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Ataque ao portal do TSE nas eleições também divulgou dados de 2020

Inicialmente, a suspeita era que apenas informações de 2001 a 2010 teriam sido expostas, mas nova investigação também apontou registros deste ano

Leticia Riente, editado por Fabiana Rolfini 

Olhar Digital

Mais detalhes sobre o ataque cibernético e o vazamento de dados sofrido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no último domingo (15) continuam surgindo. Desta vez, a Polícia Federal, em parceria com o próprio órgão eleitoral, concluiu que o ataque foi maior que o divulgado inicialmente. Acreditava-se que apenas dados de 2001 a 2010 tivessem sido expostos, mas a novidade é que informações de 2020 também foram acessadas.

Foram comprometidos dados de funcionários do Tribunal, como endereços e telefones cadastrados no Portal do Servidor. A suspeita é que a invasão aos sistemas do TSE, estes que não têm vínculo com os sistemas que nortearam as eleições municipais no primeiro turno, tenham sido invadidos antes de 1º de setembro. Isto porque o material divulgado não mostra informações registradas depois deste período.

Além deste ataque, outra tentativa de invasão foi registrada pelo TSE no domingo, mas segundo o Tribunal, o possível ataque foi frustrado e múltiplos acessos já foram identificados vindos do BrasilNova Zelândia e Estados Unidos.

O caso

Apesar de anunciar durante a semana passada que não havia sido alvo de ataques virtuais, o TSE viu hackers vazarem uma série de informações internas do Tribunal para demonstrar vulnerabilidade. O vazamento foi exposto por um grupo que se intitula como CyberTeam. Segundo o grupo, a exposição das informações não tem necessariamente uma mensagem política, e é apenas uma forma de desmentir o Tribunal.

“A segurança do TSE foi comprometida logo após ser anunciado que a segurança tinha sido reforçada devido ao ataque efetuado no STJ e nos outros domínios do Ministério da Justiça. Isso só prova que os gastos milionários do governo, não serviram para p* nenhuma”, disse o grupo ao Olhar Digital.

Cabe destacar que as invasões não possuem, até agora, relação direta com o atraso de duas horas e meia para a divulgação do resultado das eleições 2020. Sobre isso, o TSE disse que o supercomputador da Oracle, que cuidou da soma dos votos, não pôde ser treinado o suficiente antes do pleito, sendo sobrecarregado durante a contagem. De qualquer forma, o órgão assegura os números e a segurança da votação.

Fonte: G1

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