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Após reeleição de Maduro, Venezuela reabre fronteira com o Brasil

Por Emily Costa, G1 RR

Fronteira entre os dois países fica a mais de 200 Km da capital Boa Vista  (Foto: Emily Costa/G1 RR/Arquivo )

Fronteira entre os dois países fica a mais de 200 Km da capital Boa Vista (Foto: Emily Costa/G1 RR/Arquivo )

A Venezuela reabriu a fronteira com o Brasil na manhã desta segunda-feira (21) após a reeleição de Nicolás Maduro no domingo (20), informou a Secretaria de Gestão Internacional de Roraima.

A fronteira, que fica a mais de 200 Km da capital Boa Vista, foi fechada na noite de sexta (18) e até o fluxo de pessoas a pé foi vetado pelo lado venezuelano da BR-174, que liga os dois países. A medida fez com que venezuelanos procurassem rotas clandestinas para comprar mantimentos no Brasil.

Segundo Fátima Araújo, adjunta da Secretaria de Gestão Internacional de Roraima, a guarda nacional bolivariana abriu a fronteira com o Brasil às 6h (7h de Brasília). “Agora, veículos e pessoas têm autorização para passar por lá”, detalhou Fátima Araújo.

Segundo o cônsul-adjunto da Venezuela em Roraima, José Martí Uriana, a medida de fechar a fronteira sempre é adotada quando ocorrem eleições no país como forma de garantir a segurança durante o pleito.

“A República Bolivariana da Venezuela, cada vez que tem um processo eleitoral, fecha a fronteira para resguardar a soberania territorial e também para que as Forças Armadas controlem todo território nacional”, explicou na sexta (18).

É pela fronteira da Venezuela com o Brasil que milhares de venezuelanos têm saído para fugir da crise política e econômica vivida no regime de Maduro.

A ONU afirma que todos os dias 800 pessoas fazem o percurso para deixar o país. Em razão do intenso fluxo de imigrantes, estima-se que há 40 mil venezuelanos vivendo em Boa Vista.

Maduro reeleito

Maduro foi reeleito com quase 70% dos votos válidos para mais 6 anos de mandato após as eleições. O pleito teve horário ampliado, denúncias de fraude, tentativa de boicote da oposição, abstenção de 54% e falta de reconhecimento por grande parte da comunidade internacional.

Nesta segunda, o Grupo de Lima – formado por Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia – declarou que não reconhece a legitimidade das eleições e que irá convocar seus embaixadores em Caracas para expressar protesto.

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