MOBILIDADE URBANA

Walter Jorge de Freitas

 É só no que se fala. Mobilidade é a palavra da moda. Tanto faz na capital como no interior, a situação é a mesma: as cidades estão travadas por causa do excesso de veículos, da ocupação indevida dos espaços públicos e, principalmente, devido à da falta de ação e de planejamento dos governantes.

O que se ouve é muita conversa fiada e providências que é bom, só no papel e no discurso. Os nossos gestores cada vez mais dão demonstrações de que agem em descompasso com a realidade.   Eles estão perdidos que só barata em terreiro de galinha.

Dias atrás os nossos jornais encheram suas páginas com matérias alusivas à construção de vários viadutos em áreas críticas da cidade do Recife, cujo objetivo era dar maior mobilidade, ou em outras palavras, acabar com o caos que vem fazendo do trânsito da nossa capital um dos piores do Brasil.

Agora, numa prova de que nada havia sido planejado e também não tinham ouvido a opinião de quem entende do assunto, estão desistindo dos viadutos e falando em rodízio de automóveis, como se o recifense fosse atendido por um eficiente serviço de transporte público.

Segundo me parece, há uma empolgação fora do comum sobre a Copa do Mundo e os políticos finalmente caíram na real e já admitem que muito do que foi prometido para 2014, não será realizado.

Entretanto, se isso pode servir de consolo para os moradores da capital, lembro que no interior a situação – guardadas as devidas proporções – é quase igual.

Aqui em Pesqueira, por exemplo, estamos passando por situações que nunca imaginamos. Além do aumento da quantidade de veículos em circulação, temos como agravante a falta de sinalização, a ausência de demarcação das áreas de estacionamento, a ocupação das calçadas pelas lojas e a volta das barracas de feira para o centro da cidade. Tudo isso junto, resulta em dificuldade para o cidadão andar a pé e trafegar de carro.

Mais uma vez, insistimos na necessidade de que seja elaborado, discutido e aprovado um novo Código de Posturas para o município, pois não é admissível que continuemos sendo guiados por normas que foram editadas em 1951, ainda no governo do Dr. Ésio Araújo, que, diga-se de passagem, fez escola ao mostrar que era possível governar com seriedade e competência.

 

 

 

Pesqueira, 06 de abril de 2013.

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HOJE TEM ESPETÁCULO?

Walter Jorge de Freitas

 Tem sim senhor. Às sete horas da noite? Tem sim senhor. E arrocha negrada. Tem sim senhor. Grita macacada. Tem sim senhor.

Nos velhos tempos o circo marcava a sua presença nas cidades com um palhaço usando longas pernas de pau acompanhado de duas ou três dezenas de meninos percorrendo as ruas e anunciando as atrações. A garotada garantia o ingresso grátis mediante uma marca de tinta feita em um dos braços.

Existem várias versões sobre a origem do circo. Há quem diga que foi na China há cinco mil anos. Existe, também, a versão de que o seu surgimento se deu em Roma no ano 40 antes de Cristo.

Conta-se, ainda, que o atual formato do circo com lona, palco, trapézio e picadeiro, surgiu na Inglaterra, no ano de 1770.

A falta de opções de lazer favorecia bastante a presença de um bom circo numa cidade durante oito ou dez dias, dependendo do seu elenco e da variedade de atrações.

No Brasil, comemora-se o DIA DO CIRCO em 27 de março. A data é uma homenagem a Abelardo Pinto “Mestre Piolin”, o mais famoso palhaço do Brasil, nascido em Ribeirão Preto no ano de 1897.

As mudanças de hábitos, o surgimento da TV, a falta de segurança, são alguns dos motivos que levaram o circo à decadência.

As famílias de grandes tradições circenses simplesmente deram adeus aos palcos e aos picadeiros.

Não devemos esquecer que os circos também criaram oportunidades para que cantores e instrumentistas se apresentassem como atrações de reforço a fim de melhorar o movimento de suas bilheterias.

Um bom circo tinha obrigatoriamente, um ou mais palhaços, malabaristas, trapezistas, equilibristas, cantores, músicos e uma rumbeira.

Havia a parte dramática que normalmente marcava o final da noitada, com os atores encenando peças que de tão emocionantes, às vezes levavam a plateia às lágrimas.

Inegavelmente, o circo está fazendo muita falta aos artistas em geral: atores, comediantes, cantores e músicos e ao público também, pois ainda há muita gente que aprecia esse tipo de diversão.

Os nossos parabéns vão para os artistas que abraçaram a missão de divulgar o circo no Brasil e principalmente, para aqueles que lutam bravamente para  impedir o seu desaparecimento definitivo do nosso cenário artístico.

Finalizando estas simples considerações sobre o circo, transcrevemos parte da letra de um baião de Zé Dantas gravado em 1957 pelo grande intérprete Ivon Curi: “Nada de novo/no circo acontece/o circo é criança/que nunca envelhece”.

Pesqueira, 26 de março de 2013.

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Um adeus a um Grande Cidadão pesqueirense João Relojoeiro administrador da Relojoaria

Ser pai nos dias de ontem já era muito difícil, mas ele conseguiu:Dá uma excelente educação aos seus filhos; Conseguiu incutir na mente deles os valores morais sociais e religiosos, preciosidade impar. Aos seus filhos ele sempre alertou: “Deus é tudo em nossa vida!”

“Maria santíssima é nossa mãe devemos atender seus pedidos: Rezar o terço todos os dias, para livrar-nos da maldade do mundo e do inimigo.” “Devemos sempre respeitar a Deus  e a  Igreja nossa Mãe.,  “Devemos ouvir a Deus  no agora, jamais devemos deixar para depois.” “ Ser honesto é o dom maior! É fundamental” “Respeitar  os vizinhos;  Ouvir som ou música no tom baixo para não perturbar ninguém.Falar bem mais baixo depois quando for noite principalmente.Após às   21 horas silêncio total dentro de casa. Todos na precisam descansar.”

“Nunca devemos negar o pão a ninguém “ A caridade é a maior virtude que temos.” “ Uma risada pode denunciar sua postura ou quem você é” Aprender rir também é uma educação”. “ Filho feche uma porta sem bater! O que fazemos aos objetos fazemos aos outros”. De seus amigos e clientes podemos ouvir palavras tão profundas e inquietantes. Profundas por que na maioria das vezes o mundo é raso nas palavras. Inquietantes por saber que sabemos e fazemos tão pouco pelos outros. Finalizo com as palavras profundas dos seus amigos e amigas.

“ Ah! quanta saudades dele! Sempre que  o encontrava ele costumava falar em meus pais e parentes” E contava histórias…

“ Sua responsabilidade era impressionante” Era um homem de palavra.

“ Tinha uma grande admiração por ele, nunca tive nenhum atrito era legal demais”

“ Era um homem muito respeitador, mereceu todo respeito de Pesqueira”

“ Este sim era um Cidadão! Perdemos uma pedra rara de Pesqueira. Ele merecia um título nesta cidade.

“ Foi um cidadão de grande valia : Soube educar tanto seus filhos que hoje vejo em sua casa muitos tesouros : Diamante, esmeralda, ouro , prata, pérolas que são seus filhos e filhas.”

Eu como filha finalizo com suas preciosas palavras que a pouco tempo (semanas atrás) me dizia:

D’arc, a sabedoria é algo divino. Não se encontra nos livros. Podemos ter todo estudo do mundo mas se não houver a sabedoria que é divina, nada podemos passar do que aprendemos. Inteligentes intelectuais podemos ser, mas a sabedoria é preciso ter e nem todo mundo a tem.”  

 

Joana D’rac.   

Foto: Arquivo Pessoal


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EM HOMENAGEM ÀS MULHERES

 Por Walter Jorge de Freitas

As comemorações relativas ao Dia da Mulher me motivaram a realizar uma pesquisa sobre as músicas que têm um nome feminino como título. Confesso-me deveras impressionado com que encontrei e faço questão de dividir com os amigos.

Como não poderia deixar de ser, inicio com Maria, obra-prima de Ary Barroso e Luiz Peixoto, gravada inicialmente por Sílvio Caldas e depois por Lúcio Alves e alguns menos conhecidos.

Dá para esquecer Rosa, uma divindade de valsa composta por Pixinguinha à qual Orlando Silva emprestou o seu vozeirão? Claro que não.

Laura, de Alcyr Pires Vermelho e João de Barro na voz de Jorge Goulart e Altemar Dutra, há muito, entrou no rol das minhas preferidas.

Marina, de Dorival Caymmi, é outra canção que foi gravada por vários cantores, dentre eles, o próprio autor, Sílvio Caldas, Lúcio Alves, Chico Alves e mais uma penca de seresteiros.

Conceição, samba-canção de Dunga e Jair Amorim, fez muito sucesso e deu grande impulso à vida artística de Cauby Peixoto. Lúcio Alves também gravou.

Quem não brincou carnaval ao som de Aurora? Essa marcha que cada dia fica mais atual é de Roberto Roberti e Mário Lago.

Maria Betânia, que ganhou uma interpretação marcante de Nelson Gonçalves, é produto da criatividade do grande Capiba. Expedito Baracho também gravou e com o seu estilo, deu enorme contribuição ao nosso cancioneiro.

Em Carolina, o grande compositor Chico Buarque derramou quase toda a sua carga poética e o cantor das multidões foi o responsável pela melhor gravação já feita até esta data.

Normélia, na voz de Roberto Silva, figura entre os sambas mais gostosos de ouvir. Seus autores são: Raimundo Olavo e Norberto Martins.

Alcides Gerardi, cantor de vários ritmos, gravou e fez sucesso com a valsa Suely, composta por Miguel Lima e Antenógenes Silva.

Maria Rosa, samba-canção de Lupicínio Rodrigues e Alcides Gonçalves, teve em Chico Alves, o seu principal intérprete.

O grande flautista Altamiro Carrilho, é o criador de Maria Theresa, belo samba com o qual Roberto Silva encantou multidões.

Nelson Gonçalves, sempre presente nas paradas, desta feita emplacou com Dolores Sierra, samba de Wilson Batista e Jorge de Castro.

O imortal pesqueirense Nelson Valença compôs Juvina e deu mais uma contribuição à modernização do forró. Luiz Gonzaga gravou, mas não valorizou muito.

O notável baiano Dorival Caymmi cantou a beleza do carnaval recifense com Dora. Completou a obra com a sua magistral interpretação.

Ataulfo Alves juntou-se a Mário Lago e os apreciadores da boa música ganharam o samba Ai, Que Saudades da Amélia. O próprio Ataulfo e Roberto Silva foram seus principais intérpretes.

Augusto Calheiros e o parceiro José Rodrigues de Resende brindaram os amantes das serestas com Célia, canção que a Patativa do Norte cantou como ninguém.

Lilian, canção romântica de Nilton César, é muito conhecida aqui no Nordeste.

Lúcio Alves, muito chegado às músicas com nome de mulher, marcou presença na série Acervo com um CD, onde figuram 11 faixas dedicadas a elas. Para completar, ele abre e fecha a obra com o Fox Mulher de Custódio Mesquita e Sady Cabral. Uma pérola!

Por enquanto, ficamos por aqui. Agradecemos a compreensão pela provável omissão de  inúmeras obras de arte que fizeram a trilha sonora de alguém e deixamos a promessa de voltar ao assunto oportunamente.

 

Pesqueira, 11 de março de 2013.

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AGORA, SIM!

Walter Jorge de Freitas

Até que enfim a festa acabou, o ano começou pra valer e finalmente, depois de tantos feriados, é chegado o momento de voltarmos ao batente.

Nota-se, pelo visual sarado e bronzeado da moçada, que a maioria da população da cidade estava nas praias de Tamandaré e adjacências.

Deixando a conversa mole de lado, lembramos que o nosso município tem inúmeras carências e não há mais tempo a perder.

Concedidos os devidos descontos em função do curto período que a nova administração municipal teve para tentar colocar as coisas em ordem, além de cuidar do carnaval, vamos, aos poucos, procurando alertar para os problemas que julgamos mais urgentes.

No tocante à limpeza urbana, observa-se uma maior quantidade de pessoas trabalhando. Sugerimos a escalação de uma equipe para os finais de semana, uma vez que bares, restaurantes, supermercados e lanchonetes funcionam a todo vapor, aumentando, consequentemente, o volume de lixo.

Considerando que manter uma cidade limpa não é tarefa apenas do poder público, julgamos necessário que a prefeitura inicie urgentemente uma campanha educativa junto à população, do contrário, o trabalho será quase nulo e continuaremos convivendo com a sujeira.

Outro problema que vem importunando a todos é o acúmulo de entulhos, metralhas e materiais de construção nas vias públicas. Aqui, acolá, encontramos trechos totalmente intransitáveis.

Sabemos que ninguém consegue mudar hábitos antigos com facilidade, por isso, achamos que as Secretarias de Obras e Serviços Urbanos precisam entrar em ação o mais rápido possível a fim de minimizar os efeitos que esse mau costume de grande parte dos habitantes causa aos transeuntes.

Devemos, sem perda de tempo, cobrar do governo estadual as melhorias prometidas no sistema de abastecimento da COMPESA e providências no sentido de melhorar as condições do terminal rodoviário. Por outro lado, as nossas lideranças precisam se empenhar para que o tão falado SESC torne-se realidade e que nenhuma repartição pública estadual o federal, seja desativada, o que normalmente impõe transtornos e prejuízos à comunidade. Chega de humilhação!

Por fim, lembramos aos senhores vereadores que os cidadãos esperam deles um trabalho voltado para os problemas coletivos, atuando sempre como verdadeiros representantes do povo, legislando e fiscalizando, independentemente de serem da situação ou da oposição.

Estamos pedindo muito? Aguardem que voltaremos oportunamente.

 

Pesqueira, 17 de fevereiro de 2013.

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VELHOS CARNAVAIS

Por: Walter Jorge de Freitas

Podem me chamar de saudosista que eu não me zango. Se quiserem, digam que estou ultrapassado, sou do tempo do ronca que não estou nem aí.

Agora, quem desejar me deixar de cara fechada é só me oferecer um CD pirata ou me convidar para um lugar onde só se ouve música eletrônica ou aquelas coisas que os baianos, por não acharem mais graça, estão mandando para os alienados curtirem.

Para justificar o meu gosto musical, faço questão de revelar que já participei de mais de cinquenta carnavais. Que as primeiras músicas carnavalescas que escutei, ou pelo menos, são as que ficaram registradas na minha memória chamam-se O Teu Lencinho e Quem Sabe, Sabe, grandes sucessos dos anos 50.

A trilha musical que mantenho arquivada na velha cuca pode não ser a melhor, mas garanto que não faz vergonha a ninguém. Saibam que dancei, fiz o passo e namorei ao som de marchas, marchinhas e frevos cantados e orquestrados que marcaram época nos tempos em que os cantores e orquestras além de ótimos, eram mais caprichosos na escolha de seus repertórios.

Para não ser cansativo, citarei apenas algumas de cada gênero.

FREVOS DE RUA: Vassourinhas, Mordido, Lágrimas de Folião, Zé Carioca no Frevo, Corisco, Fogão e Relembrando o Norte;

FREVOS-CANÇÃO: Casinha Pequenina, Você Está Sozinha, O Tocador de Trombone, É de Fazer Chorar, Boneca, Cabelos Brancos, Sonhei Que Estava em Pernambuco, Ingratidão, É de Amargar, Mandarim, Pierrot, e outros.

MARCHAS: Saca-Rolha, Jardineira, As Pastorinhas, Se a Canoa Não Virar, A Cabeleira do Zezé, Noite dos Mascarados e Máscara Negra.

FREVOS DE BLOCO: Evocação, Valores do Passado, Você Gostou de Mim, Madeira Que Cupim Não Roi, Último Regresso, Recordar é Viver.

E os cantores? Aí é covardia. Não dá para esquecer as marchas e frevos interpretados por Carlos Galhardo, Nelson Gonçalves, Expedito Baracho, Emilinha Borba, Coral do Bloco da Saudade, Zé e Zilda, Jackson do Pandeiro, Jorge Goulart, Ângela Maria, Blecaute, Coral Edgard Moraes, Claudionor Germano, sem falar nas orquestras Tabajara, RCA, de Nelson Ferreira, Duda e Zé Meneses.

Os mais jovens não sabem o que perderam por não terem desfrutado do privilégio de brincar um Carnaval ao som de músicas excelentes que ficaram conhecidas por terem sido tocadas nos serviços de alto-falantes e nas emissoras de rádio, principais meios de divulgação existentes na época.

Aí está uma das raras vantagens de ser coroa, podem acreditar.

 

Pesqueira, 05 de fevereiro de 2013.

Foto: Arquivo Pessoal

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NOSSAS EXPECTATIVAS

Walter Jorge de Freitas

 

Nós, brasileiros, somos por natureza um povo sonhador. Mal acabamos de emplacar o ano de 2013, já começamos a alimentar novos sonhos e novas esperanças.

Os habitantes do Estado do Rio de Janeiro, abatidos por mais uma catástrofe, esperam por medidas capazes de minimizar seu sofrimento, mesmo sabendo que seus governantes são incapazes e insensíveis.

Os paulistanos, por sua vez, sonham com uma São Paulo livre das inundações e da violência urbana que lhes tiram a vontade de viver. O poder público, para variar, não está nem aí.

O recifense, não é de hoje, almeja morar em uma cidade limpa, menos violenta, com seus morros bem protegidos e desfrutando da tal mobilidade urbana tão prometida ao longo dos anos.

O pesqueirense, para não ser diferente, inicia o ano depositando suas esperanças na experiência do Dr. Evandro que pela terceira vez recebe a incumbência de governar o nosso município.

Diante do acúmulo de problemas, ele e seus auxiliares devem eleger os mais urgentes e começarem a agir em caráter emergencial.

Na nossa modesta opinião, seria oportuno criar uma comissão suprapartidária e sob a sua liderança, procurar ter um encontro com o governador Eduardo Campos, a fim de fazer algumas reivindicações e até cobranças, pois como se sabe, muito do que foi prometido, seja em campanhas ou em visitas oficiais, ainda não saiu do papel.

Estamos plenamente de acordo com aqueles que acham que o prefeito começou a sua administração de forma muito discreta e, como se diz nos meios futebolísticos, até meio-sonolenta. Deveria ter adotado medidas de impacto, pois existem mazelas que se não forem combatidas de imediato, correm sérios riscos de se institucionalizarem, o que sem dúvida, dificultará cada vez mais a sua solução.

Juntamo-nos à parcela da população que torce por uma equipe de governo mais enxuta, moderna, coesa e eficiente. Se Isto não ocorrer, dificilmente sairemos da situação em que nos encontramos.

 

Pesqueira, 21 de janeiro de 2013.

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Dono e Agencia de Publicidade local, diz ter sido lesado pela Prefeitura que ficou devendo ao mesmo.

No caso o contrato com a prefeitura da cidade de Pesqueira, assinado pela Prefeita Cleide de Oliveira no valor de R$ 4.641,00 para a divulgação do Carnaval dos Caiporas 2012.  Sendo o que a prefeitura realizou o pagamento de R$ 3.712,00 a TV Asa Branca só que o Valor bruto é de R$ 4.641,00, no caso ficou o repasse de da Agência de Publicidade Sgr Publicidades.

Os 20% que falta que é de R$ 928,20 para ser pago a SGR Publicidades que não foi pago por que a prefeitura anulou o empenho N° 336/1012, que foi emitida no dia 16/01/212 e foi cancelada em 03/12/2012.  Sem motivo e sem comunicação por parte da Prefeita Cleide.

Só que A SGR PUBLICIDADES PAGOU o imposto referente à nota Fiscal.  Será que a prefeita Cleide vai deixar de Pagar os 20% a SGR PUBLICIDADES?  É Valor R$ 980,20.  A empresa foi varas vezes até a tesouraria da prefeitura e A senhora Luciana que realiza os pagamentos não deu esclarecimentos sobre o assunto.

Fora 30 viagens e até 4 horas na espera por uma resposta sem solução, vale lembrar que tinha até o dia 28 de dezembro de 2012 muitas empresas e funcionários sem receber os seus salários. Será que prefeita vai deixar os seus funcionários, contratos sem receber?   É uma vergonha o atendimento por parte da Prefeitura de Pesqueira espero que a próxima gestão mude para melhor.

Só para lembrar que Depois de muitas negociações começou a valer, em 1º de junho de 2010, o artigo 19 da Lei 12.232/10, que muda o sistema de faturamento dos veículos de comunicação do País no que diz respeito ao repasse do desconto-padrão às agências de publicidade. O repasse dos 20% de comissionamento sobre a mídia está garantido às agências por lei, segundo o mesmo artigo 19, que estabelece que “Para fins de interpretação da legislação de regência, valores correspondentes ao desconto-padrão de agência pela concepção, execução e distribuição de publicidade, por ordem e conta de clientes anunciantes, constituem receita da agência de publicidade”. No entanto, segundo o mesmo artigo 19, os veículos não podem, para quaisquer fins, faturar e contabilizar tais valores como receita própria, inclusive quando o repasse do desconto-padrão à agência de publicidade for efetivado por meio de veículo de divulgação.

Até hoje, as agências chamadas “plenas” – aquelas que possuem crédito junto aos veículos – e que desenvolvem serviços completos de publicidade, recebiam de seus anunciantes o valor cheio da veiculação e repassavam aos veículos 80% deste valor, retendo sua comissão de 20% – o desconto-padrão. Esta sempre foi a prática do mercado junto às “agências plenas”, que recebiam do veículo uma nota fiscal com o valor cheio, em nome do anunciante, na qual seu desconto de 20% vinha discriminado. Esse processo, porém, muda com a nova lei.

 

De  Sérgio Galindo SGR.

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Políticatica de Absurdos!!

Absurdo!

Palavra de Língua Portuguesa que exprime, entre outros conceitos, Irresignação.

Inicialmente, uso a Irresignação do cantor Cazuza, que diz, em sua musica Ideologia: Os seus inimigos estão no poder.

Absurdo! Atualmente, os que estão no poder, podem ser considerados amigos os inimigos?

 

Política de Absurdos!

Incompreensiva,

Que artistas globais, subam em palanques para defender cotas de um bem, Petróleo que pertence a nação, e não a estados, enquanto pessoas e animais sofrem com os efeitos da seca.

Desrespeitosa,

Que a Transposição do rio São Francisco tenha que ser aditada em recursos porque, antes mesmo de concluir e melhorar a vida de muitos nordestinos, já tenha que ser reparada, para não dizer refeita, por problemas de ordem técnica;

Desumana,

Que agentes públicos, ligados a segurança pública sejam mortos por uma represália de Categoria: Organizações criminosas, obrigando nacionais a se recolherem em um verdadeiro desmando urbano;

 

Imoral,

Que representantes do povo, eleitos por cada um, sejam traidores, num verdadeiro, Egocentrismo político.

Utópica,

Educação, Saúde e outros direitos universais, não sejam adequadamente disponibilizados a cada nacional, enquanto investimento em ordem de milhões são gastos em arenas da copa.

Política de Absurdos!

Tudo isso sentimos na pele. Em um verdadeiro Deus Nos Acuda!!

Retomando o pensamento, agora Concordo com a “poesia“ musical de Cazuza: os inimigos estão REALMENTE no poder.

 

 

Por:Alexandre Pajehu Guedes.

Advogado e Sociólogo.

 

Caruaru/PE, 07 de dezembro de 2012.

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