Nadadora atingida por árvore em SP deve voltar a treinar em 60 dias

Após acidente, nadadora Larissa Oliveira deve demorar 60 dias para voltar a treinar.

A nadadora olímpica Larissa Oliveira deve demorar 60 dias para voltar aos treinos, após a o galho de uma árvore atingir o carro da atleta no Itaim Bibi, na Zona Oeste de São Paulo, informou o Bom Dia São Paulo desta sexta-feira (10).

O acidente ocorreu durante o temporal de terça-feira (7). O galho de um eucalipto quebrou, despencou de uma altura de mais de 10 metros e atingiu o carro da nadadora de 24 anos, que trafegava na Rua Leopoldo Couto Magalhães.

Segundo informações da família, Larissa sofreu um corte de 30 centímetros e o rompimento de um músculo da coxa direita. Ela foi socorrida e levada ao Hospital Albert Einstein, onde passou por uma cirurgia, e seguia internada nesta sexta, se recuperando bem. Os médicos acreditam que ela possa voltar aos treinos daqui a dois meses.

Mineira de Juiz de Fora, a nadadora já foi campeã mundial de piscina curta em Doha, em 2014, é três vezes medalhista pan-americana, representou o Brasil na Olímpiada Rio 2016, e antes do acidente se preparava para disputar a seletiva nacional para o Mundial da Hungria, marcado para o segundo semestre de 2017.

Nadadora Larissa Oliveira participou da Olimpíada no Rio de Janeiro, no ano passado (Foto: Reprodução/TVGlobo)

Nadadora Larissa Oliveira participou da Olimpíada no Rio de Janeiro, no ano passado (Foto: Reprodução/TVGlobo)

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Adolescente morre estrangulada após briga com três alunas em escola

Roberta SalinetCachoeirinha, RS

Do HORA 1

A morte de uma adolescente de 14 anos dentro de uma escola chocou a população de Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul. A polícia diz que a menina foi estrangulada após uma briga com três colegas.

As aulas foram suspensas por dois dias na escola onde o crime aconteceu. Marta Avelhaneda Gonçalves, de 14 anos, foi encontrada desacordada em uma sala de aula por um professor que pediu ajuda à funcionária de um posto de saúde que fica ao lado da escola.

A estudante foi levada para o hospital e a morte confirmada pelos médicos. As adolescentes disseram que a vítima tinha caído e batido a cabeça não foi confirmada pelo laudo da necropsia. De acordo com o médico legista, a jovem foi estrangulada.

Para o delegado não há dúvidas de que houve um homicídio dentro da sala de aula. As testemunhas serão intimadas a depor e as três adolescentes envolvidas na briga devem participar de uma acareação.

Pela força usada para cometer o crime, a polícia não descarta a participação de um menino na briga. A família pede justiça. A adolescente era nova na cidade. Ela se mudou com a mãe para Cachoeirinha em dezembro do ano passado e começou a frequentar a escola na terça-feira (8).

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Mortes por intervenção policial no RJ se aproximam de patamar de antes das UPPs

 (Foto: Editoria de Arte/ G1)

(Foto: Editoria de Arte/ G1)

O número de pessoas que morreram por intervenção policial no Rio se aproxima de forma cada vez mais veloz dos índices da época em que o estado não contava com as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Os dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que esses números tiveram uma melhora na mesma época em que as UPPs começaram a ser implantadas.

Na era pré-UPP, o Rio de Janeiro teve 1,3 mil pessoas mortas por policiais em 2007. Em 2008, ano em que a primeira UPP foi inaugurada, no Morro Santa Marta, em Botafogo, na Zona Sul da cidade, o número caiu para 1.137. A menor marca obtida pelo estado foi em 2013, com 416 mortes.

Desde então, é possível observar uma ascensão no número de mortes em decorrência de intervenção policial: em 2016, foram 920, ou mais que o dobro de apenas três anos atrás. O número é semelhante ao de 2008, quando a UPP Santa Marta, foi inaugurada, no dia 19 de dezembro.

Os dados de janeiro de 2017 mostram que continua o aumento de mortes, com 98 pessoas assassinadas por policiais. A última vez em que o mês de janeiro superou esse dado foi em 2008, com 109 mortos.

O G1 questionou a Secretaria Estadual de Segurança do Rio sobre o aumento no número de mortes, mas até a publicação desta reportagem não obteve resposta.

Cerca de 50 mortes por mês

Um levantamento realizado pelo G1, também com base em estatísticas do Instituto de Segurança Pública, mostrou que de janeiro de 2010 a agosto de 2016 houve 3.985 autos de resistência – antigo nome de registro da morte em decorrência de intervenção policial – no estado, o que dá uma média de 50 pessoas mortas por mês.

No dia 17 de outubro de 2016, quando tomou posse, o secretário de Segurança Roberto Sá afirmou que um dos objetivos de sua gestão seria a redução da letalidade policial. Na semana seguinte, o comandante-geral da Polícia Militar, Wolney Ferreira Dias, declarou que a corporação trabalhará para diminuir mortes de policiais e de civis.

“Estamos fazendo um estudo para diminuir a vitimização de policiais, como a de civis. Vamos ter o apoio da DH [Divisão de Homicídios]. O policial militar não pode morrer”, disse ele. Ao ser perguntado sobre o aumento de mortes também de civis, Wolney respondeu: “Temos que ter em mente que quem enfrenta a polícia corre o risco de morrer”.

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Comerciante é agredido com bloco de concreto na cabeça no litoral de SP

Do G1 Santos

Idoso foi atingido na cabeça com um bloco de concreto em Peruibe, SP (Foto: Divulgação)
Idoso foi atingido na cabeça com um bloco de
concreto em Peruibe, SP (Foto: Divulgação)

Um comerciante de 73 anos foi internado em estado grave após ser agredido com um bloco de concreto na cabeça em Peruíbe, no litoral de São Paulo. O autor da agressão é um morador de rua que, segundo testemunhas, estava “alterado” por não ter dinheiro para comprar drogas. Ele está preso.

De acordo com a Polícia Civil, o crime ocorreu na última quarta-feira (8), na Avenida 24 de Dezembro, no bairro Estação. A vítima, Luiz Leite Tuzino, é dono de uma floricultura e foi atacado quando chegava ao estabelecimento.

O suspeito, Augusto da Silva Almeida, de 31 anos, estava sentado na calçada em frente ao comércio. Assim que Tuzino desceu de seu carro, o morador de rua se levantou e passou a bater no idoso, com chutes e socos. Quando a vítima caiu no chão, Almeida pegou um bloco de concreto e o acertou na cabeça. Quando ia dar o segundo golpe, foi contido por pessoas que assistiam à cena. O grupo o segurou até a chegada da Polícia Militar.

O comerciante foi socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Peruíbe, onde permanece internado em estado grave.

De acordo com a polícia, o agressor confessou ter premeditado a ação. Segundo as primeiras investigações, Augusto chegou a prestar serviços para a vítima, e utilizava o dinheiro ganho com drogas. Ele teria resolvido agredir o comerciante por ele ter parado de chamá-lo para esse trabalhos.

O caso foi registrado na Delegacia Sede de Peruíbe, e o suspeito responderá por tentativa de homicídio.

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Fundação seleciona alunos que buscam graduação no exterior

Harvard University (Foto: Divulgação)

Harvard University (Foto: Divulgação)

A Fundação Estudar está com inscrições abertas para seu curso preparatório voltado para jovens que desejam cursar graduação no exterior. Totalmente gratuito, o programa Prep Scholars tem como objetivo oferecer apoio individualizado sobre o processo de application das universidades norte-americanas. As inscrições vão até o dia 10 de abril no site do projeto.

De acordo com a Fundação, os selecionados recebem orientação de especialistas sobre como concorrer a vagas nas universidades fora do Brasil. Serão abordadas temáticas como provas relacionadas ao processo, essays, college list, etc. Ao longo do ano, os jovens também são acompanhados por um mentor que tenha cursado a graduação em outro país. A organização também proporciona auxílio financeiro para os custos do application, caso necessário.

Para participar é preciso ser aluno do último ano do ensino médio ou recém-formado. É necessário ter alto desempenho escolar, possuir um histórico relevante de participação em atividades extracurriculares e demonstrar excelente domínio do inglês. Não há restrição de renda. “A Fundação Estudar procura alunos de destaque, seja na rede pública ou em colégios particulares”, afirma a instituição em nota.

O processo seletivo inclui preenchimento de formulários online, envio de redação e vídeo de apresentação, além da realização de testes de lógica e inglês. Caso o candidato seja selecionado para a próxima etapa, ele também passará por uma entrevista em inglês.

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Polícia prende segundo suspeito de tiroteio que matou grávida no RS

Do G1 RS

A Polícia Civil prendeu na quinta-feira (9) o segundo suspeito de envolvimento em um tiroteio que terminou com uma adolescente grávida morta no dia 26 de fevereiro no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa da corporação.

Momento em que o suspeito passa empunhando uma arma (Foto: G1/Reprodução)
Câmeras de segurança mostram homem armado
no momento do crime (Foto: G1/Reprodução)

O crime ocorreu por volta das 6h na praia de Magistério, em Balneário Pinhal. Bruna de Oliveira da Silva, de 14 anos, grávida de sete meses, morreu após ser atingida por uma bala perdida.

O primeiro suspeito do confronto havia sido preso no dia 1º e, segundo a polícia, tem antecedentes por tráfico na ficha criminal, o que reforça a principal suspeita, de que o tiroteio teve como motivação uma disputa entre traficantes. No entanto, não há comprovação do envolvimento de quadrilhas.

Além da adolescente que morreu, dois homens e duas mulheres ficaram feridas em meio ao fogo cruzado. Três foram foram levados para o Hospital de Tramandaí, e uma para o Hospital Cristo Redentor, em Porto Alegre.

Bruna foi sepultada na manhã da segunda-feira (27) no cemitério Nossa Senhora da Conceição, em Viamão, Região Metropolitana de Porto Alegre.

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Juiz que barrou lavrador por usar chinelo é condenado a pagar R$ 12 mil

Do G1 PR, com informações da RPC Cascavel e Foz do Iguaçu

Joanir Pereira compareceu de calça comprida e camisa social, mas de chinelos porque considerou velho o único sapato que tinha. O juiz  Bento Luiz de Azambuja Moreira interrompeu a audiência. (Foto: Reprodução/RPC)
Joanir Pereira compareceu de calça comprida e camisa social, mas de chinelos porque considerou velho o único sapato que tinha. O juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira interrompeu a audiência. (Foto: Reprodução/RPC)

O juiz do trabalho Bento Luiz de Azambuja Moreira foi condenado a pagar cerca de R$ 12 mil à União – valor é referente à indenização paga ao agricultor Joanir Pereira, de Cascavel, no oeste do Paraná, em uma ação por danos morais.

Em 2007, o magistrado interrompeu uma audiência porque o agricultor estava de chinelos. Na ocasião, alegou que o calçado “atentaria contra a dignidade do Judiciário”.

O G1 tentou contato com o agricultor para que ele comentasse a decisão. A esposa dele, Nadir, informou que o marido trabalha em Boa Vista da Aparecida em um local em que não tem acesso a telefone celular durante a semana.

Em 2013, Joanir Pereira recebeu da União uma indenização de R$ 10 mil. Agora, em outra decisão, Bento Luiz de Azambuja Moreira foi condenado a ressarcir o valor aos cofres públicos.

A sentença do juiz federal Alexandre Gauté afirma que Bento Luiz de Azambuja Moreira agiu “com culpa grave” e “de forma imprudente”. Na sentença, Gauté lembrou que juízes estão sujeitos a responsabilização civil por atos administrativos que causem danos a terceiros, mesmo que praticados sem a intenção de provocar qualquer prejuízo.

Ainda segundo o juiz federal, a atitude de Moreira “abalou a moral” do agricultor, que compareceu à audiência de calça comprida e camisa social, não usava sapatos fechados porque não tinha este tipo de calçado e não tinha a intenção de ofender a dignidade do Judiciário.

“Era natural (previsível) que o sr. Joanir viesse a se sentir moralmente ofendido, como acabou ocorrendo, quando soubesse [por seu advogado] que a audiência não foi realizada porque ele estava calçando chinelos, a despeito de estar vestido com calça comprida e camisa social”, disse em outro trecho da sentença.

A Procuradoria da União no Paraná, braço da Advocacia-Geral da União (AGU) no estado e responsável pela ação contra o juiz, destacou que a conduta do juiz foi “absolutamente irrazoável e socialmente discriminatória” por não levar em conta que trabalhadores rurais muitas vezes não têm dinheiro suficiente até mesmo para suprir as necessidades básicas.

“Nesse contexto, discriminar tais cidadãos e subtrair-lhes direitos simplesmente porque não usam sapatos fechados representa uma insensibilidade absurda, que beira a desumanidade. Se já seria grave tal tipo de discriminação quando exercida por qualquer pessoa, beira o surrealismo imaginar que tal preconceito partiu de um juiz do Trabalho que tem por obrigação promover a solução de conflitos entre tais empregados e seus empregadores, assegurando, assim, a concreção da garantia fundamental de acesso à Justiça”.

Em nota, a AGU lembrou que o pedido de ressarcimento não pretendia afrontar a autonomia do Judiciário e a liberdade dos juízes para julgar, mas somente “assegurar o cumprimento de preceitos constitucionais que asseguram a igualdade de tratamento entre as pessoas e a celeridade na tramitação de processos”.

Atualmente o juiz Bento Azambuja Moreira é titular da 21ª Vara de Trabalho de Curitiba, mas está afastado por licença médica. Na época, ele disse que agiu de maneira correta. “É importante destacar que, quando se vem a uma audiência, não se está indo a um jogo de futebol e nem a um bar da esquina, é um ato solene perante o Poder Judiciário”, apontou.

O advogado do magistrado, Giovanni Reinaldin, entrou com recurso contra a decisão da Justiça Federal por entender que as provas produzidas no processo não foram analisadas devidamente.

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Mãe diz que filha foi sequestrada e estuprada por ciúmes: ‘Destruída’

Alexandre LopesDo G1 Santos

Crime aconteceu em uma casa em Iguape (Foto: G1)
Crime aconteceu em uma casa em Iguape (Foto: G1)

A mãe da menina que foi sequestrada e estuprada durante mais de quatro horas em Iguape, no litoral de São Paulo, na última terça-feira (7), acredita que o crime foi praticado por ciúmes e vingança. De acordo com a operadora de caixa Fabiana Rodrigues, de 36 anos, o agressor premeditou o crime e já vinha observando a garota, que namora um rapaz do mesmo bairro, há vários meses. O suspeito foi preso em flagrante.

O crime e a frieza do suspeito chocou até os policiais mais experientes da cidade. A garota foi abordada em uma passarela, perto da casa do namorado, e arrastada pelos cabelos até um barraco, onde o crime foi consumado. Ela conseguiu fugir quatro horas depois e foi ajudada por um aposentado que passava pelo local e chamou a polícia. O suspeito foi encontrado se escondendo na casa do padrasto e acabou sendo preso em flagrante.

Homem confessou ter estuprado uma jovem (Foto: G1)
Homem confessou ter estuprado uma jovem
(Foto: G1)

De acordo com Fabiana, o crime abalou toda a família. Ela conta que recebeu um telefonema, avisando o que tinha ocorrido, e quando foi ao local encontrou a filha bastante machucada e chorando. “Ela estava assustada demais e extremamente machucada. Por competência da polícia, que agiu rapidamente, ele foi preso em flagrante. Estou muito triste. Destruída por dentro. Você não espera nunca que essas coisas aconteçam dentro da nossa própria família”, diz.

Após a menor ter reconhecido o suspeito, ela e a mãe conversaram bastante sobre o crime. De acordo com a operadora de caixa, a ação do homem, Lucas Ferreira, de 22 anos, foi totalmente premeditada. “Ele tinha ciúmes do namorado da minha filha. Ele estava estudando o melhor momento para atacar, sempre monitorando os passos dela e esperando para dar o bote. Todos estamos muito abalados por ter que enfrentar isso. Agora é tocar a vida para a frente”, afirma.

Assim como Fabiana, o delegado responsável pelo caso, Carlos Ceroni, também acredita que o crime foi premeditado. “Ele é um maníaco. É uma pessoa extremamente fria. Foram mais de três horas sendo dominada por um maníaco e, o tempo inteiro, sendo ameaçada de morte”. Ainda de acordo com informações da polícia, Lucas Ferreira já tem passagem por tráfico de drogas e é conhecido como ‘Monstrinho’ na cidade.

Caso foi encaminhado à Delegacia Sede de Iguape (Foto: G1)
Caso foi encaminhado à Delegacia Sede de Iguape
(Foto: G1)

A mãe da vítima conta que, agora, espera que o homem que agrediu sua filha pague pelo crime, justamente para evitar que novas garotas sejam atacadas. “Meu desejo é que ele seja punido. Ele tem que ficar preso e não pode sair tão cedo. Assim como ela foi violentada, outras meninas poderiam ter sido. O que ele fez foi monstruoso. Ele ameaçou a minha filha de morte o tempo todo e enforcou ela por ciúmes de um namoro que começou há nove meses. Ele vai pagar”, finaliza.

De acordo com informações da polícia, Lucas passou por uma audiência de custódia e foi transferido para a Cadeia Pública de Jacupiranga, no interior de São Paulo. Além de responder pelos crimes de sequestro, por ter mantido a vítima em cárcere privado, e estupro, o suspeito poderá responder por roubo, já que fugiu com o dinheiro da garota. A vítima passou por vários exames no Hospital de Pariquera-Açu, também no interior, e já se recupera em casa.

Estupro aconteceu em uma casa em Iguape (Foto: G1)
Estupro aconteceu em uma casa localizada em um bairro afastado de Iguape (Foto: G1)

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Doceira é alvo de ataque racista pela terceira vez em apenas um mês no PR

Samuel NunesDo G1 PR

Pacote contendo a carta anônima e as frutas foi deixado na porta da casa de Janete (Foto: Reprodução/Facebook)
Pacote contendo a carta anônima e as frutas foi deixado na porta da casa de Janete (Foto: Reprodução/Facebook)

Pela terceira vez em um mês, a doceira Janete Martins, de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, é alvo de um ataque racista. A empresária recebeu na manhã da quarta-feira (8) um pacote, com cascas de banana e uma carta depreciativa, escrita com recortes de jornal. O pacote havia sido deixado de madrugada, em frente à casa dela.

A primeira situação, segundo ela, aconteceu no dia 8 de fevereiro, quando uma mulher de cabelos loiros chamou na campainha. De acordo com Janete, a mulher fez comentários a respeito da cor da pele da doceira. “Ela disse que não sabia que eu ‘era de cor’. Eu respondi e disse que não era ‘de cor’, era negra mesmo”. Conforme a doceira, a mulher foi embora em seguida.

No dia 17, Janete recebeu uma carta, repleta de erros de português, onde o autor dizia que a doceira jamais poderia ser comparada a uma pessoa branca. O G1 noticiou à época a repercussão que a situação tomou.

Quando a carta foi enviada, Janete procurou o Ministério Público do Paraná, que está investigando o caso. A doceira diz que o pacote recebido nesta quarta-feira também foi encaminhado para a perícia. Ela espera que o culpado seja identificado e punido.

Preconceito não é novidade
Janete diz que sempre passou por situações de preconceito por causa da cor da pele, mas que dessa vez a situação tomou ares mais ameaçadores. “Tem aquele preconceito camuflado, em que as pessoas tiram ‘sarrinho’. (…). “Você não vai acreditar que uma pessoa pode ser tão má”, diz Janete.

Ela diz ainda que, apesar do problema, não pretende se mudar para evitar novos ataques. Janete quer apenas que a situação se resolva logo.

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Jovem presa com arsenal tinha ligação com grupo criminoso, diz PRF

Do G1 Santos

A jovem de 23 anos presa com um arsenal dentro de um ônibus que trafegava pelo Km 525 da Rodovia Régis Bittencourt, na altura do município de Barra do Turvo, no interior de São Paulo, tinha ligações com uma organização criminosa da capital paulista. Ela transportava uma mala com um fuzil, centenas de munições, explosivos e colete à prova de balas. O material é muito utilizado por quadrilhas especializadas em roubos a caixas eletrônicos.

A apreensão ocorreu na última terça-feira (7). O ônibus, de linha regular, saiu de Curitiba, no Paraná, e ia para São Paulo, quando foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Jovem de 23 anos foi presa em flagrante em Barra do Turvo, SP (Foto: Reprodução/TV Tribuna)
Jovem de 23 anos foi presa em flagrante em Barra do Turvo, SP (Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Durante averiguação no bagageiro, as autoridades encontraram uma mala com 4,5 kg de explosivos usados para demolição de prédios, 100 metros de cordel detonante, 100 espoletas, 13 estopins hidráulicos, um fuzil calibre 556 da marca Colt, produzido nos Estados Unidos, 324 munições para calibre 556 e uma para calibre 762, um colete tático, um coldre tático e dois carregadores para fuzil 556.

Jovem foi presa com fuzil, munições e explosivos em rodovia de SP (Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal)
Jovem foi presa com fuzil, munições e explosivos
(Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal)

De acordo com a PRF, a suspeita admitiu que tinha conhecimento do conteúdo da mala, e que receberia R$ 1.000 pelo transporte da carga. “Ela já veio de São Paulo aliciada por uma colega que participa de um grupo criminoso da capital paulista. Foi para Curitiba só para buscar essa mala, com todo esse material, para retornar a São Paulo”, explica Juarez Cardoso, inspetor da PRF.

Ainda segundo Cardoso, esse tipo de arsenal é usado por quadrilhas especializadas em roubos a caixas eletrônicos. “Pelas características dos explosivos e, especialmente, do armamento e da munição, esse material já foi utilizado em outras ações. Não são armamentos novos, assim com o os coletes e os coldres táticos”, diz o inspetor.

A jovem, que não teve a identidade revelada, foi recolhida à prisão e responderá por porte ilegal de arma e explosivos. O crime foi registrado na Delegacia Sede de Registro.

Jovem foi presa com fuzil, munições e explosivos em rodovia de SP (Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal)
Arsenal é usado por quadrilhas que explodem bancos (Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal)

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