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Advogado de Milton Ribeiro diz que ex-ministro recebeu depósito de R$ 50 mil na conta da mulher por venda de carro a parente de pastor

TOPO

Por Andréia Sadi

Do Blog da Andréia Sadi / g1

Cobre os bastidores de Brasília para o Jornal Hoje (TV Globo) e na GloboNews. Apresenta o Em Foco (GloboNews) e integra o Papo de Política (G1)

O advogado do ex-ministro Milton Ribeiro confirmou ao blog, nesta quarta-feira (22), a existência de um depósito na conta da mulher do ministro no valor de R$ 50 mil feita por um parente de Arilton Moura, um dos pastores presos hoje na operação, junto com Ribeiro.

Essa linha da defesa foi revelada pelo blog mais cedo.

Segundo o advogado, o depósito seria referente a um pagamento de um carro que estaria em nome da mulher de Milton Ribeiro.

“Tem um depósito de 50 mil reais de um parente do Arilton na conta da mulher do Milton Ribeiro, pois ela queria vender um carro e um parente do Arilton queria comprar. Por isso, o depósito foi na conta dela, pois o carro estava no nome dela”, disse Daniel Bialski, advogado de Milton Ribeiro.

Segundo ele, as informações iniciais que possui dão conta de que esse depósito teria sido identificado pela CGU –mas ele não soube detalhar quando foi a transação do carro. Ele afirmou ao blog que vai conversar com Ribeiro sobre os detalhes do caso nesta quinta-feira (23).

Bolsonaro muda discurso em relação a Milton Ribeiro após prisão do ex-ministro

Prisão

O ex-ministro do governo Jair Bolsonaro foi preso no âmbito de uma operação, batizada de Acesso Pago, que investiga a prática de tráfico de influência e corrupção na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão ligado ao Ministério da Educação.

A prisão de Ribeiro foi determinada pela Justiça por causa de um suposto envolvimento em um esquema para liberação de verbas do MEC. O ex-ministro é investigado por suspeita de corrupção passiva; prevaricação (quando um funcionário público ‘retarda ou deixa de praticar, indevidamente, ato de ofício’, ou se o pratica ‘contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal’); advocacia administrativa (quando um servidor público defende interesses particulares junto ao órgão da administração pública onde exerce suas funções); e tráfico de influência.

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