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Moraes vê ‘desvio de finalidade’ e suspende portaria de Bolsonaro que dificulta rastreio de armas

Partidos foram ao STF contra portaria editada por Jair Bolsonaro em abril de 2020. Texto revogava Sistema Nacional de Rastreamento de Produtos Controlados pelo Exército (SisNar).

Por Márcio Falcão e Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STFAlexandre de Moraes decidiu nesta quinta-feira (16) suspender a portaria editada por Jair Bolsonaro em abril de 2020 que, na prática, revogou normas que garantiam maior controle de rastreamento de armas e munições.

Moraes concluiu que houve “desvio de finalidade” do governo ao revogar a atuação do Sistema Nacional de Rastreamento de Produtos Controlados pelo Exército (SisNar), criado também em 2020. Para o ministro do STF, a decisão de Jair Bolsonaro não teve motivação legal.

Na decisão, o ministro afirma que veto à implementação de medidas de marcação e rastreamento de armamento, munição, explosivos e outros produtos controlados pelo Exército (PCEs), prejudicou o controle e à repressão do comércio ilegal de armas. E, por isso, representou desvio de finalidade.

Um desvio de finalidade acontece quando os motivos da ação de um gestor público não respeitam as finalidades determinadas pela lei ou pela Constituição para o funcionamento do Estado.

A decisão individual de Moraes será levada a julgamento no plenário virtual do STF a partir da madrugada desta sexta-feira (16). Assim, os demais ministros do Supremo poderão votar sobre o tema.

Documentos mostram que o governo ignorou estudos ao revogar a atuação do SisNar –.

“Os atos impugnados no presente julgamento obstaram a implementação de medidas necessárias ao efetivo desempenho da competência para o controle de material bélico, que é um mandado verbalizado pelo próprio texto constitucional. Isso em um contexto de adoção de outras medidas governamentais que aumentaram o acesso de mais indivíduos a mais equipamentos bélicos – inclusive a armamentos mais perigosos – e flexibilizaram ferramentas de controle, como autorização, registro, exame de requisitos, etc., medidas essas também questionadas perante essa Cort”, afirmou.

Segundo Moraes, a conduta fere os princípios constitucionais da impessoalidade, da moralidade e do interesse público.

“A maior circulação de armas e munições, se não for acompanhada por regulamentação adequada, terá inevitável efeito sobre a movimentação ilícita em favor da criminalidade organizada”, afirmou.

Na avaliação do ministro, o governo não justificou adequadamente a revogação e não apresentou uma solução intermediária.

“A revogação desses atos careceu de motivação idônea a justificar a não implementação das ferramentas de controle neles previstas, bem como não foi acompanhada de qualquer medida paliativa ou intermediária, mesmo já transcorrido período razoável de tempo desde sua edição”.

A decisão de Moraes foi tomada em ações apresentadas ao Supremo pelo PDT e pelo PSOL contra a portaria do Comando Logístico do Exército. A portaria revogou três portarias anteriores que aumentavam a rigidez para marcação, controle e rastreamento de armas e munições.

Moraes afirmou que “a maior circulação de armas e munições, se não for acompanhada por regulamentação adequada, terá inevitável efeito sobre a movimentação ilícita em favor da criminalidade organizada”.

O ministro disse ainda que “inexiste motivação válida para a recusa a adotar critérios e procedimentos necessários para a efetividade do controle sobre armas de fogo e produtos e insumos relacionados (material bélico)”.

Para Moraes, o Brasil tem tradição de controle efetivo e rigoroso das armas de fogo, “por meio de uma inequívoca opção da nossa ordem constitucional por reservar ao Estado brasileiro a legitimidade para realizar o controle da fabricação, comércio e uso de armas, independentemente de qual seja a política pública adotada para o maior ou menor acesso a armas de fogo”.

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Brasil está entre países que não aumentaram recursos para educação na pandemia, diz OCDE

Apesar de desafios no setor surgidos no período, gasto público total do país com ensino ficou em torno de 4% do produto interno bruto (PIB), mesmo patamar de 2018, antes da pandemia.

Por Emily Santos, G1 — São Paulo

O Brasil está em um grupo minoritário de países que não aumentou os investimentos em educação durante a pandemia de Covid para reduzir o impacto na aprendizagem e adaptar o sistema de ensino às necessidades surgidas no período.

Os dados são do relatório Education at a Glance 2021, elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e divulgado nesta quinta-feira (16).

Em 2018, antes da pandemia, o gasto público total com educação no Brasil representava 4% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse percentual não sofreu alteração em 2020 ou 2021.

O país faz parte de uma minoria de nações que não destinaram recursos extras para nenhum segmento do sistema de ensino durante a crise sanitária. A maioria dos países pesquisados aumentou o orçamento na área para, por exemplo, contratar mais professores ou construir mais salas de aula.

Para produzir o relatório, a OCDE analisou o investimento em educação de 35 nações que integram a organização e de outros oito países parceiros, como o Brasil. Destes, 2 em cada 3 registraram um aumento no investimento após o começo da pandemia.

Boa parte do crescimento no investimento foi destinado, por exemplo, para a contratação de novos professores para:

  • serem alocados no lugar daqueles considerados grupo de risco;
  • garantir menor número de alunos nas salas de aula;
  • garantir cobertura de reforço escolar onde necessário.

Segundo o documento, 37% países contrataram mais professores que lecionam para os anos iniciais do ensino fundamental e 30% aumentaram o número de professores nos anos finais.

Países como Portugal, Espanha e Nova Zelândia foram citados por destinarem verba para adequar o sistema de ensino ao momento pandêmico, fosse construindo mais salas de aula ou dando suporte tecnológico para manter as aulas remotas.

O relatório observa que, dentre países analisados, o Brasil foi o que mais demorou para restabelecer as aulas presenciais. Só em 2020, as escolas ficaram fechadas, em média, por 178 dias.

Para fins de comparação, na média da organização, as instituições de educação infantil ficaram 55 dias fechadas. As de anos iniciais do ensino fundamental, 78, e as de anos finais, 92. No ensino médio, foram 101 dias sem aulas presenciais.

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Ipen anuncia suspensão de produção de insumos para tratamento de câncer no Brasil por falta de verba federal

O órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia afirmou que teve grande corte de verba em 2021 e precisa de R$ 89,7 milhões para continuar produção até dezembro, por causa da alta do preço do dólar na importação de material. Verba extra ainda não foi aprovada no Congresso Nacional.

Por G1 SP — São Paulo

Exame de ressonância magnética muitas vezes é único caminho para o diagnóstico de algumas doenças no Brasil — Foto: Reprodução/EPTV

Exame de ressonância magnética muitas vezes é único caminho para o diagnóstico de algumas doenças no Brasil — Foto: Reprodução/EPTV

O Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI) do governo federal, anunciou na terça-feira (14) a suspensão da produção de produtos radiofármacos e radioisótopos usados para o tratamento de câncer no Brasil a partir da próxima segunda-feira (20).

Em comunicado enviado aos serviços de medicina nuclear brasileiros que compram os produtos do Ipen, o órgão afirmou que teve grande corte no orçamento federal em 2021 e precisa de R$ 89,7 milhões para continuar a produção dos insumos até o fim de dezembro deste ano, por causa da alta do preço do dólar para importação de material.

A verba adicional, entretanto, ainda não foi aprovada no Congresso Nacional, segundo o comunicado.

“Enfrentamos a grande redução dos recursos atribuídos pela Lei Orçamentária Anual (LOA) à CNEN e à forte e desfavorável variação cambial, em 2021. Visando à recomposição dessas perdas orçamentárias, o IPEN-CNEN, com o apoio do MCTI, trabalharam fortemente junto ao Ministério da Economia (ME), desde o 1° semestre deste ano. Entretanto, esses créditos suplementares de R$ 89,7 milhões, programados na forma de Projeto de Lei, necessitam de aprovação no Congresso Nacional e sanção da Presidência da República”, disse o instituto.

“O fato desses recursos orçamentários extras ainda não estarem disponíveis no Instituto, até o momento, implica na inexistência de lastro em crédito orçamentário. Nesse sentido, a impossibilidade nas aquisições e contratações pelo IPEN-CNEN, implicará na suspensão temporária da produção dos geradores de 99Mo/99mTc e dos radiofármacos provenientes de iodo-131, gálio-67, tálio-201 e lutécio-177, dentre outros, a partir de 20/09/2021”, afirmou o comunicado da entidade.

Segundo a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN), o Ipen fornece 85% dos radiofármacos e radioisótopos utilizados no país.

A suspensão na produção vai afetar diretamente o tratamento de câncer no Brasil e o diagnóstico da doenças, já que os materiais do Ipen são utilizados no tratamento de câncer e em exames de imagem, como raio-x, tomografia, ressonância magnética, cintilogafia e mamografia, entre outros exames que são essenciais para o diagnóstico de doenças no Brasil.

No comunicado enviado às clínicas e hospitais brasileiros, o Ipen reconheceu o problema e disse que já é do conhecimento do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI), presidido pelo ministro astronauta Marcos Pontes.

“O IPEN-CNEN, a CNEN e o MCTI entendem perfeitamente, de forma solidária, que a ausência temporária dos geradores de 99Mo/99mTc e dos radiofármacos aos hospitais e às clínicas no País, resultará em transtornos familiares de grande monta. Sobretudo, nos pacientes que necessitam de atendimento, e que têm seu procedimento de Medicina Nuclear interrompido, seja este pelo SUS ou via Sistema de Saúde Suplementar”, afirmou o instituto.

Máquina de ressonância magnética quebrada aumenta fila de espera pelo exame em Bauru — Foto: TV TEM/Reprodução

Máquina de ressonância magnética quebrada aumenta fila de espera pelo exame em Bauru — Foto: TV TEM/Reprodução

Procurado pelo G1, o Ministério da Ciência e Tecnologia afirmou que “desde junho de 2021 vem trabalhando com o Ministério da Economia para a maior disponibilização de recursos para a produção de radiofármacos pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN)”.

“Para a recomposição do orçamento do Instituto, o Governo Federal por meio do MCTI está sensibilizando o Congresso Nacional pela votação e aprovação do PLN 16/2021 prevista para a próxima semana”, disse a nota da pasta.

O Ipen afirma que esgotou todas as possibilidades de diálogo com o governo federal para ter mais verba e não paralisar a produção, mas que não teve sucesso.

“Acredita-se que essas instabilidades nas produções de radiofármacos sejam apenas por poucos dias, com a obtenção dos créditos orçamentários suplementares de R$ 89,7 milhões, ao IPEN-CNEN. (…) O IPEN-CNEN e a CNEN esgotaram todos os meios para que se evitasse a descontinuidade, recebendo inclusive assessoria da Advocacia Geral da União (AGU), nesse contexto”, declarou o comunicado do instituto.

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Filhote de baleia encalha em praia de Cabo Frio, RJ, e é ajudado por banhistas a voltar para o mar

Baleia encalhou na Praia do Peró, na manhã da quinta-feira (16). Animal estava ferido e foi ajudado por banhistas e salva-vidas a voltar para o mar.

Por Mayara Rodrigues, G1 — Cabo Frio

Um filhote de baleia encalhou na Praia do Peró, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, na manhã desta quinta-feira (16). O animal estava ferido e foi ajudado por banhistas e salva-vidas a voltar para o mar. (Assista acima)

O mamífero atraiu a atenção de quem estava na praia.

“Tinha muita gente em volta. Ela ia e voltava, a onda levava e ela voltava. Até que eles conseguiram dominá-la e ela voltou ao mar”, contou o comerciante Belarmino Farias, que acompanhou o caso.

Banhistas tentam ajudar filhote de baleia encalhado na Praia do Peró, em Cabo Frio, no RJ — Foto: Reprodução/Redes sociais

Banhistas tentam ajudar filhote de baleia encalhado na Praia do Peró, em Cabo Frio, no RJ — Foto: Reprodução/Redes sociais

Na tentativa de ajudar o filhote a voltar para o mar, banhistas se juntaram várias vezes para empurrá-lo. Uma corda também foi usada no resgate, que durou cerca de 40 minutos.

A baleia foi amarrada e conduzida de lancha até o alto mar.

Apesar da atitude positiva de querer ajudar o animal, o biólogo Paulo Roberto alerta para os cuidados necessários.

“A gente tem que olhar uma série de fatores. Esse animal está machucado? Esse animal está muito estressado? As vezes, devolvendo para água, ele vai ficar mais estressado com muita gente, movimento. Então, tentem observar essas particularidades. E a primeira coisa a fazer, o ideal, é ligar para a secretaria de Meio Ambiente, Ibama, ICMBio, algum orgão ambiental da sua cidade, que vai fazer o melhor possível”, orientou o biólogo.

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Sucuri é socorrida por biólogo em poça de lama durante incêndio no Pantanal de MT

Devido ao incêndio, a cobra estava com estresse físico e após ter sido resgatada foi transferida para outro local próximo a um rio.

Por G1 MT

Uma sucuri foi socorrida por um biólogo em uma poça de lama durante um incêndio no Parque Estadual Encontro das Águas, que fica na região do Pantanal, em Mato Grosso. Depois de ter sido resgatada, no dia 5 deste mês, a cobra foi medicada e levada para outro local com água e alimentação acessível.

De acordo com o biólogo do SOS Pantanal, Gustavo de Carvalho Figueirôa, a equipe e o Corpo de Bombeiros estavam próximos à Transpantaneira combatendo um incêndio entre os dias 3 e 4 deste mês.

Na sexta-feira (3), houve uma chuva rápida na região com trovoadas e que pode ter sido a causa do foco de incêndio próximo a poça de lama onde estava a sucuri.

O biólogo acredita que o incêndio começou devido a um raio que deve ter caído na região.

No sábado (4) a equipe chegou na área para apagar as chamas que já estavam a aproximadamente 50 metros do lago da sucuri e toda a vegetação estava seca.

Gustavo contou que nesse lago viu uma surucucu e outra sucuri entrando no lago, mas que não aparentavam estar com queimaduras.

“Eu pensei que se ela estava entrando no lago então ainda tinha água e ela iria se refrescar”, contou.

A surucucu já estava morta. O biólogo tentou reanimá-la, mas não conseguiu. Pouco tempo depois, a sucuri começou a rodar na lama abrindo a boca com a cabeça para fora do lago e Gustavo entrou na poça para tentar salvá-la.

“Eu vi a sucuri rodando na lama, com a cabeça para fora e abrindo a boca, o que é um sinal claro de estresse físico muito grande. Ela estava entrando em colapso e eu vi que ela estava mal porque o lugar estava muito próximo do fogo. Eu larguei a outra cobra, pulei dentro da poça e fui carregando a sucuri até um rio que estava a 200, 300 metros dali”, contou.

Gustavo disse que o Corpo de Bombeiros e a equipe do SOS Pantanal também o ajudaram já que o animal é muito forte.

“Eu consegui ir até o rio, entrei na água com ela, dei um banho nela, esperei ela se acalmar um pouco e soltei. Quando eu sai do rio, eu vi que ela estava com a cabeça para fora da água respirando bem, sem se contorcer e vi que ela estava melhorando”, disse.

Após o ocorrido, uma equipe do Grupo de Resgate de Animais em Desastre (GRAD) capturou a sucuri para aplicar uma medicação para o estresse e soltou ela no rio novamente.

“Foi um caso de sucesso, a gente conseguiu resgatar ela. Foi um alívio, sentimento de que qualquer vida vale a pena e para aquela sucuri fez toda a diferença”, contou.

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Morte da grávida Kathlen completa 100 dias e polícia ainda não apresentou laudo que pode esclarecer o crime

A vítima estava grávida de quatro meses e foi atingida por um tiro de fuzil quando visitava a família no Complexo do Lins, Zona Norte do Rio. Mãe e namorado cobram explicações.

Por Luana Alves, Bom Dia Rio

Nesta quinta-feira (16), completam-se 100 dias que a designer de interiores Kathlen Romeu foi morta no Complexo do Lins, Zona Norte do Rio. Ela estava grávida de quatro meses e foi baleada durante uma ação da Polícia Militar. São mais de três meses sem saber quem matou a jovem, uma vez que o laudo da reconstituição do crime ainda não ficou pronto.

Kathlen morreu no dia 8 de junho, quando a jovem foi visitar a família e acabou atingida por um tiro de fuzil no peito. Ela havia deixado de morar no local justamente para fugir da violência.

No dia 14 de julho, a Polícia Civil fez a reconstituição do crime. Há um prazo de dois meses para que a reprodução simulada apresente um resultado. Esse prazo venceu esta semana. No entanto, até o momento, ainda não há uma resposta final.

“Onde está esse laudo? Esse laudo é conclusivo. Minha filha só tinha 24 anos, ela tinha toda uma vida pela frente. Todo um caminho. Minha filha tinha saúde, mas foi abatida igual um bicho. Minha filha foi assassinada como se fosse um bandido e sem direito de se defender”, lamentou a mãe de Kathlen, Jaqueline Oliveira.

“Estávamos traçando vários planos, várias metas e, do nada, tudo acabou. Da forma que foi e por culpa do Estado. É muito difícil”, reclamou o namorado de Kathlen, Marcelo Ramos Silva.

“Eu quero justiça. Já que minha filha não teve o direito a ser mãe, eu quero o direito à Justiça. Como não tem resposta? Como não tem justiça? O mundo pode esquecer, mas eu não vou esquecer e eu não vou deixar para lá”, afirmou Jaqueline.

A Polícia Civil informou que a investigação da Delegacia de Homicídios está em andamento e que também aguarda o resultado do laudo.

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Piloto e copiloto mortos em queda de avião são velados nesta quinta-feira em Piracicaba

Corpos dos dois foram liberados no fim da tarde de quarta-feira pelo Instituto Médico Legal.

Por G1 Piracicaba e EPTV

Piloto Celso Elias Carloni e o copiloto Giovanni Gullo — Foto: Reprodução/Redes sociais

Piloto Celso Elias Carloni e o copiloto Giovanni Gullo — Foto: Reprodução/Redes sociais

O piloto e copiloto mortos em acidente aéreo, em Piracicaba (SP), na terça-feira (14) serão velados e enterrados nesta quinta-feira (16). Os corpos dos dois foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) na tarde de quarta-feira.

No mesmo acidente morreram o empresário sócio da Raízen Celso Silveira Mello Filho, de 73 anos, sua mulher e três filhos. A família foi velada na quarta, em um espaço de eventos em Piracicaba, e depois houve cortejo até o Cemitério da Saudade.

O velório do piloto Celso Elias Carloni, de 39 anos, acontece das 8h às 11h, com sepultamento na sequência, no Cemitério Parque da Ressurreição, em Piracicaba.

Celso trabalhava há quase 20 anos com aviação. Foi comandante desde 2002 até 2008 em uma empresa. A partir de 2008 assumiu posto como copiloto em outra e, desde 2008, atuou comandante em mais quatro empresas. Celso era piracicabano, mas atualmente morava em Sorocaba (SP).

Já o copiloto Giovanni Dedini Gullo, de 24 anos, será velado a partir das 10h, também nesta quinta, na sala 6 do Velório da Saudade, em Piracicaba. O sepultamento será realizado no Cemitério da Saudade, às 13h.

Giovanni era nascido em São Paulo (SP), mas morava em Piracicaba, onde a família tem uma empresa de equipamentos industriais. A assessoria da empresa preferiu não se posicionar sobre o acidente. Não há informações sobre a carreira dele na aviação.

Circuito de segurança grava momento em que avião cai em área de mata de Piracicaba

Investigações

Corpo de Bombeiros, polícia e aeronáutica atuaram durante toda a manhã e tarde da terça-feira no local onde o avião caiu. O caso será investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB).

Segundo apuração da EPTV, afiliada da TV Globo, equipes conseguiram localizar no local do acidente a caixa preta do avião, que é uma espécie de gravador de voz e que deve ajudar nas investigações.

Equipes fazem perícia em aeronave que caiu em Piracicaba — Foto: Reprodução/EPTV

Equipes fazem perícia em aeronave que caiu em Piracicaba — Foto: Reprodução/EPTV

A Força Aérea Brasileira informou que os investigadores do Cenipa vieram para Piracicaba para identificar indícios, fotografar o local e retirar partes da aeronave para análise, além de ouvir testemunhas e reunir documentos.

Não há prazo definido para a conclusão desse trabalho, que tem o objetivo de evitar que novos acidentes com as mesmas características ocorram, segundo o órgão.

A Polícia Civil informou que vai investigar o caso por meio do 4º Distrito Policial. Foram requisitadas perícias ao Instituto de Criminalística (IC) e Instituto Médico Legal (IML). Também não há prazo para a conclusão da investigação policial.

O acidente

A aeronave caiu em uma área de mata no bairro Santa Rosa e, com a explosão, um incêndio teve início no local.

Segundo o Corpo de Bombeiros, no avião bimotor modelo King Air B200, ano 2019, prefixo PS-CSM, estavam o sócio da Raízen Celso Silveira Mello Filho, 73 anos, sua esposa Maria Luiza Meneghel, 71 anos, e os 3 filhos do casal: Celso Meneghel Silveira Mello, 46 anos, Camila Meneghel Silveira Mello Zanforlin, 48 anos, e Fernando Meneghel Silveira Mello, 46 anos. Também morreu o piloto Celso Elias Carloni, 39 anos, e o copiloto Giovanni Dedini Gullo, 24 anos.

As vítimas foram carbonizadas e morreram no local. O Corpo de Bombeiros localizou os sete corpos ainda durante a tarde.

 — Foto: Arte G1

— Foto: Arte G1

Ainda de acordo com os bombeiros, o avião saiu do Aeroporto Municipal Pedro Morganti, em Piracicaba, com destino ao Pará e caiu logo depois, pouco antes das 9h, em uma área verde ao lado da Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec).

A queda da aeronave aconteceu em uma plantação de eucaliptos.

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STJD derruba liminar que permitia público em jogos do Flamengo no Brasileirão

Decisão suspende efeitos da liminar até a próxima reunião do Conselho Técnico da Série A, dia 28 de setembro; rodada do próximo fim de semana está confirmada

Por Redação do ge — Rio de Janeiro

Globo Esporte

O vice-presidente do STJD, Felipe Bevilacqua, derrubou na madrugada desta quinta-feira a liminar que permitia público em jogos do Flamengo no Campeonato Brasileiro.

Bevilacqua decidiu suspender os efeitos da liminar até a próxima reunião do Conselho Técnico dos clubes da Série A, no dia 28 de setembro. A informação foi publicada inicialmente pela ESPN e pelo UOL.

Com a decisão, está confirmada a rodada do próximo fim de semana. Os outros clubes que disputam a Série A ameaçavam adiar os jogos se o Flamengo tivesse torcida no Maracanã na partida contra o Grêmio, no domingo.

A decisão do STJD atende a um recurso apresentado nesta quarta por 17 clubes da Série A – não assinaram o Flamengo, o Atlético-MG e o Cuiabá. As mesmas equipes haviam tentado um primeiro recurso, negado pelo presidente do tribunal, Otávio Noronha.

Em sua decisão na madrugada desta quinta, Felipe Bevilacqua ressaltou o risco de paralisação do campeonato se a liminar permanecesse válida.

– Diante do caráter de urgência ante a possível violação à legislação federal posta e consubstanciado nas inúmeras petições e manifestações dos autos, bem como tratando-se de matéria com escopo relevante e que traduz, em análise perfunctória, probabilidade de dano de difícil ou incerta reparação com a iminente não realização da rodada deste próximo final de semana, concedo parcialmente o efeito suspensivo ativo vindicado, para o fim de afastar parcialmente os efeitos da medida liminar concedida nestes autos até a reunião do conselho técnico, este a ser realizada no próximo dia 28 de setembro – diz trecho da decisão.

Movimentação nos bastidores

No Conselho Técnico do último dia 8, 19 clubes da Série A reforçaram que defendem a volta simultânea de público em todos os locais que recebem jogos da competição. A presença de torcedores ainda não está liberada em estados como São Paulo, Bahia, Pernambuco e Ceará.

O Flamengo, porém, tinha uma liminar que permitia a presença de público. Assim como o Atlético-MG, que inicialmente decidiu não utilizar a medida. A diretoria rubro-negra, porém, pediu a realização de “eventos-teste” com público e teve seu desejo atendido pela Prefeitura do Rio, que liberou torcida em três partidas, uma delas pela Série A, no próximo domingo.

Dessa forma, o clube pretendia vender ingressos para o jogo do Brasileirão contra o Grêmio, o que provocou a ameaça de interrupção do torneio por parte das outras equipes. Com a queda da liminar nesta madrugada, se não houver nova mudança, o jogo de domingo será realizado sem público no Maracanã.

Na Série B, o Cruzeiro, que também conseguiu liminar no STJD, já mandou duas partidas com torcedores, nas vitórias sobre Confiança e Ponte Preta.

Os clubes da Série A voltam a se reunir no dia 28 de setembro. Até lá, eles esperam conseguir a liberação para o retorno de público em todos os estados com times na Primeira Divisão já a partir do início de outubro. Antes disso, no dia 23 deste mês, o pleno do STJD julga o mérito da liminar que foi derrubada na madrugada desta quinta.

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‘Na hora, eu só senti medo’, diz pai de bebê de 1 ano picado por cobra em SC

Filhote de jararaca foi levado ao hospital de Blumenau junto com menino e, no atendimento, equipe conseguiu identificar espécie e encontrar antídoto. ‘Estamos aliviados’, diz pai.

Por Carolina Fernandes, G1 SC

Benjamin Vicente Machado sobreviveu após ser picado por uma serpente em SC; foto foi feita após a alta hospitalar do garoto — Foto: Paulo Henrique de Almeida Machado/Arquivo Pessoal

Benjamin Vicente Machado sobreviveu após ser picado por uma serpente em SC; foto foi feita após a alta hospitalar do garoto — Foto: Paulo Henrique de Almeida Machado/Arquivo Pessoal

A família de Benjamin Vicente Machado, de 1 ano e meio, respira aliviada após três dias de internação do menino no Hospital Santo Antônio, em Blumenau, no Vale do Itajaí. O bebê foi picado no pé esquerdo por um filhote de jararaca na segunda-feira (13) enquanto brincava no quintal da casa da avó.

Na tarde de quarta (15), o garoto foi avaliado pelo corpo médico do hospital recebeu alta.

“Estamos aliviados e cansados psicologicamente e fisicamente por estes dias no hospital. Ele ficou muito assustado [na hora da picada]”, afirma o pai, Paulo Henrique de Almeida Machado.

A criança brincava com a avó no momento do incidente — Foto: Paulo Henrique de Almeida Machado /Arquivo Pessoal

A criança brincava com a avó no momento do incidente — Foto: Paulo Henrique de Almeida Machado /Arquivo Pessoal

A serpente foi levada junto com o bebê para o hospital e, no atendimento, a equipe conseguiu identificar a espécie e encontrar o antídoto. Foi um vizinho que matou o animal e ajudou a família.

“Ainda não consegui conversar direito com o vizinho, mas ele já é conhecido da família. Sempre está presente e é um cara muito bacana. Com certeza a gente pretende agradecê-lo”, afirma.

Medo e pressa

Momentos depois da picada, a família afirma que foi imediatamente para o hospital. Na cabeça de Paulo, além do medo, a pressa também foi imperativa.

“Na hora, eu só senti medo. Eu sabia que eu não podia chorar e nem sentir fraqueza. Era só o medo e a pressa que me invadiam naquele momento”, relembra.

Paulo conta que, na hora da picada, além do susto, ele lembrou o que aconteceu com o menino de 2 anos de Salete, na mesma região, que morreu após ser picado por um animal não identificado.

“A gente que tem filho, essas coisas [da morte do garoto picado] doem na gente de um jeito absurdo. Minha recomendação para os pais, quando lemos uma matéria como essa de Salete, é que levantem da cadeira e vão em seus jardins, vão na calçada, olhem embaixo da cama. Atitude, essa é a palavra. Levantar e fazer”, recomenda Paulo.

Ele afirma que, na semana passada, já havia limpado a área externa onde aconteceu o acidente com Benjamin. Para o pai, o esgoto e o lixão a céu aberto, que existem próximos a região onde a casa fica, podem ter contribuído para o aparecimento da cobra no quintal da casa da família.

Picada

A picada ocorreu na segunda-feira (13). Paulo afirmou que o filho brincava no quintal da casa da avó no final da tarde quando ocorreu o acidente. O menino corria atrás de uma bola e começou a gritar e a chorar quando foi picado.

Um vizinho encontrou a cobra perto do bebê, matou-a, colocou o animal em um pote e a família levou até a unidade de saúde. Com o filhote de jararaca identificado, a equipe prestou o atendimento com o soro antiveneno para a picada.

Animal é venenoso e foi morto por vizinho da criança picada — Foto: Hospital Santo Antônio Blumenau/Divulgação

Animal é venenoso e foi morto por vizinho da criança picada — Foto: Hospital Santo Antônio Blumenau/Divulgação

“A médica atentamente bateu foto da cobra e mandou para o órgão responsável. Em poucos instantes já tivemos a resposta de que era um filhote de jararaca e a doutora iniciou com o antídoto e a hidratação”, disse o pai.

Após a identificação, a cobra foi descartada.

O que fazer em caso de picada?

  • Caso seja picado por uma cobra, não se deve amarrar o local. Segundo o biólogo Christian Lempek, o torniquete pode aumentar o risco de necrosar o local e resultar até em amputação;
  • Não se deve cortar o local, fazer perfurações ou sucção;
  • O local da picada deve ser lavado com água e sabão;
  • A vítima deve ser levada o mais rápido possível ao hospital;
  • É importante tentar identificar a serpente (pode ser por foto, se possível) pois isso facilitará para escolha do soro antiofídico a ser aplicado.

Onde ligar

  • Entre em contato com os Bombeiros (193) ou com a Polícia Ambiental da sua cidade (190);
  • Em caso de acidente com serpente, entre em contato com o Samu (192), os Bombeiros (193) ou se dirija ao hospital público mais próximo;
  • Em caso de dúvidas ou orientações sobre procedimentos de primeiros socorros, ligue para o Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC), pelo telefone: 0800 643 5252.
  • Moradores de Jaraguá do Sul podem ter atendimento na Fujama pelo telefone (47) 3273-8008, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h.

Jararacas

As jararacas possuem veneno desde que nascem para conseguirem se alimentar. Ao G1, o biólogo Christian Raboch explicou que sempre orienta os moradores a chamarem os órgãos responsáveis para recolherem os animais. Isso, segundo ele, evita que uma segunda pessoa seja ferida em situações parecidas ao caso de Blumenau.

Raboch destacou também a importância do veneno da jararaca para a medicina. “A partir dele que foi criado o remédio para o combate de hipertensão”, explicou.

“É bom sempre salientar a importância delas [jararacas] para o equilíbrio do ecossistema. Sempre falo que acidentes acontecem, mas a jararaca, apesar de venenosa, tem a importância dela lá no meio da mata. Serve como presa e predador”, afirma.

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Diretores de escolas estaduais são afastados em Curitiba por baixa adesão de alunos ao ensino presencial, diz sindicato

Segundo APP-Sindicato, três gestores foram afastados do cargo. Seed diz que processos administrativos são sigilosos. Resolução afirma que retorno às aulas presenciais é facultativo e que decisão cabe aos pais de alunos.

Por Pedro Brodbeck, G1 PR

Pelo menos três diretores de escolas estaduais foram afastados porque os colégios estão com baixa adesão de alunos no ensino presencial, de acordo com a APP-Sindicato.

Segundo o sindicato, foram afastados os gestores das escolas Jayme Canet, Gabriela Mistral e Bráulio Vicente de Castro, em Curitiba, para abertura de Processos Administrativos Disciplinares.

A Secretaria Estadual de Educação (Seed) não confirmou o motivo dos afastamentos e disse que os processos disciplinares são sigilosos.

A resolução da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) que trata do retorno às atividades presenciais, no entanto, afirma que o retorno às aulas presenciais é facultativo e que a decisão cabe aos responsáveis pelos alunos.

O retorno às aulas aconteceu de forma gradual no Paraná. Depois de mais de um ano em atividades exclusivamente remotas, escolas estaduais passaram a funcionar em formato híbrido em maio de 2021.

Pressão

Segundo a diretora da APP-Sindicato Walkiria Olegário Mazeto, diretores de outras escolas estão sendo pressionados pela secretaria para que incentivem o retorno dos alunos ao ensino presencial, sob a ameaça de abertura de novos processos administrativos.

“Os pais não podem ser obrigados aceitarem o retorno, então essa pressão está recaindo sobre os diretores”, afirmou Walkiria.

De acordo com a diretora do sindicato, a solicitação da secretaria pelo retorno ao ensino presencial desconsidera as características regionais das escolas que podem fazer com que as unidades estejam com baixa adesão.

Uma professora ouvida pelo G1, que não quis se identificar, afirmou que um dos afastamentos aconteceu porque menos de 10% dos alunos estavam comparecendo à escola.

“Na nossa comunidade, muitos alunos se infectaram, há um receio que tem que ser respeitado. Ainda há casos de alunos que precisaram começar a trabalhar e só conseguem fazer isso conciliando com as aulas virtuais”, afirmou.

De acordo com a APP-Sindicato, em geral, cerca de 50% dos alunos voltaram às aulas presenciais e outra metade está acompanhando as atividades pela internet.

O sindicato afirma também que existem casos de escolas em que as ferramentas de ensino virtual não estão mais disponíveis aos alunos.

Secretaria quer que pais justifiquem escolha

O diretor de Educação da secretaria, Roni Miranda, afirmou que a rede estadual continua oferecendo as aulas pela internet e que não há um índice de presença exigido pelo governo às escolas, mas que o objetivo da secretaria é fazer com que “o maior número possível de alunos volte para as salas de aula”.

No início de agosto, um ofício foi enviado pela Seed aos chefes de núcleos regionais orientando que fosse exigida uma justificativa por escrito dos pais ou responsáveis que não autorizarem o retorno presencial dos alunos.

Caso a justificativa não esteja relacionada a comorbidades dos alunos ou familiares, o ofício determina que os casos sejam encaminhados para a Rede de Proteção do município para que as famílias sejam orientadas a optar pelas aulas presenciais.

“Caso não exista uma comorbidade ou um atestado que justifique o afastamento daquele aluno, nós estamos tentando fazer com que os estudantes retornem. Primeiro, convidamos que os responsáveis visitem a escola. Depois, vamos acionar a Rede de Proteção para identificar se existe algum problema atrelado a essa recusa”, afirmou.

Medo do retorno

Alguns pais, no entanto, têm medo do retorno das atividades presenciais.

Daniele Maccarini, mãe de dois alunos da Escola Estadual Brasilio Vicente de Castro, em Curitiba, afirma que gostaria de manter os filhos no ensino remoto por mais tempo.

“Estou me sentindo pressionada dia após dia. Mas me foi dada uma opção, e eu quero proteger, dentro do possível, a minha família. Daqui a pouco vamos vacinar os adolescentes. Não entendo porque isso está sendo feito desta forma”, disse.

De acordo com Daniele, por não estarem indo à escola, os filhos dela não poderão realizar as atividades do Prova Paraná, uma avaliação obrigatória feita pelo governo estadual para avaliar o aprendizado dos alunos da rede estadual.

Segundo o diretor da Seed, Roni Miranda, os alunos que estão realizando atividades remotamente poderão fazer a prova após a aplicação do exame presencial.

Pressa

Para Miranda, o retorno dos alunos ao ensino presencial é uma prioridade devido à dificuldade de garantir qualidade ao aprendizado de maneira remota.

“A aprendizagem fica comprometida se não tem a relação do aluno e do professor, dos estudantes entre si. Remotamente, os alunos podem estar respondendo às atividades, mas a qualidade deste ensino é diferente”, afirmou.

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