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Mais de 10 carros aparecem em pedreira desativada após diminuição do nível de água

Cerca de 15 veículos estavam submersos na antiga pedreira em Salto de Pirapora (SP). A água do local tem sido captada para manter abastecimento. Polícia Civil informou que vai apurar como e por que esses veículos foram parar no lago.

Por TV TEM

Cerca de 15  carros foram encontrados em pedreira desativada em Salto de Pirapora (SP) — Foto: Reprodução/ TV TEM

Cerca de 15 carros foram encontrados em pedreira desativada em Salto de Pirapora (SP) — Foto: Reprodução/ TV TEM

Pelo menos 15 carros foram encontrados na pedreira desativada de Salto de Pirapora (SP), após a diminuição do nível de água. A Polícia Civil informou que vai apurar como e por que esses veículos foram parar no lago.

Alguns carros já estão completamente expostos, mas há também os que ainda estão submersos. Outros estão parcialmente encobertos pela água.

Os carros vão ser removidos para que seja feita a perícia e registro da ocorrência. Será feito um levantamento das placas e chassis. Ainda segundo a polícia, a logística para a apreensão dos veículos está sendo providenciada. Não há prazo para retirada dos carros.

A concessionária Águas de Araçoiaba, responsável pela captação da água do lago para despejo no rio Pirapora, informou que quando os primeiros veículos apareceram, acionou a polícia.

A área é particular e pertence a uma fábrica de cimentos da região. O lago tem cerca de 30 metros de profundidade.

A água está sendo captada desde o dia 9 de setembro para manter a capacidade de distribuição do rio Pirapora, que abastece os municípios de Salto de Pirapora, Piedade e Araçoiaba da Serra.

Diminuição do nível de água em pedreira desativada revela carros que estavam submersos em Salto de Pirapora (SP) — Foto: Reprodução/ TV TEM

Diminuição do nível de água em pedreira desativada revela carros que estavam submersos em Salto de Pirapora (SP) — Foto: Reprodução/ TV TEM

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Enfermeiro é baleado na cabeça durante assalto a ônibus na Zona Norte do Rio

Testemunhas contaram que Luiz Otávio estava usando fone de ouvido e não percebeu que era um assalto. Seu estado de saúde é grave.

Por Jéssica Sá, Ana Paula Santos e Filipe Fernandes, Bom Dia Rio

Passageiro é baleado na cabeça durante assalto a ônibus, na Avenida Brasil

Um homem foi baleado na cabeça durante um assalto em um ônibus em Guadalupe, na Zona Norte do Rio, na noite de terça-feira (15).

Luiz Otávio Silva é enfermeiro, tem 27 anos e estava voltando do trabalho quando os bandidos anunciaram o roubo, na Avenida Brasil.

Testemunhas contaram que Luiz Otávio estava usando fone de ouvido e não percebeu a ação.

Quando ele se deu conta, ficou nervoso, e um dos assaltantes atirou.

“A informação que a gente tem é que dois ladrões entraram no ônibus e na hora do assalto, ele com o fone no ouvido, não prestou atenção. Quando se deu conta, ficou nervoso, e um dos rapazes falou para o outro ‘dá logo um tiro na cabeça dele’. E pegaram o aparelho de telefone dele”, disse Luiz Fábio Ferreira Silva, amigo da vítima.

Luiz Otávio trabalha em um hospital particular em Niterói e mora em Seropédica. Ele pega a mesma linha de ônibus para ir para os plantões, a 712, que liga Coelho Neto a Seropédica.

“Ele acordava todo dia às 4h para pegar o ônibus de 4h30 para Coelho Neto. Ele começou como técnico, ele fez a faculdade dele, se tornou enfermeiro. Ele dava aula de enfermagem também no curso técnico. Ele estava agora fazendo uma faculdade a distância para se especializar mais dentro da enfermagem”, contou o marido, Renan Moreira.

Ele foi levado para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha. Segundo a família, ele chegou lúcido ao local e passou por uma cirurgia. Os médicos disseram para a família que seu estado de saúde é considerado grave.

A família ficou sabendo do assalto por meio de uma vizinha que pega o mesmo ônibus. Ela contou que tinha acontecido um assalto no início da noite e um rapaz tinha sido baleado na cabeça. Foi quando descreveu as características do rapaz que a família percebeu se tratar de Luiz Otávio.

“Ele é trabalhador, calmo, a rotina dele é de casa para o trabalho, do trabalho para casa. Eu me sinto arrasado. Infelizmente é a rotina de cidade grande”, disse o pai do enfermeiro, Claudemar Rodrigues da Silva.

Os dois bandidos que assaltaram o ônibus conseguiram fugir. Policiais militares foram ao local e ouviram testemunhas.

O caso foi registrado na delegacia de Ricardo de Albuquerque.

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Assalto termina com um homem morto e três suspeitos presos em SP; família foi mantida refém dentro de casa

Morador ia lavar carro na rua quando foi rendido por quatro homens na Vila Sônia na noite desta segunda (14).

Por Bom Dia SP e G1 SP — São Paulo

Um suspeito de assalto morreu e três foram presos após trocarem tiros com policiais militares na noite desta segunda-feira (14) na Vila Sônia, Zona Oeste de São Paulo. Eles renderam uma família dentro da casa das vítimas quando a polícia chegou.

Imagens de uma câmera de segurança mostrou a ação dos criminosos. Por volta das 20h30, um pedreiro estava na rua e se preparava para lavar o carro quando os suspeitos se aproximaram e anunciaram o assalto. Os criminosos renderam todos os moradores e fizeram ameaças.

“Eles falavam assim: ‘se você não ficar quieto a gente vai te matar ou “nóis vai” matar sua família também”, contou.

Durante o assalto, policiais militares chegaram ao local e entraram na casa. Durante o tiroteio, um dos criminosos morreu no local. Os outros suspeitos foram presos e levados para uma delegacia no Morumbi.

Há dois meses, o pedreiro que não quis se identificar, disse que realizou um sonho ao deixar a comunidade onde vivia com a mulher e duas filhas e alugou uma casa na Vila Sônia. Após o trauma provocado pelo assalto, a família não sabe mais se vai ficar no local.

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Com dificuldade para pagar taxa de inscrição, médicos cubanos vão tentar fazer o novo exame do Revalida

As inscrições começam no dia 21 de setembro e a taxa custa R$ 330. Muitos médicos cubanos têm sobrevivido trabalhando como secretários, atendentes de farmácia e até garçons.

Por Thais Pimentel, G1 Minas — Belo Horizonte

A última vez que o médico cubano Armando Madrigal, especialista em atenção primária, atendeu um paciente foi em 2017, na cidade de Presidente Olegário, com cerca de 20 mil habitantes, no Triângulo Mineiro. Com passagens pelo Haiti, Paquistão e Venezuela, ele agora tem a chance de voltar a clinicar após a publicação do edital do Revalida no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (11).

“Mas é muito caro. Só vou conseguir pagar com a ajuda da minha mulher. Cheguei a trabalhar em uma farmácia, mas não deu certo. Tem colega meu que não tem condições de se inscrever”, disse o médico ao falar do valor da inscrição desta primeira etapa, R$ 330.

O exame não é feito desde 2017, apesar de a legislação em vigor prever a prova a cada seis meses. Em novembro do ano seguinte, o governo de Cuba decidiu sair do programa social, citando “referências diretas, depreciativas e ameaçadoras” feitas por Jair Bolsonaro sobre a presença dos médicos cubanos no Brasil.

Segundo a Associação Nacional dos Profissionais Médicos Formados em Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Aspromed), cerca de 2 mil profissionais continuam no Brasil desde então.

“Eu vou fazer o Revalida, sim. Mas acho que tem muitos obstáculos que nos impede de exercermos a medicina. A própria prova em si é extremamente difícil”, disse Armando.

A última edição teve 7.380 inscritos, dos quais 393 foram aprovados.

Médicos sobrevivem como garçons

Para viver no Brasil, muitos médicos se tornaram secretários, atendentes e até garçons. Daí a dificuldade, segundo eles, de conseguir recursos para pagar a inscrição. Um deles, que é garçom em um restaurante e não quis se identificar, disse que o valor é alto. Ainda segundo ele, há muitas dificuldades impostas a quem já passou anos no país clinicando e tem qualificações.

Yurisel Brown Ciprian, que atuava no Programa Saúde da Família, em São Gotardo, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais, durante o Mais Médicos, passou a sobreviver nos últimos anos trabalhando em uma lanchonete. “Não sei fazer outra coisa que não seja clinicar”, disse ela.

Há poucos dias, a preocupação deu lugar ao alívio. Yurisel conseguiu entrar na terceira chamada do edital do Ministério da Saúde que prevê a contratação temporária de “médicos intercambistas, oriundos da cooperação internacional, para reincorporação ao Projeto Mais Médicos para o Brasil”. A medida foi tomada em março por causa da pandemia do novo coronavírus.

Hoje, Yurisel trabalha em um posto de saúde na cidade de Medeiros, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais.

“Eu estou muito realizada, mas vou fazer o Revalida pois o contrato é de dois anos. Bom que o salário agora é mais tranquilo. Mas ainda tenho colegas que estão sobrevivendo como atendentes em restaurantes ”, disse ela.

‘Pecado capital’

Para Armando, o Revalida é uma barreira e não um caminho para a integração.

“Não estamos pedindo que seja uma prova fácil, mas parece que é um pecado capital ser médico formado no exterior e querer revalidar no Brasil”, disse ele.

G1 procurou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo edital do Revalida, mas não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem.

O que é o Revalida?

O Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) se divide em duas etapas: uma teórica e outra prática.

A prova teórica, por sua vez, é dividida em duas partes aplicadas no mesmo dia. Pela manhã, devem ser resolvidos 100 itens objetivos. Na parte da tarde, os participantes precisam responder 5 questões discursivas.

A segunda parte é uma avaliação prática, baseada em 10 entrevistas (anamneses) para diagnóstico inicial de doenças em atores que se passam por pacientes.

Quem pode fazer o Revalida?

Qualquer brasileiro(a) ou estrangeiro(a) que esteja em situação legal de residência no Brasil poderá fazer a prova. Para se candidatar, é preciso:

  • ser brasileiro ou estrangeiro em situação legal no Brasil;
  • possuir diploma de graduação em medicina expedido por Instituição de Educação Superior Estrangeira, reconhecida no país de origem pelo Ministério da Educação ou órgão equivalente, autenticado pela autoridade consular brasileira, ou pelo processo de Apostilamento da Haia, regulamentado pela Convenção de Apostila da Haia, tratado internacional promulgado pelo Brasil por intermédio do Decreto nº 8.660, de 29 de janeiro de 2016.

Saída de Cuba do Mais Médicos

Em novembro de 2018, o governo de Cuba decidiu sair do programa social Mais Médicos, citando “referências diretas, depreciativas e ameaçadoras” feitas por Jair Bolsonaro sobre a presença dos médicos cubanos no Brasil.

O país caribenho enviava profissionais para atuar no Sistema Único de Saúde desde 2013, quando o governo da ex-presidente Dilma Rousseff criou o programa para atender regiões carentes sem cobertura médica.

Durante a campanha, Bolsonaro declarou que ele “expulsaria” os médicos cubanos do Brasil com base no exame de revalidação de diploma de médicos formados no exterior, o Revalida. A promessa também estava em seu plano de governo.

Sobre a decisão do governo cubano, o presidente se manifestou pelo Twitter dizendo: “Condicionamos a continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou.”

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Avião com deputado federal Paulo Bengston sai da pista ao fazer pouso forçado no Pará

Aeronave partiu de Belém e levava quatro pessoas para Altamira. Todos tiveram ferimentos leves.

Por Caio Maia, G1 PA — Belém

Um avião monomotor que transportava o deputado federal Paulo Bengtson (PTB-PA), corregedor da Câmara dos Deputados, precisou fazer um pouso forçado nesta segunda-feira (14) em Anapú, Sudoeste do Pará.

Segundo o parlamentar, ele e as outras 3 pessoas que estavam na aeronave tiveram ferimentos leves.

O avião, que apresentou problemas durante um voo de Belém para Altamira, pertence ao deputado e estava com as licenças em dia e havia passado por manutenção recentemente. O caso será investigado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

“Estávamos em quatro pessoas no avião. Todos nós sofremos apenas ferimentos superficiais. Todos estão Belém. O avião ficou bastante quebrado, mas tivemos uma vitória. Não sofremos nada”, conta o deputado.

Aeronave que transportava o deputado Paulo Bengston após sair da pista  — Foto: Reprodução/ TV Liberal

Aeronave que transportava o deputado Paulo Bengston após sair da pista — Foto: Reprodução/ TV Liberal

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Rioluz foi usada como moeda de troca para convencer empresários a apoiar campanha de Crivella, diz MP

De acordo com os investigadores, a companhia foi usada como moeda de troca para convencer empresários a participar da campanha à prefeitura do Rio.

Por Arthur Guimarães, Leslie Leitão, Marco Antônio Martins e Mônica Teixeira, G1 Rio e RJ2

As investigações do Ministério Público estadual do Rio de Janeiro (MPRJ) revelam suspeitas de corrupção na Rioluz, a empresa de iluminação pública da capital. Segundo os promotores, a companhia foi usada como moeda de troca para convencer empresários a participar da campanha de Marcelo Crivella à Prefeitura do Rio.

O suposto uso da Rioluz foi apontado no âmbito da Operação Hades, que investiga um suposto ‘QG da Propina’ na Prefeitura do Rio.

Segundo as investigações, benefícios prometidos para que um grupo de empresários concordasse em antecipar R$ 1,5 milhão para a campanha. Assim, se adquiria a possibilidade de indicar o nome do futuro presidente da Rioluz, além de facilidades nas licitações dos contratos de iluminação pública.

Primo do bispo Edir Macedo, fundador da igreja Universal do Reino de Deus e tesoureiro das campanhas políticas de Marcelo Crivella, Mauro Macedo era, de acordo com as investigações do MP, quem intermediaria essas negociações.

Um dos empresários do setor de iluminação contou que Mauro Macedo chegou a dizer que as empresas que contribuíssem iriam dominar a Rioluz. Mas, depois da eleição, o compromisso firmado com os empresários não foi cumprido, de acordo com os investigadores.

Segundo o MP, um deles, Geraldo Luiz Chaves Guedes, sócio da Ilumisul Soluções Urbanas e Luminotécnica, ficou frustrado diante de várias tentativas de obter as vantagens indevidas pelas quais “pagou” durante a campanha eleitoral.

Mesmo sem ocuparem cargos na administração municipal, o Ministério Público estadual diz que Rafael Alves e Mauro Macedo sempre tiveram influência na Rioluz. Irmão do ex-presidente da Riotur Marcelo Alves, Rafael Alves é apontado por procuradores como protagonista do esquema de corrupção.

Outro personagem que aparece nas investigações é o empresário português Licínio Soares Bastos, condenado por corrupção ativa na Operação Furacão, em 2008, que investigou a máfia dos bingos no RJ.

Junto com Rafael Alves, Licínio Soares Bastos estava em constantes reuniões, inclusive, com o presidente da Rioluz, mesmo sem ser do ramo de iluminação. Para o MPRJ, os dois, autorizados pelo prefeito, tinham força suficiente dentro da administração municipal para derrubar e nomear os presidentes da empresa.

Serviço de reboque

O serviço de reboques é outro que estava na mira do grupo. Segundo o Ministério Público, as trocas de mensagens entre Rafael Alves e Isaías Zavarise — que até 2019 foi assessor chefe do gabinete do prefeito — mostram que os dois estavam orquestrados para fraudar a contratação da empresa que prestaria o serviço.

A análise do conteúdo das mensagens recuperadas no telefone celular de Rafael Alves permite afirmar, segundo investigadores, que ambos eram interlocutores assíduos, tendo trocado mais de 2 mil mensagens.

Ambos, segundo o MP, orquestraram para fraudar o caráter competitivo do certame para a contratação da empresa que deveria, em síntese, prestar o serviço de remoção de veículos através de reboques, operação e gerenciamento de depósitos apoiado por sistemas automatizados.

Isaias diz, em uma das conversas, que a publicação do edital do reboque estava prevista para 10 de abril. Mas Rafael Alves recebeu o documento de Isaias quase 15 dias antes:

“Em que pese a mensagem acima indicar que o edital de licitação somente seria publicado no dia 10/04/2018, Rafael Alves recebeu tal documento de Isaías Zavarise no dia 27/03/2018, quase 15 dias antes de qualquer outro eventual.”

A troca de mensagens entre os dois, segundo o MP, indica que eles estavam fazendo alterações no edital. Para os investigadores, a intenção era assumir a administração no negócio.

Em uma das mensagens, Rafael Alves demonstra o interesse na negociação:

“Precisamos entrar na sociedade porque o garoto que fez me falou que é um filé mignon.”

Previdência municipal

De acordo com as investigações, houve trocas de mensagens sobre a contratação do grupo Assim Saúde pela Previ-Rio.

Segundo os investigadores, o contrato de R$ 210 milhões para o fornecimento de planos de saúde para os servidores municipais durante um ano foi prorrogado por mais dois anos a partir de janeiro de 2019.

O MP informa nos documentos que a contrapartida do contrato milionário era o pagamento mensal de propina estimado em R$ 1,5 milhão para a organização criminosa.

Para os investigadores, existem sérios indícios de atos ilícitos no processo de contratação e provas concretas de que havia um rateio da propina.

O MP destaca ainda a participação de outros personagens no organograma do grupo. Um deles é o senador Eduardo Lopes.

Segundo o MP, Eduardo Lopes tem vínculos consolidados com o prefeito Marcelo Crivella. As trajetórias políticas de Crivella e Eduardo Lopes estão ligadas. Toda vez que o prefeito deixava um cargo, quem assumia no lugar dele era Eduardo Lopes.

Foi assim no Ministério da Pesca e no Senado. Crivella e Eduardo Lopes são bispos licenciados da Igreja Universal do Reino de Deus.

O que dizem os citados

O prefeito Marcelo Crivella refutou as acusações.

A Prefeitura do Rio, por meio da Previ-Rio, também refutou as acusações e disse que somente a empresa Assim Saúde se apresentou ao credenciamento, e por este motivo foi a única operadora de planos de saúde a atender o conjunto de servidores públicos dos órgãos e entidades municipais.

Eduardo Lopes não foi encontrado pela reportagem.

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‘QG da Propina’ na Prefeitura do Rio recebia R$ 1,5 milhão por mês para favorecer plano de saúde, diz Ministério Público

Grupo Assim Saúde pagou em troca de contrato de R$ 210 milhões para fornecer planos a servidores, diz investigação. Denúncia aponta que pagamento foi negociado por Rafael Alves, suposto operador de esquema de corrupção ao lado de Crivella.

Por Ana Carolina Raimundi, Mahomed Saigg e Marcelo Gomes, Fantástico

“QG da Propina” que funcionava na Prefeitura do Rio recebia R$ 1,5 milhão por mês da empresa Assim Saúde para intermediar o fornecimento de planos de saúde a servidores municipais, afirma o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

A informação foi exibida neste domingo (13) no Fantástico, que revelou mensagens e documentos inéditos da investigação.

Segundo o inquérito, que apura a existência de um suposto esquema de corrupção no governo municipal, o pagamento foi negociado pelo empresário Rafael Alves, irmão do ex-presidente da Riotur Marcelo Alves.

A propina, segundo o MP, era paga em troca de um contrato de R$ 210 milhões para fornecimento de planos de saúde a funcionários da Prefeitura.

Os investigadores afirmam que a negociação foi feita em uma sala ao lado da presidência da Riotur, na Cidade das Artes, Zona Oeste do Rio, onde Rafael Alves despachava mesmo sem ter cargo no governo municipal.

O acordo, segundo o MP, foi fechado com o empresário Azziz Chidid Neto, presidente do Conselho de Administração do Grupo Assim Saúde.

Segundo a investigação, Alves se encontrava regularmente com o doleiro Sérgio Mizrahy no “QG da Propina” para dividir o dinheiro recebido irregularmente dessa e de outras empresas.

O MP afirma que eles usavam a Riotur para fazer contratos superfaturados, sem licitação, em troca de propina.

A investigação

O Ministério Público analisou mais de dez mil mensagens de celular entre Crivella e um grupo de colaboradores que, segundo a acusação, mantinham o chamado “QG da Propina”.

As conversas sugerem que esse grupo tinha carta branca para extorquir dinheiro de empresários. e não tinha pudor em colocar o próprio prefeito contra a parede, com ordens e até ameaças.

A investigação mostra que Crivella e Rafael Alves são muito próximos. Marcavam reuniões de madrugada ou caminhadas bem cedo.

Segundo os investigadores, a ascendência de Rafael sobre o prefeito Crivella chega ao ponto de ele exigir, incisivamente, ser ouvido, antes da tomada de qualquer decisão. E se irritava quando tinha interesses contrariados, como aconteceu em abril de 2019, quando o prefeito mexeu na estrutura da Riotur.

Rafael escreveu revoltado: “Colocar a Riotur subordinada à Secretaria de Turismo é covardia, desvalorizando Marcelo e não honrando o que foi combinado lá atrás. Bela atitude, fala uma coisa e faz outra. Eu não aceito isso, a Riotur tem que ficar subordinada ao gabinete do prefeito. Esse ato tem que ser publicado amanhã no Diário Oficial, senão a conversa vai mudar de tom”.

Rafael se apresenta em mensagens de texto como “homem-bomba”. Em uma delas, o empresário escreve para aliados: “O governo dele explode junto com a minha paciência.”

É para o “homem-bomba” que Crivella mandou essa mensagem: “Claro que eu te escuto meu amigo. Lembra que lá atrás você me disse que queria que o seu irmão fosse presidente da Riotur. Foi a primeira ação que fiz. Antes de qualquer secretário”.

O que dizem os citados

A Prefeitura do Rio refutou as acusações do Ministério Público sobre as negociações com o Grupo Assim Saúde. Em nota, disse que o processo de contratação do plano de saúde dos servidores foi aberto a todas as operadoras e que a Assim Saúde foi a única a apresentar proposta.

O Grupo Assim Saúde não comentou a acusação de que teria pago propina em troca do contrato. Em nota, afirmou que tem contrato com a Prefeitura do Rio há 16 anos, atendendo mais de 100 mil pessoas, e que vem tentando junto à prefeitura equilibrar economicamente o contrato diante do aumento dos custos de operação.

“Uma apuração mais detalhada por parte do Ministério Público poderá encontrar essas evidências em nossa relação com a Prefeitura do Rio de Janeiro. E é o que esperamos e desejamos que aconteça”, afirmou o grupo.

O advogado do empresário Rafael Alves disse que as acusações contra ele são precipitadas e não têm compromisso com a verdade. Disse também que o Ministério Público interpretou as mensagens encontradas no celular de Rafael de forma “malévola” e “enviesada”.

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Idoso de 102 anos, que teve gripe espanhola, vence Covid-19, em Minas Gerais

A mulher do idoso, Nivercina Maria de Oliveira, de 92 anos, também se curou da Covid-19

Por Maria Lúcia Gontijo, G1 Minas — Belo Horizonte

Alta do Raimundo foi uma festa, contou a neta Tatiana Cristina ao G1 — Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

Alta do Raimundo foi uma festa, contou a neta Tatiana Cristina ao G1 — Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

Com 102 anos, o lavrador aposentado Raimundo Leonardo de Oliveira acaba de vencer a segunda pandemia. O idoso, que teve gripe espanhola em 1918, quando tinha 9 meses de idade, agora venceu a Covid-19. A mulher dele, Nivercina Maria de Oliveira, de 92 anos, também se curou de coronavírus. Eles são casados há 75 anos.

Segundo a neta do idoso, Tatiana Cristina de Amorim, de 32 anos, Raimundo começou a sentir leves sintomas quando a esposa voltou para casa, após internação pela Covid-19. “Quando ficamos sabendo que tinham testado positivo, pensamos que não iam voltar para a casa”, relembrou a neta.

Raimundo foi internado no dia 17 de agosto e deixou o Hospital César Leite, em Manhuaçu, na Zona da Mata mineira, no dia 31. Segundo familiares, Raimundo ficou na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não precisou ser intubado.

Tatiana conta que a alta do avô foi uma festa. “As enfermeiras, médicos, todo mundo com balões, felizes e agradecidos, levando meu avô até a porta. Foi muito emocionante”, relembrou Tatiana.

“A primeira coisa que ele disse, quando teve alta, foi que estava com saudades de mim. Falou também que estava com vontade de comer queijo e tomar suco de uva”, explicou a neta Tatiana, que mora com os avós e é a cuidadora deles.

Raimundo e a esposa tiveram e se recuperaram da Covid-19 — Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

Raimundo e a esposa tiveram e se recuperaram da Covid-19 — Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

Ao chegar em casa, Tatiana contou que o avô quis ver a esposa, com quem teve 14 filhos, 9 deles estão vivos, 22 netos, 25 bisnetos e dois tataranetos. “Ele estava com muita saudade. Nossa família passou aperto, ficamos apreensivos, mas graças a Deus tudo deu certo”, comemorou a neta.

O casal se recupera em sua segunda casa, na cidade de Ibatiba, no Espírito Santo.

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Brumadinho: Justiça homologa acordo que prevê o pagamento de R$ 250 milhões em multas ambientais

Sete parques nacionais de Minas vão receber investimentos de R$ 150 milhões. Outros R$ 100 milhões serão utilizados em projetos de saneamento básico no estado.

Por Márcio Falcão, TV Globo — Brasília

A Justiça homologou um acordo da Advocacia-Geral da União e da mineradora Vale que prevê o pagamento de R$ 250 milhões em multas ambientais pelo rompimento da barragem da empresa em Brumadinho, considerada a maior tragédia ambiental do país.

O valor se refere a sanções aplicadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo estado de Minas Gerais.

Do total, R$ 150 milhões, que já estavam depositados judicialmente, serão destinados especificamente a sete parques nacionais do: Parque Nacional da Serra da Canastra, Parque Nacional da Serra do Caparaó, Parque Nacional da Serra do Cipó, Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, Parque Nacional das Sempre-Vivas, Parque Nacional da Serra do Gandarela e o Parque Nacional Grande Sertão Veredas.

Os outros R$ 100 milhões serão utilizados na execução de projetos de saneamento básico, resíduos sólidos e áreas urbanas no estado. O rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, em janeiro de 2019, matou quase 300 pessoas e, até hoje, algumas vítimas ainda estão desaparecidas no meio da lama de rejeitos de minério.

A lama cobriu quase 300 hectares de Mata Atlântica e matou cerca de 4 mil animais. Produtores rurais perderam plantações e ainda não retomaram as atividades. O rio Paraopeba, que abastecia parte da região metropolitana de Belo Horizonte, foi atingido pelos rejeitos da barragem e teve a captação para consumo humano suspensa.

O acordo foi homologado pela 12ª Vara Federal Cível e Agrária da Minas Gerais e formalizado após longas tratativas envolvendo a AGU, o Ministério do Meio Ambiente, o Ibama, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (Icmbio) e a mineradora. A Advocacia-Geral atuou por meio da Procuradoria Federal de Minas Gerais.

Segundo o procurador Federal Marcelo Kokke, o acordo substitutivo diz respeito a penalidades de multas ambientais e não reduz a responsabilidade da empresa em relação à reparação do dano ambiental.

O juiz federal Mário de Paula Franco, ao fazer a homologação, classificou o acordo de “decisão histórica, fundada na lógica sistêmica de gestão de desenvolvimento socioambiental e socioeconômico, por meio de ações ambientais estruturais e incentivo ao turismo”.

O magistrado afirmou que a utilização dos recursos, em qualquer circunstância, não poderá ter como destinação a aquisição de bens de consumo não-duráveis, assim como pagamento de salários e demais despesas de custeio e tributos.

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Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 14 de setembro, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 8h)

País tem 131.663 óbitos registrados e 4.330.219 diagnósticos do novo coronavírus.

Por G1

O Brasil tem 131.663 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta segunda-feira (14), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de domingo (13), um estado atualizou seus dados: RR.

Veja os números consolidados:

  • 131.663 mortes confirmadas
  • 4.330.219 casos confirmados

Na domingo, às 20h, o país registrou 389 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas, chegando ao total de 131.663 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 711 óbitos, uma variação de -18% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Em casos confirmados, já são 4.330.152 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 14.294 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 27.507 por dia, uma variação de -32% em relação aos casos registrados em 14 dias.

Progressão até 13 de setembro

No total, 3 estados apresentaram alta de mortes: AC, RR e CE.

Em relação a sábado (12), ES, MG e RO estavam com a média de mortes em estabilidade e, hoje, estão em queda. MT e MA estavam com a média em queda e, agora, estão em estabilidade.

Estados

  • Subindo (3 estados): AC, RR e CE
  • Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (10 estados): PR, RS, DF, GO, MS, MT, PA, MA, PE e SE
  • Em queda (14 estados): SC, ES, MG, RJ, SP, AM, AP, RO, TO, AL, BA, PB, PI e RN

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Estados com a média de mortes em alta — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em alta — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Sul

  • PR: -3%
  • RS: -5%
  • SC: -36%

Sudeste

  • ES: -20%
  • MG: -17%
  • RJ: -37%
  • SP: -17%

Centro-Oeste

  • DF: -8%
  • GO: -6%
  • MS: -12%
  • MT: -11%

Norte

  • AC: +100%
  • AM: -42%
  • AP: -75%
  • PA: +13%
  • RO: -19%
  • RR: +50%
  • TO: -28%

Nordeste

  • AL: -18%
  • BA: -27%
  • CE: +62%
  • MA: -11%
  • PB: -30%
  • PE: -11%
  • PI: -29%
  • RN: -65%
  • SE: -13%

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