Corpos de estudantes mortos a tiros por colega em sala de aula são velados em Goiânia

Por Vanessa Martins, G1 GO

Os corpos dos estudantes João Pedro Calembo e João Vitor Gomes, ambos de 14 anos, são velados em cemitérios de Goiânia neste sábado (21). Os adolescentes foram mortos a tiros por um colega, filho de policiais militares, que efetuou 13 disparos em uma sala de aula do Colégio Goyases na sexta-feira (20). Outras quatro pessoas ficaram feridas.

O velório do estudante João Vitor teve início por volta de 1h no Cemitério Jardim das Palmeiras. Segundo colegas da vítima, ele e o atirador eram amigos e andavam juntos com frequência. O enterro dele está previsto para as 11h deste sábado no mesmo local.

Já o velório do adolescente João Pedro teve início por volta de 0h30 no Parque Memorial. Também conforme estudantes do colégio onde ocorreu o ataque, o garoto seria o alvo do autor dos disparos, por fazer bullying com o colega. O sepultamento do corpo está agendado para 10h.

Conforme informou o Instituto Médico Legal (IML) à TV Anhanguera, foi feita necropsia nos corpos e eles foram liberados por volta de 21h40 de sexta para as famílias.

Vigília

No início da noite desta sexta-feira, pais, alunos, funcionários e professores da escola começaram uma vigília na porta da instituiçãoonde o atentado aconteceu. Várias pessoas se mobilizaram no local acendendo velas e fazendo orações.

A professora Sandra Oliveira Santos esteve no local para participar das homenagens e contou que todos ainda estão muito abalados com o ocorrido. “A gente ainda está meio assustado. Você não sabe se fica com mais piedade daquele que realmente cometeu o ato ou daqueles que foram vítimas”, disse.

Tiros

Conforme a Polícia Civil, o adolescente atirou contra os colegas no fim da manhã de sexta-feira dentro da sala de aula do 8º ano do Colégio Goyases, no Conjunto Riviera. Segundo o delegado Luiz Gonzaga Júnior, responsável pelo caso, o adolescente de 14 anos autor dos disparos disse que sofria bullying de um colega e, inspirado em massacres como o de Columbine, nos Estados Unidos, e de Realengo, no Rio de Janeiro, decidiu cometer o crime. Ele é filho de policiais militares, pegou a pistola .40 da mãe e levou para a unidade educacional.

“Ele ia matar todo mundo. Levou dois carregadores para a escola. Descarregou o primeiro, carregou o segundo, deu um tiro, mas foi abordado pela coordenadora. Ele pensou até em se matar, apontou a arma para a cabeça, mas ela o convenceu a travar a arma”, disse ao G1.

Funcionários da escola levaram o autor dos disparos para a biblioteca para aguardar a chegada dos policiais. Ele foi apreendido e levado para a Depai, onde contou que atirou primeiro contra João Pedro porque ele fazia bullying com o suspeito.

Escola

O Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sepe) de Goiânia junto ao Conselho Estadual informou à TV Anhanguera, por meio de nota, nesta sexta-feira, que estão dando todo apoio à escola e aos parentes dos alunos da instituição.

Ainda conforme os órgãos, representantes foram até o colégio, conversaram com professores e direção e apuraram que o estudante autor dos disparos não apresentava comportamento suspeito. O texto destaca que as aulas no Colégio Goyases estão suspensas sem previsão de retorno.

Baleados

Além dos dois adolescentes mortos, quatro colegas ficaram feridos. O pai da estudante Marcela Rocha Macedo, de 13 anos, trabalha na escola e viu a filha baleada. Ele conta que chegou a temer pela própria vida. “Ele [adolescente] apontou a arma para mim. Achei que ia morrer”, disse o auxiliar administrativo Mauri Aragão.

O estudante Yago Marques, de 13 anos, também ficou ferido. Apesar de estar baleado, o garoto gravou um vídeo dizendo que está se recuperando bem do “susto” (assista abaixo). O pai dele, Tiago Barbosa Gomes, contou que levou o filho e outra estudante no próprio carro até o hospital. A mãe de Hyago, Andréa Marques, conta que, segundo seu filho, não houve qualquer briga que motivasse os tiros.

Dos quatro feridos, três foram levados para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) e um foi encaminhado para o Hospital dos Acidentados, ambos na capital. Confira os estados de saúde deles:

  • Yago Marques – 13 anos: Foi atingido no tórax com menor gravidade e não precisou passar por cirurgia. Ele respira normalmente, está acordado, conversando e internado na enfermaria.
  • Isadora de Morais – 14 anos: Internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hugo. Ela levou um tiro no tórax que perfurou o pulmão, passou por uma cirurgia para drenagem do tórax e está em estado grave, na UTI e respirando com ajuda de aparelhos. Ela ainda corre risco de vida.
  • Lara Fleury Borges – idade não confirmada: Está internada na enfermaria do Hospital dos Acidentados em estado estável e respirando espontaneamente.
  • Marcela Rocha Macedo – 13 anos: Ela também foi baleada no tórax, teve o pulmão esquerdo perfurado, passou por cirurgia e está internada na enfermaria. Paciente está consciente e respirando sem aparelhos.

O que se sabe até agora:

Veja a sequência dos fatos:

  • Colegas relatam que ouviram um barulho
  • Em seguida, os alunos viram o adolescente tirando a arma da mochila e atirando
  • Alunos correram para fora da sala de aula
  • O aluno descarregou um cartucho, carregou o segundo e deu um tiro, mas foi convencido pela coordenadora a travar a arma
  • Estudante foi levado para a biblioteca até a chegada dos policiais
 (Foto: Editoria de Arte/G1)

(Foto: Editoria de Arte/G1)

Pânico

Uma estudante de 15 anos relatou que, quando ouviu o primeiro disparo, não imaginou que fosse um tiro.

“Pensei que eram balões estourando porque amanhã seria nossa feira de ciências. Depois, ouvimos o barulho novamente e alguém gritou ‘é tiro’. Aí começou o desespero”, contou.

Outra colega, de 13 anos, disse que ficou em pânico. Ela contou que todos saíram correndo da sala.

“Ele saiu dando tiro em todo mundo da sala. Eu segurei na mão da minha amiga e fui até a polícia. Não sabia o que fazer”, disse ela.

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Vídeo mostra local de suposto pouso de ‘disco voador’ em SP

Por G1 Santos

 

Pesquisadores constataram na sexta-feira (20) que a vegetação onde ocorreu o suposto pouso dee um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) em Peruíbe, no litoral de São Paulo, ‘sofreu uma leve queima’. A área, afastada da região central da cidade, é alvo de uma investigação.

A propriedade localiza-se nos fundos de uma casa na Rua 19, no bairro Balneário São João Batista 3. As marcas têm pouco mais de 13 metros de comprimento e dois de largura. O terreno foi cercado para evitar aglomerações que prejudiquem o trabalho dos pesquisadores.

“Continuamos analisando tudo. Verificamos que as folhas da vegetação sofreram com algum fator muito intenso, algo que não foi feito ou produzido pela natureza. Isso originou uma queima onde o objeto encostou”, disse o pesquisador Saga Susseliton Souza, que integra o grupo.

Saga pesquisa assuntos ufológicos há pelo menos 35 anos. “Verificamos aqui uma situação semelhante ao que ocorreu no Bairro São José [em 2008], quando localizamos marcas na vegetação de um pouso de um OVNI. De fato, não foi um humano que fez isso aqui”.

Área de suposto pouso foi cercada para investigação em Peruíbe, SP (Foto: Edilson Almeida/Prefeitura de Peruíbe)

Área de suposto pouso foi cercada para investigação em Peruíbe, SP (Foto: Edilson Almeida/Prefeitura de Peruíbe)

Um vídeo divulgado pela Prefeitura de Peruíbe mostra área que está sendo analisada. A administração municipal informou que apoia os trabalhos de investigação com equipes da Guarda Municipal e Departamento de Trânsito, principalmente pela região ter atraído curiosos.

Testemunhas

Conforme relatos de moradores colhidos por Saga, na ocasião do suposto pouso, as residências no entorno ficaram sem energia elétrica. “Temos um casal que relata que viu um feixe de luz nesse terreno e, em outro momento, essa luz se aproximou da casa deles”.

O episódio ocorreu na madrugada de 7 de outubro, mas foi mantido em sigilo para não chamar a atenção de curiosos. Na quinta-feira (19), quando foi divulgado pela prefeitura da cidade, aproximadamente 100 pessoas se aglomeravam no local que é analisado.

Moradores da região ouvidos por Saga relatam terem visto um objeto dias após ocorrido nas proximidades. “Mas as pessoas não quiserem se aproximar, ficaram receosas. Não foram capazes de identificar, pois todos ficaram muito assustados”, disse.

Local do suposto pouso está entre casas, mas em região afastada do centro (Foto: Edilson Almeida/Prefeitura de Peruíbe)Local do suposto pouso está entre casas, mas em região afastada do centro (Foto: Edilson Almeida/Prefeitura de Peruíbe)

Local do suposto pouso está entre casas, mas em região afastada do centro (Foto: Edilson Almeida/Prefeitura de Peruíbe)

O morador da casa ao lado do local do suposto pouso relatou náuseas e mal-estar nos últimos dias. “Outro fator comum em situações como essa, mas ele vai ficar bem”, garante. Além de pesquisadores, biólogos participam dos trabalhos para analisar o terreno e vegetação.

Histórico

Há vários anos, a cidade de Peruíbe tem despertado o interesse da comunidade científica. No início de 2010, a antiga administração municipal implantou um ‘Roteiro Ufológico’ que passa por vários pontos da cidade. O município é um dos poucos do Brasil a possuir um programa destinado a amantes da ufologia e já foi tema de várias revistas especializadas no assunto. A ‘aparição’ mais recente havia acontecido em 2008, quando uma marca ovalada apareceu no bairro São José.

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Ibovespa fecha em alta após notícias dos EUA, mas acumula queda na semana

Por G1

O principal índice da bolsa paulista (B3) fechou em leve alta nesta sexta-feira (20), em sessão mais positiva para ativos de risco no exterior, após aprovação de esboço de orçamento fiscal dos Estados Unidos e com notícias de que o diretor do Federal Reserve Jerome Powell seria o favorito para assumir o comando do banco central norte-americano, segundo a Reuters.

O Ibovespa terminou o pregão em valorização de 0,14%, a 76.390 pontos. Na semana, porém, o índice acumulou queda de 0,77%. Veja a cotação hoje.

As ações da Vale foram as mais negociadas da sessão e operavam em alta. Petrobras também subia.

Na véspera, o Senado dos EUA aprovou um esboço de orçamento para o ano fiscal de 2018 que abrirá caminho para que os republicanos busquem um pacote de cortes de impostos sem o apoio dos democratas.

A medida, embora inicialmente ajude a aumentar o apetite a risco, pode acelerar a inflação norte-americana e, consequentemente, abrir espaço para mais altas de juros nos EUA, destaca a Reuters.

“A liquidez mundial, fartamente ajudando emergentes em função de juros baixos, pode começar a ser questionada, tirando fluxo para emergentes”, escreveram analistas da corretora Lerosa Investimentos.

Ainda nos EUA, o site Politico noticiou na véspera que Powell é o candidato favorito ao cargo de chair Fed, após o presidente norte-americano, Donald Trump, ter concluído uma série de reuniões com os cinco finalistas. A eventual escolha de Powell é positiva do ponto de vista dos mercados emergentes, por indicar a perspectiva de uma continuidade na política de elevação gradual dos juros nos EUA.

Localmente, os investidores seguem de olho na política, à espera da votação em plenário da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer, prevista para a próxima semana, para que as discussões sobre as reformas sejam retomadas.

Na véspera, o Ibovespa terminou o pregão em baixa de 0,4%, a 76.283 pontos.

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‘Quando olhei para o carro tinha um buraco’, diz vítima ferida em assalto a empresa de valores

Por G1 Rio Preto e Araçatuba

As marcas dos estilhaços do tiro estão espalhadas pelo corpo da mulher, de 43 anos, que estava no carro com o marido quando foi alvo da ação dos criminosos que explodiram a empresa de valores de Araçatuba (SP).

Ela, que não quis ser identificada, conta que não viu os criminosos, mas ouviu um forte barulho. A vítima só percebeu o que havia acontecido quando viu o buraco no vidro do carro e um incômodo perto da orelha.

“Eu e meu esposo achamos que era uma explosão de transformador de energia. Não tínhamos ideia do que estava acontecendo até o momento que o carro foi atingido. Foi um disparo, um zumbido muito forte. Fiquei surda. Quando olhei para o carro tinha um buraco e neste momento começou a sangrar meu ombro e minha perna. Falei para meu marido que era tiro e que tinha sido atingida”, afirma.

Mulher foi atingida por estilhaços de ação em empresa de valores de Araçatuba (Foto: Reprodução/TV TEM)

Mulher foi atingida por estilhaços de ação em empresa de valores de Araçatuba (Foto: Reprodução/TV TEM)

Câmeras de segurança de um imóvel registraram a ação da quadrilha. Cerca de 30 homens participaram do assalto, que deixou um policial civil morto e levou pânico aos moradores.

Nas imagens é possível ver os criminosos ameaçando motoristas que passam pela rua que fica entre a empresa e o quartel da Polícia Militar. Os homens estão armados com fuzis, e usam capacete, colete e máscara. Ao verem a movimentação, alguns motoristas voltam de marcha à ré. Outros que não percebem a ação criminosa são recebidos a tiros na rua.

Os ladrões ainda atiram nos postes de iluminação e na câmera que registra a ação criminosa, mas não conseguem danificar o equipamento.

Após ameaçar os motoristas, os criminosos incendiaram dois veículos para impedir a saída dos policiais do quartel próximo à sede da empresa. Houve troca de tiros.

Parte da quadrilha foi, então, até a sede da Protege e explodiu o imóvel. Moradores do bairro relataram ao menos quatro explosões, que destruíram o prédio. O grupo ficou cerca de 40 minutos no local.

Um dos cofres foi detonado e o valor levado pode ser de R$ 10 milhões, segundo informações obtidas pela TV TEM. Até a tarde desta quinta-feira (19), ninguém havia sido preso.

infográfico de mega-assalto a empresa de valores em Araçatuba (Foto: G1/Arte)

infográfico de mega-assalto a empresa de valores em Araçatuba (Foto: G1/Arte)

Vítimas

Depois do mega-assalto, a Protege chegou até a tirar o restante do dinheiro que ficou na empresa e levou para outra sede, mas não revelou a quantidade levada e nem para onde.

Mas não foi só a empresa que teve prejuízos. Algumas famílias que moram na região onde houve a explosão também estão sentindo no bolso, com carros e casas destruídos. Desde o dia do assalto, os moradores tentam consertar e reformar os imóveis.

Teto de casa ao lado de empresa de valores desabou (Foto: Reprodução/TV TEM)

Teto de casa ao lado de empresa de valores desabou (Foto: Reprodução/TV TEM)

Sem condições de continuar no imóvel que está interditado, a família do encarregado de manutenção Jaime Grillo passa a noite num hotel pago pela empresa e durante o dia, cuida do que restou.

“Eu mesmo estou tomando algumas providências, eu aluguei uma casa para colocar meus móveis, porque se chover vai molhar tudo”, diz.

Até agora, pelo menos quatro pessoas já registraram boletins de ocorrência por terem sido vítimas dos danos nas casas provocados pelo assalto.

 Casal dormia quando quadrilha explodiu empresa de valores de Araçatuba (Foto: Reprodução/TV TEM)

Casal dormia quando quadrilha explodiu empresa de valores de Araçatuba (Foto: Reprodução/TV TEM)

Policial morto

O policial civil André Luís Ferro da Silva, de 37 anos, estava de folga e foi até o local ao ser chamado pelos pais, que moram perto da empresa, onde acabou baleado.

Silva ainda foi socorrido com vida, mas morreu enquanto era atendido na Santa Casa. O enterro foi na terça-feira (17). Silva era integrante do Grupo de Operações Especiais (GOE), e deixou duas filhas e a esposa.

Segundo a Santa Casa de Araçatuba, outras duas pessoas ficaram feridas durante a ação dos criminosos.

De acordo com o hospital, uma mulher foi atingida por uma bala perdida no pé enquanto outra mulher foi atingida por estilhaços na barriga. Elas foram socorridas, levadas para o pronto-socorro de Araçatuba e passam bem.

André Luís Ferro da Silva tinha 37 anos  (Foto: Reprodução/TV TEM)

André Luís Ferro da Silva tinha 37 anos (Foto: Reprodução/TV TEM)

Empresa de valores de Araçatuba ficou destruída (Foto: Reprodução/TV TEM)

Empresa de valores de Araçatuba ficou destruída (Foto: Reprodução/TV TEM)

Projéteis utilizados por quadrilha podem derrubar helicóptero (Foto: Reprodução/TV TEM)

Projéteis utilizados por quadrilha podem derrubar helicóptero (Foto: Reprodução/TV TEM)

Policial civil é morto após quadrilha explodir prédio de empresa de valores em Araçatuba (Foto: Arquivo Pessoal)

Policial civil é morto após quadrilha explodir prédio de empresa de valores em Araçatuba (Foto: Arquivo Pessoal)

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Gaeco confirma prisão de 7 membros de facção que promovia ‘tribunais do crime’ em Ribeirão Preto

Por G1 Ribeirão e Franca

 

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) confirmou nesta sexta-feira (20) que foram presos sete procurados por integrar uma facção criminosa que promovia “tribunais do crime” e escondia os corpos das vítimas em Ribeirão Preto (SP).

Os suspeitos foram alvos da Operação Antígona, desencadeada durante toda a quinta-feira (19) pela Polícia Militar, Guarda Civil Metropolitana de São Paulo e Ministério Público.

Além das prisões, foram apreendidos documentos, armas e drogas com os investigados, que devem responder por organização criminosa, ocultação de cadáver, sequestro, cárcere privado e homicídio qualificado.

Nos próximos dias, a Promotoria deve ouvir testemunhas e analisar o material apreendido, além de pedir a prorrogação das prisões temporárias dos suspeitos.

A operação

Durante as investigações iniciadas no primeiro semestre, o Ministério Público e a Polícia Civil apuraram que integrantes de uma facção que atua dentro e fora dos presídios brasileiros comandou execuções de pessoas desde junho deste ano.

Vídeos obtidos pelo Gaeco possibilitaram reconhecer parte desses suspeitos, bem como a forma como eles agiam. Depois de mortas cruelmente, com golpes de facão, por exemplo, as vítimas tinham os corpos escondidos.

O total de pessoas mortas pela facção não foi esclarecido. Antes de encerrar as investigações, o MP espera obter novas informações de famílias sobre desaparecidos desde junho. As denúncias podem ser feitas pela internet, com garantia de anonimato.

Com oito mandados de prisão e sete de buscas, os agentes realizaram diligências pelo município desde a manhã até as 23h de quinta-feira.

Dos sete presos, quatro foram pegos pela manhã, com anotações que davam conta de supostos julgamentos ilegais, os “tribunais do crime”, bem como armas possivelmente utilizadas nas execuções, além de porções de maconha e cocaína e telefones celulares.

Outros três investigados chegaram a fugir e a se esconder em uma comunidade e uma cidade vizinha, no início da operação, segundo o Gaeco, mas foram detidos na noite de quinta-feira.

Todos foram levados à central de flagrantes da Polícia Civil em Ribeirão Preto antes de serem encaminhados para o sistema prisional.

Um oitavo investigado já tinha sido preso por tráfico de drogas antes da operação.

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Estudante que atirou em escola de Goiânia se inspirou em massacre de Columbine e Realengo, diz polícia

Por Vitor Santana, Paula Resende e Sílvio Túlio, G1 GO

O adolescente de 14 anos que atirou nesta sexta-feira (20) contra colegas de sala do Colégio Goyases, em Goiânia, contou à Polícia Civil que se inspirou nos massacres de Realengo, no Rio de Janeiro, e de Columbine, nos Estados Unidos. O estudante foi apreendido após matar dois adolescentes e deixar outros quatro feridos.

“Ele disse que vinha sofrendo bullying, ou nas palavras dele, que um colega estava amolando ele. Inspirado em outros casos, segundo ele como os de Columbine e o de Realengo, ele decidiu cometer esse crime. Ele ficou dois meses planejando a ação”, disse o delegado Luiz Gonzaga Júnior, titular da Delegacia Estadual de Apuração de Atos Infracionais (Depai).

O massacre de Columbine deixou 12 alunos e um professor mortos nos Estados Unidos em abril de 1999. Já em Realengo, 12 pessoas foram mortas na Escola Municipal Tasso da Silveira, em abril de 2011.

Mensagem de luto é afixada no portão do Colégio Goyases  (Foto: Sílvio Túlio/ G1)

Mensagem de luto é afixada no portão do Colégio Goyases (Foto: Sílvio Túlio/ G1)

Os estudantes João Vitor Gomes e João Pedro Calembo, ambos de 14 anos, morreram na sala de aula. Os outros quatro alunos feridos, sendo três meninas e um menino, estão internados em hospitais da capital.

Funcionários da escola levaram o autor dos disparos para a biblioteca para aguardar a chegada dos policiais. Ele foi apreendido e levado para a Depai, onde contou que atirou primeiro contra João Pedro porque ele fazia bullying com o suspeito.

“Ele pegou a arma, atirou contra o alvo, e, em seguida, disse que perdeu o controle e teve vontade de matar mais pessoas”, contou o delegado.

João Pedro Calembo (à esquerda) e João Vitor Gomes morreram na escola (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

João Pedro Calembo (à esquerda) e João Vitor Gomes morreram na escola (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

O delegado disse que a tragédia poderia ser ainda maior se uma coordenadora da escola não interviesse, pois o adolescente tinha mais munição.

“Ele ia matar todo mundo. Levou dois carregadores para a escola. Descarregou o primeiro, carregou o segundo, deu um tiro, mas foi abordado pela coordenadora. Ele pensou até em se matar, apontou a arma para a cabeça, mas ela o convenceu a travar a arma”, disse Júnior.

Filho de policiais militares, o adolescente atirou com uma pistola .40, que é de uso da PM. O delegado informou que a arma pertence à mãe dele.

“Ele sabia onde os pais guardavam a arma. Ontem ele pegou, guardou na mochila e levou para a escola hoje. Ele disse que ninguém o ensinou a atirar, ele aprendeu sozinho, mas não entrou em detalhes de como aprendeu.”

Vigília

No início da noite desta sexta-feira, pais, alunos, funcionários e professores da escola começaram uma vigília na porta da instituiçãoonde o atentado aconteceu. Várias pessoas se mobilizaram no local acendendo velas e fazendo orações.

O que se sabe até agora:

Sequência de fatos:

  • Colegas relatam que ouviram um barulho
  • Em seguida, os alunos viram o adolescente tirando a arma da mochila e atirando
  • Alunos correram para fora da sala de aula
  • O aluno descarregou um cartucho, carregou o segundo e deu um tiro, mas foi convencido pela coordenadora a travar a arma
  • Estudante foi levado para a biblioteca até a chegada dos policiais
Aluno atira em colegas dentro de escola em Goiânia, mata dois e fere quatro - atualizado (Foto: Editoria de Arte/G1)

Aluno atira em colegas dentro de escola em Goiânia, mata dois e fere quatro – atualizado (Foto: Editoria de Arte/G1)

Pânico

Uma estudante de 15 anos relatou que, quando ouviu o primeiro disparo, não imaginou que fosse um tiro.

“Pensei que eram balões estourando porque amanhã seria nossa feira de ciências. Depois, ouvimos o barulho novamente e alguém gritou ‘é tiro’. Aí começou o desespero”, contou.

Outra colega, de 13 anos, disse que ficou em pânico. Ela contou que todos saíram correndo da sala.

“Ele saiu dando tiro em todo mundo da sala. Eu segurei na mão da minha amiga e fui até a polícia. Não sabia o que fazer”, disse ela.

Estudantes mortos em ataque dentro de escola aparecem em centro de foto da turma (Foto: Arquivo Pessoal)

Estudantes mortos em ataque dentro de escola aparecem em centro de foto da turma (Foto: Arquivo Pessoal)

Bullying

O coronel da Polícia Militar Anésio Barbosa da Cruz informou que o autor dos disparos era alvo de chacotas de colegas. “Ele estaria sofrendo bullying, se revoltou contra isso, pegou a arma em casa e efetuou os disparos”, disse.

Um aluno de 15 anos, que estava na sala no momento do tiroteio, também contou que o adolescente era vítima de piadas maldosas.

“Ele sofria bullying, o pessoal chamava ele de fedorento, pois não usa desodorante. No intervalo da aula, ele sacou a arma da mochila e começou a atirar. Ele não escolheu alvo. Aí todo mundo saiu correndo”, relatou o estudante.

Outra colega do 8º ano do Ensino Fundamental contou que o colega já tinha feito ameaças.

“Ele lia livros satânicos, falava que ia matar alguns dos colegas. Um dos garotos que foi morto falava que ele fedia e chegou a levar um desodorante para sala”, contou.

G1 entrou em contato por telefone com o Colégio Goyases, às 12h50, e foi informado pela coordenadora que toda a equipe está “consternada” e que a administração da escola não irá se manifestar por enquanto.

A escola particular tem turmas do 1º ao 9º ano do ensino fundamental, com crianças e adolescentes de idades entre 6 e 15 anos.

Adolescente suspeito de efetuar disparos está apreendido (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

Adolescente suspeito de efetuar disparos está apreendido (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

Feridos

Três alunos que ficaram feridos estão internados no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Outra menina baleada foi levada ao Hospital de Acidentados.

  • Yago Marques – 13 anos: Foi atingido no tórax com menor gravidade e não precisou passar por cirurgia. Ele respira normalmente, está acordado, conversando e internado na enfermaria.
  • Isadora de Morais – 14 anos: Internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hugo. Ela levou um tiro no tórax que perfurou o pulmão, passou por uma cirurgia para drenagem do tórax e está em estado grave, na UTI e respirando com ajuda de aparelhos. Ela ainda corre risco de vida.
  • Lara Fleury Borges – idade não confirmada: Está internada na enfermaria do Hospital dos Acidentados em estado estável e repirando espontaneamente.
  • Marcela Rocha Macedo – 13 anos: Ela também foi baleada no tórax, teve o pulmão esquerdo perfurado, passou por cirurgia e está internada na enfermaria. A paciente está consciente e respirando sem ajuda de aparelhos.

Os corpos dos dois estudantes que morreram foram retirados da escola por volta das 16h45 e levados para o Instituto Médico Legal (IML).

Escola

O Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sepe) de Goiânia junto ao Conselho Estadual informou à TV Anhanguera, por meio de nota, nesta sexta-feira, que estão dando todo apoio à escola e aos parentes dos alunos da instituição.

Ainda conforme os órgãos, representantes foram até o colégio, conversaram com professores e direção e apuraram que o estudante autor dos disparos não apresentava comportamento suspeito. O texto destaca que as aulas no Colégio Goyases estão suspensas sem previsão de retorno.

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Brasil cumpre 13 de 19 indicadores da OMS para prevenção de doenças não-transmissíveis

Por Carolina Dantas, G1, Montevidéu

O Brasil cumpriu 13 de 19 indicadores da Organização Mundial da Saúde para prevenir doenças não-transmissíveis. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (20) em Montevidéu, no Uruguai, durante conferência sobre estratégias para atingir as metas no combate à obesidade, câncer, doenças cardíacas e respiratórias e diabetes, por exemplo.

Douglas Bettcher, diretor da OMS para a Prevenção das Doenças Não-transmissíveis, destacou os países com melhor desempenho até 2017. O Brasil e a Costa Rica são os dois países da América Latina no topo da lista.

O Brasil não conseguiu cumprir duas medidas: restringir as propagandas de bebidas alcoólicas na mídia e dar aconselhamento para prevenir ataques cardíacos à população.

Outros quatro indicadores estão parcialmente atingidos: inclusão de impostos sobre o tabaco; mais campanhas de mídia contra o cigarro; estabelecer restrições para o acesso ao álcool; e a inclusão de impostos na indústria das bebidas alcoólicas.

Entre os itens atingidos, estão, por exemplo, o governo ter uma estratégia multissetorial que integra ações de saúde, eliminar a exposição de fumaça do cigarro a terceiros em lugares fechados, implementar avisos sobre os riscos de saúde nas embalagens de cigarro, além de reduzir sal e gordura saturada nos alimentos.

De acordo com a organização internacional, o conjunto de indicadores é fundamental para atingir as metas mundiais da OMS para 2025.

São elas:

  • Redução de 30% no consumo de tabaco
  • Redução de 10% no consumo nocivo de álcool
  • Redução de 30% na ingestão de sal
  • Redução de 10% no sedentarismo
  • Redução de 25% nos casos de hipertensão
  • Que não aumente o número de obesos e diabéticos
  • Cobertura de 50% no acesso à remédios
  • Cobertura de 80% dos medicamentos essenciais e tecnologias básicas

Encerramento

O presidente do Uruguai, Tabaré Vásquez, e o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, fizeram seus discursos de encerramento para os participantes de mais de 30 países na conferência. Eles falaram sobre os resultados do que foi discutido nos últimos três dias.

Até 2030, a meta da OMS é reduzir em um terço a mortalidade prematura pelas doenças não-transmissíveis. O documento assinado pelas autoridades e governos destaca medidas para tratar e promover a saúde e o bem-estar mental. Uma maior proximidade com o setor privado e medidas conjuntas são propostas no documento, apesar de eventual conflito de interesse.

O documento fala ainda em buscar medidas para abordar o impacto negativo de produtos e fatores ambientais nocivos para a saúde e fortalecer a contribuição e a prestação de contas do setor privado e de outros atores não estatais.

Cita também que os países aumentem significativamente o financiamento das respostas nacionais às doenças doenças não-transmissíveis.

Uma nova comissão foi criada para controle das metas nos países, divulgada nesta sexta-feira. Adhanom incluiu a paquistanesa Sania Nishtar, que concorreu à presidente da instituição neste ano, e o presidente do Uruguai, que é médico oncologista.

“As doenças não-transmissíveis matam mais que duas guerras mundiais juntas”, disse Vásquez.

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Taxista é achado vivo em vala após bandido indicar local do ‘cadáver’

Por G1 Santos

Taxista foi encontrado esfaqueado em uma vala próximo a rodovia (Foto: Arquivo Pessoal)

Taxista foi encontrado esfaqueado em uma vala próximo a rodovia (Foto: Arquivo Pessoal)

Um taxista que estava desaparecido desde a última quarta-feira (18) foi encontrado, ferido, jogado em uma estrada de Cananéia, no litoral de São Paulo. De acordo com informações da polícia, ele foi sequestrado e esfaqueado. O suspeito do crime, identificado como Daniel da Silva Santos, que achava que tinha matado a vítima, já foi preso e confessou ter sido o autor do ataque.

Segundo testemunhas, o taxista Cílio Ferreira foi acionado, durante o expediente, para fazer uma corrida em Pariquera-Açu, cidade vizinha de Cananéia, no fim da tarde de quarta-feira. Depois disso, ele não foi mais visto. Os familiares acabaram procurando a polícia e um boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado.

Durante toda a quinta-feira (19), os policiais colheram depoimentos e conseguiram rastrear o suspeito. Ele foi preso e confessou ter acionado o taxista para roubá-lo. Em depoimento, o suspeito afirmou que esfaqueou o motorista no pescoço, para roubar o veículo, e que tinha a intenção de matá-lo. Acreditando que Ferreira já estava morto, o homem jogou o corpo em uma vala.

Quando os policiais chegaram ao local apontado pelo suspeito, encontraram a vítima ainda viva e com graves ferimentos no pescoço. O taxista foi imediatamente encaminhado para o Hospital Regional de Pariquera-Açu, onde permanece internado sob cuidados intensivos após passar por uma cirurgia neurológica e torácica. O suspeito, que já tem passagem pela polícia e é fugitivo da cadeia de Cananéia, está preso e responderá pelo crime de tentativa de latrocínio.

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Atleta de parapente morre ao sofrer acidente a 300 metros de altura em Quixadá

Por G1 CE

Equipes da Polícia Militar utilizaram helicóptero para resgatar corpo de atleta, que se acidentou em área de difícil acesso (Foto: PM/Divulgação)

Equipes da Polícia Militar utilizaram helicóptero para resgatar corpo de atleta, que se acidentou em área de difícil acesso (Foto: PM/Divulgação)

Um piloto de parapente morreu na manhã desta sexta-feira (20) enquanto praticava o esporte em Quixadá, no interior do Ceará. Segundo a Polícia Civil, praticantes experientes do esporte relataram que o equipamento de Ney Albert Murtha, de 46 anos, sofreu uma dobra no tecido, o que ocasionou a queda de uma altura de cerca de 300 metros.

O acidente ocorreu em uma área de difícil acesso, e o resgate ocorreu cerca de uma hora depois, com auxílio de um helicóptero das forças de segurança do estado.

Ney Albert é do Distrito Federal e pratica o esporte há mais de 10 anos. Ele estava em Quixadá para testar um novo equipamento de voo de parapente, conforme colegas dele informaram aos policiais.

Ventos fracos

O voo livre que resultou no acidente ocorreu na Serra do Urucu, no Santuário Nossa Senhora Imaculada Rainha do Sertão. Conforme a Polícia Civil, o local atrai praticantes de voo livre de todo o Brasil e de vários países pela adequação dos ventos na região.

Nesta manhã, no entanto, os ventos estavam mais fracos que o de costume para esta época do ano, fator que pode ter contribuído para o acidente, conforme os praticantes do esporte explicaram aos policiais.

Serra em Quixadá atrai praticantes de voo livre de vários países (Foto: Associação de Voo Livre de Quixadá/Divulgação)

Serra em Quixadá atrai praticantes de voo livre de vários países (Foto: Associação de Voo Livre de Quixadá/Divulgação)

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Jovem sai da própria cova após ser baleado na cabeça e enterrado vivo

Do O Viral / JC
Foto: Reprodução / Internet

Um caso que parece roteiro de filme de terror aconteceu na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Um rapaz, de 17 anos, conseguiu sair da própria cova, depois de levar dois tiros, receber várias pauladas na cabeça, perder um dos olhos e ser enterrado vivo.

Mesmo ferido, o jovem conseguiu se desenterrar, andar alguns metros e pedir ajuda em uma rodovia. A vítima foi socorrida por populares ao Hospital João XXIII e ficou dois meses internada. As sequelas não impossibilitaram que o rapaz contribuísse com as investigações e entregasse à polícia os autores do crime.

Os dois suspeitos foram presos e apresentados nesta terça-feira (17) pela Polícia Civil de Minas Gerais. De acordo com o jornal Estado de Minas, a dupla foi identificada como Sérgio Costa da Silva, 24 anos, e Carlos Vinícius dos Santos Pereira, 28.

O crime

A vítima deu detalhes de como foi parar dentro da cova em uma entrevista. De acordo com ele, após furtar 30 gramas de maconha de traficantes na cidade de Santa Luzia, foi perseguido, caiu em uma emboscada e terminou sendo levado para uma área aberta da rodovia MG-010, em Confins. No local, levou pauladas e foi baleado duas vezes. Na agressão, acabou perdendo o olho direito.

O jovem ficou desacordado e foi dado como morto pelos traficantes. Após ser enterrado em uma cova, a família dele foi informada de que o rapaz estaria morto. Quando conseguiu recuperar a consciência, ele contou que teve apenas forças para cavar, caminhar até às margens da via e pedir ajuda. Pouco tempo depois, desmaiou e acordou no hospital.

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