclone já se afastou em alto mar, e a tendência é a diminuição das ondas no decorrer desta sexta-feira na maioria das áreas do litoral leste no Nordeste”, enfatizou. “Com isso, espera-se a diminuição da poluição de óleo que está sendo arrastada de algum ponto na região do Atlântico Sul”, acrescentou.

Entretanto, segundo o professor, há uma previsão ventos fortes entre domingo (20) e terça-feira (22) nas costas de Alagoas e Sergipe, o que pode aumentar a concentração de óleo dos dois estados.

“Como não se sabe a origem do vazamento, o que se tem agora é o impacto da poluição, e ele depende das condições meteorológicas. Os ventos serão determinantes, principalmente quando se desloca do centro-sul do país para cá.”

Óleo em Aracaju

Um detalhe que chama atenção foi dado por Romeu Boto, diretor técnico da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema). Ele contou à BBC News Brasil que foi o óleo encontrado em Aracaju durante a manhã desta quinta-feira tem característica de um material mais novo.

“Não conseguimos estabelecer ainda por qual motivo elas estão aparecendo. Algumas delas aparecem em um ponto e o mar leva, e elas aparecem lá na frente. Fica impossível saber sem a origem da fonte”, afirmou Romeu.

Mancha de óleo na Praia dos Artistas, em Aracaju, dia 14 de outubro — Foto: Igor Reis

Ministro diz que não sabe quanto óleo ainda existe

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sobrevoou o litoral da Bahia e de Alagoas nesta quarta-feira (16) e, em Maceió, afirmou aos jornalistas que não se sabe quanto óleo ainda existe no mar.

“Ao que tudo indica é o mesmo óleo cuja corrente marítima tem feito com que toque na costa e retroceda. Toda vez que toca na costa, nosso objetivo, nosso esforço junto com os Estados e municípios é retirar esse óleo para que ele não volte para o mar”, disse Salles.

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Assalto em Viracopos: vídeo mostra momento em que atirador de elite dispara contra suspeito que fez mãe e criança reféns

Por G1 Campinas e Região

Vídeo mostra momento em que atirador dispara contra suspeito que fez mãe e bebê reféns

Vídeo mostra momento em que atirador dispara contra suspeito que fez mãe e bebê reféns

Imagens gravadas no bairro Vida Nova, em Campinas (SP), mostram o momento em que ocorre o disparo feito por um atirador de elite contra o criminoso que fez um bebê e a mãe reféns. O homem, suspeito de participar do roubo no Aeroporto de Viracopos na manhã desta quinta-feira (17), morreu após ser atingido por ele e outros policiais do Grupo de Ações Táticas da Polícia Militar (Gate) que entraram na residência em seguida. O bebê saiu da casa ileso e a mulher foi socorrida pelos Bombeiros.

A mãe da criança, de 37 anos, teve um ferimento na região lombar e foi levada até o Hospital PUC-Campinas. A unidade informou que o estado de saúde é estável, mas ela passará por cirurgia.

Atirador de elite se posiciona em casa vizinha para efetuar disparo — Foto: Reprodução/EPTV

Atirador de elite se posiciona em casa vizinha para efetuar disparo — Foto: Reprodução/EPTV

Resumo

  • Às 9h50, uma quadrilha roubou uma empresa de transporte de valores no terminal de cargas de Viracopos
  • Houve troca de tiros, dois vigilantes foram baleados e um terceiro ficou ferido
  • Na fuga, os criminosos interditaram a Rodovia Santos Dumont (SP-075) nos dois sentidos com três caminhões incendiados. O bloqueio durou 1 hora e 45 minutos; por volta das 12h, as pistas foram liberadas
  • A PM encontrou três suspeitos de participar do crime perto do aeroporto. Dois foram mortos pela polícia e outro entrou numa casa e fez reféns. Após duas horas de negociação, ele foi morto por um atirador de elite
  • A PM estima que 20 criminosos participaram da açãotrês morreram e o restante segue foragido
  • Uma metralhadora ponto 50, uma arma de guerra capaz de atingir aviões, foi apreendida
  • A PM informou que os dois malotes roubados de Viracopos foram recuperados num caminhão de lixo (a quantia não foi informada)
  • Segundo o capitão do Baep, no carro-forte alvo dos criminosos havia 22 malotes
  • O aeroporto ficou fechado para pousos e decolagens das 10h às 10h20. As lojas também foram fechadas
Policiais do Gate deixam casa após fim de negociações — Foto: Marcello Carvalho/G1

Policiais do Gate deixam casa após fim de negociações — Foto: Marcello Carvalho/G1

“As negociações caminhavam muito bem até que o meliante, com a arma na cabeça da refém, que tinha a filha no colo, se aproximou da porta e aumentou a agressividade de forma desconhecida, então o sniper que estava posicionado do outro lado da rua efetuou um disparo, um tiro de comprometimento, e a equipe tática fez a invasão”, informou o comandante do Gate, Luiz Augusto.

Segundo o policial, a equipe que invadiu o imóvel ainda fez novos disparos contra o sequestrador. A advogada Alessandra Giradi, que disse representar Luciano Santos Barros, informou que saiu de São Paulo e foi até o local do sequestro para que o cliente se entregasse. Ela confirmou que o homem participou do roubo no aeroporto.

Bebê sai de casa ileso após ser feito refém em Campinas — Foto: Reprodução/EPTV

Bebê sai de casa ileso após ser feito refém em Campinas — Foto: Reprodução/EPTV

Como foi o assalto em Viracopos

Os criminosos interceptaram, no pátio interno do terminal de cargas, um contêiner que carregava uma grande quantidade de dinheiro e iria ser embarcado em um avião da transportadora UPS. Para chegar até lá, usaram carros clonados. As informações são de uma de fonte ouvida pela TV Globo.

A concessionária que administra Viracopos disse, em nota, que a quadrilha acessou o Terminal de Carga pelo portão E24, usando duas caminhonetes semelhantes a veículos da Aeronáutica. “Esses veículos tiveram os pneus dilacerados na entrada do portão, mesmo assim, seguiram até o pátio do Terminal de Carga e fizeram o assalto portando forte armamento”, afirmou.

“A quadrilha fugiu utilizando duas caminhonetes que aguardavam do lado de fora”, afirmou a concessionária. Três caminhões foram incendiados na Santos Dumont, o que provocou caos no trânsito. O bloqueio durou uma hora e meia.

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Concentração de renda volta a crescer no Brasil em 2018, diz IBGE

Por Luiz Guilherme Gerbelli, G1

Num quadro de lenta retomada econômica e elevado desemprego, o Brasil colheu mais uma notícia negativa no ano passado: a concentração de renda voltou a piorar e o índice que mede a desigualdade foi o maior da série histórica, iniciada em 2012.

No ano passado, o índice de Gini, que mede a concentração e desigualdade de renda, subiu para 0,509, depois de ficar estável nos dois anos anteriores, quando foi de 0,501. O número é o maior da série iniciada em 2012, e leva em conta o rendimento médio dos brasileiros para todos os trabalhos.

“Historicamente, o Brasil é um país onde a desigualdade é uma das piores. Sabemos que é um dos países com maior concentração de rendimento, talvez entre os 10 maiores”, afirma a gerente da PNAD Contínua, Maria Lúcia Vieira.

O índice de Gini varia de zero a 1. Quanto mais próximo de zero, mais perfeita é a distribuição de renda de um país. Quanto mais perto de 1, mais desigual é uma economia. Ao longo dos últimos anos, o melhor resultado para o índice de Gini foi observado em 2015, quando marcou 0,494.

Apesar da melhora, a região nordestina seguiu ostentando os piores números de concentração de renda do país. Depois do Nordeste, apareceram Norte (0,517), Sudeste (0,508), Centro-Oeste (0,486) e Sul (0,448).

A pesquisa divulgada pelo IBGE é mais uma a captar o aumento da concentração de renda no país diante da deterioração do quadro econômico dos últimos anos. Em agosto, a Fundação Getúlio Vargas divulgou um estudo que apontou que a desigualdade cresce há 17 trimestre seguidos.

1% mais rico ganha 33,8 vezes mais que os 50% mais pobres

A análise detalhada do rendimento de todos os trabalhos ajuda a explicar a piora da desigualdade no ano passado. Segundo o IBGE, houve queda em 2018 nos ganhos das classes que formam os 30% mais pobres, enquanto que nas classes de cima houve alta.

Entre os 1% mais ricos do país – ou seja, aqueles que ganham em média R$ 27.744 por mês –, o rendimento médio avançou 8,4% na comparação com 2017. Na outra ponta, os brasileiros que fazem parte da faixa dos 5% mais pobres – com rendimento médio de R$ 158 por mês – perderam 3,2% da renda.

“Enquanto no Brasil aquele 1% aumentou seus rendimentos em 8,4%, no Nordeste houve uma redução. Como é o local com um mercado de trabalho maior que o das outras regiões, lá observamos essa redução em todas as camadas, não apenas entre os 30% mais pobres. Todos perderam”, afirma Maria Lúcia.

Com o resultado de 2018, a renda da elite econômica do país, segundo o IBGE, corresponde a 33,8 vezes o rendimento dos 50% que integram a população de menor rendimento (R$ 820). É a maior distância já apurada pelo instituto. Em 2017, essa relação era de 31,2 vezes.

Em 2018, o rendimento médio mensal de todos os trabalhos foi de R$ 2.234, um ligeiro crescimento em relação ao observado em 2017 (R$ 2.107).

10% da população concentram 43,1% da massa de rendimentos

Um outro indicador que ilustra o tamanho da concentração de renda no país pode ser mensurado pela concentração da massa do rendimento médio mensal real domiciliar per capita – nesse quesito, levam-se em conta as várias formas de renda, não apenas a obtida com trabalho. De 2017 para 2018, ela cresceu de R$ 264,9 bilhões para R$ 277,7 bilhões.

Desse total de R$ 277,7 bilhões, a fatia de 10% da população com os rendimentos mais baixo possuíam 0,8% da massa, enquanto os 10% com os maiores rendimentos concentravam 43,1%, segundo o IBGE. Os rendimentos médios mensais dessa elite dos 10% mais ricos superou inclusive a proporção detida por 80% da população (41,2%).

Aposentadoria e pensão ganham importância

A pesquisa do IBGE também apurou que a participação de aposentadoria e pensão ganhou importância na composição do rendimento médio mensal domiciliar per capital. No ano passado, a aposentadoria e pensão representaram 20,5% do rendimento médio mensal domiciliar. Em 2017, essa fatia era de 19,9%.

A maior participação na composição do rendimento médio ainda vem do trabalho (72,4%), seguido por outras fontes (27,6%). Também aparecem outros rendimentos (3,3%), aluguel e arrendamento (2,5%) e pensão alimentícia (1,2%).

“A proporção de pessoas com rendimento de trabalho caiu, e isso tem relação com a perda de empregos. Já a proporção de aposentadorias vem aumentando, o que pode estar relacionado a mais pessoas buscando o benefício e por componentes demográficos, tanto que é mais forte no Sul e Sudeste, onde a população está mais envelhecida”, afirma Maria Lucia.

Bolsa Família em queda

A quantidade de famílias que recebe o Bolsa Família diminuiu nos últimos anos. Em 2018, 13,7% dos domicílios do país recebiam o benefício. Em 2012 e 2014, essa fatia era de 15,9% e 14,9%, respectivamente.

No Nordeste e no Norte, 28,2% e 25,4% receberam o benefício, respectivamente, no ano passado.

Entre os brasileiros beneficiados com o Bolsa Família, o levantamento apurou que 71,7% tinham abastecimento de água de rede em geral, 37,6% tinham tratamento de esgoto, 75,7% contavam com coleta de lixo, e 99,3% possuíam energia elétrica.

Ainda segundo o IBGE, entre os domicílios que recebiam o Bolsa Família, 95,3% possuíam geladeira; 30,2% máquina de lavar; 95,2% televisão; e 13,3% microcomputador.

*Colaborou Carlos Brito

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Prédio que desabou em Fortaleza ‘vinha caindo aos poucos’, afirma porteiro sobrevivente

O porteiro e zelador do edifício Andrea, que desabou nesta terça-feira (15) em Fortaleza deixando mortos e feridos, afirmou nesta quarta-feira (16) ao G1 que a estrutura do prédio já “vinha caindo aos poucos”.

“Descascaram cinco colunas, e uma foi a pior de todas, que eles deixaram o ferro fora [exposto]. Essa foi a [suposta razão por] que o prédio não resistiu e bateu”, diz Francisco.

Francisco Rodrigues Alves, de 59 anos, estava no térreo do condomínio no momento do desabamento. Ele é uma das pessoas que aparece correndo nas imagens de uma câmera de segurança que mostram o momento em que o edifício veio abaixo.

“O prédio já vinha nos avisando que ia cair. Eu tinha medo e muitas pessoas também. As colunas não resistiram o peso, né? Vinha caindo aos poucos, já tem muito tempo que era assim. Era como se fosse uma tragédia anunciada”, relatou o zelador e porteiro.

O zelador diz que vai buscar indenização: “Eu vou na Justiça, sou pai de família, moro de aluguel.”

Ele informou que aguarda ser transferido para o Instituto Doutor José Frota (IJF) para ser submetido a cirurgias.

Até lá, espera em uma maca no corredor do Hospital Distrital Edmilson Barros de Oliveira, o Frotinha Messejana. “Quebrei o braço, levei uma pancada no pé e bati a cabeça. Vou ter que fazer cirurgias”, disse.

Viu a síndica antes da tragédia

Maria das Graças Rodrigues, de 53 anos, a síndica do prédio, considerada uma testemunha-chave para a investigação, continua desaparecida.

Francisco Rodrigues afirma ter visto a síndica antes do desabamento.

“Ela estava com a gente lá embaixo, agora a hora do desabamento eu não sei para onde ela foi, eu sei que eu corri até o portão da Rua Tibúrcio Cavalcante e consegui sair”, conta

Até a última atualização desta reportagem, três mortes haviam sido confirmadas pelo corpo de Bomeiros. Sete pessoas foram resgatadas com vida e outras sete estão desaparecidas.

Prédio estava em reforma

Vídeo mostra as condições das colunas de sustentação do prédio que desabou em Fortaleza — Foto: Reprodução

Vídeo mostra as condições das colunas de sustentação do prédio que desabou em Fortaleza — Foto: Reprodução

O prédio residencial desabou na manhã desta terça-feira (15) no Bairro Dionísio Torres, área nobre de Fortaleza. O Governo do Ceará e a Prefeitura de Fortaleza estimam que havia 20 pessoas no prédio no momento do desabamento.

Testemunhas relatam que viram moradores dentro do edifício Andrea no momento do desabamento. Logo após a construção ruir, pessoas foram vistas correndo para longe do condomínio. A nuvem de poeira formada pela queda do prédio pode ser vista no vídeo acima.

Uma ex-moradora do prédio contou ao G1 que a construção tem mais de 40 anos e passava por reforma. A estrutura tinha sete andares e dois apartamentos por andar, segundo ela.

O que se sabe até agora

  • Edifício Andrea desabou às 10h28 desta terça-feira (15)
  • Até a última atualização desta reportagem, havia 3 mortos, 7 resgatados com vida e 7 desaparecidos
  • O prédio ficava no cruzamento na Rua Tibúrcio Cavalcante com Rua Tomás Acioli, a cerca de 3 quilômetros da Praia de Iracema, região turística da capital cearense
  • A prefeitura disse que a construção do prédio foi feita de maneira irregular e ele não existia oficialmente, mas o G1 localizou o registro do imóvel em um cartório da capital: a existência do edifício é conhecida desde 1982
  • Testemunhas contaram que o edifício estava em obras
  • Vídeo mostra que as colunas de sustentação estavam com situação precária
  • Ruas no entorno do edifício foram bloqueadas e sete imóveis próximos ao local do desabamento foram interditados

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Criança quebra cofrinho para oferecer dinheiro a quem achar cão que sumiu no Dia das Crianças

Por Lara Leão e Vanessa Martins, TV Anhanguera e G1 GO

Menino quebra cofrinho com R$ 18 para recompensar quem encontrar cachorro que sumiu

Menino quebra cofrinho com R$ 18 para recompensar quem encontrar cachorro que sumiu

Desde o Dia das Crianças, Guilherme Gomes está sem um dos grandes amigos de quatro patas e diz que está morrendo de saudades dele, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Sem medir esforços, o garoto de 4 anos decidiu quebrar o cofrinho, onde juntava moedas desde o início do ano, para dar como recompensa a quem encontrá-lo.

A família fez uma publicação nas redes sociais contando essa história, e ela logo viralizou, comovendo internautas de todas as idades. Mãe do Guilherme, a professora Daniela Gomes afirma que a iniciativa foi do filho.

“Foi ele que teve a ideia. Pediu que o pai tirasse a foto do dinheiro, das moedinhas, para que a tia colocasse que, se alguém o encontrasse, que ele poderia pagar. Assim, a pessoa ia devolver o cachorrinho”, conta a mãe.

O animalzinho é da raça pinscher e atende pelo nome de Faísca. “Ele é preto, na frente e aqui [mostrando a cabecinha] e branco aqui [mostrando o peito]”, descreveu Guilherme.

Guilherme Gomes, de 4 anos, com o Faísca, que sumiu no Dia das Crianças — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Guilherme Gomes, de 4 anos, com o Faísca, que sumiu no Dia das Crianças — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O garoto havia juntado R$ 18 no cofrinho que quebrou. Sem pensar duas vezes, ele diz que vale tudo para ter o amiguinho de volta: “Eu junto de novo”, disse.

Faísca foi visto pela última vez no último sábado (12), Dia das Crianças. A família disse que já procurou por todo o bairro e não o encontrou.

Guilherme tem outro cachorro como companhia, o Huck, mas está com muita saudade do Faísca. Ele até mantém a ração por perto, caso o amiguinho volte com fome.

“A gente brinca todo dia de abraçar, correr, de esconder”, recordou.

Guilherme Gomes, de 4 anos, mostra os R$ 18 em moedas que dará a quem achar Faísca — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Guilherme Gomes, de 4 anos, mostra os R$ 18 em moedas que dará a quem achar Faísca — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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