Idoso com problemas mentais é localizado pela família após passar dois anos em mata em MT

Por André Souza, G1 MT

Idoso morou em barraco improvisado às margens da MT-140, em Campo Verde (Foto: Ricardo Souza/Arquivo Pessoal)

Idoso morou em barraco improvisado às margens da MT-140, em Campo Verde (Foto: Ricardo Souza/Arquivo Pessoal)

Um idoso de 72 anos foi localizado por familiares dois anos depois de sair de casa e desaparecer em Mato Grosso. David da Silva Almeida, que tem problemas mentais, morava na mata em um barraco de lona improvisado às margens da MT-140, em Campo Verde, a 139 km de Cuiabá. Ele foi resgatado na quarta-feira (10).

O resgate foi feito por servidores da Secretaria Municipal de Assistência Social, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar de Campo Verde.

Segundo a prefeitura, os familiares de David relataram que ele desapareceu em janeiro de 2016. O idoso havia sido visto pela última vez em Barão de Melgaço, a 121 km de Cuiabá.

À época, a família realizou buscas e distribuiu cartazes com a foto do idoso, mas nunca encontrou o parente.

David da Silva Almeida, 72 anos, foi retirado da mata com a ajuda dos bombeiros (Foto: Ricardo Souza/Arquivo Pessoal)

David da Silva Almeida, 72 anos, foi retirado da mata com a ajuda dos bombeiros (Foto: Ricardo Souza/Arquivo Pessoal)

David foi encontrado e reconhecido por um sobrinho que prestava serviço em uma fazenda próxima ao local onde ele foi resgatado.

“Esse sobrinho fazia a entrega de produtos numa fazenda e contou a história do tio. Os funcionários da propriedade comentaram sobre o homem que morava no meio da mata, e ele se interessou. Na hora, o sobrinho reconheceu o tio”, contou o coordenador de Vigilância Socioassistencial Ricardo Souza, que participou do resgate.

No tempo em que ficou acampado, David recusou a ajuda oferecida, segundo a Prefeitura de Campo Verde, e nunca deixou o local.

O idoso foi levado por um dos filhos para Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá, e deve ficar em uma casa de repouso especializada e receber tratamento psiquiátrico.

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Governo de Minas Gerais confirma 11 mortes por febre amarela

Por G1 MG, Belo Horizonte

O governo de Minas Gerais confirmou, na segunda-feira (15), mais duas mortes por febre amarela no estado. Com as novas confirmações, chega a 11 o total de óbitos em decorrência da doença desde o fim do ano passado.

De acordo com os dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES), as últimas duas mortes se referem a pacientes de Goianá, na Zona da Mata, e Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Esta última cidade é a que registrou o maior número de óbitos no estado – quatro.

Conforme a SES, as mortes registradas no estado se referem a pacientes de seis cidades:

A secretaria também informou que, ao todo, 12 pessoas no estado tiveram diagnóstico positivo para febre amarela. Além dos 11 pacientes que morreram, um morador de Brumadinho foi infectado pela doença, mas se curou.

Ainda de acordo com a SES, outras oito mortes e outros 26 casos de pessoas que estão internadas ou tiveram cura estão sob investigação em Minas.

Óbitos de julho de 2016 a junho de 2017

O primeiro período de monitoramento da febre amarela foi entre julho de 2016 a junho de 2017, quando ocorreu o surto da doença no estado. Neste período, segundo o governo, foram 162 mortes – 26 em 2016 e 136 em 2017. Ainda de acordo com a secretaria, 475 casos foram confirmados nesta época.

Febre amarela

febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos infestados. Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores infectados Haemagogus e Sabethes. Já em ambiente urbano, a partir do Aedes aegypti, de acordo com o Ministério da Saúde. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa.

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Marido encontra grávida baleada em Belford Roxo no CTI: ‘Falei do nosso filho e ela mexeu a mão’

Por Jornal Nacional

 

O corretor de imóveis Wallace Araújo relatou na segunda-feira (15) que conseguiu visitar sua mulher, Michelle Ramos da Silva, baleada sábado na cabeça em Belford Roxo, na CTI do Hospital Geral de Nova Iguaçu.

“Eu segurei a mão dela e falei só a seguinte frase: fica boa, pra você ver o nosso filho. Na hora que eu falei isso ela mexeu a mão e eu pedi pra ela ficar calma, porque ela precisa estar calma agora por conta dele”, contou Wallace, em entrevista ao Jornal Nacional.

O casal foi abordado por assaltantes na manhã de domingo, enquanto Wallace levava a mulher de carro para um cartório.

Na manhã desta segunda, Michelle apresentou uma melhora: “A expectativa, a cada minuto é sempre uma angústia nossa de observar melhora ou piora. Nesse momento, nós encontramos uma melhora, nessa manhã, graças a Deus encontramos uma melhora, porque logo que ocorreu a lesão foi operada, se faz uma sedação, a equipe médica coloca ela sedada e quando você vem diminuindo a sedação, ela apresentou sinais de mexer membro e abertura ocular. Isso pra gente já é um sinal de melhora, pela lesão grave que ela teve no crânio”, diz o diretor do hospital, Joé Sestello.

Já o filho do casal, o pequeno Antônio, com pouco mais de 48 horas de vida, também segue numa luta pela vida em uma maternidade da região. Seu estado ainda é considerado grave. A criança respira por aparelhos e com medicação pra ajudar no batimento cardíaco.

“Eu acredito que ela é muito forte e ela vai sair dessa. Ela vai sair dessa, eu creio nisso, e ele vai sair dessa e é ela quem vai falar com vocês. O meu pensamento é esse, de ela falar com vocês, ela explicar a situação, ela falar: agora eu estou bem”, disse Wallace, sobre a mulher e o filho.

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Suspeita de matar rival após post na web alega ‘legítima defesa’

Por G1 Santos

Angélica da Cruz teve a prisão decretada em Santos, SP (Foto: Arquivo Pessoal)

Angélica da Cruz teve a prisão decretada em Santos, SP (Foto: Arquivo Pessoal)

A Justiça decretou a prisão de Angélica da Cruz, de 27 anos, apontada pela Polícia Civil como a responsável por esfaquear Érica Oliveira da Silva, de 24, em Santos, no litoral de São Paulo. Duas irmãs da vítima ficaram feridas. A autora está foragida, mas o advogado dela, em entrevista ao G1, afirmou que a suspeita alegou “legítima de defesa”.

O crime aconteceu no sábado (13), no bairro Monte Cabrão. Angélica e Érica moravam em residências vizinhas, eram desafetas e trocaram provações, momentos antes do crime, por causa de uma vaga de emprego. A vítima fatal foi surpreendida na porta de casa e as duas irmãs, Débora, de 22 anos, e Danielle, de 29, também foram esfaqueadas, mas sobreviveram.

“Não há dúvidas em relação à autoria do crime, por isso solicitamos a prisão temporária [válida por 30 dias] da Angélica, que está foragida. O advogado dela entrou em contato e informou que a cliente alegou a ele ‘legítima defesa’ em relação às agressões cometidas”, afirmou o delegado Marcos Alexandre Alfino.

Érica foi morta por vaga de emprego em Santos, SP (Foto: Arquivo Pessoal)

Érica foi morta por vaga de emprego em Santos, SP (Foto: Arquivo Pessoal)

Além de tentar localizar Angélica, a polícia trabalha para confirmar se os parentes dela ajudaram na tripla tentativa de homicídio. “As pessoas estão sendo ouvidas para verificarmos quem, de fato, participou do crime. Houve uma confusão generalizada, e isso é fato, mas ainda estamos apurando tudo”, explicou.

Uma das irmãs das três vítimas, Rafaela Oliveira da Silva, afirmou ao G1que o marido, o irmão e o pai de Angélica participaram do crime, seja entregando a faca a ela ou segurando as jovens que foram esfaqueadas. A motivação do crime, além de ambas estarem brigadas, ocorreu por conta de colocação no mercado de trabalho. A vítima chegou a postar em uma rede social um “meme” provocativo um dia antes do assassinato.

“Apuramos, inicialmente, que Angélica almejava o emprego de Érica, e essa teria sido a motivação principal, mas as duas trocavam provações há bastante tempo”, informou o delegado do 1º Distrito Policial da cidade. A vítima fatal era assistente administrativa em uma empresa localizada no bairro onde morava.

Até a manhã desta terça-feira (16), a polícia não tinha informações sobre do paradeiro da investigada. Segundo o Hospital Santo Amaro, em Guarujá, as irmãs de Érica permanecem internadas em quartos distintos, em condições clínicas estáveis, e são acompanhadas por equipes multidisciplinares em razão dos ferimentos.

Vítima fez postagem um dia antes do crime (Foto: Reprodução/Facebook)

Vítima fez postagem um dia antes do crime (Foto: Reprodução/Facebook)

O caso

Segundo a polícia, por volta das 20h de sábado, Érica e mais três irmãs voltavam para casa quando Angélica, que trabalhava em uma barraca de bananas, as viu na rua e começou a provocar a vítima. “Elas começaram um bate-boca e o pai, o irmão e o marido da agressora saíram para ajudar”, contou Rafaela.

Segundo ela, durante a discussão, o pai de Angélica segurou Érica para que ela ficasse imóvel enquanto a filha esfaqueava a vítima. A faca foi entregue à suspeita pelo próprio marido que, segundo testemunhas, também teve participação no crime. Rafaela foi a única das quatro irmãs que não teve ferimentos.

Érica deu entrada no Pronto Atendimento Médico (PAM) da Rodoviária de Guarujá já sem vida. Débora e Daniele também foram levadas para a mesma unidade de saúde e em razão da gravidade do caso foram transferidas na mesma noite para o Hospital Santo Amaro.

Segundo a polícia, logo após a briga, Angélica fugiu do local e não foi mais vista. Os familiares da suspeita foram até a Delegacia Sede de Santos prestar depoimento sobre o caso e, em seguida, foram liberados. A Polícia Civil realiza diligências para tentar localizar Angélica.

Érica foi morta a facadas pela vizinha em Santos, SP. (Foto: Arquivo Pessoal)

Érica foi morta a facadas pela vizinha em Santos, SP. (Foto: Arquivo Pessoal)

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PRF apreendeu, em seis meses, 40,6 mil munições nas estradas do RJ

Por Marco Antônio Martins, G1 Rio

 

Nos últimos seis meses, a cada 30 dias, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, em média, 6,7 mil munições dos mais diferentes calibres de armas restritas como pistolas e fuzis que iam para as mãos de facções criminosas no Rio de Janeiro. Os dados constam em um levantamento divulgado pelo Ministério da Justiça que trata da operação Égide realizada pela PRF nas estradas que atravessam o estado e que resultaram até o domingo (14) na apreensão de 40,6 mil munições. No mesmo período, 235 armas foram apreendidas na ação.

A ação teve início em 10 de julho de 2017 e tenta desde então reduzir o poderio bélico das quadrilhas de traficantes e milicianos que disputam território no RJ. Os números da operação impressionam e comprovam a quantidade de armas que chegam para os criminosos no estado. E mesmo com essa atuação da PRF ainda se vê traficantes com fuzis de calibre ponto 50, além de tiroteios em comunidades ou nas ruas do Rio em diferentes regiões da cidade.

PRF e Polícia Civil apreende fuzis e munições em setembro de 2017 (Foto: Divulgação/PRF)

PRF e Polícia Civil apreende fuzis e munições em setembro de 2017 (Foto: Divulgação/PRF)

O tamanho dos carregamentos pode ser medido com ações como a que em 5 de novembro do ano passado, por exemplo, foram apreendidos 61 pistolas, um fuzil e 155 carregadores. Na apreensão havia armas fabricadas na Turquia, Áustria e até no Brasil. Todas as armas com numeração raspada.

A ideia da PRF foi criar um cinturão, numa tentativa de reduzir a chegada desse armamento no RJ. Por isso, a escolha do nome Égide, que designava o escudo usado pelo deus grego Zeus. O projeto tem um investimento previsto de R$ 19 milhões até o fim de 2018 e faz parte do Plano Nacional de Segurança Pública.

“Criamos cinturões de segurança desde a fronteira do Brasil até a capital do Rio de Janeiro. Assim, com um número considerável de agentes e a ação baseada em inteligência policial estamos conseguindo ‘barrar’ essa munição que deixaram de chegar aos criminosos. Assim, a gente vai minando essa logística que, muitas vezes, traz junto com a arma e a munição, drogas e carros roubados”, analisou Diego Brandão, porta-voz da PRF.

Balanço de 250 dias da Operação Égide, da Polícia Rodoviária Federal (Foto: Reprodução/Ministério da Justiça e Segurança Pública)

Balanço de 250 dias da Operação Égide, da Polícia Rodoviária Federal (Foto: Reprodução/Ministério da Justiça e Segurança Pública)

Neste período de seis meses, 1.407 pessoas foram detidas por transportarem drogas e armas. Além da inteligência da PRF, as ações são conjuntas com o apoio das polícias Civil e Federal.

“Nós estamos desenvolvendo um trabalho contínuo em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal, o qual tem gerado muitos frutos e diversas apreensões ocorridas no estado. Todas as munições eram importadas e de calibre restrito”, conta o delegado Fabrício Oliveira, da Desarme, criada para atuar no tráfico de armas e munições no RJ.

PRF apreende pistolas e  munições em agosto de 2017 no RJ (Foto: Divulgação/PRF)

PRF apreende pistolas e munições em agosto de 2017 no RJ (Foto: Divulgação/PRF)

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AGU e Câmara recorrem de decisão que proíbe privatização da Eletrobras

Por Laís Lis e Renan Ramalho, G1, Brasília

A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Câmara dos Deputados entraram nesta segunda-feira (15) com recursos judiciais contra a liminar (decisão provisória) que suspendeu o artigo da medida provisória 814, que permite a privatização da Eletrobras.

Na quinta-feira (11) o juiz da 6ª Vara Federal de Pernambuco, Cláudio Kitner, concedeu uma liminar suspendendo parte da MP que faz mudanças em leis relacionadas ao setor elétrico. Com isso, a parte da MP que retirava a Eletrobras e suas subsidiárias do Programa Nacional de Desestatização (PND) fica suspensa.

A volta ao programa era uma condição necessária para que o governo pudesse levar adiante o plano de privatizar a estatal.

A ação foi proposta pelo deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE), presidente da Frente Parlamentar contra a Privatização da Eletrobras, e pelo advogado Antônio Campos.

“Nada foi apontado pelo Chefe do Poder Executivo a justificar a urgência da adoção de uma medida provisória, “no apagar das luzes” do ano de 2017, para alterar de forma substancial a configuração do setor elétrico nacional, sem a imprescindível participação do Poder Legislativo na sua consecução”, afirma o juiz no texto.

AGU

Em nota, a AGU informou que a liminar foi concedida “sem refletir sobre os efeitos danosos de sua decisão, que colidem com o interesse público de minimizar o déficit nas contas públicas.”

A AGU argumenta ainda que a liminar representa um risco para a ordem econômica, já que o orçamento de 2018 prevê a arrecadação de R$ 12,2 bilhões em concessões que usinas da Eletrobras, que dependem da privatização da empresa.

Por isso, a AGU informu que apresentou recurso ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região e entrou com uma reclamação no Supremo Tribunal Federal (STF) apontando que o juiz da 6ª Vara de Pernambuco “usurpou” competência do STF ao dar a liminar.

Em sua reclamação, a AGU afirma que, ao suspender dispositivo da medida provisória, o magistrado realizou controle abstrato de constitucionalidade, o que é uma competência exclusiva do STF.

Câmara

A Câmara dos Deputados apresentou pedido à presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, para que seja derrubada a decisão da Justiça Federal em Pernambuco.

A ação foi encaminhada por sorteio para o ministro Alexandre de Moraes, mas a Casa pediu uma decisão liminar (provisória) a Cármen Lúcia, por estar ela no plantão do STF durante o recesso do Judiciário, que vai até o fim de janeiro.

“Dessa suspensão decorrem danos irreparáveis a cada dia, visto que as atividades de avaliação e preparo do processo de desestatização da Eletrobras e suas subsidiárias, encetado por meio de consultas públicas já no ano de 2017, estão interditadas ao Poder Executivo Federal”, diz a ação, assinada por advogados da Câmara.

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Pé de maconha de 1,5 m de altura é encontrado em calçada no DF

Por G1 DF

 

Pé de maconha encontrado em calçada em Ceilândia, no Distrito Federal (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

Pé de maconha encontrado em calçada em Ceilândia, no Distrito Federal (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

No meio de uma calçada em Ceilândia, no Distrito Federal, policiais militares encontraram um pé de maconha com cerca de 1,5 metros. A panta estava misturada a outras folhagens e flores em um pequeno canteiro na QNN 7.

Segundo os militares, o pé de maconha – cujo plantio, consumo e venda são proibidos no Brasil – foi achado após uma denúncia anônima. O autor do plantio não foi identificado e a maconha foi levada à 23ª DP, que fica na região.

Policial militar retira pé de maconha de canteiro em calçada em Ceilândia, no Distrito Federal (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

Policial militar retira pé de maconha de canteiro em calçada em Ceilândia, no Distrito Federal (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

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‘Prévia’ do PIB do Banco Central registra crescimento de 0,49% em novembro

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

 

O nível de atividade da economia brasileira continuou a registrar crescimento em novembro, segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta segunda-feira (15).

O chamado Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), considerado uma “prévia” do resultado do PIB, que é divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístiva (IBGE), teve expansão de 0,49% em novembro, na comparação com outubro. O resultado foi calculado após ajuste sazonal (uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes).

Quando comparado a novembro de 2016, o IBC-Br cresceu 2,82% (neste caso, sem ajuste sazonal).

Novembro foi o terceiro mês seguido de alta do indicador. O IBC-Br registrou crescimento em sete dos onze meses de 2017 (o resultado de dezembro será conhecido apenas em fevereiro de 2018).

Os números do BC mostram ainda que, de janeiro a novembro de 2017, o indicador do nível de atividade registrou uma expansão de 0,97%, sem o ajuste sazonal. Com o ajuste, o aumento foi de 1,06%.

No acumulado em 12 meses até novembro, a prévia do PIB (indicador dessazonalizado) do Banco Central registrou crescimento de 0,73% (sem ajuste, a alta é de 0,68%).

Produto Interno Bruto

O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,6%. Para 2017, porém, o governo estima que a economia vai voltar a crescer. A expectativa é que a expansão seja de 1,1% e o resultado oficial será divulgado pelo IBGE em março.

Para 2018, a expectativa é que o PIB brasileiro cresça 3%.

O IBC-Br foi criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é divulgado IBGE. Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB.

O cálculo dos dois é um pouco diferente – o índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.

O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária.

Atualmente, a taxa Selic está em 7% ao ano, na mínima histórica, e a estimativa do mercado é de que recue para 6,75% ao ano em fevereiro.

Pelo sistema que vigora no Brasil, o BC precisa ajustar os juros para atingir as metas preestabelecidas de inflação. Quanto maiores as taxas, menos pessoas e empresas ficam dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços baixem ou fiquem estáveis.

Para 2018, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA, considerado a inflação oficial do país e medida pelo IBGE, pode ficar entre 3% e 6%, sem que a meta seja formalmente descumprida.

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Equipamento de show de Caetano Veloso é roubado na Bahia

Por Letícia Macedo, G1

O carro que transportava todo o equipamento de show de Caetano Velloso foi roubado na noite deste domingo (14) quando passava pela região de Itacaré, na Bahia.

A produtora e empresária de Caetano, Paula Lavigne, disse ao G1, por telefone, que o motorista que presta serviço para equipe parou para jantar em um restaurante em Maraú.

“Ele foi abordado por homens fortemente armados. Roubaram o carro, que levava uma espécie de trailer acoplado com todo o equipamento, até o celular dele. Graças a Deus ele está bem”, contou.

Carro que transportava equipamento de show de Caetano Veloso é roubado (Foto: Produção/Caetano Veloso)

Carro que transportava equipamento de show de Caetano Veloso é roubado (Foto: Produção/Caetano Veloso)

Na lista dos equipamentos roubados estão dois violões (sendo um acústico Tessarin), um violoncelo, um baixo, um teclado, iluminação, telão, figurinos e cenário.

“Foram roubados equipamentos que têm valor afetivo, como violão do Caetano”, lamentou Paula.

Caetano tinha se apresentado na Concha Acústica, em Salvador, no sábado (13), e o material era levado para o Rio de Janeiro. O próximo show do cantor será no dia 28 de janeiro.

Mensagem deixada no Facebook de Caetano Veloso fala do roubo de equipamento de show do cantor (Foto: Reprodução/ Facebook Caetano Veloso)

Mensagem deixada no Facebook de Caetano Veloso fala do roubo de equipamento de show do cantor (Foto: Reprodução/ Facebook Caetano Veloso)

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Mulher é morta a tiros com as três filhas dentro de casa em MS

Por G1 MS

Uma mulher de 38 anos foi morta a tiros dentro de casa no fim da tarde de domingo (14), em Três Lagoas, a 313 quilômetros de Campo Grande. O ex-marido dela, de 62 anos, é apontado pela polícia como suspeito do crime.

Segundo informações do boletim de ocorrência, por volta das 17h (de MS) a filha da vítima, de 15 anos, ouviu do quarto dois tiros, a mãe pedindo “pelo amor de Deus” para que o ex-marido não a matasse e em seguida mais um disparo e o barulho do portão social abrindo e fechando.

A adolescente foi até a cozinha e viu a mãe, Halley Coimbra Ribeiro Junqueira, caída e ensanguentada. Na casa havia mais duas filhas da vítima, de 3 e 6 anos.

A polícia foi chamada e a morte constatada. Policiais fizeram buscas pelo suspeito, Renato Bastos Ottoni, até na casa dele, em Castilho, cidade paulista próxima à Três Lagoas, mas ele não foi encontrado.

Halley foi ferida no nariz, tendo projétil sido alojado na nuca. Ela foi atingida ainda nas costas e cabeça.

A filha da vítima contou que a mãe e o padrasto estavam separados desde setembro de 2017 e que estavam em litígio por causa da pensão das meninas menores.

O caso foi registrado como feminicídio.

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