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Apac alerta para mais chuvas de moderadas a fortes; Grande Recife tem alagamentos, deslizamentos e pessoas ilhadas

Novo aviso foi publicado nesta quarta (22) e vale até quinta (23). Ruas ficaram cheias de água e houve queda de árvore.

Por g1 PE

Moradores do Grande Recife, Zona da Mata e Agreste devem ficar atentos para um novo alerta de chuvas com intensidades de moderadas a fortes. O aviso é da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). Na tarde desta quarta (22), as precipitações provocaram deslizamentos e alagamentos na Região Metropolitana. Pessoas ficaram ilhadas, mas não houve vítimas.

Veja como falar com a Defesa Civil

Esse é mais um alerta da Apac. Na terça (21), primeiro dia do inverno, a agência fez previsão de chuvas com intensidades de moderadas a fortes para essas regiões.

O novo aviso foi publicado pela agência na tarde desta quarta (22) e vale até a quinta (23). Para o Grande Recife e Zona da Mata Sul, o aviso é de estado de alerta e “risco muito alto”. Na Mata Norte e Agreste, há aviso de “risco moderado a alto”.

Ponto de alagamento na Avenida Doutor José Rufino, no Bairro da Estância, no Grande Recife

De manhã, houve transtornos em Olinda, Paulista, Camaragibe e em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana .

As chuvas da tarde provocaram transtornos. Houve alagamentos e o trânsito teve complicações em vários locais. O céu ficou com as nuvens carregadas.

Segundo o Corpo de Bombeiros, foram três chamados para resgate de pessoas ilhadas, sendo dois no Recife e um em Jaboatão.

A corporação informou que os pedidos de resgate foram feitos em Cavaleiro, em Jaboatão, além de Ibura e Cohab, na capital.

A Defesa Civil de Jaboatão também confirmou a destruição de duas casas após deslizamentos de barreiras em Zumbi do Pacheco. Os moradores foram levados para residências de parentes.

Na Ilha do Leite, na área central do Recife, ruas ficaram alagadas e os carros tiveram dificuldade para trafegar.

No Rosarinho, na Zona Norte, carros passaram no meio da água. Na avenida Agamenon Magalhães, no Derby, na área central, onde o canal quase transbordou. Os carros transitaram com dificuldade.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), houve alagamentos embaixo do viaduto da avenida Caxangá e no Ibura.

Avenida Agamenon Magalhães, no Derby, ficou alagada nesta quarta (22), no Recife — Foto: Reprodução/WhatsApp

Avenida Agamenon Magalhães, no Derby, ficou alagada nesta quarta (22), no Recife — Foto: Reprodução/WhatsApp

Em Maranguape I, em Paulista, ruas ficaram alagadas. Na entrada da avenida Nélson Ferreira, ficou complicado para passar, tanto pedestres e carros pequenos.

“A situação das ruas de Maranguape I é cada vez mais complicada. Na comunidade Nossa Senhora de Fátima, as casas ficam inundadas quando tem chuva. Não é normal. Não aconteceu em anos anteriores”, afirmou morador Luiz Carlos.

Em Rio Doce, em Olinda, também houve alagamentos. “A gente mora perto da Avenida México e está tudo alagado. Não passa nem ônibus. A água chegou até a garagem”, afirmou Luiz Eduardo, que mora na rua Verdenas, em Olinda.

Ruas e avenidas também ficaram cheias de água em Ouro Preto e em Peixinhos, na mesma cidade. Uma árvore caiu no quilômetro 9 da estada de Aldeia, em Camaragibe, no Grande Recife.

No fim de maio e no começo de junho, temporais deixaram 130 mortos no estado, sendo 129 no Grande Recife. Mais de 40 mil pessoas estavam desalojadas ou desabrigadas até o início da semana.

Acumulado

Na tarde desta quarta, a Apac publicou no site o acumulado de chuvas. Em 12 horas, o maior índice pluviométrico foi registrado em Tamandaré, no Litoral Sul, com, 67,8 milímetros.

Em segundo lugar, ficou Itamaracá, no Grande Recife, com 66,9 milímetros, e Paulista, com 66,1 milímetros.

No Recife, segundo a prefeitura, em 24 horas , foram registradas chuvas que chegaram a 103 milímetros, em algumas partes da cidade. Isso é equivalente a mais de 26% do total previsto para o mês, que é de 389,60 milímetros.

Entre 0h e 17h, a Defesa Civil recebeu 138 chamados da população, entre pedidos de vistorias e solicitações de proteções plásticas. Houve problemas em 22 sinais de trânsito e duas quedas de árvores.

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