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NUVEM DE TAGS

Mãe sem dinheiro pega alimentos para café de filhos e deixa aviso em trailer de SC: ‘Prometo devolver’

Iniciativa serve para cobrir os custos de uma casa de apoio a moradores de rua em Rodeio.

Por Carolina Fernandes, g1 SC

Em funcionamento há aproximadamente dois anos, um trailer que realiza a venda de alimentos sem atendentes na BR-470, no Vale do Itajaí, tem recebido mais do que o dinheiro dos clientes: cartas em apoio ao projeto e até uma justificativa pelo não pagamento foram encontradas no local.

Nomeada como “Dr. Honesto”, a iniciativa surgiu para cobrir os custos de uma casa de apoio para pessoas em situação rua da cidade de Rodeio, na mesma região.

Em um dos bilhetes, uma mulher informa que levou produtos sem pagar por eles para alimentar os filhos, por não ter dinheiro suficiente. Porém, disse retornaria para pagar.

“Mas não vou roubar, quando tiver dinheiro prometo devolver”, consta na carta.

Bilhete mostra a honestidade dos clientes em Rodeio — Foto: NSC TV/ Reprodução

Bilhete mostra a honestidade dos clientes em Rodeio — Foto: NSC TV/ Reprodução

“Nós estamos caminhando para ter um povo mais unido e honesto. Isso aqui [o recebimento das cartas] é uma prova de honestidade”, afirma o presidente da Associação Beneficente Filantrópica Vida Nova, Renato Lagatta.

Entre as cartas deixadas, uma delas informa que a pessoa havia deixado R$ 123 para o pagamento por um pão. O restante, segundo cita o bilhete, era para ser utilizado para alimentar quem precisa.

Exemplos de solidariedade também foram registrados  — Foto: NSC TV/ Reprodução

Exemplos de solidariedade também foram registrados — Foto: NSC TV/ Reprodução

O projeto do trailer sem atendentes, realiza a venda dos produtos nos dois lados da rodovia em Rodeio e em um ponto de Apiúna, na mesma região.

A iniciativa, segundo os coordenadores, não chega a cobrir todos os custos da casa de apoio mas ajuda.

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Esquadrão antibombas é acionado para checar objeto semelhante a granada enterrado na areia de Copacabana

Agentes da Operação Copacabana Presente chegaram ao local, no posto 2, após serem acionados por uma pessoa que passava pela região. Local foi isolado.

Por Eduardo Tchao, TV Globo

Granada enterrada na areia da Praia de Copacabana — Foto: Reprpodução

Granada enterrada na areia da Praia de Copacabana — Foto: Reprpodução

Agentes da Operação Copacabana Presente encontraram, na manhã desta quinta-feira (14), um objeto semelhante a uma granada enterrado na areia da praia. Eles chegaram ao local após serem acionados por uma pessoa que passava pela área.

Os policiais encontraram o artefato na altura do Posto 2. O local foi isolado e o Esquadrão Antibombas da Polícia Civil foi acionado pela delegada da 12ª DP (Copacabana).

Esta reportagem está em atualização.

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Polícia Civil investiga venda de certificados de vacinação falsificados no Rio

Segundo informações dos investigadores, bandidos oferecem a cópia por até R$ 500. Para dificultar a identificação dos criminosos, as vendas dos certificados falsificados são feitas apenas por meio da criptomoeda Bitcoin.

Por G1 Rio

Polícia investiga a ação de criminosos que falsificam certificados de vacinação. — Foto: Reprodução/ TV Globo

Polícia investiga a ação de criminosos que falsificam certificados de vacinação. — Foto: Reprodução/ TV Globo

A Polícia Civil investiga a venda de passaportes de vacinação falsificados em aplicativos de mensagens. Segundo informações dos investigadores, bandidos oferecem o documento por até R$ 500. A informação foi antecipada pelo jornal O Globo.

A investigação foi confirmada pelo titular da Delegacia de Defraudações, delegado Alan Luxardo.

Para dificultar a identificação dos criminosos, as vendas dos certificados falsificados são feitas apenas por meio da criptomoeda Bitcoin.

O pagamento deve ser feito de forma antecipada. Caso o comprador peça, é possível fechar a transação com outras criptomoedas. No entanto, apenas este meio de pagamento está disponível no momento.

Segundo Luxardo, compradores da falsificação também cometem crime.

Investigadores informam que a mensagem oferecendo o documento falso está em circulação em grupos anti-vacinas no Rio de Janeiro.

O documento falsificado seria um arquivo PDF que imita o comprovante emitido pelo aplicativo ConectSUS. No entanto, o vendedor informa que a falsificação não pode ser utilizada em locais onde há verificação eletrônica do código – QR Code.

Passaporte

Desde o dia 15 de setembro, a Prefeitura do Rio exige o passaporte de vacinação para permitir a entrada em locais de uso coletivo:

  • academias de ginástica, piscinas, centros de treinamento e de condicionamento físico e clubes sociais;
  • vilas olímpicas, estádios e ginásios esportivos;
  • cinemas, teatros, salas de concerto, salões de jogos, circos, recreação infantil e pistas de patinação;
  • atividades de entretenimento, exceto quando expressamente vedadas;
  • locais de visitação turística, museus, galerias e exposições de arte, aquário, parques de diversões, parques temáticos, parques aquáticos, apresentações e drive-in;
  • conferências, convenções e feiras comerciais.

Restrição para cirurgias eletivas

Também a partir da próxima quarta as cirurgias eletivas estarão restritas a vacinados. A medida vale tanto para a rede pública quanto para hospitais particulares.

Cirurgia eletiva é todo procedimento não urgente, normalmente marcado e de alguma especialidade — como a retirada de catarata dos olhos. Operações de emergência estão liberadas.

Cartão Família Carioca, cirurgias e aeroportos

A prefeitura informou que já estava em vigor, desde o dia 27 de julho, a necessidade de comprovar a vacinação para pessoas sejam submetidas a cirurgias eletivas nas redes pública e privada.

O mesmo valia para pessoas incluídas ou que quisessem manter acesso ao Programa Cartão Família Carioca.

O município informou que “não está prevista a comprovação da vacinação em aeroportos e rodoviárias”.

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Bolsonaro cita IgG alto para não tomar vacina; médicos e Anvisa listam razões para não repetir erro do presidente

IgG se tornou conhecido depois da popularização dos testes rápidos de farmácia. Atualmente há novos exames disponíveis, mas a análise isolada dos níveis de IgG não atesta proteção.

Por Laís Modelli e Mariana Garcia, g1

Em uma nova afirmação desprovida de base científica, o presidente Jair Bolsonaro disse que decidiu não se vacinar contra a Covid-19 porque mantém altos índices de um tipo de anticorpo contra a doença, chamado de IgG.

“No tocante à vacina, eu decidi não tomar mais. (…) A minha imunização está lá em cima, IgG está 991. Para que eu vou tomar uma vacina?”, questionou Bolsonaro.

Abaixo, em cinco tópicos, veja o posicionamento de médicos e entidades sobre o argumento de Bolsonaro e por que eles afirmam que é um erro considerar o IgG isoladamente como sinal de imunidade contra a Covid.

1 – O que é o IgG e como o corpo se defende?

Na sigla IgG, o Ig significa imunoglobulina. A imunoglobulina é um tipo de anticorpo produzido pelo sistema imunológico contra um agente invasor. IgG, então, é uma imonuglobulina da classe G.

O primeiro ponto a ser considerado é que IgG não é um conceito que sozinho abrange toda a “imunização” como a fala de Bolsonaro dá a entender.

Explicando de outro modo, segundo o professor de doenças infecciosas e vacinas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Oscar Bruna-Romero, o IgG sozinho não representa toda a defesa que o corpo precisa para agir contra o vírus.

“O IgG é a imunoglobulinado tipo G, que é o anticorpo que se comporta como memória imunológica mais frequentemente, ou seja, o anticorpo que fica por longos períodos em nós. Esse anticorpo é produzido em resposta a uma infecção, porém não quer dizer que ele funcione neutralizando o vírus”, explica Bruna-Romero.

O corpo humano tem dois tipos de respostas imunológicas:

  • humoral: inclui linfócitos B, produção de imunoglobulinas (Igs) de quatro classes (IgM, IgG, IgA e IgE)
  • celular: dependente de linfócitos T, que podem ser do tipo CD4 e CD8.

Os anticorpos fazem parte da resposta humoral, a primeira resposta do corpo ao receber um imunizante ou quando entramos em contato com um vírus.

A presença do IgG nos testes indica se houve contato com o vírus. No caso dos testes rápidos de farmácia, também pode indicar em que estágio da doença a pessoa infectada se encontra – no início ou já no final da infecção.

Entretanto, a principal resposta contra a replicação do coronavírus na célula é dada pelos anticorpos neutralizantes, conhecidos pela sigla nAb. No caso da Covid-19, os nAB atuam em uma parte bem específica do vírus e impedem a entrada dele na célula-alvo.

Por sua vez, os anticorpos IgG podem agir de forma menos específica contra o Sars-Cov-2 e não impedir sua replicação. Por isso, eles podem ser bons sinais se uma pessoa já teve Covid, mas não necessariamente uma pessoa com IgG alto tem bons níveis de anticorpos neutralizantes.

Por isso, os testes sorológicos não são capazes de analisar toda a resposta do corpo. Vale apontar ainda que as células de memória não são avaliadas nesses testes. Assim sendo, medir o IgG pode revelar apenas uma pequena parte de um processo muito maior que é a formação da imunidade contra o vírus como um todo.

2 – Bolsonaro diz que o seu IgG ‘está 991’. O que isso significa?

Ter um IgG alto não é sinônimo de proteção contra a Covid-19, segundo especialistas ouvidos pelo g1.

“Se o presidente tem IgG de 991, não quer dizer que ele está protegido contra a Covid, mas apenas significa que ele tem uma resposta imunológica. Para saber se ele está protegido teria que ter uma quantidade de anticorpos neutralizantes muito alta. Pode ser que tenha, pode ser que não tenha. Aí ele tem que falar qual foi esse teste que ele fez”, aponta Bruna-Romero.

“Dizer que se tem nível x ou y de IgG não significa nada. Ainda não temos um correlato de proteção, ou seja, ainda não sabemos qual o nível de anticorpos se correlaciona ou não com estar protegido contra a Covid-19”, explica o infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm), Renato Kfouri.

Além disso, de acordo com o presidente do comitê científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), João Viola, a IgG age especificamente em uma parte do coronavírus – como a proteína S, por exemplo -, mas não age em todo o vírus, não sendo capaz de neutralizá-lo.

“Para avaliar a proteção devemos analisar se as Igs produzidas são neutralizantes para o vírus, o que normalmente não é avaliado na rotina de dosagem da Igs”, diz João Viola.

“A IgG mostra uma resposta humoral importante, mas devemos avaliar não somente ela, mas também a IgA, que são importantes para imunidade de mucosas. Mas além disso, devemos avaliar a reposta imune celular dependente de linfócitos T CD8”, completa o presidente da SBI.

Viola destaca que já foi comprovado que indivíduos com baixos títulos de IgG podem ter uma boa resposta anti-Covid, pois estas pessoas têm uma boa resposta celular. “E o contrario também é verdadeiro, pois indivíduos com títulos altos de IgG podem ter uma resposta não eficiente, pois falham na resposta celular”, explica o infectologista.

3 – Há valores de referência para atestar que uma pessoa está com anticorpos suficientes para se dizer imune?

Todos os especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que, ao contrário do argumento de Bolsonaro, a ciência ainda não encontrou um valor de referência que seja capaz de determinar se um indivíduo está imunizado contra o coronavírus de maneira eficiente.

“Não temos valores de referência. Apesar de os altos títulos de Igs serem importantes, mais importante do que os valores é saber a classe de anticorpos, incluindo IgG (Igs de memória imunológica) e IgA, que são Igs que protegem mucosas, nesse caso importante para protegerem do coronavírus, pois esse é um vírus que infecta (contato) pela mucosa de vias aéreas superiores”, explica Viola.

Kfouri acrescenta mais um ponto nessa discussão: o nível de anticorpos necessários para a imunização pode variar de pessoa para pessoa.

“A gente vem estudando qual era o nível de anticorpos dos indivíduos que tiveram Covid mesmo vacinados para tentar estabelecer um nível de corte correlato de proteção, mas esse nível depende de vários fatores como condição do indivíduo, idade etc”, afirma o presidente da SBIm.

4 – Qual a recomendação da Anvisa sobre medição de IgG?

Na nota técnica 33/2021, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou que os testes para diagnóstico de Covid-19 disponíveis no mercado não devem ser utilizados para atestar o nível de proteção contra o novo coronavírus. No caso, a recomendação surgiu diante da busca de pessoas que tinham se vacinado e queriam saber se a “vacina pegou”.

“Não existe, até o momento, a definição da quantidade mínima de anticorpos neutralizantes – que evitam a entrada e a replicação do vírus nas células – para conferir proteção imunológica contra a infecção, reinfecção, formas graves da doença e novas variantes de Sars-CoV-2 em circulação”, explicou a Anvisa.

“A Agência reforça, ainda, que não há embasamento científico que correlacione a presença de anticorpos contra o Sars-Cov-2 no organismo e a proteção à reinfecção.” – Anvisa

5 – Por que mesmo quem já pegou Covid deve se vacinar?

O presidente do comitê científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), João Viola, lembra que a vacina tem uma composição testada para levar uma quantidade ideal do material que fará o corpo se preparar para lutar contra o vírus. Além disso, as diferentes doses e o reforço promovem uma resposta mais consistente e eficaz contra a Covid quando comparada com a infecção viral.

A diretora do Centro de Desenvolvimento e Inovação do Butantan, Ana Marisa Chudzinski, lembra que “as vacinas não induzem um único tipo de resposta”. A resposta imunológica gerada pela vacina pode manter uma espécie de lembrança que guarda na “memória” dados do patógeno contra o qual o corpo já entrou em contato.

É a partir dessa “recordação” que o corpo consegue gerar anticorpos se o vírus ou bactéria aparecer novamente no futuro. “Se mais tarde você tiver contato com o organismo patogênico, o seu corpo vai responder e te defender”, completa Ana Marisa.

“Dosar se eu tenho 1, 10, 50, 100% de anticorpos não é conclusivo para dizer se uma pessoa está imunizada ou não. O número de anticorpos vai cair, mas é a memória que interessa”, diz Ana Marisa.

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Menino com hérnia gigante na virilha aguarda por cirurgia há três anos, em Aparecida de Goiânia

Cosma Dias diz que espera pela vaga desde 2018. Prefeitura alega que procedimento foi adiado por conta da pandemia.

Por Michel Gomes, g1 Goiás

Mãe pede ajuda para conseguir cirurgia para o filho que tem hérnia inguinal, em Aparecida

O menino Bruno Clemente, de sete anos, espera pela vaga de uma cirurgia de retirada de uma hérnia inguinal, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da Capital. A diarista Cosma Dias, mãe da criança, desabafa que espera desde 2018 e não aguenta mais ver o filho sentindo dor.

“Tem dias que ele não dá conta de estudar, fica torto de tanta dor, ele é especial e sofre muito. Eu peço a Deus que a cirurgia saia logo”, lamenta a mulher.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Aparecida diz que o procedimento ainda não foi realizado por causa da suspensão de cirurgias eletivas durante a pandemia. Enquanto espera, Cosma lamenta que não tem condição de pagar uma cirurgia na rede particular e espera ansiosa pela vaga.

Bruno Clemente Dias, de 7 anos, aguarda cirurgia em Aparecida de Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Cosma Dias

Bruno Clemente Dias, de 7 anos, aguarda cirurgia em Aparecida de Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Cosma Dias

De acordo com a secretaria, a Prefeitura de Aparecida vai entrar em contato com a família e verificar o caso de Bruno.

“A Secretaria informa ainda que nesta quarta-feira, 13 de outubro, entrará em contato com paciente para agendar uma reavaliação pré-operatória”, diz a prefeitura.

Espera

Cosma fala ainda que inicialmente a cirurgia seria realizada no Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (CRER), mas não recebe boas notícias da espera.

“A moça falou que ele está na lista, que a fila é enorme e tem que esperar”, explica Cosma.

g1 entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia às 20h05 de segunda-feira (11) para verificar se o caso de Bruno foi encaminhado para a capital, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

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Imagens de câmeras de segurança mostram execução de vereador em Ponta Porã

Em poucos segundos, motociclista atira em vereador e foge. Farid Afif (DEM) foi executado a tiros, na última sexta-feira (08), em Ponta Porã, na fronteira entre o Brasil e Paraguai.

Por Luana Ribeiro e Marta Ferreira, g1 MS

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que o vereador Farid Afif (DEM) é executado a tiros, enquanto fazia um passeio de bicicleta por Ponta Porã, cidade sul-mato-grossense, vizinha a Pedro Juan Caballero, Paraguai.

Nas imagens é possível ver o vereador de bicicleta, enquanto o autor se aproxima em uma moto. Quando está lado a lado com a vítima, o motociclista inicia os disparos. São pelo menos seis tiros, à curta distância, em aproximadamente 10 segundos. Após atingir o vereador, o criminoso foge.

Os vídeos, gravados em diferentes ângulos, também mostram testemunhas buscando abrigo durante o tiroteio.

Segundo o delegado Marcos Werneck, que acompanha o caso, o vereador entrou em uma loja para se abrigar logo após ser atingido pelos tiros. “As possíveis testemunhas, quando ouviram o estampido, também entraram para se abrigar, e isso comprometeu de serem testemunhas oculares do crime”, disse.

Conforme as investigações, a morte do vereador não tem relação com as quatro mortes que foram registradas na cidade paraguaia vizinha, Juan Pedro Caballero.

A Polícia Civil analisa os detalhes das imagens e faz buscas pelo autor, mas não informou as hipóteses investigadas sobre as motivações do crime. Nenhum suspeito foi preso até a última atualização desta reportagem.

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Após caso Backer, Polícia Civil adquire aparelho de R$ 1 milhão para detectar bebidas adulteradas

Compra foi feita com recursos do Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor.

Por Rafaela Mansur, g1 Minas — Belo Horizonte

Analisador de bebidas do Instituto de Criminalística da Polícia Civil — Foto: Ministério Público de Minas Gerais/ Divulgação

Analisador de bebidas do Instituto de Criminalística da Polícia Civil — Foto: Ministério Público de Minas Gerais/ Divulgação

O Instituto de Criminalística da Polícia Civil de Minas Gerais adquiriu um equipamento capaz de verificar a adulteração de bebidas. Avaliado em mais de R$ 1 milhão, o aparelho foi comprado com recursos do Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério Público de Minas Gerais, e já está em funcionamento.

A destinação de recursos para o analisador de bebidas foi aprovada após a contaminação da cerveja Belorizontina, da Backer, com dietilenoglicol, que deixou dez pessoas mortas.

Segundo a perita criminal da seção técnica de física e química legal do Instituto de Criminalística, Renata Fontes, durante as investigações do caso Backer, a equipe da Polícia Civil de Minas precisou ir a Brasília para usar o equipamento da corporação do Distrito Federal.

“Eu poderia ser questionada se o dietilenoglicol não foi adicionado na cerveja depois de ela sair da fábrica, mas, com o equipamento, eu tinha certeza que não. Como os parâmetros de CO2 estavam dentro do esperado, tenho certeza que a cerveja já saiu da cervejaria com o contaminante”, explicou Renata.

As investigações concluíram que o dietilenoglicol foi usado indevidamente e que houve vazamento do produto para as cervejas, dentro da fábrica.

O analisador de bebidas permite verificar se a embalagem da bebida está íntegra, por meio da análise da carbonatação e da pressão da rolha, ou se foi violada. Também possibilita verificar se há adulteração em bebidas alcoólicas destiladas ou fermentadas e não alcoólicas gaseificadas.

Segundo Renata, com a aquisição do aparelho, a expectativa é que as demandas enviadas para o Instituto de Criminalística aumentem.

Backer: animação mostra como aconteceu contaminação de cerveja

Os peritos trabalham em casos criminais e podem usar o equipamento, por exemplo, em investigações que apuram falsificação e adulteração de bebidas para venda e em suspeitas de envenenamento.

“Com esse equipamento, a gente tem uma segurança muito maior de liberar uma análise realmente conclusiva. A gente consegue fazer uma série de análises químicas, como medição de pH, teor alcoólico e teor de oxigênio e de CO2 na bebida. Foi um ganho enorme para o nosso trabalho e para a apuração de crimes, para identificar onde aconteceu o problema”, afirmou Renata.

Caso Backer

A contaminação nas cervejas da Backer veio à tona em janeiro de 2020, quando a Polícia Civil começou a investigar a internação de vários consumidores com sintomas de intoxicação após tomarem a cerveja Belorizontina.

Dez pessoas morreram e outras tiveram problemas nos rins e sequelas como cegueira e paralisação facial.

A Polícia Civil indiciou 11 pessoas ligadas à cervejaria, por crimes como lesão corporal, contaminação de produto alimentício e homicídio. Todas as 11 foram denunciadas pelo Ministério Público, inclusive os sócios-proprietários da Backer.

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Canoa vira, 3 caem na água e criança de 9 anos é única sobrevivente em SC

Mãe de menino desapareceu no rio e corpo foi localizado por pescadores. Outro tripulante foi encontrado pelos bombeiros, submerso.

Por Clarissa Battistella, g1 SC

Buscas no rio Imaruí — Foto: Corpo de Bombeiros Militar/Divulgação

Buscas no rio Imaruí — Foto: Corpo de Bombeiros Militar/Divulgação

Dois tripulantes de uma canoa de alumínio desapareceram após caírem dentro de um rio em Imaruí, no Sul de Santa Catarina, na tarde de segunda-feira (11). Um menino de 9 anos, que estava com a mãe na embarcação, sobreviveu. Ele foi o único que conseguiu chegar até a margem, onde pediu ajuda para salvar a mãe e o amigo dela, que já tinham submergido.

Os corpos da mulher, de 28 anos, e do homem, de 31, foram localizados entre a madrugada e a manhã desta terça-feira (12), por pescadores e mergulhadores do Corpo de Bombeiros Militar.

Segundo os bombeiros, o menino contou que a canoa havia virado durante uma manobra e que os três tripulantes caíram na água. Os dois adultos não conseguiram nadar até as margens e desapareceram. Já a criança conseguiu se segurar na canoa e, depois de algum tempo, alcançou o solo.

Bombeiros procuram corpos desaparecidos no rio Imaruí — Foto: Corpo de Bombeiros Militar/Divulgação

Bombeiros procuram corpos desaparecidos no rio Imaruí — Foto: Corpo de Bombeiros Militar/Divulgação

O menino pediu ajuda e o Corpo de Bombeiros Militar foi acionado. Dois mergulhadores e um comandante iniciaram as buscas aquáticas no mesmo dia, até o anoitecer. Às 20h de segunda, os trabalhos foram encerrados.

O rio, segundo os bombeiros, possui em torno de 50 metros de largura e 6 metros de profundidade. A correnteza é fraca.

Na madrugada desta terça, por volta das 4h, pescadores encontraram o corpo da mulher. Não foi informado, no entanto, se estava submerso.

As buscas foram retomadas por volta das 6h e a equipe de mergulhadores encontrou o corpo do homem por volta das 9h15, submerso. Ele estava a aproximadamente 50 metros do local onde a embarcação virou.

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Aumenta o número de desalojados e desabrigados por conta da chuva no ES

Só na cidade de Viana, que decretou situação de emergência, 400 pessoas precisaram sair de suas casas, segundo a prefeitura.

Por g1 ES

chuva forte que atinge o Espírito Santo desde o domingo (10) deixou mais desabrigados e desalojados. Só na cidade de Viana, que decretou situação de emergência, 400 pessoas precisaram sair de suas casas, segundo a prefeitura.

De acordo com a Defesa Civil, no boletim divulgado no final da tarde desta terça-feira (12) as cidades com os maiores acumulados de chuva das últimas 24 horas são Santa Leopoldina (118,8 mm), Cariacica (104,91 mm), Viana (99,16 mm), Vila Velha (88,93 mm), Vitória (87,37 mm), Itapemirim (80,73 mm), Piúma (79,4 mm), Nova Venécia (69,42 mm), Ibiraçu (65,07 mm) e Serra (62,4 mm).

Segundo a Prefeitura de Viana, já foram registradas mais de 55 ocorrências e equipes estão percorrendo pontos de alagamento e monitorando as áreas.

Chuva forte deixa desabrigados no Espírito Santo

Foram registrados pontos de alagamentos nos bairros de Verona, Santo Agostinho, Vila Bethânia, Industrial, Campo Verde e Coqueiral de Viana. Os bairros mais afetados com deslizamentos são Nova Bethânia, Bom Pastor, Arlindo Vilaschi, Vale do Sol e Industrial.

Desde segunda (11) foram registrados pontos críticos de alagamento em Vila Velha, nos bairros Cobi de Baixo, Ataíde, Ibes, Cobilândia, Jardim Guaranhuns e Nova América.

Um morador de Cobilândia “surfou” na Avenida João Francisco Gonçalves.

Também em Vila Velha, por causa dos alagamentos, quatro puérperas e quatro recém-nascidos foram removidos da Maternidade de Cobilândia para o Hospital Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba).

Em Guarapari, no bairro Bela Vista, um muro de aproximadamente cinco metros desabou nesta terça em cima de uma casa. A cozinha do imóvel ficou completamente destruída.

O pedreiro Jaelson Santos disse que a cozinha da casa ficou completamente destruída e por pouco não foi atingido.

“Em questão de minutos quando entrei no quarto desabou tudo”, contou.

Pouco depois da queda do muro, a Defesa Civil municipal foi até a região e interditou algumas casas, incluindo a do pedreiro.

Em nota, a Prefeitura de Guarapari informou que, além da casa atingida pelo muro, outras cinco casas precisaram ser interditadas e os moradores foram encaminhados para casas de parentes.

“Nesta quarta (13) as equipes da Secretaria de Trabalho, Assistência e Cidadania (Setac) que atuam no Cras do Bela Vista, farão o atendimento assistencial dessas famílias”, diz parte da nota.

Ainda de acordo com a prefeitura, 15 pessoas foram abrigadas em casa de parentes.

Em Cariacica, áreas ficaram alagadas na entrada do bairro Cruzeiro do Sul e nos bairros Vila Palestina, Jardim américa, Flexal e Vale Esperança, onde uma árvore caiu.

Também em Cariacica, houve deslizamentos no bairro Oriente, na Rua Alfredo Couto Teixeira, e no bairro Alto Lage, na Rua Pedro Álvares Cabral, ambos sem vítimas.

No bairro Flor de Piranema, uma grávida de nove meses saiu de casa com a ajuda de vizinhos. O bairro ficou tomado pela água e a mulher precisou sair de casa às pressas.

“Vou para a maternidade. Perdi líquido e estou com medo que aconteça alguma coisa”, disse.

O servente Douglas Silva falou do prejuízo e transtorno provocado pela chuva.

“Comprei o material de construção ontem pra reformar a casa e perdemos tudo”, disse.

Ainda no município, um bloco rolou em Alto Mucuri, na Rua C, também sem vítimas.

A Defesa Civil do ES segue em estado de alerta e o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) emitiu um alerta para chuvas fortes no estado que vale até quarta.

Confira os telefones das defesas civis

Coordenadorias regionais da Defesa Civil estadual:

  • Vitória: (27) 3194-3692 e (27) 99975-2085
  • Linhares: (27) 98879-8279 e (27) 3264-7954
  • Cachoeiro de Itapemirim: (28) 3515-2404
  • Marechal Floriano: (27) 98879 -7741
  • Guarapari: (27) 98879-7971
  • Cariacica: (27) 98879-7810 e (27) 3194-3772
  • São Mateus: (27) 99621-8824 e (27) 3767-6050
  • Aracruz: (27) 99228-4775 e (27) 3296-4960
  • Colatina: (27) 98879-7621

Defesas civis municipais da Grande Vitória:

  • Vitória: (27) 98818-4438 e (27) 3382-6168
  • Vila Velha: (27) 99698-0903, (27) 99895-0100 e (27) 3388-4346
  • Serra: (27) 98849-0641 e (27) 99938-9500
  • Cariacica: (27) 99946-0331, (27) 98831-6000 e (27)99989-2164
  • Fundão: (27) 99793-9764 e (27) 99650-1632
  • Guarapari: (27) 99843-0437
  • Confira a lista completa das defesas civis municipais

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Investidores de Campos, RJ, entram na Justiça contra empresa do ‘faraó dos bitcoins’ pedindo devolução de dinheiro

De acordo com os investidores, a empresa suspendeu os pagamentos após os desdobramentos da Operação Kryptos, realizada pela Polícia Federal em agosto e que culminou na prisão de Glaidson Acácio dos Santos.

Por João Villa Real, Éder Souza e Phelipe Soares, g1 — Campos dos Goytacazes

Uma série de clientes de Campos, no Norte Fluminense, que investiram na G.A.S Consultoria Bitcoin entraram na Justiça contra a empresa, pedindo a rescisão do contrato e a devolução dos valores investidos. A G.A.S tinha como dono Glaidson Acácio dos Santos, preso em agosto por crimes contra o sistema financeiro.

O advogado Jefferson Almeida representa dez antigos clientes da G.A.S. Todos eles buscam a rescisão contratual com a empresa, após não receberem o retorno financeiro prometido. Os clientes de Jefferson investiram valores considerados de pequeno a médio porte, indo dos R$ 5 mil aos R$ 20 mil.

“Vamos supor que você investisse R$ 10 mil, você teria 10% daqueles 10 mil reais mensalmente. A partir do momento que aqueles 10% não é cumprido, isso gera o direito de rescisão unilateral do contrato, ou seja, gera ao cliente o dinheiro de volta. Até no contrato tem uma cláusula por parte da G.A.S que fala sobre isso, que se você não cumprir o contrato, você gera a rescisão. Foi isso o que aconteceu”, explica Jefferson Almeida.

Dos dez clientes que entraram na Justiça, quatro já conseguiram liminares favoráveis para garantir a devolução do dinheiro. De acordo com os investidores, a empresa suspendeu os pagamentos após os desdobramentos da Operação Kryptos, realizada pela Polícia Federal em agosto e que culminou na prisão de Glaidson, suspeito de chefiar um esquema ilegal, conhecido como pirâmide financeira.

Glaidson é investigado por crimes contra o sistema financeiro, além de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

A procura por escritórios como o do Jefferson tem sido cada vez maior, todos contando a mesma história.

“As pessoas continuam nos procurando. Hoje mesmo, mais cedo, eu estava aqui conversando com alguns clientes na perspectiva de entrar com mais ações”, disse Jefferson.

Outro advogado, José Paes Neto, calcula que, em todo o estado, já são 240 processos contra a empresa.

José também representa um investidor, que deixou R$ 100 mil na G.A.S. Ele também conseguiu uma liminar para garantir que o dinheiro seja devolvido.

“Diante do número de investidores que se tem conhecimento, dos valores envolvidos, há um risco bastante significativo de que não haja recurso suficiente para que todos os investidores sejam ressarcidos. Então, por isso, esse pedido liminar de arresto não só das contas da empresa, como também de reserva dos valores eventualmente bloqueados no processo criminal na Justiça Federal, como uma tentativa de resguardar os direitos desse investidor ao final do processo”, disse o advogado.

‘Pirâmide financeira do mundo moderno’

Para o professor de economia, Saulo Jardim, esquemas como o que a G.A.S. está sendo investigada não podem ser considerados investimentos de fato. “Não é considerado um investimento porque o recurso captado não é aplicado em nenhuma atividade financeira específica, nenhuma atividade produtiva”.

“A clássica pirâmide financeira vem com outra cara, aparece pra gente nesse mundo moderno com outra cara, porque, na verdade, quem garante a alta rentabilidade que o suposto investimento oferece são os novos entrantes no esquema. Eles garantem a alta rentabilidade das pessoas que entraram anteriormente no esquema”, alerta o professor.

Uma dica para saber se o investimento é confiável é pesquisar na internet. O site da Comissão de Valores Mobiliários, autarquia vinculada ao Ministério da Economia do Brasil, tem um espaço em que é possível buscar o nome da empresa que está oferecendo o investimento. Se o cadastro for encontrado, a chance da proposta ser confiável é maior do que se ele não aparecer na busca.

Por isso, antes de investir qualquer dinheiro, além de estudar a empresa, é importante também saber quais as condições que ela oferece.

“A primeira coisa, pra quem entende um pouco, assusta, né? Como assim 10% ao mês? Que ativo é esse que garante, com risco zero, uma rentabilidade de 10% ao mês? Eu não conheço nenhum, que chegue nem perto disso. Inclusive, hoje, um que chegue aos 10% ao ano é um ativo que paga muito bem em termos de retorno”, explica o professor.

“Pessoas próximas já me procuraram algumas vezes dizendo que tinham recebido oferta que rende 10% ao mês e perguntando se é confiável ou não, e eu falo: ‘Se garantiu 10% ao mês, não precisa nem me contar a história. Não é confiável!'”.

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