VINTE ANOS SEM O TOM

Por: Walter Jorge de Freitas

No dia 08 de dezembro de 1994, o Brasil e o Mundo perderam um de seus maiores compositores. Há quem considere que ele viveu pouco, mas se levarmos em conta a intensidade com que ele levou a vida e o que fez pela música, produziu o suficiente para ser admirado e respeitado por todos que conhecerem ao menos uma pequena parte de sua obra.

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim nasceu no bairro da Tijuca, Rio de Janeiro em 25.01.1927. Foi criado em Copacabana e Ipanema.

Estudou piano com vários professores. Iniciou o curso de Arquitetura na Universidade do Brasil em 1946, mas largou para ser pianista em casas noturnas da cidade. Em 1949, casa-se com Thereza e vai morar em pequeno apartamento alugado. Passa a trabalhar na gravadora Continental fazendo arranjos e transcrevendo para a pauta, músicas de outros compositores.

No ano de 1953, começou a gravar as suas composições e já em 1954, consegue emplacar o seu primeiro sucesso nacional – Thereza da Praia – feito em parceria com Billy Blanco. Neste mesmo ano, compôs com Billy, a Sinfonia do Rio de Janeiro, lançada pela Continental em LP de 10 polegadas.

A parceria com Vinícius de Moraes se iniciou quando foi apresentado ao “Poetinha” que procurava alguém quem musicasse a sua peça Orfeu da Conceição, cuja estreia se deu em 25.09.1956, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Se Todos Fossem Iguais a Você, fez parte do repertório da peça.

O lançamento pelo Selo Festa, do LP Canção do Amor Demais, gravado por Elizete Cardoso em 1958, com músicas da dupla Tom Jobim/ Vinícius,  contou com a participação de João Gilberto no acompanhamento em duas faixas. Com a nova batida do samba apresentada por João, o público conheceu o que mais tarde seria batizado como Bossa Nova, gênero que teve Tom como um dos seus maiores expoentes.

O samba A felicidade, de Tom e Vinícius, foi destaque em 1962, do filme Orfeu Negro do cineasta francês Marcel Camus, que arrebatou a Palma de Ouro de Cannes e o Oscar de melhor filme estrangeiro.

Garota de Ipanema, também da dupla, gravado em 1962, transpôs fronteiras e foi apresentada em Nova Iorque, ocasião em que foi lançada a Bossa Nova nos Estados Unidos.

Convidado por Frank Sinatra grava em dueto com ele (1967-71), álbuns que abriram as portas do mundo para as suas mais de trezentas composições. As longas temporadas lá fora, lhe valeram inúmeros prêmios.

Segundo li no livro Então, Foi Assim, vol. 1, de Ruy Godinho, uma de suas parcerias com Dolores Duran foi casual. Em março de 1957, num encontro nos corredores da Rádio Nacional do Rio, depois de ouvir uma música que Tom levava para o seu parceiro habitual, Dolores, pegou um guardanapo, um lápis de sobrancelha e fez a letra de Por Causa de Você.

Tom mesmo gostando, disse-lhe que Vinícius já estava incumbido dessa tarefa. Dolores pegou o papel de volta e escreveu no verso: “Vinícius, esta é a minha letra para esta música. Se você não concordar, é covardia”. Vinícius, claro, concordou e a música foi lançada pela própria Dolores em 1958, vindo a ser uma das mais importantes do seu repertório.

 

Pesqueira, 08 de dezembro de 2014.

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O DIA NACIONAL DO SAMBA

Por: Walter Jorge de Freitas

O Dia Nacional do Samba é comemorado em 02 de dezembro. A escolha da data se deu por um motivo mais de que especial. O grande compositor Ary Barroso, mesmo sem nunca ter ido à Bahia, escreveu no ano de 1938, o samba antológico – Na Baixa do Sapateiro. Anos depois, resolveu conhecer a terra dos Orixás, justamente num dia 02 de dezembro. Isto foi suficiente para que um vereador chamado Luiz Monteiro da Costa sugerisse que naquela memorável data fosse instituído o Dia Nacional do Samba, decisão esta, só adotada a partir do ano de 1963. As comemorações em praça pública tiveram início em 1972 e lamentavelmente, estão restritas às cidades do Rio de Janeiro, Salvador São Paulo e Recife.

O Samba Carioca – através dos títulos samba de terreiro, de partido-alto e sambaenredo – foi incorporado ao Patrimônio Cultural Imaterial com inscrição no Livro de Registro das Formas de Expressão, mediante aprovação do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural.

O Samba de Roda do Recôncavo Baiano – uma das principais manifestações musicais, poéticas e festivas da cultura brasileira – foi inscrito no mesmo livro em outubro de 2004. Em 2005, foi proclamado Obra-Prima do Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Sinhô – um dos pioneiros – brilhou nas rodas de samba bem antes de aparecerem Noel Rosa, Ataulfo Alves, Wilson Batista e Geraldo Pereira.

Ele, juntamente com Donga, João da Baiana, Pixinguinha (este mais ligado ao choro), deram nova fisionomia ao samba, numa época em que as polêmicas e as acusações mútuas de “roubo de música”, eram fatos corriqueiros entre os sambistas, pois tudo era feito na hora e em grupo. O mais esperto, registrava a obra em seu nome, sob a seguinte alegação: “Samba é como passarinho, o dono é quem pegar primeiro”.

O conhecido samba Pelo Telefone foi registrado por Donga em parceria com Mauro de Almeida, cujo trabalho foi segundo contam, organizar os versos. Houve muitas reclamações de Sinhô, que também se dizia autor de parte dessa música que antes se chamava Roceiro.

Em 1918 Sinhô editou e gravou seu primeiro samba – Quem são Eles? Este também fez parte da polêmica musical travada entre os compositores, que resolviam suas diferenças sem brigas, fazendo letras provocativas, que normalmente recebiam respostas no mesmo nível. Foi uma disputa saudável que rendeu excelentes sambas. Suas composições impulsionaram as carreiras de Francisco Alves e Mário Reis, de quem foi professor de violão no ano de 1929.

Os sambas compostos por Sinhô que alcançaram maior sucesso são: Gosto Que Me Enrosco, Jura, A Favela Vai Abaixo e Amar Uma Só Mulher.

Para não cometer injustiças, queremos através de Zé Keti, cantor e compositor de uma geração que além de valorizar muito o samba, enfrentou a dureza do regime militar vigente entre os anos de 1960 a 1980, prestar homenagem a todos os sambistas pela passagem de tão importante data.

 

A VOZ DO MORRO

 

(ZÉ KÉTI)

EU SOU O SAMBA

A VOZ DO MORRO

SOU EU MESMO SIM, SENHOR

QUERO MOSTRAR AO MUNDO

QUE TENHO VALOR

EU SOU O REI DO TERREIRO

 

EU SOU O SAMBA

SOU NATURAL DAQUI DO RIO DE JANEIRO

SOU EU QUEM LEVA A ALEGRIA

PARA MILHÕES

DE CORAÇÕES BRASILEIROS

 

SALVE O SAMBA

QUEREMOS SAMBA

QUEM ESTÁ PEDINDO

É A VOZ DO POVO DO BRASIL

SALVE O SAMBA

QUEREMOS SAMBA

ESSA MELODIA DE UM BRASIL FELIZ.

 

Pesqueira, 02 de dezembro de 2014.

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É TEMPO DE RECOMEÇAR!

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Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta, Cronista. Membro efetivo e Presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA.

Fim de ano e início de ano novo.

 

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo. Qualquer um pode recomeçar agora e fazer um novo fim”

(Chico Xavier)

 

Aproxima-se o Natal e o Ano Novo!… Está chegando o tempo favorável para fazermos uma análise de tudo que fizemos e/ou deixamos de fazer, quer no trabalho, quer nos momentos de lazer, quer nos relacionamentos sociais e políticos, quer no que diz respeitos a nossa essência!

Recomeçar, condição inerente ao homem… É o combustível capaz de proporcionar-lhe a oportunidade de viver bem e em harmonia consigo mesmo e com seu semelhante.

“Na vida tudo recomeça! O dia, a noite, as estações, as marés e vazantes. Mas a natureza é cíclica e repetitiva. Nós, não. Nós podemos recomeçar sempre em nível melhor, com a experiência passada.” Autor desconhecido.

Estamos neste plano para nos realizarmos como criaturas predestinadas ao bem. Recomeçar pode e dever ser entendido como a grande oportunidade que temos para conseguir colocar em ordem todas as coisas que deixamos de fazer ou fizemos pela metade.  O sucesso que deixamos escapar. Contudo, recomeçar, é um chamamento a resignação e ao trabalho, é condição basilar para aqueles que despertam para a realidade que o existir nos apresenta e nos cobra.

As experiências vivenciadas por cada um de nós a exemplo das privações, de enfermidades, desastres, insucessos, um ser querido que morreu, uma perda financeira que anula todas as futuras utópicas probabilidades; uma traição que poderia levar-nos ao suicídio; são apenas razões para que recomemos  de novo, jamais cair no desespero!

Recomeçar é a chance que temos para sermos melhores na busca do verdadeiro sentido da vida! Chegar a ter consciência de que Deus não nos abandona. Que Deus nos presenteou: o dom da inteligência e do livre-arbítrio, para ser usado com sabedoria. Cabe, portanto, reverter os erros do passado e reconstruirmos nossa vida, formando um novo lar, adquirindo um novo emprego, uma nova atividade, dando brio a uma nova vida com mudança de ações e hábitos. Claro, se acreditarmos e pedir ao Criador com muita fé e fizermos por onde… Fé racional e lógica que contribua para alimentar a esperança na nossa reconstrução que tanto queremos para nos melhorar e para melhorar o mundo.

É no dia a dia que construímos o melhor para nossa vida! Todavia para que aconteça tal melhora necessário é ter em mente que são os pensamentos, as emoções, as reações, as experiências e as palavras que reforçarão o melhor para nossa vida! Somos todos arquitetos! E para que se tenha uma vida idealizada com vista a ordem e ao progresso do espirito, este é o caminho que se deve galgar. Se assim agirmos certamente estaremos dando força e equilíbrio a nossa consciência. Agindo de outra forma estaremos a cominho da degeneração. São nossas ações e atitudes diárias que forma e reformula nossa vida.

Se construirmos uma vida fundamentada na compreensão, no respeito e na honestidade, estaremos contribuindo para a construção de um mundo melhor que terá como consequência dias melhores para nós mesmos. Ao decidirmos recomeçar com confiança e determinação estamos na direção da renovação que nos aproxima do nosso alvo divino.

Joana de Ângelis assim define o recomeço. “Teu recomeço é síndrome de próxima felicidade.”

 

 

Pesqueira, 1 de dezembro de 2014.

Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta e Cronista.

Membro efetivo e presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA.

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 A DISSOLUÇÃO DA NOSSA BANDA DE MÚSICA

Por:   Walter Jorge de Freitas

Li no Pesqueira em Foco, blog do amigo Geraldo Magela, uma interessante matéria sobre a visita que fez a Pesqueira, o  professor Thomas Scott, da Universidade de Kansas, nos Estados Unidos, que veio a convite da conceituada escritora Ana Lígia Lira, cuja intenção era levá-lo  a conhecer parte dos elementos que contribuem para a musicalidade de nossa gente e ver de perto as principais manifestações culturais da terra de Anísio Galvão.

No texto, a nossa conterrânea fala sobre o encontro dela e o professor com o prefeito Evandro Maciel Chacon e de sua surpresa ao saber que a banda de música de sua terra natal foi extinta.

Conta Ana Lígia que a frustração causada pela notícia ruim foi superada pelo encantamento que ela e o amigo norte-americano vivenciaram ao conhecerem a sede do Projeto Sementes do Amanhã, onde Júnior do Cavaco, Fernando Profeta e outros abnegados, ensinam música a mais de uma centena de crianças e jovens, apesar da carência de tudo, inclusive instrumentos.

Amante da música e macaco de auditório das bandas tanto quanto a conterrânea Ana, ressalto que a nossa foi vítima de um longo processo de sucateamento que durou quase três décadas.

A sua decadência foi tema de crônicas escritas pelos renomados jornalistas William Pôrto, Jurandir Carmelo, Francisco Neves e outros apaixonados pela causa. Este modesto rabiscador também escreveu algumas linhas para o Jornal do Commercio, Pesqueira Notícias, Rádio Jornal e alguns blogs, lamentando o que se passava com a banda que tanto nos encantou.

Lembro até que no seu primeiro mandato, o prefeito Evandro Chacon tentou dar um novo impulso à mesma, trazendo o músico pesqueirense Amauri Soares que havia se aposentado do Exército, para reger e formar novos músicos aqui, coisas que ele adorava e sabia fazer como poucos.

Amauri veio, deu uma arrumada na banda, melhorou o seu repertório, conseguiu fardamento novo, injetou motivação nos músicos, mas de repente, resolveu voltar à capital paraibana, sua segunda casa.

Assim, como o Dr. Evandro, os outros prefeitos também ajudaram à nossa banda. Uns mais, outros menos, mas todos colaboraram.

Ocorre que a partir dos anos de 1990, começaram a surgir questões trabalhistas e isto, a meu ver, foi a principal causa de sua ruína, pois, os administradores se descuidaram, os valores das causas foram se avolumando e o resultado é o que todos conhecemos.

Quanto aos instrumentos musicais, convém ressaltar que eles não foram leiloados por nenhum prefeito. A falta de pagamento de dívidas trabalhistas pela maioria dos gestores é que levou a Justiça do Trabalho a leiloá-los.

Por fim, lembro à estimada Ana Lígia, que municípios do porte de Pesqueira não têm mais condições de manter uma banda de música, pois agora, os músicos são admitidos mediante concurso público e percebem salários estabelecidos pelo sindicato da classe.

O que os municípios podem – e alguns já fazem – é destinar verbas no orçamento para ajudar a instituições que estejam legalizadas como sociedades, com estatutos, diretoria e tudo o que é exigido por lei específica.

 

 

Pesqueira, 29 de novembro de 2014.

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Dia 20 de Novembro – Domada da Consciência Negra Nacional.

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Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta, Cronista. Membro efetivo e Presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA.

Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta, Cronista. Membro efetivo e Presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA.

Falar sobre a importância do dia da consciência negra nacional indiscutivelmente força-nos a irmos cuidadosamente aos registros históricos que trata da vinda do negro escravo ao nosso país. Todo aquele que se defronta com os fatos históricos narrados, ficam estarrecidos e envergonhados por tamanha falta de respeito e pelo desprezo que fora dispensada a raça negra neste país e no mundo.

A exploração a que foram submetidos, tendo que trabalhar nas várias atividades econômicas sem sequer terem o direito a uma boa alimentação, moradia e descanso que lhes dessem a oportunidade de reporem suas energias, desta feita estar preparados para a labuta no dia seguinte e sucessivamente. Ao contrário o que recebiam eram maus tratos, tanto físicos, quanto mental e ético.

A comunidade brasileira herdou dos negros a exemplo de Ganga Zumba e Luiza Mahin, e tantos outros homens e mulheres seus valores e princípios. Uma raça que muito contribui e tem contribuído para com o desenvolvimento e o progresso no inicio da colonização brasileira e que até hoje vem elevando e enriquecendo nossa cultura em seus vários aspectos: disposição para o trabalho, influência marcante na nossa culinária, nas artes e nas letras e na força física e moral.

Para Deus não existe nem nunca existiu diferença entre raças! A diferenciação da pigmentação da pelo jamais influenciou e/ou influenciará na personalidade do ser humano! O espirito tanto do branco como do preto, do pardo têm a mesma essência, a mesma potencialidade para servir e amar. O homem está aqui para contribuir com alcance dos objetivos por Deus pretendidos em favor do bem maior! O bem-estar da espécie. E este bem-estar só será alcançado se um dia o ser humano tomar consciência de que fora cariado para o bem. Mas para que chegue a este grau de entendimento terá que assumir sua condição com criatura predestinado a preservação, e o equilíbrio de todo o sistema universal tão rico e cheio de fascínio.

Historicamente o dia 20 de novembro escolhido para homenagens aos negros intitula-se: “Dia da Consciência Negra”, foi associada ao dia da morte de Zumbi dos Palmares – grande líder e batalhador em favor da causa da liberdade da raça negra neste país. Em favor do seu intenso empenho no conquistar a paz e da alegria de uma vida de resultados positivos em favor da causa da liberdade de expressão. Na verdade é consagrado como o dia de Zumbi e da Consciência Negra. Instituída pela lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011.

Com a descoberta da verdadeira data da morte de Zumbi pelos historiadores na década de 1970, os membros do Movimento Negro Unificado contra a Discriminação Racial, entusiasmados com a realização do congresso em 1978, que elegeu a figura de Zumbi como símbolo da luta e resistência dos negros escravizados no país. Deste momento em diante criou-se alma nova para deflagrarem-se movimentos sempre voltados para a defesa dos direitos sagrados que eram e é primário, característico!

Outro fato de grande relevância foi à consolidação e o reconhecimento da luta por direitos que seus descendentes reclamavam.

“Com a redemocratização do Brasil e a promulgação da Constituição de 1988, vários segmentos da sociedade, inclusive os movimentos sociais, como o Movimento Negro, obtiveram maior espaço no âmbito das discussões e decisões políticas. A lei de preconceito de raça ou cor (nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989) e leis como a de cotas raciais, no âmbito da educação superior, e, especificamente na área da educação básica, a lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que instituiu a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-brasileira, são exemplos de legislações que preveem certa reparação aos danos sofridos pela população negra na história do Brasil.”

Neste dia da Consciência Negra todos nós brasileiro devemos agradecer ao Criador o dom da inteligência e da Sabedoria, que se passou a cultivar e colocar em prática em favor do melhor para a humanidade  e da certeza de que somos irmãos, independente de raça, cor e/ou religião.

A vida aqui na Terra será melhor no dia em que os homens se entenderem e abandonem o orgulho, a avareza e a maledicência. Trabalhem a favor do bem-estar de todos.

 

Pesqueira, 20 de novembro de 2014.

Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta e Cronista.

Membro efetivo e presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA.

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A NECESSIDADE DE SE EDUCAR PARA A MORTE! Uma reflexão.

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Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta, Cronista. Membro efetivo e Presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA.

Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta, Cronista. Membro efetivo e Presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA.

Hoje em meus devaneios surgiu-me um toque de leveza e desprendimento. Me vi como autentico cristão, como que imbuído de uma forte intuição a me levar a questionar a vida!…

A morte é o que se tem como certo! Todavia temos pavor por ser este o nosso fim – aqui na Terra. Para uns este é o fim, acabou!… Para outros é o começo! Melhor dizendo o recomeço. Acredito nesta ultima concepção. Quem nasce algum dia tem que morrer. É a lei da vida. Não há como a evitar! Por outro lado temos a oportunidade de reiniciar, de prosseguir em nossa jornada em busca do melhor, no plano astral, de onde viemos. Recomeçar porque somos espíritos criados simples e ignorantes, na peleja constante do aprimoramento! – Este o caminho de todos, mais cedo ou mais tarde. Sua brevidade e/ou longevidade vai depender da maneira como cada um investe em seu aperfeiçoamento.

Somos criados e educados para a vida, quando deveríamos também ser preparados, educados para a morte, se assim fosse à morte seria encarada com naturalidade, pois ninguém escapa deste fundamento. Sócrates condenado à morte pelo júri de Atenas assim se comportou: “eles também já estão condenados”. Sua mulher indignada se dirige a ele e diz: “Mas é uma sentença injusta!” ele pergunta: “preferias que fosse justa?” A aquiescência de Sócrates mostrava o quanto o processo educacional que cultivou durante toda sua vida, lhe proporcionou tranquilidade e paz de espírito.

Allan Kardec foi quem primeiro se preocupou com a Psicologia da Morte e da Educação para a morte. “Ele realizou uma pesquisa psicológica exemplar sobre o fenômeno da morte”. Por anos seguidos falou a respeito com os Espíritos de mortos. E, considerando o sono como irmão ou primo da morte, pesquisou também os Espíritos de pessoas vivas durante o sono. Isso porque, segundo verificara, os que dormem saem do corpo durante o sono. Alguns saem e não voltam: morrem. Chegou, com antecedência de mais de um século, a esta conclusão a que as ciências atuais também chegaram, com a mesma tranquilidade de Sócrates, a conclusão de Victor Hugo: “Morrer não é morrer, mas apenas mudar-se”.

A morte como sequência e ordenamento da vida nada mais é do que a expressão natural e objetiva da existência.

Ninguém foge da realidade. Ninguém nasce privilegiado a ponto de ser melhor do que o outro. Para cada um o Criador deixou o livre-arbítrio. Somos responsáveis, e donos do nosso destino. A morte deverá ser encarada como mais uma etapa da formação moral, ética, intelectual e espiritual do ser humano!

José Herculano Pires assim se expressa quanto à necessidade de formação educacional para a morte. “A Educação para a Morte não é nenhuma forma de preparação religiosa para a conquista do Céu. É um processo educacional que tende a ajustar os educandos à realidade da Vida, que não consiste apenas no viver, mas também no existir e no transcender”.

A vida e a morte fazem parte da nossa essência. Quando nascemos trazemos conosco a centelha que alimenta a vida. Existência que brota e vai até ao ultimo gemido, ultimo suspiro, quando tomamos consciência da nossa essência e do nosso destino. Se preparados fossemos, certamente que levaríamos uma vida mais regrada e fundamentada na expectativa e na esperança de ao regressarmos estarmos conscientes da nossa progressão e crescimento espiritual. Este o propósito de Deus para com seus filhos.

“Heideggar encarou o problema com mais profundidade e concluiu: “O homem se completa na morte”. Aquilo que para Sartre parecia o fim definitivo, para Heideggar é o rompimento da existência para lançar-se na transcendência. Isso concorda com as aspirações humanas em todos os tempos e com a afirmação de Richet: “Mors janua vitae”, ou seja, “A morte é a porta da Vida”. Temos assim definido aquilo que constitui realmente o fim da Educação, o seu objetivo único e preciso.”

Acho que a vida só tem sentido se levarmos em consideração o propósito do grande Arquiteto do Universo – vida e vida em abundância! Toda criação de Deus tem como base a preservação e a unidade do ser humano, sua imagem e semelhança. Jesus Cristo, mentor do progresso espiritual e do bem-estar da Humanidade. Cumpriu sua missão deixando o seu testemunho de amor e caridade: O Evangelho!

 

Pesqueira, 13 de novembro de 2014.

Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta e Cronista.

Acadêmico titular e presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA.

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O REENCONTRO                 

Por: Walter Jorge de Freitas

Aproxima-se mais uma FESTA DO EX-ALUNO. Para quem gosta de emoções, não há melhor oportunidade para vivenciá-las com tanta intensidade como esses momentos de saudosismo puro que o reencontro nos proporciona.

Iniciado há 25 anos, com a finalidade de trazer de volta ao convívio, apenas ex-alunos do Ginásio Cristo Rei, o evento foi tomando corpo e despertando o interesse de ex-alunos de outros educandários e o resultado está aí: adesão maciça e espontânea dos pesqueirenses e pesqueiristas hoje espalhados pelos mais longínquos recantos do país.

Se nós que jamais saímos daqui, sentimos satisfação em rever os amigos de ontem, os que voltam, certamente, experimentam outro tipo de emoção: pisar o solo da terra que lhe serviu de berço ou acolheu, rever amigos, parentes, constatar as mudanças impostas pelo tempo e pela ação dos que tiveram a missão de governá-la com erros e acertos, mas todos imbuídos do desejo de torná-la melhor.

Não importa o fato de não sermos mais os mesmos no tocante ao aspecto físico. As cabeleiras já não são tão vastas como antes; os rostos estão marcados pela ação impiedosa do tempo e as pernas já não caminham no ritmo e firmeza dos tempos de juventude. Estamos todos bem diferentes daqueles moços e moças de andar faceiro, charmoso, atraente e provocador de suspiros.

Os corações – antes maltratados pelas cargas emotivas a que foram expostos –, por certo não têm tanta impetuosidade para novas empreitadas. Agem com mais cautela.

Amores incompreendidos, deslizes cometidos na juventude, repercutem hoje no jeito de ser, de falar e até nos ensinaram a encarar aventuras ou amizades com mais prudência, compreensão e de forma mais seletiva. Dizem que estamos mais experientes. Ainda bem! Adquirimos um novo tipo de beleza: A BELEZA INTERIOR, que só o tempo é capaz de nos mostrar o seu real valor.

De uma coisa, devemos nos convencer: tudo foi válido. Por isto, podemos comemorar cada momento desse período festivo que vamos vivenciar, abraçando os conhecidos, os desconhecidos, ex-colegas, ex-amigos (as), ex-namorados (as) e todas as pessoas que tivermos oportunidade, pois só assim, a festa será completa e cada um de nós se sentirá recompensado por renovar e conquistar amizades. Existe coisa melhor?

Lembremo-nos de que são poucas as cidades que têm esse privilégio de receberem os seus filhos todos os anos para uma confraternização.

Não nos esqueçamos dos ausentes. Àqueles que “partiram”, dediquemos as nossas preces. Para os que não puderem comparecer, procuremos fazer com que se sintam presentes, mandando notícias, fazendo com que a saudade adentre aos seus corações provocando alegrias, em vez de tristezas, despertando a incontida vontade de voltar, tão logo seja possível.

 

 

Pesqueira, outubro de 2014.

 

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A importância da leitura na formação cultural de um povo.

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Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta, Cronista. Membro efetivo e Presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA.

Hoje se comemora o Dia Nacional do Livro, em homenagem à fundação da Biblioteca Nacional, em 1810.

A formação moral, intelectual e ética da pessoa humana está estritamente ligada a sua formação educacional. Na verdade o ser humano prescinde de toda e qualquer motivação para aprimorar seu acrescimento como criatura predestinada a amar, servir e ser feliz.

É a leitura o instrumento que possibilita a aprendizagem e a vivência, capaz de permitir a construção de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres, mais tolerantes e mais criativos em seus afazeres.

A leitura é o veículo que se podem formar cidadãos críticos, pois, é sem dúvida o caminho certo a ser seguida pelas pessoas que querem ver sua condição de cidadania forte, dinâmica e respeitada. Só a leitura pode nos levar a compreender o significado do quanto é importante nossa participação consciente nas manifestações, no debate social e político quando agimos de acordo com nossa consciência e prontos para agir com nossa própria independência e voz, em busca de nossos direitos, sabendo lutar por eles. São na verdade esses elementos que nos alimenta e fortifica nosso senso de responsabilidade em favor da causa que se tem como possível para satisfazer os interesses comuns.

As boas relações humanas estão atreladas a atitudes coerentes, a uma boa reflexão, que certamente será alcançada por meio da leitura. Aos homens cabe o encargo de buscar seu aprimoramento intelectual. E esta afinação com o saber está condicionada a sua vontade e determinação em aperfeiçoar seu conhecimento. É através da leitura que podemos correr no tempo e nos encontrar com amplos episódios do passado.

Antes do surgimento do livro, o homem exercia a prática da comunicação pela oralidade, a qual se dava por meio do diálogo. É bem verdade que o homem procurou sempre se conhecer e conhecer o mundo onde vive. E um dos meios utilizados para transmitir seus conhecimentos com o intuito de educar e formar opiniões, o diálogo até certo ponto fora satisfatório, mas com o passar do tempo verificou-se que muito pouco do que se havia discutido e estudado caia no esquecimento. Diante desses fatos surge ai a necessidade de se criar um instrumento que permitisse armazenar tais estudos, informações e conclusões.

Daí surge a grande ideia de criação do livro e com ele, surgiram às bibliotecas onde quem quer que seja pode se beneficiar do seu acervo.

Temos observado que uma boa parte dos nossos estudantes, professores e intelectuais não são muito afeiçoados à leitura! Uns porque se sentem discriminados por não terem recursos financeiros para a compra de livros, outros por própria acomodação e outros por falta de uma prática que deveria ter sido posta em prática pelos pais e professores, quando em seus primeiros momentos de preparação à formação educacional.

Precisamos colocar em evidência a prática da leitura em nossa vida. Tornar a leitura um hábito. Só assim estaremos nos preparando para sermos uma pessoa critica consciente e participativa. O livro além de informar é também uma terapia ocupacional, contribuindo assim para nossa formação permanente.

O desenvolvimento da nação está condicionado sem sombra de dúvida a capacidade de leitura do seu povo. “Uma população informada é na verdade cidadãos esclarecidos e atentos com os acontecimentos. Quando estamos diante de uma leitura, estamos em processo de desenvolvimento intelectual e moral. O campo da informação se amplia de maneira significativa. Neste aspecto, o leitor jamais permanecerá o mesmo”. A afirmação é de Carlos Holanda.

O homem pós-moderno carece de boa leitura e de atitude política coerente e promissora. Caso contrário jamais alcançará os objetivos e sonhos de uma vida progressista, dinâmica e legitima. Em agindo assim certamente o homem conseguirá em conjunto e com bom senso combater o individualismo e o desmoronamento econômico. Os problemas sociais e políticos necessitam de atitudes coerentes e com certeza só homens letrados e conscientes poderão contribuir para a solução dos problemas em evidência. Enquanto poucos estiverem vivendo e exercendo a prática da leitura, muito pouco progredirá nosso progresso sócio político e econômico.

A dinâmica da leitura, o habito de uma leitura constante e autentica contribuirá para a satisfação plena do espirito humano. Leia mais e mais. É no livro que encontramos a verdadeira magia. Jamais deixe de vivenciar a arrebatadoras experiências dos livros.

O homem sem cultura é um ser ingênuo e facial de ser manipulado.

 

 

Pesqueira, 29 de outubro de 2014.

Por: Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta, Cronista.

Membro efetivo e Presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA.

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Ser poeta é acima de duto poetar

Minha homenagem ao poeta no seu dia 20 de Outubro.

Petar… É missão de todo poeta.

Sentir bem forte o exalar do perfume de suas entranhas,

E poder proclamar o verdadeiro sentimento do amor!

Ser poeta é poetar, com bravura e sensibilidade a obra do Criador!

O Universo, a vida, a missão em favor do melhor…

 

Poetar é expressar com harmonia o que se quer comunicar…

É ir bem fundo a sua essência, buscando externar

O que tem de bom em seu coração.

É amar e si fazer amado!…

Colocar em versos, tudo que canta e encanta a vida.

Suas emoções, venturas, desventuras e paixões…

 

Poetar é fazer brotar,

A leveza que levará o poeta ao êxtase…

Levitar sem sentir nem prognosticar…

Reavivar a saudade que se fez camuflada,

Contudo, ora se desponta a alegria, ora deprimida…

 

Poetar é se entregar na busca de si mesmo,

É amar com altives, dar o melhor de si,

Mesmos que seja ao acaso…

Amar sem distinção, o mais profundo possível!

E colorir com fascínio os fatos.

A vida.

 

Pesqueira, 11 de outubro de 2014.

Sebastião Gomes Fernandes

 

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ECC – Encontro de Casais com Cristo faz 20 anos  

16ggggggggggrvegvyegvervgereoe0er0e0b0be0bgb-300x225Parabenizamos aos casais com Cristo de paroquia Santa Águeda pela iniciativa de promover tão feliz e oportuno encontro que sem dúvida só fez aproximar mais e mais a família pesqueirense. Parabenizamos ainda o diretor espiritual do ECC o Padre Marcone pelo apoio incondicional e pela grandiosidade dos propósitos em fazer o bem, como dedicado obreiro e pastor das suas “ovelhas”, parodiando o evangelho.

A filosofia fundamentada na estrutura moral religiosa que caracteriza este grande movimento tem como fundamentação despertar na família – célula mãe da sociedade e da cristandade -, sentimentos que podem e devem contribuir para o crescimento do ser humano como criatura predestinada ao bem. Pois na verdade foi este o proposito do Criador ao nos dar a vida!

No entanto, temos que ter consciência da nossa responsabilidade como membro de uma sociedade que carece e muito do despertar de cada cidadão (â), para as coisas do alto! Não importando qual tipo de religião, pois não basta ser católico o que importa na verdade é aceitar e praticar o que Cristo nos legou quando de sua passagem e missão aqui na Terra. Sua mensagem de caridade, de amor e fé que vamos encontrar nos evangelhos de Marcos, Mateus, Lucas e João.

O que vivenciamos e aprendemos durante o encontro foi sem sobra de dúvida uma experiência sem precedente, autentica magia e expressão d amor de Cristo para com cada um de seus irmãos. E o que importa mesmo é que durante os dias vivenciamos, meditamos e amadurecemos a alma na busca da paz interior e da felicidade que tanto procuramos! Experiência que provocou-nos a sairmos da letargia que nos encontrávamos e dessa forma nos fez despertar sentimentos que fazem parte de nossa essência e que estavam latentes como: o amor, a fraternidade, a compreensão, a humildade, a caridade e a fé.

Sentimentos estes que são o esteio para uma vida regrada na esperança de que a vida é sim, um presente de Deus e que deve ser vivida com vontade, com entusiasmo e respeito para consigo mesmo e para com seu semelhante.

O ECC tem como objetivo despertar nas famílias a importância do filho do Homem – assim Jesus gostava de ser conhecido, chamado -, para nossa salvação. Se os homens conseguirem por em prática seus ensinamentos certamente que a Humanidade alcançará a paz tão almejada.

Os casais Geraldo Umbelino Freire e Nanci Freire, Daniel Bezerra (falecido), Nazare Bezerra, Sebastiao Gomes Fernandes e Socorro Fernandes, Samuel Almeida e Adenice Almeida. Tivemos a graça e a honra de sermos os pioneiros do encontro de casais com Cristo, em nossa querida Pesqueira, há vinte anos.

Foi uma comemoração louvável e a tempo. A Igreja Católica – Instituição e a Igreja viva devem agradecer a Deus por ter concedidos à graça e a alegria de servir, divulgar e por em prática a missão de evangelizar…

 

Pesqueira, 19 de outubro de 2014.

Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, escritor, Poeta e Cronista.

Membro efetivo e Presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes.

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