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Assaltantes armados explodem agência bancária em Bonito, nordeste do PA

Por G1 PA — Belém

Agência bancária fica destruída após ataque de assaltantes no Pará. — Foto: Reprodução

Agência bancária fica destruída após ataque de assaltantes no Pará. — Foto: Reprodução

Homens armados assaltaram na madrugada deste domingo (7) a agência do Banco do Estado do Pará (Banpará) no município de Bonito, no nordeste do estado. De acordo com a Polícia Militar, funcionários foram feitos reféns e logo liberados pelos assaltantes. A Polícia iniciou as buscas pelos suspeitos. Até então, eles não foram localizados.

Um vídeo gravado em um celular por um morador registrou o tiroteio durante a ação dos criminosos. Veja abaixo.

Segundo a Polícia, os criminosos chegaram em duas caminhonetes por volta das 00h, com o apoio de outros dois veículos quatro rodas e uma moto. A quadrilha se dividiu em dois grupos: o primeiro seguiu em direção ao 11º batalhão do município e realizou disparos com armas de fogo contra o prédio. O segundo grupo seguiu para a agência bancária e explodiu a estrutura. A ação durou de 30 a 40 minutos, segundo a Polícia. O banco ainda não informou a quantia levada.

Durante a fuga, a quadrilha seguiu por um ramal que dá acesso às cidades de São Miguel do Guamá e Santa Maria do Pará. Um carro foi incendiado para dificultar a perseguição policial. Além disso, os assaltantes arremessaram dispositivos pontiagudos, conhecidos como “miguelitos”, nas vias de acesso do município para dificultar a chegada do reforço policial. Contudo, as equipes montaram barreiras nas principais saídas das cidades a fim de impedir a fuga do bando.

Carro é incendiado por assaltantes após ataque a banco no Pará. — Foto: Reprodução / Polícia

Carro é incendiado por assaltantes após ataque a banco no Pará. — Foto: Reprodução / Polícia

Viaturas dos Grupamentos Táticos Operacionais dos municípios de Capanema, Castanhal, Capitão Poço e São Miguel já estão na região.

Em nota, o Banpará informou que o evento ocorrido em Bonito danificou grande parte da agência, atingindo o CPD, deixando o sistema da agência inoperante. Técnicos do Banpará assim como a área de segurança do Estado estão adotando todas as providências cabíveis.

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Cidades de SC registram temperaturas negativas e geada nesta sexta-feira

Por G1 SC

Cidades de Santa Catarina registraram temperaturas negativas e geada durante a madrugada e no começo da manhã desta sexta-feira (5). Há condições para formação de neve a partir do período da tarde por causa da intensa onda de frio combinada com a baixa pressão do ar e entrada de umidade.

Urupema registrou a menor marca do estado, com -5°C no Morro das Torres às 8h, onde próximo do topo da colina houve sincelo, fenômeno que ocorre quando uma forte neblina ao entrar contato com a superfície da vegetação ou de objetos, congela e forma cristais de gelo. (Veja abaixo)

No município, a velocidade do vento chegou a 57 Km/h às 6h. No horário, a temperatura foi de -4°C e a sensação térmica chegou a -25°C.

Mas, no decorrer da manhã a intensidade das rajadas diminuiu, mas a temperatura se manteve. Por volta das 8h, a velocidade foi de 48 Km/h, o que provocou a sensação térmica de -13ºC.

Segundo o Centro de Informação de Recursos Ambientais e Hidrometeorologia de Santa Catarina (Epagri/Ciram), órgão que monitora as condições climáticas no estado, a sensação térmica foi ainda mais gelada no mirante do Morro da Igreja e atingiu -27°C, por volta das 8h, onde as rajadas de vento foram de 90 Km/h.

Ainda conforme o órgão, pelo menos cinco municípios da Serra catarinense registraram mínimas negativas:

  • Urupema: -5°C no Morro das Torres e -4,2°C em outros pontos da cidade
  • São Joaquim: -3°C
  • Bom Jardim da Serra: -2°C
  • Urubici: -2°C
  • Lages: -1°C

Em alguns municípios, o dia amanheceu com o chão branco e a vegetação coberta com uma fina camada de gelo, devido à geada.

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Brasil tem 50 milhões de hectares ‘vazios’ para replantar árvores, diz estudo

Por Elida Oliveira e Filipe Domingues, G1

O Brasil tem 50 milhões de hectares disponíveis para o reflorestamento em locais que não estão cobertos nem por zonas urbanas, nem por florestas, nem pela agricultura. Essa área – semelhante ao tamanho de toda a Espanha – é formada por terras degradadas, seja devido ao desmatamento, ou pelo abandono após a agricultura, e poderia receber mudas de árvores para ajudar a mitigar o aquecimento global, segundo um estudo publicado na revista “Science” desta sexta-feira (5).

Em todo o mundo, a área disponível para o reflorestamento soma 0,9 bilhão de hectare. Neste espaço caberia 1,2 trilhão de novas mudas. Elas seriam capazes de absorver 205 gigatoneladas de carbono, segundo os pesquisadores – um pouco abaixo das 300 gigatoneladas já emitidas pela humanidade desde 1800.

Segundo a pesquisa, mais da metade da área disponível está concentrada em seis grandes países: Rússia, com 151 milhões de hectares para o reflorestamento; Estados Unidos (103 milhões); Canadá (78 milhões); Austrália (58 milhões), Brasil (50 milhões) e China (40 milhões).

Um dos autores do estudo, o geógrafo e ecólogo Jean-François Bastin, faz uma ressalva em relação à área do Brasil: o estudo não eliminou as áreas de pastagem dedicadas aos rebanhos do país.

Imagem publicada no estudo mostra onde poderiam ser replantadas as novas árvores, excluindo áreas de floresta, áreas urbanas e terras agrícolas. A escala de cores vai do amarelo (0% de cobertura florestal) ao azul (100% de cobertura florestal) — Foto: J. Bastin/Science/Reprodução

Imagem publicada no estudo mostra onde poderiam ser replantadas as novas árvores, excluindo áreas de floresta, áreas urbanas e terras agrícolas. A escala de cores vai do amarelo (0% de cobertura florestal) ao azul (100% de cobertura florestal) — Foto: J. Bastin/Science/Reprodução

Árvores contra o aquecimento

Os pesquisadores partiram da premissa de que o reflorestamento é uma das estratégias mais efetivas contra o aquecimento global, já que no processo de fotossíntese as árvores absorvem o CO2 emitido pela queima de combustíveis fósseis.

Eles queriam, então, descobrir onde havia área disponível para isso.

De acordo com o último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), seria necessário 1 bilhão de novos hectares de floresta para o planeta restringir o aquecimento global a 1,5°C até 2050. Caso nenhuma medida seja adotada, esta barreira climática deverá ser ultrapassada entre 2030 e 2052.

Os pesquisadores se basearam em imagens de satélite para mapear os locais onde já havia concentrações urbanas, agricultura e florestas. Excluindo estas áreas, chegaram aos locais com potencial de reflorestamento, de acordo com as características do solo e do clima.

“Este trabalho captura a magnitude do que as florestas podem fazer por nós”, diz à revista “Science” o ecologista Greg Asner, da Universidade Estadual do Arizona, em Tempe, que não esteve envolvido na pesquisa. “Eles precisam desempenhar um papel se a humanidade quiser alcançar nossas metas de mitigação climática.”

Além da captura de carbono, as florestas também trazem maior biodiversidade e redução da erosão.

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Consumidor poderá bloquear ligações de telemarketing; veja como funciona

Por Marta Cavallini, G1

As principais empresas do setor de telecomunicações têm até o dia 13 de julho para lançar uma lista nacional e única de consumidores que não querem receber chamadas de telemarketing com o objetivo de oferecer serviços de telefonia, TV por assinatura e internet. A determinação é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A medida vale para as empresas Algar, Claro/Net, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, TIM e Vivo. Essas empresas também deverão, no mesmo prazo, criar e divulgar amplamente um canal por meio do qual o consumidor possa manifestar seu desejo de não receber as ligações indesejadas.

A lista de “não perturbe” deve ser única e o meio de acesso a ela, ou seja, onde o consumidor poderá registrar seu número, também deverá ser único, fácil e amplamente divulgado pelas prestadoras.

O consumidor que tiver seu número nessa lista deixará de receber ligações de telemarketing apenas das empresas Algar, Claro/Net, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, TIM e Vivo.

Robôs estão na mira

A lista nacional bloqueia também as ligações realizadas por robôs. Com o telemarketing automatizado, as operadoras passaram a usar um discador que recebe uma lista de telefones para fazer as ligações. Essas chamadas são então passadas para os atendentes ou o consumidor ouve uma gravação ao atender.

Casos de ligações mudas ou que caem ao atender costumam ocorrer por falhas no sistema ou porque não há atendentes para o robô passar a ligação. Esse sistema também faz com que as ligações sejam repetidas para o mesmo consumidor no decorrer do dia.

Esse é um dos motivos que levaram ao aumento no número de queixas relativas às chamadas de telemarketing. De 2016 até maio deste ano, já são 83.829 reclamações.Número de reclamações registradas na Anatel. Queixas são referentes a chamadas de telemarketing

Além disso, o Conselho Diretor da Anatel determinou às suas áreas técnicas que estudem medidas para combater os incômodos gerados por ligações mudas e realizadas por robôs, mesmo as que tenham por objetivo vender serviços de empresas de setores não regulados pela Anatel.

Segundo a agência reguladora, estudos de mercado estimam que pelo menos um terço das ligações indesejadas no país sejam realizadas com o objetivo de vender serviços de telecomunicações, que só podem prestados por empresas reguladas pela agência. A implementação da lista nacional de “não perturbe” regula apenas as chamadas feitas pelas empresas de telecomunicação, e não se estende a chamadas realizadas por companhias de outros setores.

A Anatel informou que acompanhará a implantação do sistema para garantir que o bloqueio seja realizado o mais rápido possível a partir da inclusão do número do consumidor na lista.

As prestadoras que descumprirem a regra podem ser advertidas ou penalizadas com multa no valor de R$ 50 milhões.

Revisão de regras foi antecipada

A agência decidiu acelerar a mudança das regras sobre ligações de telemarketing no Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Telecomunicações, que já prevê desde 2014 que o consumidor tem direito de não receber mensagens por SMS de cunho publicitário em seu celular sem consentimento prévio.

A revisão do regulamento, que estava prevista na Agenda Regulatória com Consulta Pública programada para o segundo semestre deste ano, foi antecipada. E o Conselho Diretor da Anatel determinou que os temas relativos a telemarketing fossem tratados prioritariamente, antes da revisão do regulamento como um todo.

Em março, as prestadoras se comprometeram a implementar, até setembro, um código de conduta e mecanismos de autorregulação das práticas de telemarketing. A implementação da ferramenta de bloqueio foi um dos mecanismos apresentados pelas teles à agência.

Por meio de nota, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), que representa as empresas que fazem parte da medida, informou que a iniciativa de criar uma lista nacional surgiu do diálogo entre as prestadoras e a agência reguladora com o objetivo de criar uma proposta mais ampla de autorregulação de telemarketing para o setor de telecomunicações.

“Isso demonstra o comprometimento das operadoras em desenvolver iniciativas para aprimorar a utilização desta ferramenta no Brasil. As operadoras receberam da Anatel no dia 13 de junho a diretriz alinhada com as tratativas em andamento e já estão trabalhando em conjunto para o atendimento ao prazo”.

Estados já têm lista de ‘não perturbe’

Nos estados de São Paulo, Paraná, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina já existem leis que preveem o cadastro de telefones para bloqueio de ligações de telemarketing – não restritas às empresas de telecomunicação. O Procon de cada estado tem um site próprio para o consumidor cadastrar seu celular. Clique no nome do estado para acessar:

Como funciona o cadastro

O consumidor que não quer receber ligações de telemarketing pode fazer sua inscrição nesses links específicos e, assim, evitá-las. Ele deve inscrever seus números de telefone (fixos e móveis) no cadastro de bloqueio de ligações de telemarketing nos sites dos Procons dos seis estados.

Para isso, o consumidor deve fazer sua inscrição e aguardar uma senha que será enviada por e-mail. Com essa senha é possível excluir e incluir números de telefones. O número de telefone cadastrado fica bloqueado por prazo indeterminado e é possível cancelar o bloqueio a qualquer momento.

Da mesma forma, o consumidor poderá manter o bloqueio às ligações gerais, mas autorizar o contato de determinadas empresas, à sua escolha.

A lista apresenta apenas os números de telefones. Demais dados dos consumidores, como nome e endereço, não são divulgados.

As empresas, antes de iniciar uma campanha, devem acessar a lista de telefones inscritos para os quais não poderão efetuar ligações.

Após 30 dias da inscrição no cadastro, as empresas ficam proibidas de ligar para os números cadastrados, ou seja, elas têm um mês para acessar o cadastro e excluir os números inscritos da sua lista de chamadas.

As empresas de outros estados, antes de iniciar ligações para consumidores com telefones registrados no cadastro, terão de obter a lista dos números inscritos para excluí-los de sua campanha.

Nessas leis de bloqueio do recebimento de ligações de telemarketing estão excluídas as empresas de cobrança e as que pedem doações.

Ranking de ‘perturbadores’

É possível também registrar reclamações contra as empresas que não respeitarem o bloqueio. As denúncias devem ser feitas no mesmo link do cadastro.

O Procon-SP, por exemplo, instaura processo contra as empresas que são denunciadas pelos consumidores por desrespeitarem o cadastro e, ao final do processo, elas podem ser multadas, conforme previsão do Código de Defesa do Consumidor. No site da entidade há um ranking dos “perturbadores”.

O total de multas chegava a R$ 13 milhões em abril deste ano, de acordo com último balanço. Em 2018, o valor foi de R$ 80,5 milhões.

Desde que a lei entrou em vigor em São Paulo, em 2009, o total de números de telefones cadastrados para não receber ligações de telemarketing chegou a 2.064.764 e o número de reclamações, a 138.886, até 19 de junho. Tanto a quantidade de números de telefone como de reclamações vem aumentando ano a ano. Veja no gráfico abaixo:Telefones cadastrados e reclamações após empresas desobedecerem bloqueioLei prevê que consumidor pode cadastrar número de telefone para não receber ligações de telemarketing.

Outro levantamento sobre queixas de consumidores relativas a ligações indesejadas de telemarketing, feito pelo Reclame Aqui, mostra aumento ano a ano desde 2015. A pesquisa leva em conta bancos, financeiras, TV a cabo, telefonia, cartão de credito, recuperadora de crédito, reabilitação de crédito (limpeza de nome).

De janeiro a abril deste ano, foram 1.424 reclamações – aumento de 25,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2018, o aumento foi de 35% nos primeiros quatro meses em comparação com o mesmo período de 2017.

Durante todo ano de 2018, foram 3.927 reclamações – aumento de 32% em relação a 2017.

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Ministério Público pede suspensão de revistas e nota de comportamento nas escolas públicas do DF

Por Pedro Alves, G1 DF

O Ministério Público de Contas do Distrito Federal (MPC-DF) pediu ao Tribunal de Contas do DF (TCDF) que determine a suspensão urgente de trechos do novo regimento escolar da rede pública da capital. Publicadas em maio, as novas regras passam a valer no segundo semestre.

Na representação, o órgão questiona três pontos específicos da norma: o que permite a realização de vistorias em pertences de alunos, o que estipula nota de comportamento aos estudantes e o que proíbe a realização de atividades religiosas e político-partidárias nas escolas.

Acionada pelo G1, a Secretaria de Educação do DF informou que não recebeu comunicação formal sobre o pedido do MPC. A pasta afirma ainda ter convicção de que a revista de alunos é medida “correta e necessária” (veja íntegra abaixo).

Questionamentos

A representação do órgão é resultado de um questionamento do deputado distrital Leandro Grass (Rede), que acionou o MPC contra a norma. Ainda não há previsão de quando o tema será analisado pelo Tribunal de Contas.

No pedido enviado ao TCDF, o Ministério Público afirma que o novo regimento pode “representar violação aos princípios da legalidade, da dignidade da pessoa humana, da liberdade de pensamento e de crença e da prioridade absoluta das crianças, adolescentes e jovens”.

O primeiro ponto questionado é o que permite a realização de vistorias nos pertences de alunos. De acordo com as novas regras, diretores e vice-diretores de escolas poderão realizar “verificação de segurança de rotina”.

O texto permite aos gestores a escolha aleatória de, no mínimo, cinco estudantes, que deverão apresentar seus pertences para revista. Segundo o MPC-DF, a medida traz “indícios de descumprimento de preceitos constitucionais e legais voltados para proteção dos direitos das crianças, dos adolescentes e dos jovens”.

Ainda de acordo com o órgão, existem maneiras menos danosas de garantir a segurança no ambiente escolar, como a instalação de sistemas de monitoramento e detectores de metais.

Manifestações políticas e religiosas

Outro artigo questionado pelo Ministério Público é o que proíbe “qualquer tipo de campanha ou atividade comercial, político-partidária ou religiosa” nas unidades da rede pública de educação.

Segundo o MPC, “a escola deve ser um ambiente plural para divulgação e de promoção da diversidade política e cultural, sem qualquer predileção por orientações específicas”.

Por isso, segundo o órgão, “a vedação peremptória de qualquer tipo de atividade político-partidária ou religiosa nas escolas pode representar afronta à Constituição Federal e às diretrizes e bases da educação nacional”.

Por fim, o Ministério Público questiona trecho do regimento que estipula nota de comportamento para os estudantes. A norma prevê que professores acrescentem ou tirem pontos dos alunos de acordo com a conduta deles em sala de aula. O texto traz até a quantidade de pontos a ser somado ou subtraído em cada caso.

Novo regimento nas escolas públicas do DF institucionaliza nota de comportamento. — Foto: Reprodução

Segundo o MPC, a norma fere lei que confere às escolas do DF liberdade para definir o projeto político-pedagógico a ser adotado.

O que diz a Secretaria de Educação

Ao G1, a Secretaria de Educação do DF enviou nota defendendo as medidas previstas no regimento. Confira o texto na íntegra:

A Secretaria de Educação do Distrito Federal informa que não recebeu nenhuma comunicação formal a respeito da previsão de revista individual dos bens dos estudantes por parte do Tribunal de Contas do DF, órgão regulador que irá decidir oportunamente se dará segmento ou não ao pedido do Ministério Público de Contas.

A pasta tem a convicção de que a revista, prevista no Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino, é uma medida correta e necessária, tendo em vista a segurança escolar.

O dispositivo encontra fundamento legal no dever de proteção aos demais estudantes, bem como na relação existente entre a escola e seus frequentadores, especialmente professores, alunos e familiares, bem como demais membros da comunidade.

Novo regimento

Publicado no Diário Oficial do DF em 31 de maio, o novo regimento a ser aplicado nas escolas públicas do DF causou polêmica. À ocasião, o secretário de Educação, Rafael Parente, afirmou que a medida era necessária para dar mais segurança à comunidade escolar.

“Esse regimento é essencial para que a gente deixe mais claro o que é um crime, o que é uma indisciplina e o que a gente precisa fazer. Como é que a gente pode empoderar e fortalecer os diretores e professores para que eles atuem nesses casos”, disse à TV Globo.

O texto, no entanto, provocou críticas do Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF), que afirmou não ter sido consultado durante a construção da norma.

“O processo começa de forma equivocada, porque foi um debate de gabinete e não na escola com os atores que serão diretamente afetados pelas regras”, afirmou a diretora da entidade Rosilene Corrêa.

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Revalida 2017 tem a pior taxa de aproveitamento da história

Por Ana Carolina Moreno, G1

A sétima e mais recente edição do Revalida registrou a pior taxa de aproveitamento dos candidatos: só cinco em cada 100 médicos interessados em atuar no país conseguiram as notas exigidas pelo exame em 2017.

Os dados, obtidos com exclusividade pelo G1, mostram que só exatos 5,27% dos 7.379 participantes foram aprovados. Um total de 963 médicos formados no exterior foram considerados aptos na primeira etapa do processo, e 941 fizeram as provas de habilidades clínicas da segunda etapa. Entretanto, apenas 389 passaram e conseguiram do governo federal a autorização para validar seus diplomas e exercerem a medicina no Brasil.

Em maio, o Ministério da Educação criou um grupo de trabalho com representantes da pasta, do Ministério da Saúde e membros de entidades nacionais da área médica para avaliar o programa.

Um dos representantes ouvidos pelo G1 afirmou que, até agora, duas reuniões presenciais foram realizadas e que uma minuta está em fase de elaboração para ser discutida em julho, em encontro ainda não agendado.

Segundo ele, a única definição é que o Revalida terá continuidade, mesmo que em moldes distintos do que foi concluído no mês passado.

Em crise desde 2017

Criado em 2011 para centralizar o processo de validação de diplomas médicos emitidos por universidades estrangeiras, o Revalida entrou em 2017 em um período de crise que durou dois anos.

Com um aumento exponencial da demanda de participantes, o programa viu o número de candidatos que de fato eram aprovados cair quase na mesma proporção .A evolução do RevalidaVeja o crescimento no número de médicos que fizeram a primeira fase do Revalida entre 2011 e 2017

Insatisfação

Entre 2011 e 2017, o Revalida conseguiu cumprir o cronograma estabelecido nos editais: primeiro, os participantes fazem uma primeira etapa com uma prova de 110 questões de múltipla escolha e cinco questões discursivas. Depois, os aprovados são submetidos a uma segunda etapa, com dez testes práticos de habilidades clínicas.

Em 2017, apesar de não ter mudado sua metodologia, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) se deparou com 1.337 ações judiciais de candidatos que tiveram a inscrição indeferida e ficaram sem autorização para participar do exame.

Em alguns casos, o problema era que o edital do Revalida só aceitava, entre a documentação exigida, o diploma emitido pela instituições, com carimbos e certificações. Como o documento às vezes leva meses para ser emitido e ainda precisava ser enviado até o Brasil, muitos candidatos entraram na Justiça para tentar participar da prova apenas apresentando certificados de conclusão do curso ou protocolos.

Além disso, o Revalida é um exame que exige duas licitações de contratações: terminada a primeira etapa, com os resultados consolidados, é preciso fazer a contratação novamente da execução da segunda etapa, que inclui o uso de bonecos e até atores para encenar situações cotidianas da clínica médica, nas quais os candidatos deverão fazer exames e diagnósticos, sempre filmados em vídeo, para garantir que possam entrar com recurso em caso de reprovação.

  • Atrasos e problemas técnicos

A primeira etapa do Revalida 2017 aconteceu em setembro daquele ano, e a segunda etapa, inicialmente agendada para novembro, foi adiada para março de 2018, mas só aconteceu em novembro.

Porém, em fevereiro de 2019, o Inep só divulgou o resultado de parte dos candidatos. O motivo foi um problema técnico na aplicação do exame em Brasília — a gravação em vídeo das provas deles não foi realizada, e eles teriam que refazer a segunda etapa.

“Estamos totalmente perdidos”, afirmou em fevereiro ao G1 uma candidata de Brasília que estava nessa situação. “Imagine a frustração, depois de quase um ano e meio de atraso, acontecer mais essa.”

Ela também afirmou que teria que refazer duas das dez estações de habilidades práticas, mas que, por causa do problema, o sistema não mostrava seus resultados em relação às demais oito estações.

“O Brasil está precisando de médicos e todos sabemos disso”, afirmou outra candidata, uma médica sul-americana que foi aprovada em fevereiro.

Ao G1, ela afirmou considerar injusto o fato de que alguns médicos formados fora do país podem atuar na condição de bolsistas pelo Programa Mais Médicos, enquanto os que participaram do Revalida 2017 ficaram mais de um ano e meio sem poder exercer a profissão, aguardando devido aos atrasos na realização da prova.

Por causa do problema, o Inep se negou a divulgar o número parcial de candidatos aprovados na segunda etapa. Essa informação só foi fornecida após a aplicação do exame, a resolução e divulgação dos resultados, e o prazo de recursos se esgotar.

Um dos candidatos afirmou ter recebido seu resultado final apenas em 19 de junho, e mostrou que o número de médicos inscritos no Revalida 2017 e de fato autorizados a validar o diploma foi de apenas 5,27% do total.

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Multas pela Lei Seca aumentam 24% na cidade de São Paulo no 1º semestre

Por Paulo Toledo Piza, Kleber Tomaz e Léo Arcoverde, G1 SP e GloboNews — São Paulo

A quantidade de motoristas multados pela Polícia Militar (PM) por desrespeito à Lei Seca aumentou 24,3% no primeiro semestre deste ano na cidade de São Paulo, apontam dados do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran) obtidos com exclusividade pelo G1.

Entre janeiro e junho, 11.882 condutores foram autuados nas blitze, chamadas Operação Direção Segura, instaladas pela PM nas ruas e avenidas da capital, contra 9.558 no mesmo período do ano passado.

A maior parte deles foi multada por se recusar a soprar o bafômetro (10.857), enquanto o restante (1.025) teve a embriaguez constatada pelo etilômetro (outro nome que é dado ao aparelho que faz o teste de dosagem alcoólica no organismo do motorista). Motoristas multados por desrespeito à Lei Seca em São PauloSão dois tipos de infração: flagrante pelo bafômetro e recusa a se submeter ao etilômetro.total de multas.

Esses motoristas flagrados no teste do bafômetro foram multados em R$ 2.934,70 por embriaguez ao volante. Além disso, tiveram a carteira de habilitação (CNH) suspensa por 12 meses -punições previstas nos artigos 165 e 165-A do Código de Trânsito Brasileiro (leia mais sobre o artigo abaixo).

O aumento de multas coincide com o crescimento no número de motoristas submetidos ao etilômetro: 123.286 no primeiro semestre deste , contra 90.810 no mesmo período de 2018, um acréscimo de 35,8% .Motoristas submetidos ao bafômetro na cidade de SPNúmero de testes aplicados aumentou 35% no primeiro semestre de 2019.quantidade de condutores.

“O número de submissões ao teste tem crescido ano a ano bem como o número de operações”, afirmou ao G1 o major Sérgio Marques, porta-voz do CPTran da PM. “O número de pessoas que se recusaram ao teste tem na mesma proporção crescido. Todavia, quem se recusa a fazer o teste sofre as mesmas consequências de quem faz o teste [e é pego].”

“Infelizmente ainda há pessoas que misturam bebida e direção”, alerta o oficial da Polícia Militar especialista em trânsito à GloboNews. Segundo ele, o crescimento no número de motoristas multados é explicado pelo aumento da aplicação do bafômetro, que foi ampliado para todos os períodos do dia. “De manhã, à tarde, à noite de durante as madrugadas. A probabilidade de nós encontrarmos pessoas embriagadas aumenta proporcionalmente.”

Presos

O levantamento do CPTran aponta ainda que 124 pessoas foram presas por dirigir embriagadas. No primeiro semestre de 2018, foram 125 detidos.

O número de bloqueios montados variou pouco: foram 1.993 blitze neste semestre, conta 1.888 nos seis primeiros meses de 2018 (aumento de 5,5%).

Mudanças legais

Ao longo dos últimos anos, um conjunto de leis aumentou o rigor da Lei Seca em todo o país.

A Lei Federal nº 13.281, que entrou em vigor em novembro de 2016, aumentou em 53% (de R$ 1.915,40 para R$ 2.934,70) a multa imposta a motoristas flagrados dirigindo sob o efeito de bebida alcoólica ou de outras drogas.

Essa mesma lei também incluiu no Código de Trânsito Brasileiro o artigo 165-A, que prevê punições para o motorista que se recusa a fazer o teste do bafômetro. Até então, a polícia tinha dificuldade para produzir prova contra o condutor que se negava a soprar o aparelho que detecta índices de embriaguez.

Em 2012, a entrada em vigor da Lei Federal 12.760 definiu que sinais de embriaguez detectados pela polícia, em uma blitz, seriam válidos como prova alternativa ao índice indicado pelo teste do bafômetro.

Com a posterior regulamentação feita por resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), vermelhidão nos olhos, desordem nas vestes e odor de álcool no hálito, por exemplo, quando combinados, servem de indícios para a polícia caracterizar um flagrante de infração ou até mesmo de crime de trânsito.

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Mortes por gripe no Brasil chegam a 339 até junho deste ano

Por G1

As mortes, registradas mo boletim epidemiológico da semana 23, se referem à Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocada pelo vírus influenza. — Foto: Divulgação

As mortes, registradas mo boletim epidemiológico da semana 23, se referem à Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocada pelo vírus influenza. — Foto: Divulgação

O número de mortes causadas pelo vírus da gripe no Brasil em 2019 chegou a 339 no dia 28 de junho, segundo o Ministério da Saúde. As últimas semanas de análise observaram um aumento da circulação do vírus influenza no Paraná, no Amazonas e no estado de São Paulo.

As mortes, registradas no boletim epidemiológico da Semana 23, se referem à Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocada pelo vírus influenza.

No total, foram 1.576 casos de influenza registrados. Esses são os casos de gripe geralmente mais graves e, portanto, submetidos à análise laboratorial para identificar o subtipo do vírus

Até o momento, o subtipo mais comum no Brasil é o H1N1, com 66,7% desses casos confirmados. O segundo mais frequente é o H3N2, com 16,7% dos casos. Em seguida vêm o influenza B (11,2%) e o “influenza A não subtipado” (5,4%).

De acordo com o ministério, o Paraná é o estado com maior número de mortes neste ano: são 52 até o dia 28 de junho. O estado do Rio de Janeiro está em segundo lugar, com 41 mortes por gripe. O Amazonas registrou 35 mortes nesse período e São Paulo, 34.

Vacinação

Em 25 de junho, o ministério informou que a vacinação contra gripe no Brasil atingiu 90% de cobertura. Até então, haviam sido imunizadas 53,5 milhões de pessoas do grupo prioritário e mais 5,6 milhões da população em geral. Mesmo com a meta nacional atingida, nem todos os integrantes do público-alvo e estados do país haviam cumprido com os 90% estabelecidos.

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PF prende quatro em 2ª fase de operação contra desvio na merenda escolar em RR

Por G1 RR — Boa Vista

Mandados de prisão preventiva foram cumpridos no início da manhã desta quinta-feira (4) — Foto: Divulgação/Polícia Federal

Mandados de prisão preventiva foram cumpridos no início da manhã desta quinta-feira (4) — Foto: Divulgação/Polícia Federal

A Polícia Federal prendeu quatro pessoas, sendo um homem e três mulheres, na segunda fase daOperação Tântalo na manhã desta quinta-feira (4), em Boa Vista. A operação mira desvios de recursos públicos da merenda escolar em Roraima.

Ao todo, foram expedidos quatro mandados de prisão preventiva e nove de busca e apreensão. Durante o cumprimento, foram apreendidos um caminhão e oito carros, sendo que alguns são de luxo.

Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Roraima após representação da PF. Foram concedidas, ainda, a quebra do sigilo bancário e fiscal dos envolvidos, além do sequestro de bens e bloqueio de valores em até R$ 5 milhões.

Em dezembro passado, a 1ª fase da Tântalo prendeu o ex-secretário adjunto da Secretaria Extraordinária de Gabinete Institucional (Segabi) de Roraima Shiská Palamitshchece Pereira e outras três pessoas.

Depois disso, a investigação revelou ainda que empresas envolvidas no mesmo esquema estariam tentando obter novos contratos com o governo de Roraima por meio da participação em processos licitatórios.

Procurado, o governo do estado disse que os desvios ocorreram na gestão passada e não têm ligação com a atual.

Segundo a PF, a empresa que tinha contrato com o governo para fornecer os alimentos pertencia a um laranja e faturou mais de R$ 7 milhões só em 2018. Os verdadeiros dirigentes agiriam sem vínculo com a empresa ou seriam donos de outras firmas, para onde o dinheiro era desviado.

Ainda conforme a polícia, o esquema investigado funcionava entre os anos de 2016 e 2018 da seguinte forma: a empresa responsável pelo fornecimento dos alimentos realizava a entrega parcial dos produtos faturados, ou os substituíam por produtos mais baratos, recebendo o atesto de recebimento integral destes por servidores integrantes do esquema.

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Enem vai ser 100% digital até 2026, diz Inep

Por Maria Ferreira*, G1

Alexandre Lopes, presidente do Inep, Abraham Weintraub, ministro da Educação, e Camilo Mussi, diretor de Avaliação Básica do Inep, em entrevista coletiva nesta quarta (3) — Foto: Maria Ferreira/G1

Alexandre Lopes, presidente do Inep, Abraham Weintraub, ministro da Educação, e Camilo Mussi, diretor de Avaliação Básica do Inep, em entrevista coletiva nesta quarta (3) — Foto: Maria Ferreira/G1

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) vai deixar de aplicar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em papel a partir de 2026. A transição do papel para o computador vai começar a partir de 2020 com um projeto-piloto para 50 mil candidatos de 15 capitais, explicou Alexandre Lopes, o novo presidente do Inep, em entrevista coletiva a jornalistas em Brasília, na manhã desta quarta-feira (3).

“As primeira aplicações digitais serão opcionais”, informou o Ministério da Educação em uma nota distribuída aos jornalistas, explicando que a estimativa de curso do projeto-piloto é de R$ 20 milhões.

“Os participantes poderão escolher, no ato de inscrição, pela aplicação piloto no modelo digital ou pela tradicional prova em papel”, diz o comunicado, enfatizando que, “em caso de problemas logísticos na aplicação digital, o participante poderá participar da reaplicação”.

Redação também será digital

Segundo Lopes, na edição de 2020, o Enem terá três aplicações, ao contrário das duas que ocorrem todo ano – uma regular e uma reaplicação para candidatos de locais de provas que enfrentaram problemas logísticos, na mesma data do Enem para Pessoas Privadas de Liberdade (PPL).

“Ano que vem, 2020, teremos três aplicações do Enem, a regular em papel, a reaplicação e mais uma data de prova, o Enem digital, para 50 mil pessoas”, explicou Alexandre Lopes, presidente do Inep.

“Em 2021 [o Enem digital] continua sendo opcional, com duas provas digitais, além da aplicação regular. De 2022 a 2025 a gente vai aumentando a quantidade de provas ao longo do ano, atingindo quatro provas por ano”, disse Lopes sobre o escalonamento do Enem digital no período de transição. Em 2026, não haverá mais Enem aplicado em papel.

Datas do Enem 2020 definidas

O Enem digital em formato piloto em 2020 acontecerá nos dias 11 e 18 de outubro do ano que vem. Já o Enem regular acontecerá em 1º e 8 de novembro de 2020. A reaplicação para os dois modelos acontecerá em dezembro.

*Estagiária, sob a supervisão de Ana Carolina Moreno

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