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Mortes em UTIs de Covid no estado de SP já superam as altas médicas

No intervalo entre 14 de fevereiro e 13 de março, mais da metade de quem foi para a UTI por Covid em SP morreu. Levantamento feito pela TV Globo com base nos dados do Ministério da Saúde indica que expansão de leitos de UTI não foi capaz de conter aumento de taxa de letalidade no estado de SP.

Por Ana Carolina Moreno, Guilbert Reino, Luiz Silva e Silva, Piero Sbragia, Ricardo Hiar e Walace Lara, TV Globo — São Paulo

Paciente com Covid-19 é atendido em leito de UTI em hospital de Ribeirão Preto, SP — Foto: Reprodução/EPTV

Paciente com Covid-19 é atendido em leito de UTI em hospital de Ribeirão Preto, SP — Foto: Reprodução/EPTV

O aumento expressivo de pacientes com suspeita ou confirmação de Covid-19 internados no estado de São Paulo desde meados de fevereiro teve como resultado a reversão de uma tendência que havia se mantido desde o início da pandemia. Agora, a quantidade de pessoas que estavam internadas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e morreram supera a de doentes que venceram a doença e tiveram alta médica, segundo dados do Ministério da Saúde.

Na semana 7 de 2021, que teve início em 14 de fevereiro, pelo menos 52% dos pacientes que entraram na UTI morreram. Neste intervalo, 48% receberam alta da UTI. Os dados podem ser observados no gráfico abaixo, a partir da coluna “semana 7”, no canto direito. O trecho em vermelho da coluna se refere às mortes, enquanto a parte azul equivale às altas.

Nas quatro semanas seguintes à semana 7, que incluem o intervalo entre os dias 14 de fevereiro e 13 de março, as mortes continuaram superando as altas na UTI. Isso também pode ser observado no gráfico abaixo.

Os dados analisados pela produção da TV Globo são do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe), do Ministério da Saúde. O período analisado foi desde o início da pandemia até 13 de março de 2021. Depois desta data, os dados ainda estavam incompletos e não foram considerados (leia mais ao final da reportagem).

Análise de 117.498 pacientes de SRAG, segundo a semana em que deram entrada em um leito de UTI no Estado de São Paulo  — Foto: Ana Carolina Moreno/TV Globo

Análise de 117.498 pacientes de SRAG, segundo a semana em que deram entrada em um leito de UTI no Estado de São Paulo — Foto: Ana Carolina Moreno/TV Globo

Secretaria divulgou dados diferentes, mas secretário confirmou

Os números contrariam dados divulgados pelo governo estadual em entrevista à imprensa na última sexta-feira (9). Na ocasião, Paulo Menezes, membro do Comitê de Contingência do governo paulista, afirmou que “nós hoje temos uma letalidade de UTI no estado de São Paulo de cerca de menos de 30%”.

Nesta terça-feira (13), em entrevista coletiva, o secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, confirmou a taxa de letalidade nas UTIs acima de 50% e atribuiu o aumento ao crescimento de casos envolvendo pessoas jovens.

“É uma doença que vem se mostrando mais agressiva especialmente em jovens”, afirmou Gorinchteyn.“

“À medida que esses jovens retardam também a sua procura às unidades de saúde, até porque se sentem mais tranquilos por serem jovens, vêm numa condição muito mais grave. Aí, sim, a letalidade atinge a cifra de 50%, 52%.”

Em nota, a Secretaria Estadual da Saúde explicou que, “considerando os óbitos e internações da semana epidemiológica 14 [entre 4 e 10 de abril], a letalidade foi de 30%, o que condiz com os dados apresentados na coletiva da última sexta-feira (9)”.

Em 6 de abril, São Paulo registrou novo recorde ao atingir a marca de 1.389 mortes em 24 horas (veja vídeo abaixo). Já são quase 85 mil mortes no estado desde o começo da pandemia.

Ampliação de leitos no estado

Entre 1º de fevereiro e 1º de abril, o número de pacientes em UTI no estado aumentou 115%, de 6.032 para 12.964. Para fazer frente a essa demanda, o governo estadual anunciou a ampliação de leitos. No mesmo período, eles saltaram de 8.836 para 14.054 em média. No entanto, medidas mais rígidas de distanciamento social só foram implementadas em 6 de março.

Para entender como o aumento da demanda influenciou na letalidade nas UTIs de Covid, a produção da TV Globo analisou dados divulgados pelo Ministério da Saúde de mais de 117.498 pacientes de UTIs de Covid públicas e privadas de São Paulo.

Os pacientes deram entrada na UTI em algum hospital do estado no período entre 1º de março de 2020 e 13 de março de 2021, com sintomas de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Considerando o histórico total da pandemia, 54% deles (63.675 pessoas) acabaram tendo alta. Os demais 53.823 vieram a óbito por alguma causa (Covid-19 confirmada, outra causa de SRAG ou sem SRAG especificada).

Mas, observando o desfecho dos casos semana a semana, é possível ver que, no período mais recente analisado, a maior parte dos casos acabou em óbito (reveja no gráfico no início da reportagem como as mortes de internados em UTI e as altas médicas foram variando ao longo da pandemia).

Agravamento da doença e precarização do atendimento

Segundo o médico sanitarista Walter Cintra Ferreira, professor da Faculdade Getúlio Vargas (FGV-SP) e especialista em administração hospitalar, o aumento da letalidade dos casos graves de SRAG pode ser explicado por mais de um motivo.

“É preciso verificar se esse aumento de letalidade é decorrente da doença ou da condição de atendimento. Eu acredito que sejam as duas coisas. Os casos são mais graves, e as condições de atendimento pioraram”, afirmou ele.

Segundo Cintra Ferreira, as condições de atendimento envolvem a escassez de insumos, devido ao alto número de novos pacientes sendo internados na UTI. “Por exemplo: a falta de insumos de intubação orotraqueal [procedimento que insere o tubo dentro da traqueia] piora as condições de manejo dos pacientes.”

Essas condições também podem ser afetadas por falta de recursos humanos suficientes para atender tantos pacientes. “A sobrecarga dos profissionais com a ampliação de leitos e a contratação de equipes ainda em formação, ou mesmo improvisação de equipes, certamente baixam a qualidade da assistência e levam à piora nos desfechos”, explica o médico.

“A gente não vai superar essa pandemia aumentando o número de leitos de internação. A gente só vai superar essa pandemia na hora que a gente conseguir cortar a cadeia de transmissão”, diz Walter Cintra Ferreira, médico sanitarista.

Em nota, a secretaria afirma que “a reportagem também equivoca-se ao correlacionar a expansão de leitos com a letalidade em decorrência da COVID-19, uma vez que os efeitos da doença em cada organismo variam e consideram uma série de fatores clínicos do paciente, podendo ou não ocorrer agravamento”.

Ainda de acordo com a pasta, “o Governo de São Paulo tem feito sua parte e mantém 12 hospitais de campanha, praticamente tendo triplicado o número de leitos de UTI, saltando de 3,5 mil leitos no pré-pandemia para os atuais 10 mil leitos do tipo, um recorde no fortalecimento da rede com apoio dos municípios”.

Dados mais recentes ainda são preliminares

A análise não considera as quatro semanas mais recentes, devido ao atraso de notificação e ao alto número de casos sem desfecho.

Os números se referem apenas aos casos que já continham no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica de Gripe (Sivep-Gripe) até a atualização de 5 de abril o registro da data em que o paciente deu entrada na UTI e o desfecho do caso: se a pessoa teve alta ou acabou morrendo.

Outros 12.283 casos de pacientes que precisaram de UTI constam no sistema até essa data, mas ainda não tiveram o desfecho registrado. Por isso, não é possível saber se esses pacientes ainda estão internados, se já tiveram alta ou se já morreram.

Foram considerados todos os casos de SRAG porque a triagem e o tratamento dos pacientes ainda suspeitos de Covid-19 são feitos pela mesma estrutura hospitalar que o de pacientes com a doença já confirmada.

Veja abaixo, para cada semana desde março de 2020, o total de casos de SRAG que deram entrada na UTI naquela semana, segundo o desfecho final (alta, óbito ou casos ainda sem desfecho registrado)

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Número de armas registradas por dia em sistema da PF aumenta 8 vezes em 2 anos

Dados obtidos por Lei de Acesso à Informação pelo Instituto Igarapé mostra que, em média, 378 armas ganham registro diariamente neste ano. Em 2018, foi uma media de 46 por dia.

Por Marco Antônio Martins, G1 Rio

Diariamente, desde 2019, 378 armas, em média, são registradas no Brasil para o uso de civis no Sistema Nacional de Armas (Sinarm), da Polícia Federal.

Esse número é oito vezes mais do que foi registrado, em média, em 2018, quando cerca de 46 armas foram registradas a cada dia.

Os dados foram obtidos em um levantamento feito pelo Instituto Igarapé ao qual o G1 teve acesso.

As portarias editadas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro criaram um ambiente fértil para a proliferação de registros legais de armas de fogo.

Para Melina Risso, diretora de programas do Igarapé, a situação representa um “retrocesso”.

“O salto nas armas registradas não tem precedente. Os efeitos negativos dessa política de insegurança serão sentidos por muito tempo.”

O número de novos registros de armas de fogo no Brasil aumentou 90% em 2020 em comparação com o ano anterior — e foi o maior número da série histórica do sistema da Polícia Federal.

Esses números registram apenas as armas de fogo que vão ficar nas mãos de civis.

O Sistema Nacional de Armas só inclui armas registradas em nomes de civis, entre eles cidadãos comuns, policiais federais e policiais civis.

As armas utilizadas pelas forças militares de segurança — Exército, Marinha, Aeronáutica, PMs e Bombeiros — são de responsabilidade do Exército, que também concede direito de usar armas para colecionadores, atiradores e caçadores.

Desde janeiro de 2020, o governo federal editou atos normativos para facilitar o acesso às armas de fogo. O governo aumentou de dois para quatro o limite de armas que cada pessoa pode ter e permitiu também a compra de muito mais munição.

  • Registro médio diário de armas no Sinarm
  • 2017 – 43
  • 2018 – 46
  • 2019 a fevereiro de 2021 – 378

“As instituições precisam agir com a máxima urgência para frear os retrocessos”, afirma Melina Risso.

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Sem ‘nota fantasma’, Sisu tem nesta quarta o último dia de inscrição após prazo ser estendido

Método que também foi chamado de ‘dupla classificação’ inflava temporariamente as notas de corte dos cursos. Lista de espera para vagas remanescentes abre na sexta (16). Veja cronograma.

Por G1

Depois da montanha-russa de emoções dos últimos dias, os candidatos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) têm até as 23h59 desta quarta (14) para confirmar sua inscrição e uma possível vaga em uma universidade pública do país. O sistema já não utiliza a chamada “dupla classificação” ou “nota fantasma”, que gerou grande volume de reclamações dos estudantes por elevar temporariamente as notas de corte – o que tirava a referência sobre chances de classificação.

Na prática, o Ministério da Educação anunciou no último domingo a retomada do formato que era adotado até 2019. O MEC declarou que a mudança atende a “apelos contrários” ao sistema usado em 2020 e mantido inicialmente neste ano – mas nega que o cálculo diferente tenha levado a alguma ocupação indevida de vagas no ensino superior.

Antes disso, o MEC estendeu o prazo de encerramento do Sisu horas antes do encerramento que estava programado para a última sexta-feira. Segundo o ministro Milton Ribeiro, por serem “sensíveis às demandas dos estudantes”.

O método de “dupla classificação” ou “nota fantasma” funcionava da seguinte forma:

  • O Sisu é um sistema que usa as notas do Enem para que candidatos tentem uma vaga nas universidades públicas brasileiras
  • Durante os 4 dias em que o Sisu fica aberto para inscrições, os estudantes podem mudar livremente as duas opções de curso + universidade que indicam em seu perfil (embora, ao final, a matrícula será feita em apenas uma delas)
  • O sistema é frequentemente comparado a um leilão. A pontuação dos candidatos que se inscrevem em um curso vai determinar a nota de corte
  • Ou seja, nesse período de 4 dias, a entrada de candidatos com pontuações altas pode alterar a lista de aprovados de uma hora para outra e, consequentemente, a nota de corte
  • Até 2020, a concorrência pelas vagas só levava em conta a primeira opção assinalada pelo candidato. Mas, no Sisu passado, o MEC introduziu sem aviso um novo modelo em que as duas opções são computadas na disputa por vagas
  • Como a matrícula só será feita em apenas uma opção de curso + universidade, o desempenho no Enem de um candidato podia inflar artificialmente as notas de corte já que a outra escolha do aluno não valerá após o fechamento do sistema

Antes de ser derrubada pelo MEC, a “nota fantasma” chegou a ser alvo de representações de deputados federais e de uma ação conjunta movida por entidades estudantis.

Neste ano serão ofertadas 209.190 mil vagas, distribuídas em 5.685 mil cursos de graduação. Veja o site do Sisu.

Datas do cronograma

  • o resultado sai na sexta (16)
  • as matrículas nas instituições de ensino serão realizadas no período entre 19 e 23 de abril. A documentação necessária é informada pela instituição de ensino
  • estudantes que não forem chamados para uma vaga nesta etapa poderão entrar em uma lista de espera que estará aberta entre 16 e 23 de abril.

Para concorrer às vagas do Sisu, o candidato não pode ter zerado na redação do Enem e não pode ter prestado o exame na condição de treineiro.

O MEC disponibiliza o telefone 0800-616161 para dúvidas dos candidatos.

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Servidores do Ministério da Saúde vacinam garimpeiros contra Covid em troca de ouro, afirma líder Yanomami

Lideranças relatam que desvios ocorreram nas regiões Humuxi e Uxiu. Em oficio enviado ao MPF e Sesai, indígenas pedem providências.

Por Fabrício Araújo e Valéria Oliveira — Boa Vista

A Hutukura Associação Yanomami afirma que há suspeita de que servidores da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), órgão do Ministério da Saúde, têm vacinado garimpeiros contra Covid-19 e em troca recebem ouro extraído ilegalmente. O documento, divulgado nesta terça-feira (13), é assinado pelo vice-presidente da associação, Dário Kopenawa, e indica ao menos dois responsáveis pelo esquema.

No ofício, enviado no último dia 8 ao Ministério Público Federal (MPF) e à Sesai, Kopenawa afirma que uma técnica em enfermagem, que atuava no pólo base Humuxi, estava trocando as vacinas com os invasores da terra indígena, além de desviar gasolina e um gerador de energia do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y) para os garimpeiros também em troca de ouro.

A suspeita iniciou em janeiro, logo após as vacinas começarem a ser aplicadas em Roraima. Segundo o documento, autoridades em Boa Vista foram alertadas sobre o caso para que tomassem providências.

“Essas informações são verdadeiras, passadas pelas lideranças desses locais. Nessas regiões é bem comum a troca de materiais por ouro, como remédios, e infelizmente, às vezes esses profissionais acabam se deixando levar”, afirmou Kopenawa.

Na região do Uxiu uma servidora é suspeita de desviar medicamentos destinados aos indígenas para tratar garimpeiros à noite. Ainda segundo Kopenawa, o caso foi relatado por uma liderança indígena em uma reunião com o secretário da Sesai e o coordenador do Dsei-Y.

“É comum a queixa por parte dos Yanomami de que o materiais e medicamentos destinados à saúde indígena estão sendo desviados para atendimento aos garimpeiros. Em julho de 2020, já havia sido encaminhado aos órgãos aqui endereçados o depoimento de uma Yanomami da comunidade de Kayanau queixando-se da piora no estado da saúde em sua comunidade e mencionando o desvio de medicamentos por um funcionário do DSEI-Y que atendia no polo base local”, diz trecho do ofício encaminhado ao MPF e à Sesai.

Procurados, o MPF e Ministério da Saúde, que responde pela Sesai, não se manifestaram sobre o relato até a última atualização desta matéria.

“É inadmissível que, em meio à insistente piora nos índices de saúde das comunidades indígenas da Terra Indígena Yanomami e em plena pandemia da Covid-19, o órgão responsável pelo atendimento da saúde indígena tenha seus recursos desviados para atendimento de não indígenas que trabalham no garimpo ilegal”, crítica a associação em outro trecho do oficio.

Maior reserva indígena do Brasil, a Terra Yanomami fica entre os estados de Roraima e Amazonas, e em boa parte da fronteira com a Venezuela. Mais de 26,7 mil índios – incluindo grupos isolados – habitam a região em cerca de 360 aldeias. A estimativa é que ao menos 20 mil garimpeiros atuam ilegalmente no território.

Os casos de Covid entre indígenas que habitam a região se agravam em razão da presença de garimpeiro – no ano passado, em três, os casos avançaram 250%.

No ofício, a Hutukara questiona sobre que tipo de fiscalização e controle a Sesai e o Dsei-Y têm adotado para impedir que situações como as relatadas ocorram dentro da Terra Yanomami.

Informações falsas sobre imunizante

Além da troca por ouro de garimpo ilegal, os indígenas enfrentam, ainda, a disseminação de informações falsas sobre a vacina, segundo a Hutukura. O resultado: nove aldeias se recusam veemente à serem imunizadas contra o coronavírus, mesmo que autoridades apontem para o risco de genocídio.

“‘Vocês, Yanomami, não podem tomar essas vacinas, porque o governo quer matar vocês’, é o que os garimpeiros estão espalhando e, por isso, os nossos parentes estão recusando as vacinas. Já as comunidades que não estão próximas ao garimpo, estão tomando”, afirma Dario.

Com a recusa dos indígenas pela vacinação, o Conselho Municipal de Saúde de Boa Vista chegou a recomendar que o estoque de doses da vacina contra Covid-19 destinadas aos indígenas, seja remanejados para a população urbana da capital.

Quando as primeiras doses chegaram ao estado, em janeiro, o governo estadual triplicou o número de doses da vacina contra Covid-19 para profissionais da Saúde e reduziu a quantidade para indígenas que vivem no estado.

Até esta terça, o governo do estado havia enviado 15.396 doses de vacina contra a Covid-19 para o Dsei-Yanomami. Dessas, apenas 3.199 (20,78% do total) foram aplicadas. Os dados são do vacinometro, do site do governo que divulga a aplicação dos imunizantes.

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Câmeras registram momento de acidente entre carro, ônibus e caminhão, na PR-423; uma pessoa morreu

Caso aconteceu em Campo Largo. Segundo os bombeiros, motorista do carro cruzou a via preferencial e foi atingido por um caminhão; com o impacto, o carro foi arrastado e esmagado contra um ônibus, que pegou fogo.

Por RPC Curitiba e G1 PR — Curitiba

Câmeras registraram acidente entre carro, ônibus e caminhão, na PR-423

Câmeras de segurança registraram o momento de um acidente no fim da tarde desta terça-feira (13), na PR-423, em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o motorista do carro cruzou uma preferencial e foi atingido por um caminhão. Com o impacto, o carro foi arrastado e esmagado contra um ônibus, que pegou fogo.

O motorista do carro morreu no local. Segundo os bombeiros, o condutor do ônibus conseguiu escapar a tempo. Não haviam passageiros.

Câmeras registraram acidente entre carro, ônibus e caminhão, na PR-423 — Foto: Centro Integrado de Operações de Segurança Pública

O caminhão e o carro caíram de uma ribanceira ao lado da pista, conforme o Corpo de Bombeiros. O condutor do caminhão sofreu ferimentos leves.

O trecho onde ocorreu o acidente na PR-423 ficou interditado. De acordo com a polícia, a pista foi liberada durante a madrugada de quarta-feira (14).

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Bebê recebe alta após passar 25 dias internado com Covid-19: ‘Um milagre’, diz mãe

Luís Miguel Fraga, de Salto (SP), começou a apresentar sintomas do coronavírus com 51 dias de vida. Ele completará três meses em 21 de abril.

Por Pâmela Ramos, G1 Sorocaba e Jundiaí

Bebê recebe alta após passar 25 dias internado com Covid-19: ‘Um milagre’, diz mãe

Um bebê de Salto (SP) recebeu alta após passar 25 dias internado em tratamento de Covid-19, em um hospital particular. Luís Miguel Fraga, que irá completar três meses em 21 de abril, foi diagnosticado com a doença em 14 de março e deixou a internação no dia 7 de abril.

Em entrevista ao G1, a mãe do bebê, Mical Fernanda Nascimento Fraga, de 30 anos, contou que, no dia do diagnóstico, o filho estava apenas com 51 dias de vida. Além do pequeno Luís, Mical, a irmã e a mãe dela também testaram positivo para o coronavírus.

Bebê recebe alta após passar mais de 20 dias internado com Covid-19 — Foto: Arquivo Pessoal

Bebê recebe alta após passar mais de 20 dias internado com Covid-19 — Foto: Arquivo Pessoal

De acordo com a mãe, o bebê começou a apresentar sinais de febre e estava dormindo além do normal, no dia 13 de março. De imediato, a família levou o Luís ao hospital, onde o pequeno passou por exames. Assim que recebeu o diagnóstico, ele foi encaminhado para internação.

“Ele estava com 38,2 graus de febre. Levei no Pronto Socorro, mas a febre não passou. Nos exames dele deram alteração. Tudo estava comprometido. A médica solicitou o exame de Covid e saiu positivo. Em Salto não tinha vaga de UTI neonatal, aí encaminharam o meu filho para Indaiatuba”, explica Mical.

Três dias depois, Luís começou a ter taquicardia e as complicações se agravaram. Depois de 25 dias, o bebê recebeu alta, na semana passada (quarta-feira, 7). A equipe médica fez um “corredor de aplausos” na saída do pequeno Luís Miguel.

Luís Miguel recebeu alta no dia 7 de abril — Foto: Arquivo Pessoal

Luís Miguel recebeu alta no dia 7 de abril — Foto: Arquivo Pessoal

Segundo Mical, Luís terá que fazer acompanhamento ambulatorial com cardiologista, porque ficou com sequelas da doença.

“Eu acredito em milagre, Deus operou. Houve dias que eu achei que ele não ia sobreviver. Foi um milagre muito grande. Só do meu filho conseguir voltar para casa e eu conseguir reunir a minha já é uma alegria. Eu sou muito grata a Deus pela equipe médica.”

Mical também tem uma filha de quatro anos, que não teve sintomas de Covid-19. Durante a gestação, ela conta que buscou tomar todos os cuidados de prevenção contra a doença e chegou a trabalhar em sistema remoto.

“Eu passei a gravidez toda com muito medo, tanto que eu trabalhei em home office. Tomei todos os cuidados. Quando teve uma pessoa da família que pegou, a minha sobrinha, fiquei 15 dias afastada. Sou do grupo de risco, hipertensa e foi uma gravidez de risco”, lembra.

Apenas Mical e o filho Luís testaram positivo para a Covid-19 na família — Foto: Arquivo Pessoal

Apenas Mical e o filho Luís testaram positivo para a Covid-19 na família — Foto: Arquivo Pessoal

Agora, a preocupação da família é o tratamento das sequelas que Luís apresentou. Para Mical, é importante que os pais fiquem em alerta porque até então ela não imaginava que isso pudesse acontecer com crianças.

“Essa doença está atingindo as crianças pequenas. É uma preocupação minha, como mãe. Como é uma doença nova e acreditávamos que crianças não pegavam. Dizem que os sintomas são menos graves, mas não foi bem assim.”

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Após duas quedas seguidas, vendas do comércio crescem 0,60% em fevereiro

Na comparação com fevereiro do ano passado, porém, houve queda de 3,8%. Em 12 meses, avanço é 0,4%, o que mostra uma uma redução do ritmo de recuperação do setor.

Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira

Comércio fechado durante medidas de restrição no Distrito Federal — Foto: TV Globo/Reprodução

Comércio fechado durante medidas de restrição no Distrito Federal — Foto: TV Globo/Reprodução

As vendas do comércio varejista cresceram 0,60% em fevereiro, na comparação com janeiro, impulsionadas por produtos relacionados a volta às aulas, segundo dados divulgados nesta terça-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com fevereiro do ano passado, porém, houve queda de 3,8%, com o setor passando a enfrentar agora o agravamento da pandemia de Covid-19 e restrições mais rigorosas.

Vendas do comércio voltam a crescer após dois meses seguidos de queda — Foto: Economia/G1

Vendas do comércio voltam a crescer após dois meses seguidos de queda — Foto: Economia/G1

O resultado veio dentro do esperado. A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,6% na comparação mensal e de recuo de 3,9% sobre um ano antes.

Efeito volta às aulas

“Janeiro é um mês de contas extraordinárias, como IPTU e IPVA, então é comum um consumo menor no comércio. Já em fevereiro, temos a volta do orçamento mensal das famílias a uma maior normalidade e o retorno dos alunos às escolas, aquecendo as compras de material escolar. Assim, mesmo com o cancelamento do carnaval, que impacta, por exemplo, em menores vendas de bebidas alcoólicas nos supermercados, tivemos uma variação positiva esse mês”, afirmou o gerente da PMC, Cristiano Santos.

O gerente da pesquisa destacou também a alta de 9,3% nas vendas de móveis e eletrodomésticos, após 5 meses seguidos de queda. “No início da pandemia, houve uma antecipação de consumo desses produtos. As pessoas ficando em casa, houve uma substituição desses itens. Há quedas a partir de setembro e agora, então, tem um reposicionamento”, explicou.

Queda de 2,1% no acumulado no ano

No acumulado nos dois primeiros meses de 2021, na comparação com o mesmo período do ano passado, o varejo brasileiro ainda tem queda de 2,1% – maior recuo para o período desde 2017, quando ficou em -2,4%.

Já no acumulado nos últimos 12 meses, o avanço é de 0,4%, mostrando redução do ritmo de recuperação pelo quarto mês seguido. O resultado do varejo em 12 meses até fevereiro também é o mais baixo desde 2017 (-5,4%).

“O varejo se encontra agora no mesmo patamar de setembro de 2020 e 0,4% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020)”, informou o IBGE.

Indicador acumulado em 12 meses mostra perda de ritmo da recuperação do comércio varejista — Foto: Economia/G1

Indicador acumulado em 12 meses mostra perda de ritmo da recuperação do comércio varejista — Foto: Economia/G1

Veja o desempenho de cada um dos segmentos em fevereiro:

  • Combustíveis e lubrificantes: -0,4%
  • Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 0,8%
  • Tecidos, vestuário e calçados: 7,8%
  • Móveis e eletrodomésticos: 9,3%
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: -0,2%
  • Livros, jornais, revistas e papelaria: 15,4%
  • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -0,4%
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico: -0,5%
  • Veículos, motos, partes e peças: 8,8% (varejo ampliado)
  • Material de construção: 2% (varejo ampliado)

4 das 8 atividades tiveram taxas positiva

O avanço de 0,6% no volume de vendas na passagem de janeiro para fevereiro teve taxas positivas em quatro das oito atividades pesquisadas, com destaque para “Livros, jornais, revistas e papelaria” (15,4%), “Móveis e eletrodomésticos” (9,3%) e “Tecidos, vestuário e calçados” (7,8%).

Na outra ponta, houve queda em fevereiro nos segmentos de “Outros artigos de uso pessoal e doméstico” (-0,5%), “Combustíveis e lubrificantes” (-0,4%), “Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação” (-0,4%) e “Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos” (-0,2%).

Já as vendas de supermercados, que possui o maior peso no índice, registraram avanço de 0,8% contra janeiro e queda de 4,6% contra na comparação anual, houve queda de 4,6%.

Na análise por regiões, 19 das 27 unidades da federação tiveram taxas positivas em fevereiro frente a janeiro, com destaque para Amazonas (14,2%), Rondônia (11,5%) e Piauí (8,3%). Já as maiores quedas ocorreram no Acre (-12,9%), Tocantins (-4,4%) e Distrito Federal (-2,1%).

Varejo ampliado

Pelo conceito varejo ampliado, que inclui “Veículos, motos, partes e peças” (8,8%) e de “Material de construção” (2%), o volume de vendas cresceu 4,1% em relação a janeiro e caiu 1,9% na comparação com fevereiro de 2020. No acumulado no ano e nos últimos 12 meses, ainda há queda, de 2,5% e de 2,3%, respectivamente.

“Material de construção é uma atividade que tem crescido muito, tanto porque as pessoas, estando mais tempo dentro de casa, acabam vendo necessidade de fazer melhorias em suas residências, quanto pelo fato de que grandes obras também vendo sendo retomadas pelas construtoras”, destacou Santos.

Agravamento da pandemia e inflação

Indicadores antecedentes têm mostrado uma queda no ritmo da atividade econômica e da confiança de empresários e consumidores neste começo de ano em meio ao agravamento da pandemia, novas medidas restritivas e aumento das preocupações com as contas públicas do país.

A confiança do comércio despencou e março para o menor nível desde maio de 2020, de acordo com sondagem da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Analistas têm destacado que o grande número de desempregados, o aumento de preços e a interrupção da concessão do auxílio emergencial nos primeiros meses do ano e a nova rodada de pagamentos com valor menos em 2021 são outros fatores de maior pressão sobre o consumo das famílias.

“O rendimento médio das famílias de baixa renda chegou a aumentar 130% com o auxílio emergencial e, por isso, o período de maio e outubro foi muito bom para o comércio varejista, que chegou a atingir patamar 6,5% acima do período pré-pandemia. Em dezembro, no entanto, o valor do auxílio diminuiu e, em janeiro, deixou de existir, e isso reduziu o consumo”, destacou o gerente da pesquisa do IBGE.

Pesquisa Focus do Banco Central, divulgada nesta segunda, mostrou piora nos principais indicadores. A projeção do mercado para a inflação de 2021 subiu de 4,81% para 4,85%. A expectativa dos analistas para a alta do PIB (Produto Interno Bruto) caiu de 3,17% para 3,08%. Já a estimativa para a taxa básica de juros ao final do ano subiu de 5% ao ano para 5,25% ao ano.

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Jornalista Aloy Jupiara morre no Rio, vítima de Covid

Ele estava internado desde o dia 29 de março. Aloy foi repórter do jornal O Globo, editor executivo do site do jornal e também do Extra, além de gerente de inovação digital.

Por Bom Dia Rio

Morre no Rio o jornalista Aloy Jupiara

Morreu, na noite dessa segunda-feira (12), aos 56 anos, o jornalista Aloy Jupiara. Ele é mais uma vítima da Covid-19.

Aloy foi repórter do jornal O Globo, editor executivo do site do jornal e também do Extra, além de gerente de inovação digital.

Em parceria com o jornalista Chico Otávio, escreveu a biografia não autorizada do ex-deputado Eduardo Cunha e também “Os porões da contravenção”, sobre as ligações entre o jogo do bicho e a ditadura militar.

Aloy estava internado desde o dia 29 de março com Covid.

Segundo a família ele chegou a apresentar melhora, mas nesta segunda o quadro de saúde do jornalista piorou e ele não resistiu.

Aloy era solteiro e deixa irmãos e sobrinhos.

A família ainda não tem informações sobre enterro.

Aloy Jupiara — Foto: Reprodução/TV Globo

Aloy Jupiara — Foto: Reprodução/TV Globo

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Avião da Azul faz pouso de emergência no Galeão após piloto relatar fumaça a bordo

Dois passageiros que se sentiram mal durante a situação precisaram ser atendidos pelo serviço de saúde do aeroporto. A Azul lamentou eventuais aborrecimentos causados e disse ter prestado toda a assistência necessária aos passageiros.

Por G1 Rio

Um voo da companhia aérea Azul que decolou na tarde desta segunda-feira (12) do Santos Dumont (Rio) e ia para Campinas (SP), precisou fazer um pouso de emergência no Aeroporto do Galeão (Rio) depois que um dos pilotos reportou “ocorrência de fumaça a bordo, com cheiro de queimado”.

Em circular encaminhada a tripulantes, a Diretoria de Qualidade e Segurança Operacional da Azul informou que, após identificada a ocorrência, os pilotos começaram a descer o avião com “declaração de emergência”. O informe aponta que a fumaça “cessou durante a descida da aeronave”.

O documento também relata que, depois de pousar, não houve mais registro de fumaça, e que dois passageiros que se sentiram mal durante a situação precisaram ser atendidos pelo serviço de saúde do aeroporto.

Avião que saía do Rio a caminho de Campinas precisa fazer pouso de emergência — Foto: Reprodução

Avião que saía do Rio a caminho de Campinas precisa fazer pouso de emergência — Foto: Reprodução

Em nota, a Azul informou que, por problemas técnicos, “o voo AD4040 (Santos Dumont-Campinas) alternou para o aeroporto do Galeão”.

A companhia também ressaltou que “o pouso e o desembarque ocorreram normalmente”, e que os clientes foram reacomodados em um voo que decolou do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) nesta noite.

“A Azul lamenta eventuais aborrecimentos causados, destaca que está prestando toda a assistência necessária conforme previsto na resolução 400 da Anac, e reforça que ações como essa são necessárias para garantir a segurança de suas operações”, informou a companhia.

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106 jovens entre 20 e 29 anos morreram de Covid-19 no mês março em SP; número é recorde na pandemia

No mesmo mês, 1.048 pessoas nesta faixa etária foram internadas. Especialistas apontam para a elevação de contaminação e registro de casos graves no público mais jovem.

Por Bom Dia SP — São Paulo

Em meio ao aumento de casos e mortes de Covid-19, um levantamento feito pela TV Globo aponta que 106 jovens, entre 20 e 29 anos, morreram vítimas da doença no mês de março no estado de São Paulo. É o maior número de óbitos dessa população em toda a pandemia no estado.

No mesmo período, 1.048 pessoas com estas idades foram internadas. A análise foi feita com base nos dados do Sivep-Gripe, um dos sistemas do Ministério da Saúde onde cada unidade de saúde dos municípios inclui os casos graves e mortes por Covid.

O recorde anterior foi registrado em julho de 2020, com 66 mortes de pessoas desta faixa-etária.

Em um ano de pandemia, foram 8.482 pessoas nesse perfil internadas com Covid-19 – média de 22 internações por dia. Foram registradas 602 mortes.

Dados de 2020

Ainda considerando pessoas entre 20 e 29 anos no mês de março de 2020, 143 pessoas foram internadas e três morreram. Em maio, diante do mesmo público, foram 968 jovens internados e 56 mortes.

Entre agosto e outubro, houve uma redução de internações e mortes, mas os números voltaram a subir em novembro.

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